O Irã reabriu seus portos em meio à escalada de tensão com Washington. O presidente do Parlamento iraniano Mohammad Bagher Ghalibaf ameaçou fechar o Estreito de Ormuz caso os Estados Unidos mantenham o bloqueio naval imposto ao país.
De acordo com o portal ANSA, Ghalibaf publicou em sua conta na rede X que o trânsito pela passagem estratégica depende da autorização de Teerã. Ele advertiu que, com o prosseguimento do bloqueio, o Estreito de Ormuz não permanecerá aberto, e que o Irã não aceitará restrições unilaterais.
Trump afirmou que o bloqueio americano só será suspenso após a assinatura de um acordo com o Irã. Ele indicou que as negociações estão muito próximas de um desfecho.
Trump declarou que Teerã teria aceitado suspender o programa nuclear e transferir o urânio enriquecido para os Estados Unidos. Um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano negou de imediato qualquer acordo sobre a transferência do material.
Trump reiterou que trará o urânio iraniano para os Estados Unidos em breve. Suas declarações foram feitas durante evento do grupo conservador Turning Point USA.
A decisão de Washington de proibir ataques israelenses ao Líbano gerou forte desconforto em Tel Aviv. Benjamin Netanyahu e seus principais conselheiros ficaram chocados com a publicação de Trump que confirmava a ordem de suspensão dos bombardeios.
O governo israelense solicitou esclarecimentos formais à Casa Branca sobre a restrição imposta. A medida expõe divergências entre os aliados na condução da estratégia regional.
O Tesouro dos EUA prorrogou a licença que autoriza a entrega e venda de petróleo russo carregado antes de 17 de abril. A decisão, revelada pela Bloomberg, busca calibrar as sanções energéticas sem provocar rupturas no mercado global de combustíveis.
O Estreito de Ormuz responde por cerca de um quinto do petróleo transportado no mundo. Teerã considera o bloqueio americano uma violação direta da soberania nacional e do direito internacional.
Washington utiliza a pressão naval como instrumento para forçar novas concessões no programa nuclear iraniano. O impasse ocorre enquanto vigora a trégua no Líbano e as partes tentam evitar nova escalada de violência.
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Tadeu
18/04/2026
Mais uma crise lá no Oriente Médio… sinceramente, isso só me preocupa se fizer o petróleo disparar e empurrar a inflação pra cima. No fim das contas, o que interessa é como isso vai bater no bolso e nos investimentos por aqui.
Alice T.
18/04/2026
Os EUA vivem falando de “liberdade de comércio”, mas são os primeiros a usar bloqueio econômico como arma política. Quando o Irã reage, viram os vilões do filme. É muita hipocrisia liberal achar que só o Ocidente pode controlar rotas e petróleo.
Fernando O.
18/04/2026
Mais uma prova de que o mundo real é movido por interesses econômicos e estratégicos, não por discursos bonitinhos. Se o Irã fechar Ormuz, o barril de petróleo dispara e a inflação global vem junto. Mas claro, os bolsonaristas vão achar que isso é culpa do Lula e do “globalismo”.
Marcos Conservador
18/04/2026
Mais uma briga no quintal do Oriente Médio e o mundo todo fica refém do petróleo. O Irã adora provocar, mas também é empurrado por décadas de sanções e joguinho dos EUA. No fim, quem paga a conta somos nós, com combustível caro e instabilidade.
Maura Santos
18/04/2026
Pois é, Marcos, mas vale lembrar que quem embarcou no papo de “autossuficiência” e destruiu políticas de energia limpa aqui foi justamente a turma que hoje chora com o preço da gasolina. O apagão deles não foi só elétrico, foi de visão mesmo.
Francisco de Assis
18/04/2026
Esses americanos acham que mandam no mundo, mas o jogo tá virando, viu? O Irã tá mostrando que não é qualquer colônia pra se dobrar a bloqueio imperialista. O Brasil também já provou que soberania se conquista com coragem e cabeça erguida — é assim que se faz história, meu povo!
Beto Engenheiro
18/04/2026
Mais uma crise que mostra como o mundo depende de logística e infraestrutura. Se fecham Ormuz, o preço do frete e do combustível vai pras alturas. Era hora de investir pesado em novas rotas e transporte ferroviário, pra não ficar refém de gargalo marítimo.
Luciana
18/04/2026
Essas brigas lá do outro lado do mundo acabam pesando aqui no bolso da gente. Pode apostar que se fechar esse tal de Ormuz, o preço do combustível sobe e o gás vai junto. No fim, é sempre o povo que paga a conta.
Lurdinha Deus Acima de Todos
18/04/2026
Gente, isso aí é o fim dos tempos mesmo 😱🙏! Já tão falando em fechar o tal do Ormuz e ninguém tá vendo que isso pode virar uma guerra mundial, misericórdia! 🇧🇷🙏🇺🇸 Que Deus tenha piedade e proteja as nossas igrejas antes que fechem tudo de vez!
Augusto Silva
18/04/2026
Calma, Lurdinha! O fim dos tempos mesmo seria se o barril de petróleo disparasse e o Brasil ainda estivesse refém do dólar. Guerra mundial não, mas jogo geopolítico pesado — e nisso quem tem combustível e comida, como nós, sai ganhando.