O governo do Irã condenou o assassinato da jornalista libanesa Amal Khalil durante um bombardeio israelense no sul do Líbano.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, classificou o ato como crime de guerra e parte de uma política sistemática de silenciamento da imprensa. Ele destacou que o assassinato de jornalistas representa violação das leis internacionais e tentativa deliberada de suprimir vozes que denunciam atrocidades.
Baghaei afirmou que o ataque se insere em um padrão de violência destinado a eliminar populações inteiras e consolidar ambições territoriais israelenses. O diplomata iraniano exigiu resposta firme das Nações Unidas e de organismos de direitos humanos para interromper a impunidade.
De acordo com o portal Mehr News, o bombardeio ocorreu na vila de al-Tayri enquanto Amal Khalil e sua colega Zeinab Faraj cobriam os desdobramentos de uma ofensiva israelense anterior. As duas profissionais buscavam abrigo quando foram atingidas por um segundo ataque — prática conhecida como duplo toque — que matou Amal Khalil e feriu Zeinab Faraj.
O governo libanês acusou Israel de cometer crimes contra a humanidade com o ataque a profissionais da imprensa. As autoridades de Beirute denunciaram violação direta das Convenções de Genebra, que protegem civis e repórteres em zonas de conflito.
Baghaei conclamou a comunidade internacional a cumprir suas obrigações morais e legais diante do caso. O Irã reafirmou seu apoio à soberania libanesa e à resistência contra agressões externas.
Entidades de defesa da liberdade de imprensa registram aumento significativo no número de jornalistas mortos em ataques israelenses na região. O caso de Amal Khalil evidencia os riscos extremos enfrentados por repórteres que documentam operações militares em territórios sob ofensiva.
Segundo o representante iraniano, o assassinato simboliza a brutalidade de uma estratégia expansionista que busca apagar testemunhas. A condenação emitida por Teerã reforça a demanda por responsabilização internacional de crimes cometidos contra a imprensa no Oriente Médio.
Leia também: Israel não está interessado em paz
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Tonho Patriota
24/04/2026
ISSO AÍ É TUDO TEATRO PRA ENGANAR O POVO, FAZ O L QUE O COMUNISMO VEM VOANDO!
Mariana Ambiental
24/04/2026
Tonho, comunismo não chega voando, não — ele brota da terra quando o povo se cansa de ser enganado por quem defende latifúndio e lucro acima da vida.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Tonho, comunismo não é um pássaro, meu caro — não “vem voando”. Antes de repetir meme de zap, tenta ler qualquer coisa que não tenha sido escrita em caixa alta.
Adalberto Livre
24/04/2026
MAIS UMA PROVA QUE ESSES COMUNISTAS QUEREM MANDAR NO MUNDO E AINDA ACHAM QUE SÃO VÍTIMAS!!!
Maura Santos
24/04/2026
Adalberto, comunismo onde, meu filho? Estamos falando de um crime de guerra, não de plano mundial de dominação. Misturar tudo assim é que gera o apagão de raciocínio que muita gente ainda não superou desde 2018.
Francisco de Assis
24/04/2026
Adalberto, meu querido, comunista nenhum tá mandando no mundo não — quem manda é o capital, e é ele que fabrica essas guerras todas. Abre o olho, rapaz, que o inimigo não tá de vermelho, tá de terno e gravata em Wall Street.