O Conselho Monetário Nacional aprovou um conjunto de medidas para fortalecer a segurança do sistema financeiro nacional. As alterações modificam a forma como os bancos captam recursos com cobertura do Fundo Garantidor de Créditos e buscam reduzir riscos sistêmicos.
Uma das principais mudanças é a criação do Ativo de Referência, conforme noticiou o portal Metrópoles. Esse indicador leva em conta a qualidade e a composição dos ativos de cada instituição financeira.
Quando o volume de recursos captados com garantia do FGC ultrapassa o limite do Ativo de Referência, os bancos devem aplicar parte dos valores em títulos públicos federais. A medida reforça a proteção do sistema contra eventuais desequilíbrios de liquidez.
O colegiado ampliou as exigências de liquidez e estendeu a obrigatoriedade do indicador de Liquidez de Curto Prazo para instituições do Segmento 2. O LCR mede a capacidade de honrar compromissos em cenários de estresse financeiro.
Para bancos menores dos segmentos S3 e S4 foi criado o parâmetro simplificado LCRS. Essa diferenciação adapta as regras ao porte de cada instituição sem comprometer a estabilidade geral do sistema.
As novas regras preveem implementação gradual até 2027. As instituições deverão cumprir inicialmente noventa por cento dos requisitos e alcançar integralidade na etapa final da transição.
As mudanças ocorrem em meio a maior vigilância sobre o Fundo Garantidor de Créditos. Episódios recentes envolvendo o Banco Master levaram o Banco Central a reforçar os mecanismos de supervisão.
O Fundo Garantidor de Créditos é uma entidade privada sem fins lucrativos que protege depositantes em caso de intervenção ou falência. A garantia cobre valores de até 250 mil reais por CPF e por instituição.
O Conselho Monetário Nacional reúne o ministro da Fazenda, o ministro do Planejamento e Orçamento e o presidente do Banco Central. O colegiado define as diretrizes para as políticas monetária, cambial e de crédito no país.
Com as medidas, o governo busca equilibrar a segurança dos depósitos e a eficiência do crédito. A iniciativa reduz a exposição do FGC e fortalece a governança das instituições bancárias.
Leia também: Conselho amplia poderes do FGC para socorrer banco antes da liquidação
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Fernando O.
24/04/2026
Faz sentido apertar o cerco, o FGC não pode virar muleta pra banco mal administrado. Muita gente acha que é “dinheiro garantido”, mas se o sistema quebrar, quem paga a conta é o contribuinte. Melhor prevenir do que remendar depois.
Vanessa Silva
24/04/2026
Faz sentido apertar as regras, sim. O FGC é uma rede de proteção importante, mas não pode servir de muleta para banco mal administrado. Quanto mais transparência e prudência, mais segurança para o sistema e para as cidades que dependem de crédito saudável para crescer.
Rick Ancap
24/04/2026
Mais regra, menos liberdade. O Estado metendo o bedelho até no risco que o banco quer correr.
Pedro
24/04/2026
Enquanto isso, a gente aqui contando moeda pra completar o tanque e pagar o IPVA. Esses caras mexem nas regras dos bancos, mas na ponta o motorista continua levando o tranco. Segurança do sistema é bonito no papel, queria ver segurança pra quem rala na rua todo dia.
Tadeu
24/04/2026
Mais uma daquelas medidas que só fazem sentido pra quem vive dentro do BC. No fim das contas, o que eu quero saber é se isso vai afetar o rendimento do CDB e a estabilidade das aplicações. Se for pra deixar o investidor mais seguro, beleza. Mas se for pra encher de regra e travar crédito, aí complica.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Mais uma canetada pra complicar quem produz e gera riqueza nesse país. Enquanto o agro puxa o Brasil nas costas, o governo se mete a inventar regra pra banco, como se burocracia resolvesse alguma coisa. Depois reclamam que o crédito some e o campo para.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Mais uma canetada do governo querendo controlar tudo. Daqui a pouco viramos a Cuba do Norte e ninguém mais pode nem abrir conta sem pedir bênção pro STF. É esse “fortalecimento” que eles chamam de liberdade econômica?
Rubens O Pescador
24/04/2026
Ô Zé Trovãozinho, calma lá, homem! Quando o Lula era presidente o povo tinha conta, crédito e comida na mesa, sem precisar pedir bênção pra ninguém — o que o governo tá fazendo agora é botar freio em banco esperto, não em trabalhador.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Ih, isso aí é sinal do fim dos tempos, vão querer mexer até no nosso dinheirinho guardado 😱💸🙏🇧🇷
Beto Engenheiro
24/04/2026
Medida necessária. O FGC é importante, mas não pode virar muleta pra banco mal administrado. Se quer segurança no sistema, tem que apertar a fiscalização e exigir gestão séria do dinheiro. O país precisa de crédito sólido pra investir em infraestrutura, não de banco brincando com garantia pública.
Miriam
24/04/2026
Faz bem o CMN apertar o cerco. Banco adora empurrar risco pro contribuinte e depois posar de vítima. O sistema tem que funcionar com regras claras e fiscalização firme — sem drama ideológico, só gestão séria mesmo.
Adalberto Livre
24/04/2026
MAIS REGRAS PRA TIRAR LIBERDADE E ENCHER O SACO DE QUEM TRABALHA, ESSA BUROCRACIA É COISA DE COMUNISTA!
