Atualmente, as rotas de ecoturismo no Brasil englobam extensas áreas de conservação ambiental geridas pelo governo federal. O Parque Nacional do Iguaçu, localizado no município paranaense de Foz do Iguaçu, administra 185 mil hectares de Mata Atlântica. O complexo hídrico do local registra 275 quedas de água com extensões que chegam a 80 metros de altura.
Na região Nordeste, o Parque Nacional de Jericoacoara ocupa um perímetro de 8.400 hectares no litoral do estado do Ceará. A administração da reserva arrecada uma taxa de visitação de R$ 5 dos viajantes desde o ano de 2017. Os recursos recolhidos custeiam a manutenção das vias terrestres na vila de pescadores.
Controle de visitantes e infraestrutura
As normas de controle de acesso dependem da capacidade de suporte estipulada para cada ecossistema. O Parque Nacional Marinho de Fernando de Noronha, na costa de Pernambuco, restringe o desembarque a 450 turistas por dia. O ingresso custa R$ 111 para cidadãos brasileiros e autoriza a permanência no arquipélago por até dez dias seguidos.
A exploração de rotas de longa distância ocorre em unidades como o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, em Goiás. A reserva protege 240 mil hectares e atravessa municípios como Alto Paraíso de Goiás e Cavalcante. O território contém dezenas de nascentes de rios e estruturas rochosas datadas de mais de um bilhão de anos.
O modelo de travessias a pé se repete no Parque Nacional da Chapada Diamantina, situado no interior da Bahia. O acesso ao polo geográfico central ocorre diretamente pelo aeroporto operado na cidade de Lençóis. A área de proteção documenta 30 trilhas ecológicas mapeadas para percursos terrestres e banhos em poços de água.
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Nenhum comentário ainda, seja o primeiro!