A China ultrapassou os Estados Unidos como principal modelo de desenvolvimento na visão dos latino-americanos, segundo levantamento realizado em dez países da região.
O estudo foi conduzido pela fundação alemã Friedrich-Ebert-Stiftung em parceria com a revista Nueva Sociedad e o grupo Diálogo y Paz. O prestígio do gigante asiático avançou consideravelmente desde 2022.
Em 2022, os Estados Unidos lideravam as escolhas dos entrevistados. A Alemanha e o Canadá ocupavam as posições seguintes, enquanto a China ficava atrás.
Atualmente, a China ocupa o primeiro lugar no ranking e o Japão aparece em segundo. Os Estados Unidos desceram para a terceira colocação, de acordo com o novo estudo.
Os autores do relatório veem nesse deslocamento um indicativo da transformação geopolítica mundial em andamento. A mudança reflete o dinamismo econômico e tecnológico demonstrado pela China nos últimos anos.
Os pesquisadores aplicaram 12 mil entrevistas entre 3 de outubro e 18 de novembro de 2025. O trabalho envolveu dez países da América Latina com realidades políticas e econômicas variadas.
No México, a admiração pela China se apresenta de forma ainda mais intensa. Esse padrão acompanha o forte volume de comércio e investimentos asiáticos no país.
Na Venezuela, os dois modelos aparecem com pontuações muito próximas. Os dados indicam uma visão equilibrada apesar das pressões externas sobre o país.
A atração pelo modelo chinês deriva de sua habilidade em unir crescimento acelerado ao planejamento estatal. A inovação tecnológica completa o conjunto de fatores que inspiram os entrevistados.
A pesquisa também sondou as expectativas sobre influência global nos próximos cinco anos. A China liderou as respostas, seguida pelos Estados Unidos e pela União Europeia em posição mais afastada.
Especialistas regionais ligam o ganho de imagem da China ao incremento das relações comerciais e à cooperação em infraestrutura, energia e telecomunicações. Essa aproximação fortalece a busca por maior autonomia e opções diversificadas de parceria.
O estudo associa a diminuição do apelo dos Estados Unidos às características de sua política externa e aos resultados concretos observados. Diversos latino-americanos identificam no exemplo chinês uma via mais promissora de desenvolvimento.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Os EUA e a longa história de intervenções na América Latina
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Tadeu
23/04/2026
Pra ser sincero, pouco me importa quem é o “modelo de desenvolvimento” da vez. O que eu quero ver é inflação controlada, juros mais baixos e bolsa subindo. Enquanto isso não mudar, tanto faz se o exemplo vem da China ou dos EUA.
Beto Engenheiro
23/04/2026
Enquanto a China mostra resultado em infraestrutura pesada, portos, trens e energia, os EUA ficam presos em discurso. O povo latino quer ver obra de verdade, não promessa. Quem entrega estrada e ferrovia vira referência naturalmente.
Lurdinha Deus Acima de Todos
23/04/2026
Ih minha gente, agora é que o dragão vai engolir a águia! 🇨🇳🦅🇧🇷🙏
Marcos Conservador
23/04/2026
Mais um sinal de como o mundo está perdido. Agora o pessoal acha bonito seguir o modelo comunista chinês, cheio de controle estatal e falta de liberdade. É isso que querem importar pra cá também? Depois reclamam quando o país afunda.
Fernando O.
23/04/2026
Nada surpreendente. A China tem investido pesado em infraestrutura e tecnologia na região, enquanto os EUA parecem presos em discursos e sanções. Quando o dinheiro e os resultados concretos aparecem, o “modelo” muda rápido. Os bolsonaristas que falam em comunismo chinês deviam olhar os números antes de surtar.
Carlos A. Mendes
23/04/2026
Olha, não me surpreende. Os EUA há tempos deixaram de ser exemplo de desenvolvimento equilibrado, enquanto a China vem mostrando resultado prático, apesar dos seus problemas. No fim das contas, o povo quer ver progresso real, não discurso vazio.
Miriam
23/04/2026
Enquanto o pessoal briga pra decidir quem é melhor, eu só penso em como cada país cuida da sua máquina pública. Modelo de desenvolvimento que funciona é aquele que entrega serviço, paga em dia e não depende de histeria ideológica pra andar.
