A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, acusou os líderes europeus de atuarem como patrocinadores do terrorismo ao apoiarem o governo de Kiev.
A diplomata exigiu que as capitais da União Europeia sejam identificadas claramente por seu papel no fornecimento de recursos para ataques contra civis. Zakharova afirmou que Bruxelas coordena o envio de dinheiro, armamento e inteligência para as forças ucranianas enquanto ignora os crimes cometidos.
Ela criticou a reação das potências europeias quando são apontadas como responsáveis por esses atos. A funcionária questionou o apoio político de Paris e Roma ao presidente da Ucrânia, Vladimir Zelensky, apesar dos ataques que atingem crianças e áreas residenciais.
Conforme detalhou o portal RT, a porta-voz sustentou que o termo “patrocinadores do terrorismo” é o mais adequado para quem financia e arma Kiev. Zakharova reforçou que a Europa não pode alegar neutralidade enquanto contribui diretamente para o conflito.
Nos últimos dias, vários ataques com drones atribuídos a Kiev atingiram cidades do sudoeste da Rússia. Em Syzran, os corpos de uma mulher e de uma menina foram encontrados entre os escombros de um edifício residencial.
Em Tuapse, na região de Krasnodar, um homem morreu após um ataque contra o porto local. Dois menores de 5 e 14 anos perderam a vida em bombardeios sobre residências.
O Ministério da Defesa da Rússia afirma que esses ataques representam uma estratégia de terror para gerar medo entre os civis. As forças russas responderam com bombardeios direcionados a instalações da indústria de defesa ucraniana.
Moscou argumenta que suas ações são legítimas para neutralizar a capacidade ofensiva de Kiev e proteger a população. As autoridades russas buscam conter a escalada do conflito nas regiões fronteiriças.
A declaração de Zakharova ocorre em meio à crescente tensão entre a Rússia e a União Europeia, que segue enviando armamento para a Ucrânia. A chancelaria russa considera que o bloco europeu age como parte beligerante no conflito.
Zakharova observou que as sanções impostas pelo Ocidente não enfraqueceram a Rússia e sim fortaleceram sua cooperação com parceiros estratégicos e os membros do BRICS. Para Moscou, o conflito reflete a disputa entre o unipolarismo dos Estados Unidos e a construção de um mundo multipolar.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Zakharova: A conversa de Macron sobre o envio de tropas para a Ucrânia mostra falta de consciência
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Maura Santos
24/04/2026
A Europa bancando guerra e depois pagando de defensora da paz é o retrato do cinismo moderno. Enquanto isso, quem sofre é o povo, tanto na Ucrânia quanto na Rússia. Difícil levar a sério quem fecha os olhos pros próprios crimes e posa de herói democrático.
Renato Professor
24/04/2026
É curioso ver como a retórica russa tenta inverter responsabilidades, quando o próprio Kremlin há anos pratica agressões contra civis ucranianos. Mas, claro, em tempos de guerra informacional, cada lado fabrica sua narrativa conveniente. O problema é que a Europa, ao financiar armas, também alimenta o ciclo que diz querer encerrar.
Silvia D.
24/04/2026
Mais uma vez vemos a guerra de narrativas tomando conta, enquanto civis continuam sofrendo dos dois lados. É triste como a diplomacia parece cada vez mais distante e o diálogo é substituído por acusações. No fim, quem paga o preço é sempre a população — e a saúde, física e mental, fica em frangalhos.
Karina Libertária
24/04/2026
Ai, pelo amor, lá vem mais drama da Rússia! Enquanto isso, tem gente no Brasil achando que o problema é o “imperialismo ocidental”. Se o pessoal parasse de depender de governo e aprendesse a investir abroad, talvez entendesse melhor como o mundo real funciona.
Tonho Patriota
24/04/2026
EU SEMPRE FALEI! ESSA GUERRA É TUDO TEATRO DO GLOBALISMO PRA IMPOR O COMUNISMO! FAZ O L AÍ, OTÁRIOS!
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
Tá vendo? É o fim dos tempos mesmo, minha gente 🇧🇷🙏🇺🇸
Beto Engenheiro
24/04/2026
Mais uma guerra de narrativas enquanto o povo sofre dos dois lados. Europa e Rússia trocando acusações não resolvem nada. Queria ver esse empenho todo voltado pra reconstruir infraestrutura e transporte, que é o que realmente melhora a vida das pessoas.
Vanessa Silva
24/04/2026
Essas acusações soam mais como parte da guerra de narrativas do que como algo baseado em fatos concretos. Enquanto isso, o que realmente importa — reconstrução, segurança e desenvolvimento urbano — continua sendo deixado de lado. É triste ver tanta energia gasta em retórica, quando o foco deveria ser em soluções práticas para as cidades e para as pessoas.
Luciana
24/04/2026
Enquanto esses grandões brigam e jogam culpa uns nos outros, quem sofre é sempre o povo comum, de lá e de cá. A gente aqui se matando pra pagar o gás e o cartão, e eles torrando bilhões em guerra. Política internacional é bonita no discurso, mas quem sente no bolso somos nós.
