Menu

Israel mantém demolições no sul do Líbano apesar da trégua

14 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Israel mantém demolições no sul do Líbano apesar da trégua. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) Israel prossegue com demolições em povoados do sul do Líbano mesmo com a trégua formal em vigor, segundo a RFI. A operação visa criar uma zona de ocupação de até dez quilômetros de profundidade além […]

14 comentários
Apoie o Cafezinho
Siga-nos no Siga-nos no Google News
Ilustração editorial sobre Israel mantém demolições no sul do Líbano apesar da trégua. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

Israel prossegue com demolições em povoados do sul do Líbano mesmo com a trégua formal em vigor, segundo a RFI. A operação visa criar uma zona de ocupação de até dez quilômetros de profundidade além da fronteira.

Essa zona seria delimitada por uma chamada linha amarela. Os militares teriam ordens para tornar a área inabitável e impedir o retorno das famílias deslocadas.

O prefeito de Kfarchouba, Kassem Kaderi, observa as localidades vizinhas reduzidas a cinzas. Ele relata que seu povoado já foi invadido cinco vezes por Israel e que cerca de 350 moradores decidiram permanecer para defender suas casas.

Kaderi afirmou que, se deixarem o vilarejo, ele será completamente destruído. O dirigente local alertou que o avanço das forças israelenses ameaça a sobrevivência da comunidade.

O plano israelense também engloba a localidade de Rmeich, que se encontra totalmente cercada. O padre Nagib Amil, responsável pela paróquia, descreveu o clima de medo constante com drones e aviões sobrevoando a região.

Bombardeios ocasionais mantêm os habitantes em alerta permanente. Amil teme pelo futuro e não sabe se a área continuará a pertencer ao Líbano ou se será anexada por Israel.

Kaderi invocou a resolução 3070 da Assembleia Geral das Nações Unidas. O texto reconhece o direito dos povos à luta armada contra ocupações.

As ações durante a trégua reacendem discussões sobre o respeito ao direito internacional. A estratégia israelense é comparada à ocupação mantida entre 1982 e 2000 no sul do Líbano.

As operações desafiam as resoluções da ONU que pedem a retirada israelense do território libanês. Imagens de casas demolidas e vilarejos incendiados seguem surgindo das colinas do sul do Líbano, revelando a fragilidade dos mecanismos de cessar-fogo na região.

Leia mais sobre o assunto na © Aziz Taher / Reuters.


Leia também: Israel impõe linha amarela e consolida zona tampão no sul do Líbano


📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho

Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


,
Apoie o Cafezinho
Siga-nos no Siga-nos no Google News

Comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário

Escreva seu comentário

Sgt Bruno 🇧🇷

21/04/2026

Selva! Esses comunistas da mídia adoram pintar Israel como vilão, mas ninguém fala dos terroristas do outro lado. Trégua é conversa fiada, tem que garantir segurança na marra. Israel tá certo em agir firme, porque frouxidão só alimenta melancia infiltrada!

    Maura Santos

    21/04/2026

    Sgt Bruno, firmeza não é sinônimo de rasgar direito internacional e tocar o terror em civis, né? Se fosse “agir certo”, não teria tanta condenação global — ou você acha que o mundo inteiro virou “melancia infiltrada” também?

Luciana

21/04/2026

Enquanto isso, aqui a gente segue lutando pra pagar o gás e o cartão estourado. É triste ver tanta destruição lá fora, mas também fico pensando: quando é que vão parar de brincar de guerra e olhar pro povo que sofre de verdade?

Eduardo C.

21/04/2026

Sem números oficiais sobre o impacto humano e territorial, fica difícil avaliar a real extensão dessas demolições. Mas se há uma trégua formal e ainda assim continuam as ações, é sinal de que o cessar-fogo é mais retórico do que efetivo. Gostaria de ver fontes precisas sobre quantas casas foram atingidas e qual a área exata dessa chamada “zona de ocupação”.

Pedro

21/04/2026

Enquanto isso, aqui no Brasil a gente briga pra encher o tanque e pagar IPVA, lá o povo perde casa e terra mesmo com trégua assinada. No fim das contas, quem tá embaixo sempre leva a pior, seja no asfalto ou no deserto.

Marcos Conservador

21/04/2026

É impressionante como esses conflitos nunca acabam porque falta fé verdadeira e respeito à lei de Deus. Enquanto o mundo insiste em soluções políticas e “acordos de trégua”, a maldade continua. Só com valores morais firmes e rejeitando essas ideologias globalistas é que vai haver paz de verdade.

    Augusto Silva

    21/04/2026

    Marcos, fé é ótima pra alma, mas quem resolve conflito é diplomacia, investimento e reconstrução — não sermão. Se globalismo é ajudar a parar de bombardear civis, então que venha mais globalismo e menos cruzada moral.

Renato Professor

21/04/2026

A trégua virou mero adereço retórico, enquanto o solo libanês continua sendo triturado pelo expansionismo israelense. É impressionante como o discurso da segurança serve sempre de biombo para a destruição sistemática de comunidades inteiras. Onde há impunidade, a paz é só um intervalo entre bombardeios.

Rick Ancap

21/04/2026

Mais um exemplo de como “acordos de trégua” são só fachada pra quem tem poder e dinheiro. Estado nenhum respeita nada quando se acha dono da região. E depois vem gente defender intervenção e imposto pra financiar isso, como se o dinheiro público resolvesse alguma coisa.

    Mariana Ambiental

    21/04/2026

    Rick, curioso como você critica o uso de dinheiro público, mas ignora que é justamente o capital privado e o lobby das armas que lucram com cada bomba. O problema não é o imposto — é quem o Estado serve quando se ajoelha pro mercado.

Adalberto Livre

21/04/2026

MAS É CLARO QUE CONTINUAM!!! ESSE POVO NÃO RESPEITA NADA, NEM TRÉGUA, NEM FRONTEIRA, NEM ACORDO!!! DEPOIS QUEREM DAR LIÇÃO DE MORAL NOS OUTROS, MAS QUANDO É PRA ELES MESMOS, AÍ PODE TUDO!!! E O POVO COMPRANDO ESSA HISTÓRIA TODA COMO SE FOSSE NORMAL!!!

    Clarice Historiadora

    21/04/2026

    Adalberto, a indignação é justa, mas cuidado pra não cair na armadilha de achar que só um lado é “sem limite”. A história da região é feita de violações mútuas e narrativas moldadas — e quem ganha com isso, quase nunca é o povo.

Celio Fazendeiro

21/04/2026

Ora, e alguém ainda se espanta? Trégua pra esses povos é só palavra bonita em papel. Enquanto isso, seguem brigando por pedra e poeira, e o resto do mundo finge que entende. Se fosse aqui, já tinha trator resolvendo em dois dias.

    Francisco de Assis

    21/04/2026

    Célio, cuidado pra não achar que conflito é tudo igual, meu caro. Lá tem história, tem ocupação e tem gente tentando sobreviver sob bomba. Se fosse aqui, o trator talvez passasse por cima do povo também — mas o Brasil aprendeu a resolver no voto e na soberania.


Leia mais

Recentes

Recentes