O embaixador do Irã na Rússia, Kazem Jalali, afirmou que a República Islâmica não busca uma guerra, mas está preparada para lutar caso seja forçada a isso.
Em entrevista ao portal RT, Jalali destacou que Teerã mantém a via da diplomacia aberta. O embaixador condicionou qualquer negociação à disposição real da outra parte para dialogar.
Jalali explicou que a política iraniana se baseia na reciprocidade. Se houver vontade de negociar, o Irã participará das conversas; se houver imposição de guerra, o país resistirá com todos os meios disponíveis.
O embaixador ressaltou que Teerã não traiu nenhum processo de negociação. O diplomata reafirmou o compromisso iraniano com soluções diplomáticas duradouras.
O histórico norte-americano gera grande desconfiança nas relações bilaterais. Os Estados Unidos romperam unilateralmente o Plano de Ação Conjunto, que previa o levantamento de sanções em troca de limites ao programa nuclear iraniano.
Jalali lembrou que dois ataques foram realizados contra o Irã enquanto negociações estavam em curso. Essa realidade reforça a necessidade de vigilância permanente e de uma defesa ativa por parte de Teerã.
Se essa dinâmica de agressões continuar, o Irã reagirá de forma proporcional. O embaixador afirmou que a República Islâmica está pronta para defender sua soberania e seus direitos.
O país também se mostra aberto a retomar as conversas sob condições claras e precisas. Garantias sólidas são indispensáveis para se construir uma paz duradoura no Oriente Médio.
O Irã espera que qualquer novo processo de diálogo venha acompanhado de compromissos verificáveis. O diplomata exigiu compensações pelas perdas sofridas em razão das sanções e dos ataques.
Apenas negociações estruturadas com garantias firmes poderão restaurar a confiança entre as partes. Essa abordagem se mostra fundamental para estabilizar a região, segundo o embaixador.
A posição do Irã reflete equilíbrio entre firmeza na defesa de seus interesses e abertura ao diálogo genuíno. Jalali sintetizou a estratégia iraniana, que combina resistência com prudência diplomática.
O embaixador recordou que seu país sempre priorizou a via pacífica quando possível. As ações passadas dos Estados Unidos criaram obstáculos significativos para a construção de acordos confiáveis.
A República Islâmica busca restaurar a confiança por meio de mecanismos concretos de verificação. O diplomata defendeu que as compensações são essenciais para reparar os danos causados pelas medidas coercitivas.
Essa postura demonstra a maturidade da diplomacia iraniana diante das tensões. O Irã reafirma sua disposição para o diálogo sem abrir mão de sua soberania nacional.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Jeferson da Silva
24/04/2026
O mundo tá cada vez mais perigoso, e quem paga o preço são sempre os trabalhadores, seja no Irã, na Rússia ou aqui no Brasil. Falam em guerra e diplomacia, mas quem morre é o povo, enquanto os poderosos fazem discurso bonito. Paz só vem com justiça social de verdade.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Essa conversa de “disposição para o diálogo” é conversa mole pra inglês ver. Todo mundo sabe que o Irã vive de ameaçar e posar de vítima. Se quiser paz, que pare de financiar terrorista e cuidar da própria roça primeiro.
Tonho Patriota
24/04/2026
ISSO AÍ É TUDO TEATRO DO COMUNISMO PRA ENGANAR O MUNDO, FAZ O L QUE DÁ CERTO!
Fernando O.
24/04/2026
Parece o de sempre: o Irã dizendo que não quer guerra, mas lembrando que não vai abaixar a cabeça. O problema é que cada lado joga pra plateia e o risco de erro de cálculo é enorme. No fim, quem paga a conta são sempre os civis.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Diplomacia é sempre o melhor caminho, mas o mundo anda inflamado demais. Enquanto os países ficam nessa de ameaça e retaliação, a economia global e os investimentos em infraestrutura ficam travados. Precisamos de estabilidade, não de guerra.
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Ave Maria, o fim tá chegando mesmo viu 😱🙏🇧🇷
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Selva! Esses caras do Irã falam em paz mas vivem cutucando o vespeiro. Tem que mostrar força, porque comunista e terrorista só entendem na marra. Brasil devia aprender a se impor também, chega de fraqueza!
