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Estudo mostra que uberização tem condições injustas de trabalho

De acordo com o relatório Fairwork Brasil de 2023, divulgado nesta terça-feira (25), a grande maioria dos prestadores de serviços em plataformas digitais no país enfrenta situações de trabalho injusta e falta de proteção social. O estudo avaliou e categorizou as condições de trabalho em dez plataformas digitais. As avaliações são fundamentadas em cinco princípios […]

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Imagem: Agência Brasil

De acordo com o relatório Fairwork Brasil de 2023, divulgado nesta terça-feira (25), a grande maioria dos prestadores de serviços em plataformas digitais no país enfrenta situações de trabalho injusta e falta de proteção social. O estudo avaliou e categorizou as condições de trabalho em dez plataformas digitais.

As avaliações são fundamentadas em cinco princípios essenciais que as plataformas digitais de trabalho devem assegurar para serem consideradas como fornecedoras de padrões básicos mínimos de justiça: remuneração adequada, condições de trabalho justas, contratos transparentes, gestão imparcial e representação dos trabalhadores.

No Brasil, o relatório Fairwork Brasil de 2023 examinou dez empresas que prestam serviços através de plataformas digitais: 99, Americanas Entrega Flash, AppJusto, GetNinjas, iFood, Lalamove, Loggi, Parafuzo, Rappi e Uber.

As avaliações atribuídas às plataformas são referentes ao intervalo de tempo entre julho de 2022 e julho de 2023. Quanto menor a pontuação, mais distante a empresa está de cumprir os princípios analisados. A grande maioria das plataformas não recebeu pontuação em nenhum dos princípios avaliados.

Das dez plataformas avaliadas, somente três alcançaram pelo menos 1 ponto – AppJusto, iFood e Parafuzo. A AppJusto se destaca no topo da tabela com 3 pontos, seguida pela iFood com 2 pontos e a Parafuzo com 1 ponto. As outras empresas não obtiveram pontos, tendo sua pontuação zerada. Conforme destacado no relatório, a baixa pontuação das empresas evidencia que ainda há muitas mudanças a serem realizadas.

O quesito relacionado às condições justas de trabalho não recebeu pontuação de nenhuma empresa, indicando a falta de provas adequadas de que as dez plataformas estejam aderindo a esse princípio.

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Rhyan de Meira

Rhyan de Meira é estudante de jornalismo na Universidade Federal Fluminense. Ele está participando de uma pesquisa sobre a ditadura militar, escreve sobre política, economia, é apaixonado por samba e faz a cobertura do carnaval carioca. Instagram: @rhyandemeira

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