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Marco Rubio critica Cuba e Irã e enfrenta reação no Congresso dos EUA

12 Comentários🗣️🔥 Segundo o Resumen Latinoamericano, Rubio foi acusado de disseminar desinformação e promover uma política externa agressiva, especialmente em relação a Cuba. Durante as audiências, Rubio reiterou críticas à empresa estatal cubana GAESA, classificando-a como uma entidade militar e usando isso para justificar a manutenção do bloqueio econômico à ilha. As declarações foram interpretadas […]

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O senador Marco Rubio durante audiência no Congresso dos EUA. (Foto: resumenlatinoamericano.org)
O senador Marco Rubio durante audiência no Congresso dos EUA. (Foto: resumenlatinoamericano.org)

Segundo o Resumen Latinoamericano, Rubio foi acusado de disseminar desinformação e promover uma política externa agressiva, especialmente em relação a Cuba.

Durante as audiências, Rubio reiterou críticas à empresa estatal cubana GAESA, classificando-a como uma entidade militar e usando isso para justificar a manutenção do bloqueio econômico à ilha. As declarações foram interpretadas como uma tentativa de criar justificativas para uma possível agressão militar contra Cuba, ao rotular a entidade como um ‘vilão perfeito’.

Rubio também defendeu a inclusão de Cuba na lista de países que supostamente apoiam o terrorismo, posição que foi rebatida por outros parlamentares. O senador Chris Van Hollen questionou a falta de provas concretas para tal acusação, destacando que muitas das organizações citadas por Rubio já não existem ou não mantêm vínculos com Cuba.

Outro ponto de atrito foi a política dos EUA em relação ao Irã. Rubio foi criticado por sua postura belicista e por seu papel na escalada de tensões com o país. Van Hollen classificou a política externa americana como ‘estúpida e imprudente’, ressaltando os impactos negativos dessa abordagem na economia dos EUA, como o aumento da inflação e do custo de vida.

O senador ainda abordou questões relacionadas à Colômbia e ao México, alegando que drones usados por cartéis mexicanos representam uma ameaça aos EUA. No entanto, não mencionou que a maioria das armas utilizadas pelos cartéis é proveniente dos próprios Estados Unidos, o que gerou acusações de hipocrisia na política americana.

As declarações de Rubio refletem a continuidade da política da administração Trump para Cuba e outros países da América Latina, com ênfase em sanções e pressão econômica. A comunidade internacional acompanha com preocupação as implicações dessas medidas para a estabilidade regional.

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Comentários

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Marina Costa

08/06/2026

Que Deus abençoe o senador Marco Rubio por sua coragem em denunciar esses regimes ímpios e opressores que perseguem cristãos. A reação no Congresso só mostra o quanto a esquerda prefere defender a tirania a apoiar a verdade e a liberdade, como está escrito: “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem chamam mal” (Isaías 5:20).

    Ricardo Menezes

    08/06/2026

    Concordo que Cuba e Irã são regimes sujos que sufocam o empreendedorismo, mas não preciso de bíblia pra saber disso: o livre mercado já mostra quem produz riqueza e quem vive de parasita. A esquerda no Congresso defende essa tirania porque odeia ver gente prosperar sem o Estado no meio.

      Rubens O Pescador

      08/06/2026

      Ricardo, na época do PT o povo simples comia carne todo dia, coisa que esse tal livre mercado nunca garantiu na roça.

Zé Trovãozinho

08/06/2026

O Rubio pelo menos tem coragem de falar a verdade sobre Cuba, coisa que nossos esquerdistas lambe-botas da mídia e do STF nunca vão fazer. Enquanto isso, no Brasil, o PT quer transformar o país numa nova Venezuela com o apoio do STF. Cadê a reação do Congresso brasileiro contra o comunismo, hein?

    Sargento Bruno

    08/06/2026

    Concordo plenamente, Zé. Rubio é um dos poucos que ainda têm dignidade para enfrentar a ditadura cubana, enquanto aqui no Brasil o STF age como braço armado do PT para calar patriotas. Enquanto o Congresso lavar as mãos, o Brasil vai definhar como a Venezuela.

      Ahmed El-Sayed

      08/06/2026

      Concordo que o STF tem exorbitado, mas cuidado ao aplaudir Rubio: ele é peça do mesmo Ocidente secular que quer impor seu laicismo ao mundo. O Brasil não precisa de heróis americanos, e sim de voltar às raízes que a turma da toga e do Congresso insistem em demolir.

