A posição do MPF sobre aprovação do Marco Temporal

AFP/VCG/Getty Images

Chanceler chinês reúne-se com embaixador norte-americano

Por Redação

09 de maio de 2023 : 08h24

Xinhua – O conselheiro de Estado e ministro das Relações Exteriores da China, Qin Gang, reuniu-se com o embaixador dos Estados Unidos na China, Nicholas Burns, em Beijing, na segunda-feira.

As relações China-EUA são de grande importância não só para os dois países, mas também para o mundo, disse Qin, observando o importante consenso alcançado durante o encontro entre o presidente chinês, Xi Jinping, e o presidente dos EUA, Joe Biden, em novembro do ano passado, em Bali, na Indonésia.

No entanto, uma série de palavras e atos errados do lado dos EUA desde então minou o ímpeto positivo das relações China-EUA duramente conquistado, interrompeu a agenda de diálogo e cooperação planejada e esfriou novamente as relações bilaterais, disse Qin.

“A principal prioridade é estabilizar as relações China-EUA, evitar uma espiral descendente e prevenir a ocorrência de acidentes entre a China e os EUA. Isso deve ser o consenso básico entre os dois países e é também a linha limite que deve ser mantida quando se trata das relações entre Estados, especialmente os laços entre dois grandes países”, acrescentou Qin.

Qin disse que a China seguirá os princípios de respeito mútuo, coexistência pacífica e cooperação ganha-ganha propostos pelo presidente Xi Jinping ao lidar com as relações China-EUA, e pediu que os EUA reflitam profundamente e trabalhem com a China para que os laços voltem aos trilhos.

Os EUA devem parar de prejudicar os interesses de soberania, segurança e desenvolvimento da China, lidar corretamente com a questão de Taiwan em particular, abster-se de esvaziar o princípio de Uma Só China e parar de apoiar ou tolerar as forças separatistas de “independência de Taiwan”, disse Qin.

Ele acrescentou que incidentes acidentais nas relações bilaterais devem ser tratados de maneira calma, profissional e pragmática para evitar novos choques nas relações entre a China e os EUA.

Qin expressou a esperança de que o embaixador Burns tenha mais contatos, mais intercâmbios e mais reflexão na China, e faça esforços construtivos para servir de ponte entre a China e os EUA. 

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1 comentário

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EdsonLuíz.

09 de maio de 2023 às 09h24

Qual foi esta…
…”série de palavras e atos errados do lado dos EUA”… contra a China de que o chinês fala?
▪Ucrânia;
▪Taiwan,
▪Mar da China Meridional;
▪Balões Espiões chineses…

De quem são os atos?
E de quem são os atos?

Os Estados Unidos estão no seu papel de estabilizador e difusor do capitalismo.

A China vem escalando agressões repetidas contra quase todos os seus vizinhos: Vietnan, Japão, Filipinas, Índia, Taiwan…

E ninguém pode esquecer a relação da China com o esfolamento que está sofrendo a Ucrânia só pirque a Rússia (e a China) não conseguem admitir a opção dos ucranianos, no exercício de sua autodeterminação como povo, de se ligar cultural e economicamente à Europa e ao mundo livre, progressista e democrático e não o de continuar submetido à ditadura da Rússia, que hoje está se tornando uma subsidiária da China em uma troca de posição em relação aos anos 50.

Negando repetida.ente que invadiria a Ucrânia, a Rússia se reuniu com a China. Uma semana depois da reunião…
=>Mísseis..=>Tanques.. =>Bonbas..
Até bombas de fósforo branco estão usando para massacrar a Ucrânia, porque os ucranianos não querem se submeter e como as ditaduras não conseguiram tomar toda a Ucrânia como eles pensaram que fariam em três dias, mas os ucranianos reagiram ao maquinário bélico das ditaduras quase que só a pau e pedra, eles tomaram uma parte, que somaram à Criméia que já estava tomada.

Depois dessa agressão a China faz uma conversa- fiada internacional de “Cessar-fogo”, “Negociação”, “Paz”…

E os ditadores Xi Jiping e Putin envolveram até o Brasil, que sempre teve uma polítia internacional neutra desde Saraiva Guerreiro. Envolvido com as ditaduras, Lula e lulistas passaram a repetir as mentiras e argumentos fake’s das ditaduras sobre a Ucrânia, colocar a culpa da guerra na Europa e Estados Unidos, que apenas estão ajudando a Ucrânia a se defender lhe dando algumas armas limitadas.

E a China e Taiwan?
▪A China agride Taiwan e os Estados Unidos todos os dias, não deixa Taiwan em paz e está sempre cercando Taiwan com navios de guerra ou passeando seus jatos de guerra com mísseis sobre Taiwan. Os Estados Unidos são obrigados a enviar navios e treinar taiwandeses para se defenderem e a China grita contra os Estados Unidos.

Os outros vizinhos quase todos são agredidos todos os dias pela China, do mesmo modo como a Rússia agride quase todos os seus vizinhos também.

Os erros com pakavras e atos dos Estados Unidos de que a China fala são estes, de defender a democracia e a liberdade dos povos que as querem, mas que para a China, para a Rússia e para todos os apoiadores de ditaduras são um defeito.

Eu acho que os Estados Unidos tem vários defeitos, como todos têm, mas um deles não é impor ideias pela força. E os Estados Unidos tem a qualidade de defender povos que quetem ser livres.e prosperarem.

A própria China ganhou imensa ajuda dos Estados Unidos quando resolveu implantar o capitalismo na economia. Foi só a partir daí e dessa ajuda norte-americana, que começou nos anos 70, que a China, que ainda era semi-feudal (todo regime comunista é semi-feudal) e começou a deixar a miséria de lado e conseguiu resgatar em 40 anos 850 milhões de miseráveis chineses que viviam ferrados pela economia comunista.

Mas o mundo livre acreditou que a China também democratizaria seu regime e passaria a respeitar os direitos humanos. Não aconteceu assim e com este ditador, o Xi Jiping, o regime está endurecendo, sendo mais agressivo internamente, contra chineses que querem a democracia, e fora, contra Taiwan, contra a Ucrânia, contra vários vizinhos… e contra os Estados Unidos porque os defende.

Parece que não vai ter jeito e a escalada autoritária da China levará a que ela lidere a sua Órdem ditatorial, que é sempre unilateral, e nós democratas ficaremos com nossa Órdem multilateral.

Mas a China sabe que deslugada do mercado capitalista a sua economia entra em ruína, as manifestações internas vão aumentar e a China, mais do que nunca, será um Estado-Polícial., como é toda ditadura.

Não reviso, não vejo assim tanta necessidade de fazer isso em um ripost. Daqui a pouco o policial-gramático, para me desgastar com os ‘nadas’ que já vem no seu nome, vem aqui me agredir.

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