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Sheinbaum responsabiliza governo de Chihuahua por operação irregular com agentes dos EUA

30 Comentários🗣️🔥 A presidenta Claudia Sheinbaum Pardo durante pronunciamento, com a bandeira do México ao fundo. (Foto: contralinea.com.mx) A presidenta do México, Claudia Sheinbaum Pardo, responsabilizou o governo do estado de Chihuahua pela operação irregular que resultou na morte de dois agentes dos Estados Unidos. Ela afirmou que as autoridades locais solicitaram colaboração internacional sem […]

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A presidenta Claudia Sheinbaum Pardo durante pronunciamento, com a bandeira do México ao fundo. (Foto: contralinea.com.mx)

A presidenta do México, Claudia Sheinbaum Pardo, responsabilizou o governo do estado de Chihuahua pela operação irregular que resultou na morte de dois agentes dos Estados Unidos.

Ela afirmou que as autoridades locais solicitaram colaboração internacional sem notificar as instâncias federais mexicanas, violando a Constituição do país.

Durante sua conferência de imprensa matutina, Sheinbaum esclareceu que o episódio não envolve uma intervenção direta dos Estados Unidos nem advertências do presidente Donald Trump. A mandatária atribuiu a falha à governadora de Chihuahua, María Eugenia Campos, ou à Procuradoria local por não seguirem os trâmites legais exigidos.

Segundo o portal Contralínea, Sheinbaum reconheceu que o governo dos Estados Unidos e o embaixador Ronald Johnson deveriam ter comunicado a presença dos agentes às autoridades federais. No entanto, a presidenta enfatizou que a responsabilidade principal recai sobre o governo estadual de Chihuahua.

Sheinbaum destacou que tais ações contrariam a Constituição mexicana e a Lei de Segurança Nacional. Por isso, determinou que o Conselho de Segurança envie um comunicado a todos os governadores sobre os procedimentos corretos para cooperação internacional.

A governadora María Eugenia Campos e o fiscal estadual César Jáuregui foram convocados pelo Senado da República para prestar esclarecimentos sobre o caso. Campos se reunirá com o secretário de Segurança e Proteção Cidadã, Omar García Harfuch, que demandará detalhes sobre o acordo firmado com as autoridades norte-americanas.

Sheinbaum afirmou que a possível destituição do fiscal estadual cabe à governadora e ao Senado. O governo federal continua revisando todos os detalhes do incidente.

A presidenta desmentiu que a Secretaria da Defesa Nacional tivesse conhecimento prévio da presença dos agentes estrangeiros na operação. As forças federais atuaram apenas a pedido das autoridades locais, sem informação sobre a participação de cidadãos norte-americanos.

Sheinbaum insistiu que todos os servidores públicos devem obedecer rigorosamente à Constituição mexicana. O caso será totalmente esclarecido para garantir o respeito ao marco jurídico nacional.

A presidenta reforçou que o México mantém cooperação ativa com os Estados Unidos em matéria de segurança. Essa colaboração deve ocorrer sempre dentro de regras claras e com pleno respeito à soberania do país.

Em resposta às cobranças da Casa Branca por maior empatia em relação às vítimas, Sheinbaum afirmou ter expressado condolências desde o primeiro momento, tanto publicamente quanto diretamente ao embaixador Ronald Johnson.


Leia também: Morte de agentes da CIA no México expõe crise de soberania com Washington


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Eduardo C.

24/04/2026

Antes de apontar culpados, seria bom ver os relatórios oficiais e os números da operação. Sem dados concretos, tudo vira discurso político. Quero ver as fontes e os detalhes técnicos antes de tirar conclusões.

Augusto Silva

24/04/2026

Sheinbaum está certíssima em exigir soberania e transparência. Quando governos locais agem como se fossem feudos alinhados a Washington, o resultado é tragédia e instabilidade. O México, assim como o Brasil, precisa reafirmar que cooperação internacional não é sinônimo de submissão.

Karina Libertária

24/04/2026

Ai, sinceramente, esses governos latinos vivem fazendo confusão e depois querem jogar a culpa nos outros. Aqui em Miami a gente aprende que accountability é tudo! Se tivessem uma gestão mais business-like, nada disso acontecia.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Mais uma líder esquerdista jogando culpa nos outros pra fugir da responsabilidade. É sempre o mesmo roteiro: Venezuela, Cuba, agora México seguindo o manual da esquerda. Depois não sabem por que o país vira uma Cuba do Norte.