Maura Santos
23/04/2026
Normal, né? Enquanto os EUA vendem caos e privatização, a China mete investimento em infraestrutura, trens, energia… e entrega resultado. A galera tá cansada de promessa vazia e apagão neoliberal — quer ver obra funcionando e vida melhorando de verdade.
Eduardo C.
23/04/2026
Curioso ver essa virada. Seria interessante olhar os números do comércio e dos investimentos diretos chineses na região antes de tirar conclusões apressadas. Modelo de desenvolvimento não se mede por simpatia, e sim por resultados concretos.
Luciana
23/04/2026
Olha, modelo de desenvolvimento é bonito no papel, mas aqui na ponta o que conta é o preço do gás e o juro do cartão. Se a China ou os EUA servem de exemplo, ótimo, mas quero ver é o que melhora na vida real do povo. Desenvolvimento bom é aquele que cabe no bolso e enche o prato.
Silvia D.
23/04/2026
Interessante ver esse movimento, mas me preocupa quando o debate sobre desenvolvimento ignora o impacto na saúde pública e nas condições de vida. Modelos econômicos só fazem sentido se garantirem acesso universal à saúde, saneamento e vacinas. Sem isso, é só crescimento vazio.
Renato Professor
23/04/2026
É curioso ver como a América Latina começa a enxergar que desenvolvimento não é sinônimo de subserviência ao dólar. A China, com todos os seus defeitos, investe pesado em infraestrutura e cooperação produtiva, enquanto os EUA oferecem sermões e sanções. Talvez estejamos, enfim, aprendendo que soberania econômica se constrói, não se mendiga.
Tonho Patriota
23/04/2026
FAZ O L AÍ PRA VER SE A CHINA VEM TE SALVAR DO COMUNISMO, MEU DEUS DO CÉU!
Zé Trovãozinho
23/04/2026
Ah, claro, agora o pessoal quer copiar a China… só falta transformar a América Latina numa nova Cuba do Norte! Esses “modelos de desenvolvimento” acabam sempre em controle estatal, censura e miséria. Depois não sabem por que viramos outra Venezuela.
Rick Ancap
23/04/2026
Mais um povo caindo na ilusão estatal — boa sorte copiando ditadura e achando que isso é “desenvolvimento”.
Zizi
23/04/2026
Ah, meus queridos, não é de hoje que o mundo anda percebendo que o modelo norte-americano de desenvolvimento, esse que tanto prometeu liberdade e prosperidade, tem se mostrado uma miragem para os povos do Sul global. A China, com todos os seus desafios e contradições, tem apresentado algo que os “meninos mal-educados” do liberalismo não conseguem compreender: planejamento de longo prazo, Estado forte e investimento maciço em infraestrutura e tecnologia. Enquanto isso, o receituário neoliberal disseminado pelos Estados Unidos e seus discípulos latino-americanos deixou um rastro de desigualdade, privatizações predatórias e dependência econômica.
Quando os povos da América Latina olham para a China, enxergam um país que, em poucas décadas, conseguiu tirar centenas de milhões de pessoas da pobreza. Isso fala mais alto do que qualquer discurso vazio sobre “livre mercado”. É natural que nossos vizinhos comecem a buscar inspiração em quem mostra resultados concretos, e não apenas promessas embaladas em marketing político. O Estado chinês, com todos os seus limites, atua como motor do desenvolvimento — algo que o Brasil conheceu bem nos tempos de Getúlio, de Juscelino e, mais recentemente, nos governos de Lula e Dilma, quando o povo voltou a ter esperança.
Os liberais gostam de dizer que a China não é um modelo “livre”. Pois é justamente aí que está a questão: liberdade para quem? Para o povo ou para o capital especulativo? A América Latina já se cansou de ser laboratório das experiências fracassadas do neoliberalismo. O que o estudo revela é que há uma nova busca por soberania, por autonomia, por um modelo que coloque o bem-estar coletivo acima da ganância de poucos.
É claro que não se trata de copiar a China, mas de aprender com ela — com sua capacidade de pensar o futuro e valorizar o papel do Estado como indutor do progresso. Se quisermos um continente mais justo, precisamos de políticas públicas que olhem para o povo, não para as planilhas de banqueiros. Como boa professora de história, eu digo: os ciclos mudam, e quem permanece preso às velhas cartilhas de Washington acaba sendo ultrapassado pela realidade.