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Mais uma canetada pra cima dos bancos, mas no fim quem paga é o povo! Selva! Esses engravatados vivem falando em “segurança do sistema”, mas o comunismo financeiro tá aí, empurrando o pequeno pra lata de lixo. Melancia nenhuma vai me enganar!
Zizi
24/04/2026
Ah, meu caro sargento, respira um pouquinho antes de gritar “selva”, porque o assunto aqui é mais complexo do que parece. O Conselho Monetário Nacional não está “atacando” os bancos, está apenas tentando impedir que instituições privadas usem o Fundo Garantidor de Créditos — que é sustentado, em última instância, por todos nós — como se fosse um seguro para suas aventuras financeiras. Quando o banco faz bobagem e quebra, quem cobre o prejuízo é o sistema, e o sistema somos nós, o povo. Então, endurecer as regras é justamente proteger o pequeno, não jogá-lo na lata de lixo. Essa história de “comunismo financeiro” é uma dessas expressões que o pessoal repete sem entender de onde vem. O que há, na verdade, é uma tentativa de o Estado colocar um mínimo de ordem num setor que costuma brincar com o dinheiro dos outros. Os bancos privados não são coitadinhos; lucram bilhões todos os anos, mesmo nas crises. E quando o governo tenta colocar limites, vem essa choradeira de “intervenção comunista”. Ora, meu filho, se o Estado não regula, o mercado engole o trabalhador e cospe o resto. E veja bem: quando Lula ou qualquer governo popular fala de regulação, não é para “punir o sucesso” — é para evitar que o sucesso de poucos dependa do fracasso de muitos. O povo brasileiro já pagou caro demais pelas aventuras dos engravatados. Então, antes de chamar de “melancia” quem defende o controle público, experimenta olhar o extrato do banco e ver quem realmente está te explorando. O problema não é o Estado, é o mercado sem freio.
Maura Santos
24/04/2026
Até que enfim alguém resolveu apertar o cerco nos bancos, né? Quando é pra cobrar tarifa absurda de quem pega busão todo dia, eles são ágeis. Mas pra garantir segurança no sistema, precisam de reunião do CMN e comunicado oficial. Que não vire só papo pra inglês ver, porque o povo já cansou de pagar o pato dos “mercados nervosos”.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Engraçado como sempre que é pra apertar o cinto, sobra pro trabalhador. Os bancos fazem lambança, o governo corre pra proteger o sistema financeiro. Quero ver endurecer regra pra patrão que atrasa salário ou demite em massa pra lucrar mais!
Silvia D.
24/04/2026
É bom ver o CMN agindo para evitar riscos no sistema financeiro. Quando um banco quebra, quem paga a conta é sempre o cidadão comum — e isso acaba afetando também a saúde econômica do país. Regras mais firmes ajudam a proteger o conjunto, assim como uma boa política pública protege o SUS.
Eduardo C.
24/04/2026
Finalmente uma decisão com base em números e não em lobby. O FGC não pode ser visto como escudo para má gestão bancária. Se o risco é compartilhado, a regulação precisa ser firme — e o CMN parece ter entendido isso.
Luciana
23/04/2026
Tomara que isso ajude a segurar os juros no cartão e não vire mais uma desculpa pros bancos cobrarem ainda mais da gente. No fim das contas, o que importa é o preço do arroz e do gás, não o discurso bonito de “segurança do sistema”.
Evelyn Olavo
23/04/2026
Boa notícia, mas tomara que o endurecimento das regras não acabe sufocando os bancos menores. O FGC é importante para proteger o poupador comum, mas o sistema precisa de equilíbrio entre segurança e acesso ao crédito.
Renato Professor
23/04/2026
Finalmente uma medida de prudência num setor que costuma brincar de cassino com o dinheiro alheio. A direita adora gritar contra regulação, mas quando o banco quebra, corre pro colo do Estado e do FGC. Economia solidária é o oposto disso: responsabilidade coletiva, não socialização do prejuízo privado.
Tonho Patriota
23/04/2026
MAIS REGRAS PRA TIRAR O DINHEIRO DO POVO E ENCHER O BOLSO DOS COMUNISTA, FAZ O L AÍ!
Clarice Historiadora
23/04/2026
Tonho, o CMN não é um comitê de comunistas, é o Conselho Monetário Nacional — criado na ditadura militar, inclusive. Se fosse pra “fazer o L”, pelo menos o dinheiro público estaria indo pra educação, não pra banqueiro.
Alice T.
23/04/2026
Tonho, o FGC é literalmente o fundo que protege o dinheiro do povo quando o banco quebra. Se tem alguém enchendo o bolso, é o banqueiro — não o comunista imaginário da sua cabeça.
Mariana Ambiental
23/04/2026
Tonho, o FGC é justamente pra proteger o pequeno poupador quando o banco quebra. Se tem alguém enchendo o bolso, pode apostar que não é comunista — é banqueiro mesmo.
Karina Libertária
23/04/2026
Ai, gente, mais uma regulation dessas que só atrapalha quem quer fazer o business rodar! Aqui em Miami o sistema é bem mais smart, não tem esse monte de trava. Em vez de ficar criando regra, o Brasil devia incentivar o povo a investir fora e pensar global, não ficar preso em FGCzinho.
Francisco de Assis
23/04/2026
Karina, minha filha, esse papo de “pensar global” é bonito até o banco quebrar e o povo perder o suado dinheirinho. Aqui a regra protege o trabalhador, não o tubarão de terno. O Brasil aprendeu a andar com as próprias pernas — e com soberania, viu?