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Faye defende nova arquitetura de segurança coletiva para a África

11 Comentários🗣️🔥 Cinegrafistas registram o 10º Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança na África. (Foto: AFP – SEYLLOU) O presidente do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, defendeu uma profunda reinvenção dos mecanismos de segurança coletiva no continente africano. O fórum internacional sobre paz e segurança em África foi aberto em Dacar e marca sua […]

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Cinegrafistas registram o 10º Fórum Internacional de Dacar sobre Paz e Segurança na África. (Foto: AFP - SEYLLOU)

O presidente do Senegal, Bassirou Diomaye Faye, defendeu uma profunda reinvenção dos mecanismos de segurança coletiva no continente africano.

O fórum internacional sobre paz e segurança em África foi aberto em Dacar e marca sua décima edição. O encontro reúne líderes políticos, militares e especialistas em um momento de grandes transformações regionais.

O avanço do jihadismo, o enfraquecimento da Cedeao, a desinformação e as mudanças climáticas dominam o contexto atual. Ao lado do presidente de Serra Leoa, Julius Maada Bio, e do presidente da Mauritânia, Mohamed Ould El-Ghazouani, Faye destacou que paz e desenvolvimento são inseparáveis.

O líder alertou para as múltiplas ameaças que o continente enfrenta, desde a expansão do terrorismo até os conflitos armados internos. Ele defendeu que as soluções devem surgir de uma cooperação africana mais autônoma e conectada às realidades locais.

O presidente reconheceu o papel da União Africana e da Cedeao, mas apontou limitações importantes dessas estruturas. Faye mencionou mandatos pouco claros, financiamento incerto e a desconexão entre decisões regionais e a situação no terreno.

O chefe de Estado senegalês propôs a operacionalização de forças africanas em espera para respostas rápidas a crises emergentes, conforme reportagem da RFI. Para ele, a soberania africana em segurança exige maior governança sobre os recursos naturais e a valorização da juventude como pilar de estabilidade.

O fórum conta com apoio do Japão, da China, da Alemanha e da Espanha e reúne 37 ministros de países africanos e de outras regiões. Organizações como a União Europeia, a União Econômica e Monetária da África Ocidental e a Organização Internacional da Francofonia também participam do evento.

Faye afirmou durante a abertura que esta décima edição deve representar um ponto de virada para o continente. O presidente espera que os países africanos demonstrem maturidade e capacidade de ação conjunta.

As decisões precisam priorizar as necessidades concretas das populações em vez de interesses estratégicos externos. O evento ocorre em meio à redefinição de alianças regionais e à busca por novas formas de cooperação.

A proposta de Faye reforça a necessidade de o continente assumir maior protagonismo na própria defesa, com soberania e desenvolvimento sustentável.


Leia também: Senegal abre Fórum de Dakar em meio a nova configuração de segurança na África


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Zé Trovãozinho

20/04/2026

Mais um discurso bonito pra inglês ver. Falam em “nova arquitetura de segurança”, mas quem continua mandando são as potências estrangeiras e as ONGs financiadas por fora. Se a África quiser mesmo segurança, precisa se livrar dessa dependência globalista que só enfraquece os países.

Alice T.

20/04/2026

Finalmente alguém na liderança africana falando em soberania real e não em seguir o script das potências ocidentais. Faye tá certíssimo em querer reinventar a segurança coletiva — chega de depender de quem lucra com os conflitos. Que esse debate não fique só no fórum, mas vire ação concreta pro continente.

Silvia D.

20/04/2026

Interessante ver um líder africano propondo uma nova arquitetura de segurança que pense o continente de forma integrada. Segurança também é saúde: sem estabilidade, não há sistemas públicos fortes, nem campanhas de vacinação eficazes. Tomara que essa visão inclua o fortalecimento das políticas sociais e sanitárias.

Fernando O.

20/04/2026

Interessante ver um líder africano falando em segurança coletiva num momento em que o continente ainda sofre com interferências externas e disputas regionais. Se conseguirem coordenar esforços entre países vizinhos, já será um avanço enorme. Aqui no Brasil a gente podia aprender algo sobre cooperação real em vez de brigar por ideologia.

Vanessa Silva

20/04/2026

Interessante ver o Faye puxando esse debate com seriedade. A África precisa mesmo repensar sua segurança de forma integrada, sem depender de agendas externas. Quando há coordenação regional e planejamento sólido, o desenvolvimento urbano e social tende a acompanhar.

Tonho Patriota

20/04/2026

LÁ VEM MAIS UM FALANDO DE SEGURANÇA COLETIVA… ISSO É CÓDIGO PRA GLOBALISMO E COMUNISMO DISFARÇADO! QUEREM CONTROLAR A ÁFRICA PRA PEGAR O NIÓBIO E FAZER O L. ACORDA, POVO, ISSO É MAIS UMA FARSA DA ONU E DESSAS ELITES!

    Francisco de Assis

    20/04/2026

    Ô Tonho, tu anda vendo comunismo até em jogo de dominó, homem. A África tá querendo é se livrar da dependência e construir soberania, coisa que o Brasil também aprendeu com Lula — e isso assusta quem vive de ajoelhar pra elite estrangeira.

Evelyn Olavo

20/04/2026

Interessante ver o Faye colocando o dedo na ferida e falando em reinventar a segurança coletiva africana. O continente precisa mesmo de soluções próprias, sem depender tanto das potências externas que só aparecem quando há interesse. Tomara que o discurso vire prática.

    Maura Santos

    20/04/2026

    Pois é, Evelyn! Se a África conseguir bancar essa virada de chave, vai ser um tapa na cara das potências que sempre trataram o continente como quintal. Chega de depender de quem só aparece pra explorar.

Adalberto Livre

20/04/2026

AH PRONTO, MAIS UM QUERENDO INVENTAR MODA COM ESSE PAPO DE “SEGURANÇA COLETIVA”. ISSO É CÓDIGO PRA MAIS BUROCRACIA E MAIS GENTE MAMANDO EM CIMA DO POVO! SE CADA PAÍS CUIDASSE DO SEU, NÃO PRECISAVA DESSAS REUNIÕES CHEIAS DE DISCURSO BONITO E NENHUM RESULTADO.

    Jeferson da Silva

    20/04/2026

    Adalberto, fácil falar em “cada país que se vire” sentado no conforto, mas quem vive na pele das guerras e da exploração sabe que sem solidariedade entre os povos, vira cada um por si e o mais forte esmagando o resto — e isso nunca deu certo pra classe trabalhadora.


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