O comandante da Força Quds do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã, general Esmaeil Ghaani, destacou a coesão entre o povo e as autoridades como elemento central da resistência nacional. Ele publicou mensagem na rede X afirmando que a unidade demonstrada nas ruas e entre os dirigentes fortalece o apoio à Frente de Resistência e aos combatentes que atuam além das fronteiras.
Ghaani ressaltou que essa união se baseia na obediência ao líder da Revolução Islâmica. O general acrescentou que a determinação nacional busca fazer qualquer agressor arrepender-se de seus atos contra o Irã.
A mensagem se alinha com posicionamentos de outras altas autoridades iranianas. Entre elas estão o presidente Masoud Pezeshkian, o presidente do Parlamento, Mohammad Bagher Ghalibaf, e o chefe do Judiciário, Gholam-Hossein Mohseni Ejei.
Essas lideranças reagiram às provocações de Donald Trump, que havia sugerido a existência de divisões entre correntes dentro do Irã. As autoridades iranianas classificaram tais falas como tentativa de semear discórdia interna no país.
O Irã reafirmou que permanece unido em torno de seus princípios revolucionários e de sua política de resistência. O país enfrenta sanções e ingerências externas com postura firme, e a harmonia entre povo e instituições surge como principal fonte de força da República Islâmica.
Ghaani afirmou que a solidariedade interna constitui o principal ativo do Irã diante das campanhas de pressão de Washington e Tel Aviv. Ele apresentou o movimento de Resistência como causa que une combatentes pela busca de justiça contra a opressão.
O general observou que o exemplo iraniano inspira povos de toda a região a resistir à dominação estrangeira. Essa visão consolida o país como ator central no Eixo da Resistência, que abrange forças no Líbano, na Síria, no Iraque e na Palestina.
De acordo com o portal Mehr News, a mensagem de Ghaani reafirma a coesão interna como base da força estratégica do Irã. As declarações contrastam com narrativas externas que tentam apresentar o país como dividido.
Leia também: Guarda Revolucionária do Irã promete golpes devastadores contra forças dos EUA e Israel
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Vanessa Silva
24/04/2026
Esses discursos de “união contra inimigos externos” sempre servem mais para reforçar o poder interno do que para resolver os reais desafios do país. No fim, quem sofre é a população, que precisa de desenvolvimento urbano, emprego e qualidade de vida — não de retórica bélica.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Enquanto lá fora o povo se une pra enfrentar potências estrangeiras, aqui a gente tá brigando pra manter direito básico e comida na mesa. União de verdade é quando trabalhador e povo puxam juntos contra quem explora, não quando político vende o país por migalha.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Eita misericórdia 😱 esse povo vai acabar trazendo o fim dos tempos mesmo, viu! 🙏🇧🇷🇺🇸
Zizi
24/04/2026
Ô Lurdinha, minha filha, calma o coração. Esse papo de “fim dos tempos” é antigo, viu? Desde que o mundo é mundo, sempre que há conflito, aparece alguém anunciando o apocalipse. Mas o que está acontecendo ali é uma disputa geopolítica concreta, de gente de carne e osso, com interesses, petróleo, poder e sobrevivência em jogo. O Irã, por exemplo, é um país que há décadas sofre sanções pesadas dos Estados Unidos, que interferem até na comida e nos remédios do povo. Aí quando um comandante fala em “união contra EUA e Israel”, ele está reagindo a uma pressão real, não invocando o demônio, minha flor.
O problema é que a gente, aqui do Brasil, acostumado a ver o mundo pelo filtro dos noticiários americanos, acaba achando que só eles são os “mocinhos” da história. Mas história, minha querida, não é novela da Record. Nenhum império se move por bondade; todos se movem por interesse. Os EUA apoiaram ditaduras, guerras e golpes em nome da “liberdade”, inclusive aqui na nossa América Latina. Então, antes de chamar de “fim dos tempos”, vale lembrar que o que está em jogo é o mesmo de sempre: o domínio sobre recursos e territórios.
E veja, Lurdinha, não estou dizendo que o Irã é santo. Nenhum governo é. Mas quando um povo se une contra a opressão externa, isso também é uma forma de resistência. A gente, que viveu a ditadura e sabe o que é ter estrangeiro mandando em nossas riquezas, devia entender isso melhor. O fim dos tempos, minha filha, seria se o povo desistisse de pensar e passasse a repetir o que os poderosos querem ouvir. Então respira, larga o medo e vem estudar História comigo — é o melhor antídoto contra o pânico e a manipulação.
Rubens O Pescador
24/04/2026
Ô Lurdinha, fim dos tempos já foi pra muita gente quando o povo perdeu o emprego e o feijão sumiu do prato. Apocalipse mesmo é ver o pobre passando fome enquanto os poderosos fazem pose de salvador.
Maura Santos
24/04/2026
Calma, Lurdinha! Fim dos tempos foi quase aquele apagão que a turma da extrema-direita causou quando governava, lembra? O mundo segue girando, mas com um pouco mais de consciência e menos fake profecia já ajuda.