Vanessa Silva
23/04/2026
Faz sentido essa mudança de percepção. A China tem mostrado resultados concretos em infraestrutura e planejamento urbano, enquanto os EUA parecem presos em disputas políticas internas. O importante é que os países latino-americanos saibam adaptar o que funciona, sem copiar modelos cegamente.
Pedro
23/04/2026
Enquanto o pessoal discute modelo de desenvolvimento, eu aqui tentando fazer render o tanque com gasolina a quase 6 reais e o IPVA batendo na porta. Pra quem tá na rua todo dia, o que importa mesmo é ver o país dando oportunidade e combustível mais barato. Que venha quem for, China ou EUA, desde que melhore a vida de quem trabalha.
Adalberto Livre
23/04/2026
MAS É CLARO, O POVO QUER VIRAR COMUNISTA E DEPOIS RECLAMA QUE NÃO TEM LIBERDADE, PELO AMOR DE DEUS!
Karina Libertária
23/04/2026
Ah pronto, agora a turma quer copiar a China também? Gente, isso é o que dá depender de estado e subsídio em vez de trabalhar e investir right! Aqui em Miami ninguém fica esperando governo resolver nada, cada um faz seu próprio corre e pronto.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Não é surpresa ver a América Latina olhando pra China — o modelo deles investe pesado em infraestrutura e planejamento de longo prazo, enquanto os EUA seguem vendendo o velho receituário neoliberal que só aprofunda desigualdade. O desafio é a gente não trocar um dependente por outro, mas usar esse novo cenário pra fortalecer nossa soberania e a agroecologia local.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Interessante ver como a percepção está mudando na região. Talvez isso reflita mais o cansaço com o modelo neoliberal do que uma adesão real à China. De qualquer forma, é um sinal claro de que os latino-americanos estão buscando alternativas próprias de desenvolvimento.
Jeferson da Silva
23/04/2026
Evelyn, é isso mesmo: o povo tá cansado de promessa vazia de mercado livre que só enriquece patrão. Quando o trabalhador vê a China valorizando indústria e emprego, percebe que desenvolvimento de verdade não nasce de planilha de banqueiro, nasce de chão de fábrica.
Celio Fazendeiro
23/04/2026
Ah, pronto, agora querem copiar o comunismo chinês e chamar isso de “modelo de desenvolvimento”? A América Latina precisa é de mais produtividade, agro forte e menos Estado enchendo o saco de quem trabalha. Se depender desses estudos, vamos acabar plantando ideologia em vez de soja.
Clarice Historiadora
23/04/2026
Celio, curioso você falar em “menos Estado” enquanto o agronegócio que exalta vive de crédito subsidiado, perdão de dívidas e infraestrutura bancada com dinheiro público. A China só mostra o que acontece quando se planeja desenvolvimento de verdade, não quando se terceiriza tudo à fé no mercado.
Rubens O Pescador
23/04/2026
Ô Celio, produtividade sem povo comendo é conversa pra boi dormir. No tempo do Lula o agricultor vendia bem, o pedreiro fazia churrasco e o caminhoneiro enchia o tanque — isso é desenvolvimento de verdade, não papo de planilha.
Francisco de Assis
23/04/2026
Celio, meu caro, produtividade sem soberania é só colônia moderna. O que a China mostrou é que quando o Estado planeja e o povo participa, o agro, a indústria e o país inteiro crescem juntos — não é ideologia, é resultado.
Sgt Bruno 🇧🇷
23/04/2026
Ah, pronto! Agora querem seguir o modelo da China, é isso? Comunista bom é no lixo, parceiro! América Latina precisa é de ordem e progresso, não de ditadura disfarçada de desenvolvimento. Selva!
Alice T.
23/04/2026
Relax, sargento — ninguém tá pedindo pra copiar o regime, e sim entender por que a China cresceu enquanto os “livres mercados” da América Latina seguem presos na desigualdade. Ordem e progresso pra quem, né?
Augusto Silva
23/04/2026
Calma, sargento! Ninguém aqui quer copiar o regime chinês, mas talvez valha aprender com quem saiu da pobreza extrema e virou potência industrial em 40 anos — enquanto o “ordem e progresso” made in quartel só nos deu inflação e dívida.