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China classifica prorrogação da trégua entre EUA e Irã como momento decisivo

0 Comentários🗣️🔥 O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, durante pronunciamento. (Foto: actualidad.rt.com) A China recebeu a prorrogação do cessar-fogo entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irã como um momento decisivo para a estabilidade regional. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que […]

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O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, durante pronunciamento. (Foto: actualidad.rt.com)

A China recebeu a prorrogação do cessar-fogo entre os Estados Unidos e a República Islâmica do Irã como um momento decisivo para a estabilidade regional.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Guo Jiakun, afirmou que o Oriente Médio atravessa uma fase crítica de transição entre a guerra e a paz. Ele destacou a urgência de consolidar o diálogo político e diplomático entre as partes envolvidas.

A China apoia todos os esforços que levem ao fim dos combates e à preservação da paz no Oriente Médio e no Golfo Pérsico. O representante chinês recordou os quatro princípios propostos pelo presidente Xi Jinping para a promoção da paz na região.

Esses princípios abrangem a coexistência pacífica entre os povos, o respeito à soberania nacional, a observância do direito internacional e o equilíbrio entre desenvolvimento e segurança. Guo Jiakun explicou que esses pilares devem guiar a reconstrução da confiança mútua entre os países da região.

Pequim se declarou pronta para trabalhar de maneira construtiva ao lado da comunidade internacional seguindo o espírito dessas propostas. O posicionamento reforça a crescente influência da China como mediadora em conflitos internacionais complexos.

O presidente Donald Trump anunciou a extensão da trégua pouco antes do fim do acordo inicial de duas semanas. O líder norte-americano condicionou a continuidade da suspensão dos ataques à apresentação de uma proposta final por Teerã e ao avanço das negociações.

Trump havia ameaçado retomar os bombardeios sobre o Irã caso não houvesse progresso nas conversas. Sua postura gerou preocupação entre as potências que defendem uma solução negociada para o conflito.

O Irã decidiu não enviar sua delegação para as negociações em Islamabad, alegando falta de garantias de segurança. Teerã acusou Washington de violar compromissos assumidos em um documento de dez pontos que havia sido aprovado entre as partes.

A Rússia manifestou preocupação com o risco de nova escalada militar na região. Autoridades russas advertiram que um colapso do cessar-fogo provocaria graves repercussões econômicas globais, especialmente no setor energético.

A coordenação entre China e Rússia sinaliza um esforço para limitar o unilateralismo norte-americano no Oriente Médio. Os dois países defendem o uso do diálogo como instrumento principal para garantir a segurança coletiva e uma paz duradoura na região, conforme reportagem do RT.

Com informações de ACTUALIDAD.


Leia também: China cobra diálogo entre EUA e Irã para evitar escalada no estreito de Ormuz


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