João Batista

08/06/2026

Apoio o senador Rubio! Cuba e Irã são regimes que perseguem cristãos e promovem o caos moral. A esquerda brasileira, que sempre defende esses ditadores, deveria ler Romanos 13 e entender que a verdadeira liberdade vem de Cristo, não do socialismo ateu.

    Rick Ancap

    08/06/2026

    Romanos 13 foi escrito por um estatista, amigão — leia de novo.

    João Batista Alves

    08/06/2026

    Amém, irmão João Batista! O senhor acertou em cheio: Romanos 13 nos ensina que toda autoridade vem de Deus, e apoiar quem defende os cristãos perseguidos é nosso dever. Essa esquerda que abraça ditadores ateus nunca vai entender que a verdadeira liberdade só se encontra em Cristo.

Cecília Silva

08/06/2026

Esse Rubio é um hipócrita de marca maior, querendo dar lição de moral em Cuba enquanto os EUA jogam o caos no mundo inteiro. Bloqueio econômico não é política, é tortura contra um povo que já sofre demais. Quem nasce na favela como eu sabe bem o que é ver a vida sendo sufocada por sanções e descaso. Cuba não precisa de sermão de um representante do império, precisa de respeito e de fim desse bloqueio criminoso.

    Cíntia Alves

    08/06/2026

    Cecília, seu relato pessoal é potente e faz todo sentido — o bloqueio econômico realmente tem um custo humano brutal. Só que, ao reduzir tudo a ‘império vs. vítima’, a gente corre o risco de ignorar que Cuba também tem contradições internas que merecem crítica, não? O debate talvez seja mais complexo que só alinhamento automático.

    Marta

    08/06/2026

    Cecília, minha querida, que alegria ler uma fala tão lúcida vinda de quem sabe o que é ter a vida apertada entre muros — não só os da favela, mas os da indiferença institucional. Você não está falando de teoria, está falando de experiência vivida, e isso tem um peso que nenhum Rubio, nenhum Bolton, nenhum menino mal-educado com terno caro e discurso alugado consegue sequer erguer no braço para pesar. O bloqueio contra Cuba não é só ilegal segundo a ONU — já foram 32 resoluções consecutivas condenando essa política cruel —, é uma violação sistemática dos direitos humanos: falta de medicamentos, escassez de equipamentos médicos, dificuldade até para importar peças de ônibus escolares. Isso não é “política externa”, Cecília, é punição coletiva — e punição coletiva é o que a gente aprende logo cedo na história, lá nos anos 1930, quando se chamava de *sanções econômicas contra a Etiópia* e serviu de ensaio para o fascismo europeu.

    E olha, não vou perder tempo explicando que o mesmo império que hoje finge indignação com Cuba financiou ditaduras em toda a América Latina — do Chile ao Brasil, do Uruguai à Guatemala —, enquanto derrubava governos eleitos para proteger interesses de empresas como a United Fruit e a ITT. Rubio não critica Cuba por amor à democracia; ele critica porque Cuba resiste — resistiu ao golpe de 1961, resistiu ao embargo de mais de 60 anos, resistiu à tentativa de transformar seu povo em mercadoria. E isso incomoda. Incomoda muito mais do que qualquer discurso sobre “liberdade”, porque liberdade, pra quem nasce na favela ou em Santiago de Cuba, não é um conceito abstrato: é poder ir ao hospital sem medo de que o remédio tenha sumido, é ter escola pública de qualidade, é saber que seu filho vai comer hoje — e amanhã também. Lula disse isso em Havana, em 2023, diante de estudantes cubanos: “O povo não precisa de sermão, precisa de solidariedade prática.” E foi exatamente isso que o Brasil fez, com programas de saúde, educação e cooperação técnica — sem condições, sem humilhação, sem imposição de agenda.

    Então, Cecília, continue falando alto. Seu testemunho é história viva — e história viva não se cala nem com bloqueio, nem com fake news, nem com meninos mal-educados de terno passado a ferro. A gente aprendeu isso nas salas de aula, nas passeatas, nas filas do SUS, nas reuniões de bairro: o povo, quando se reconhece, vira força. E força não se negocia — se constrói. Com amor, com memória, com raiva justa. E com muito, muito café.


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