Eduardo C.
24/04/2026
Diplomacia é bonita no discurso, mas o equilíbrio real se mede em números: poder militar, alianças e economia. Se o Irã diz não querer guerra, ótimo — mas o histórico da região mostra que basta um cálculo errado para tudo sair do controle.
Pedro
24/04/2026
Enquanto isso, a gente aqui no volante tentando fazer o dinheiro do combustível render. O mundo lá brigando por poder, e eu brigando pra encher o tanque sem ficar no vermelho. Diplomacia é bonito, mas queria ver se eles já pagaram o IPVA deles.
Luciana
24/04/2026
Enquanto os grandões brigam e falam em guerra, a gente aqui continua lutando pra pagar o gás e o mercado do mês. Diplomacia é bonita no discurso, mas o que pega mesmo é o preço das coisas no dia a dia. Quero ver diálogo é pra baixar juros e comida, não pra fabricar mais conflito.
Tadeu
24/04/2026
Mais uma tensão lá fora… sinceramente, isso só me preocupa se começar a mexer no preço do petróleo e, por consequência, na inflação aqui. O resto é conversa de diplomata, o que interessa mesmo é o impacto no bolso.
Evelyn Olavo
24/04/2026
É sempre o mesmo jogo: o Irã fala em diálogo, mas o Ocidente só entende a linguagem da força. Enquanto isso, a mídia finge surpresa quando Teerã reage à pressão. Diplomacia só funciona quando há respeito mútuo, não com sanções e ameaças.
Maura Santos
24/04/2026
Perfeito, Evelyn. O Ocidente adora posar de defensor da paz enquanto empilha sanção e ameaça — depois finge espanto quando o outro lado reage. É o mesmo roteiro hipócrita de sempre.
Adalberto Livre
24/04/2026
ESSA TURMA DO ORIENTE ADORA UM DISCURSO BONITO, MAS NO FUNDO É TUDO AMEÇA E POSE PRA CIMA DO OCIDENTE!
Rubens O Pescador
24/04/2026
Adalberto, ameaça mesmo é quando o Ocidente resolve “levar democracia” pros outros e deixa só escombro e fome. O povo do Oriente, pelo menos, ainda fala em diálogo antes de apertar o gatilho.
Zizi
24/04/2026
Ah, meus caros, a história nos ensina que nenhum povo aceita viver de joelhos por muito tempo. O que o embaixador do Irã disse não é nada além do óbvio para quem entende minimamente de geopolítica: nenhum país suporta ser cercado, sancionado e ameaçado eternamente sem reagir. O discurso de Teerã soa como um pedido de razão — não de guerra —, mas os meninos mal-educados do ocidente, sempre cheios de certezas e bombas, preferem interpretar isso como ameaça. É o velho truque: provocam, isolam e depois fingem surpresa quando o outro lado se defende.
Se olharmos com o olhar da História, veremos que o Oriente Médio tem sido palco de intervenções e manipulações externas desde o fim do Império Otomano. O Irã, em particular, carrega as feridas de golpes e invasões patrocinadas por potências que se dizem defensoras da democracia, mas que só defendem o petróleo e os lucros das suas corporações. Quando o país fala em “diálogo”, está, na verdade, pedindo o direito de existir sem ser tutelado. E isso é algo que o imperialismo raramente aceita de bom grado.
Enquanto isso, o Brasil, sob o governo de Lula, tenta fazer o que sempre foi nosso papel mais bonito no mundo: o da diplomacia, da conversa, da mediação. Somos um povo que acredita na paz, mas na paz com soberania, não na paz dos cemitérios que os falcões de Washington e Tel Aviv impõem. É por isso que devemos apoiar toda iniciativa de diálogo, sem cair na armadilha das narrativas que pintam uns como bárbaros e outros como civilizados.