Luciana

24/04/2026

Política internacional é sempre um jogo de empurra, né? No fim, quem paga o pato é o povo comum, que só quer segurança e comida na mesa. Enquanto isso, os poderosos ficam jogando culpa de um lado pro outro e nada muda no preço do gás.

Tadeu

24/04/2026

Lá vem mais confusão de política externa… sinceramente, isso aí não muda nada na vida de quem tá tentando proteger o bolso. O que eu quero saber é se essa crise vai mexer no câmbio ou nos preços por aqui, porque o resto é barulho.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Sheinbaum fez bem em cobrar responsabilidades. Não dá para aceitar que governos estaduais ajam por conta própria em operações internacionais sem coordenação federal. Isso só gera tragédias e desgasta ainda mais a relação com os EUA.

Zizi

24/04/2026

É curioso observar como, quando uma mulher chega ao poder, qualquer gesto de firmeza vira motivo de escândalo. Claudia Sheinbaum está apenas cumprindo o papel que se espera de uma presidenta responsável: exigir que as regras da soberania nacional sejam respeitadas. O governo de Chihuahua, ao permitir a atuação de agentes estrangeiros sem a devida coordenação federal, abriu uma brecha grave na autoridade do Estado mexicano. E Sheinbaum, ao colocar as cartas na mesa, faz o que muitos líderes latino-americanos têm evitado por medo de desagradar Washington.

Essa situação traz à tona uma velha ferida da América Latina: a ingerência externa disfarçada de “cooperação”. Já vimos esse filme em tantos países — operações secretas, inteligência paralela, “consultores” internacionais que acabam decidindo mais do que os próprios governos eleitos. Quando Sheinbaum chama essa operação de irregular e responsabiliza autoridades locais, ela está defendendo não apenas a soberania do México, mas o princípio básico de que nenhum país deve ser subalterno em seu próprio território.

Os meninos mal-educados do neoliberalismo, claro, vão correr para dizer que é “antiamericanismo” ou que “se atrapalha a luta contra o crime”. Mas o que atrapalha mesmo é a submissão. Um país que não controla suas próprias operações policiais e fronteiriças não é livre. O México tem o direito — e o dever — de definir os limites de qualquer colaboração internacional. É assim que se constrói uma nação digna, com voz própria.

Sheinbaum mostra coragem política e consciência histórica. Ela sabe que cada vez que um governo latino se curva à pressão externa, perde um pedaço de sua autonomia. E sabe também que o povo, esse sim, entende o valor da dignidade nacional. A lição serve para nós, brasileiros: soberania não é palavra velha de livro didático — é condição de respeito. E quem ama o povo precisa defendê-la, sempre.

Marcos Conservador

24/04/2026

Mais uma vez a esquerda mexicana querendo jogar a culpa nos outros pra encobrir a própria bagunça. Essa tal “colaboração internacional” é só mais um passo rumo à entrega da soberania nacional. E depois reclamam quando o povo desconfia dessas alianças esquisitas.

Pedro

24/04/2026

Aí a gente vê como é em todo lugar: quando dá ruim, ninguém quer assumir o volante. No fim, quem paga o preço é sempre o povo, igual quando aumenta a gasolina e o motorista tem que engolir o prejuízo. Política ou trânsito, é sempre o mesmo jogo de empurra.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Mais uma líder tentando empurrar culpa pros outros em vez de assumir o descontrole do próprio governo. Esse negócio de culpar estado ou agente estrangeiro é desculpa de quem não tem comando. Se fosse mais firme, não teria americano morto nem confusão diplomática.

Beto Engenheiro

24/04/2026

Esse tipo de operação sem coordenação central é receita pra tragédia. Falta comando único e planejamento. Segurança é como engenharia: se cada um faz do seu jeito, o resultado é desastre.

Miriam

24/04/2026

É impressionante como a falta de coordenação entre níveis de governo pode gerar tragédias diplomáticas. No fim, sobra para a administração federal resolver o que estados fazem sem seguir protocolo. Burocracia existe por um motivo, e ignorar os trâmites só cria confusão.

Rick Ancap

24/04/2026

Mais um governo querendo jogar culpa pros outros pra esconder a própria incompetência estatal.