Afinal, meninos e meninas, quem de fato ameaça a paz mundial? O país que pede respeito às suas fronteiras ou aquele que mantém bases militares espalhadas por todo o planeta? É bom lembrar: o amor à pátria e ao povo é o que sustenta a resistência. E resistir, quando o outro lado só entende a linguagem da força, é também uma forma de dizer — com dignidade — que ainda há humanidade entre nós.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Mais um país brincando de paz enquanto afia as armas. A diplomacia deles é igual à do PT: fala em diálogo, mas na prática vive ameaçando. Se continuar assim, daqui a pouco viramos a nova Cuba do Norte.
Rick Ancap
24/04/2026
Diplomacia é papo pra quem tem exército forte e petróleo caro, o resto é ilusão estatal.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Rick, engraçado como vocês liberais adoram falar de “força” e “mercado” enquanto ignoram que é justamente esse jogo de poder pelo petróleo que mantém metade do planeta em guerra e a outra metade em colapso climático.
Karina Libertária
24/04/2026
Esse papo de “não queremos guerra” mas “estamos prontos pra lutar” é típico de quem vive de ameaça. Enquanto isso, o mundo civilizado investe, trabalha e cresce. Se esse pessoal aprendesse a fazer business de verdade em vez de espalhar conflito, talvez não dependessem tanto de petróleo e ideologia.
Alice T.
24/04/2026
Karina, o “mundo civilizado” que você cita lucra vendendo armas justamente pra manter essas guerras rodando. Difícil falar em business limpo quando o crescimento vem do caos que vocês terceirizam pros outros.
Silvia D.
24/04/2026
É triste ver o mundo ainda tão preso à lógica da guerra. A diplomacia precisa ser o caminho, sempre — porque conflito só traz mais sofrimento, inclusive em saúde pública. As populações civis pagam o preço com hospitais destruídos e vidas interrompidas. Que a razão e o diálogo prevaleçam.
Clarice Historiadora
24/04/2026
É curioso ver como o Ocidente insiste em pintar o Irã como o vilão, quando a história mostra que quem espalhou bases militares por todo o Oriente Médio não foi Teerã. Desde o golpe de 1953, orquestrado pela CIA contra Mossadegh, o Irã aprendeu que confiar cegamente na “boa vontade” das potências é suicídio político. Diplomacia é essencial, mas soberania também é.
Miriam
24/04/2026
É o tipo de declaração que todo país faz quando quer parecer razoável, mas não quer parecer fraco. No fim, o importante é que prevaleça o diálogo — guerra só serve pra desorganizar ainda mais o mundo e criar mais papelada pra quem fica tentando remendar depois.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
É sempre o mesmo roteiro: um lado diz que quer paz, mas já deixa o aviso de que está pronto pra guerra. No fim, quem paga o preço são os civis. Se o mundo tivesse mais diálogo de verdade e menos jogo de poder, talvez não precisasse viver nesse clima constante de ameaça.
Vanessa Silva
24/04/2026
É importante que o diálogo prevaleça, mas também é compreensível que um país queira se proteger. O problema é que cada tensão dessas acaba respingando na estabilidade global e atrasando investimentos que poderiam estar indo para infraestrutura e desenvolvimento urbano. Precisamos de menos bravatas militares e mais cooperação real.
Marcos Conservador
24/04/2026
Esses regimes autoritários adoram falar em “diálogo”, mas vivem armados até os dentes. No fundo, é o comunismo disfarçado de diplomacia, querendo enganar os ingênuos do Ocidente. Precisamos abrir o olho antes que essa conversa mole vire ameaça real.
Renato Professor
24/04/2026
Marcos, sua análise mistura geopolítica com fantasia ideológica. O Irã não é comunista nem pretende exportar revolução vermelha; trata-se de um Estado teocrático que age dentro da lógica de sobrevivência regional. Confundir isso com “comunismo” é como chamar um camelo de trator só porque ambos têm motor.
Francisco de Assis
24/04/2026
Marcos, tu fala de comunismo como se fosse bicho-papão, mas quem anda vendendo arma e espalhando guerra pelo mundo é o tal “Ocidente civilizado”. O Brasil mostra que soberania se constrói com diálogo e coragem, não com medo fabricado.
Augusto Silva
24/04/2026
Marcos, chamar o Irã de comunista é quase tão preciso quanto dizer que o deserto é úmido. A geopolítica é movida por interesses e energia, não por fantasmas ideológicos de Guerra Fria.