    Alice T.

    24/04/2026

    Rick, engraçado como vocês liberais sempre falam de “incompetência estatal”, mas ficam quietos quando empresa privada faz acordo por baixo dos panos com governo estrangeiro. Cadê a coerência do livre mercado aí?

Carlos A. Mendes

24/04/2026

É complicado quando governos locais passam por cima das regras e depois sobra pro país inteiro arcar com as consequências. A Sheinbaum tá certa em cobrar responsabilidade, porque se cada estado quiser fazer acordo direto com os EUA, vira bagunça. Tem que ter coordenação nacional pra essas coisas.

Fernando O.

24/04/2026

Sheinbaum faz bem em cobrar responsabilidade de quem realmente conduziu a operação. Não dá pra fingir que é normal um governo estadual agir com agentes estrangeiros sem coordenação federal. Transparência e cadeia de comando são básicos em qualquer país sério.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Ih meu Deus, começa assim e daqui a pouco tão querendo fechar as igrejas também 😱🙏🇧🇷🇺🇸

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Lurdinha, ninguém tá falando de igreja, minha filha — é sobre soberania nacional e abuso de autoridade. Misturar fé com geopolítica é o tipo de confusão que só ajuda quem quer manipular os dois lados.

Vanessa Silva

24/04/2026

É importante que Sheinbaum cobre transparência total nessas operações. A coordenação entre níveis de governo é essencial, ainda mais quando envolve forças estrangeiras. Sem planejamento e clareza, quem paga o preço é sempre a população.

Francisco de Assis

24/04/2026

Sheinbaum tá certíssima em botar o dedo na ferida. Governo local brincando de polícia internacional é um absurdo! O México, assim como o Brasil, tem que defender sua soberania e não aceitar interferência estrangeira disfarçada de “cooperação”. É assim que se constrói um país altivo, minha gente!

Tonho Patriota

24/04/2026

ESSA É BOA! CULPA DO COMUNISMO, FAZ O L AÍ PRA VER SE RESOLVE!

Silvia D.

24/04/2026

É impressionante como certas autoridades ainda tratam a cooperação internacional sem transparência, como se não houvesse protocolos claros de segurança. Esse tipo de descuido custa vidas e mina a confiança entre países. Que bom ver uma liderança que cobra responsabilidade e defende a soberania com base em fatos e razão.

Rubens O Pescador

24/04/2026

É isso aí, Sheinbaum tá certa em botar o dedo na ferida. Quando o governo federal não controla direito, vira bagunça de estado querendo fazer graça pros gringos. Aqui no Brasil a gente já viu o que dá entregar soberania, né? Depois o povo é que paga a conta.

Renato Professor

24/04/2026

Mais um exemplo clássico de como a ingerência externa e a descoordenação interna produzem tragédias diplomáticas. É curioso ver como certos governadores locais agem como pequenos feudos, ignorando protocolos básicos de soberania. Sheinbaum faz bem em chamar a responsabilidade – Estado moderno exige hierarquia clara e transparência institucional.

Adalberto Livre

24/04/2026

ESSA ESQUERDALHA NÃO SABE NEM CUIDAR DO PRÓPRIO QUINTAL MAS ADORA CULPAR OS OUTROS!!!

Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Mais uma confusão causada por governo local incompetente! Se tivessem disciplina e hierarquia de verdade, como nas Forças Armadas, nada disso teria acontecido. Essa Sheinbaum que não venha posar de patriota agora — comunista é tudo igual, joga a culpa nos outros e finge que tá no controle. Selva!

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Disciplina e hierarquia não resolvem quando o problema é soberania, companheiro. Na fábrica a gente também sabe o que é ter chefe mandando sem entender nada do chão de produção — e é por isso que a gente luta por comando do povo, não por farda.

    Mariana Ambiental

    24/04/2026

    Sgt Bruno, disciplina sem soberania vira subserviência. O problema não é falta de hierarquia, é excesso de joelho dobrado pros interesses dos EUA — e nisso, os “patriotas” de farda andam bem treinados.

    Maura Santos

    24/04/2026

    Ah, claro, porque quando o governo é “disciplinado” tipo aquele que deixou o país no apagão de 2001 e vendeu tudo a preço de banana, aí sim dá pra confiar, né? Selva mesmo — mas de hipocrisia.


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