Zizi
24/04/2026
Ah, meus caros, é curioso como a história insiste em se repetir, especialmente quando os meninos mal-educados da Europa decidem brincar de império. A senhora Zakharova, porta-voz da diplomacia russa, pode até exagerar em seu tom — como todo diplomata em tempos de guerra —, mas há um fundo de verdade que não se pode ignorar: a Europa, que já devastou o mundo em duas guerras, volta a financiar conflitos alheios sob o pretexto da “defesa da democracia”. É o velho colonialismo travestido de solidariedade, e o povo ucraniano, assim como o russo, paga o preço com sangue.
A questão central aqui não é escolher entre Kiev ou Moscou, mas entender como a OTAN e seus satélites europeus vêm transformando o leste europeu num laboratório de destruição e propaganda. A cada míssil enviado, a indústria bélica do Ocidente comemora; a cada sanção imposta, o povo comum perde o acesso a comida, energia e dignidade. E o discurso humanitário, tão bonito nos palanques de Bruxelas, serve apenas para encobrir interesses econômicos e geopolíticos que nada têm de altruístas.
Enquanto isso, os liberais de plantão — esses meninos mal-educados que se acham cosmopolitas — seguem repetindo o noticiário como papagaios, sem jamais abrir um livro de história. Esquecem que o mesmo Ocidente que hoje posa de guardião da liberdade foi o que invadiu o Iraque, destruiu a Líbia e alimentou golpes na América Latina. É o mesmo que agora, de forma hipócrita, acusa os outros de terrorismo enquanto financia a morte de civis.
O que me entristece é ver tanta gente boa, inclusive aqui no Brasil, embarcando nessa narrativa simplista de mocinhos e vilões. A paz não virá de tanques nem de sanções, mas de diálogo e soberania. E nisso o presidente Lula tem sido uma voz lúcida num mundo tomado por gritos e armas. Precisamos de mais diplomacia e menos submissão a potências estrangeiras — porque, no fim das contas, quem morre nas guerras são sempre os pobres, nunca os donos do poder.
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Difícil saber o que é verdade no meio dessa guerra de narrativas. A Rússia fala uma coisa, a Europa outra, e no fim quem paga o preço são os civis dos dois lados. Queria ver mais diplomacia e menos discurso inflamado — mas parece que ninguém tá interessado em resolver, só em culpar.
Rubens O Pescador
24/04/2026
Esses europeus vivem apontando o dedo pros outros, mas quando é pra financiar bomba e guerra, o dinheiro aparece rapidinho. Enquanto isso, o povo lá e cá sofre, sem pão e sem paz. No tempo do Lula a gente falava de comida e escola, não de míssil e sanção.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Lá vem mais uma novela russa querendo posar de vítima. A Europa tem mais é que se defender dessa gente que vive de ameaças e chantagem. Enquanto isso, o campo brasileiro produz e sustenta o mundo, mas ninguém fala disso. Esses diplomatas só sabem reclamar e culpar os outros.
Marcos Conservador
24/04/2026
Esses líderes europeus perderam completamente o juízo. Fingem defender a paz, mas estão bancando um governo que ataca civis. É o comunismo disfarçado de “democracia liberal”, espalhando caos e destruição. Depois reclamam quando o mundo desaba nas costas deles.
Alice T.
24/04/2026
Marcos, comunismo? Sério mesmo? Esses líderes são bilionários liberais até o último fio de cabelo — o que eles defendem é o lucro, não a paz nem o povo.
Tadeu
24/04/2026
Lá vem mais uma briga de gente grande que não muda nada pra gente aqui. Enquanto eles trocam acusações, o que me preocupa mesmo é o impacto disso nas bolsas e no preço do petróleo. No fim das contas, quem paga a conta da instabilidade é sempre o investidor comum.
Miriam
24/04/2026
Mais uma vez, cada lado jogando acusações enquanto a população sofre. No fim, o que falta é transparência e diplomacia real, não esses discursos inflamados. O problema é que ninguém parece interessado em resolver, só em apontar o dedo.
Pedro
24/04/2026
Enquanto o povo aqui conta moeda pra encher o tanque, lá fora os grandões brincam de guerra e acusação. No fim das contas, quem paga a conta sempre é o trabalhador comum, seja na Rússia, na Ucrânia ou no Brasil.
Eduardo C.
24/04/2026
Antes de aceitar qualquer acusação dessas, quero ver dados concretos: quantos ataques, onde, com que evidências? É fácil jogar a culpa em “líderes europeus”, mas sem números verificáveis isso soa mais a retórica do que a análise séria.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Mais uma vez, Zakharova joga pesado na retórica, mas é difícil ignorar que há um duplo padrão no discurso europeu sobre “defesa” e “terrorismo”. Quando os ataques atingem civis russos, o silêncio é ensurdecedor. A guerra de narrativas continua valendo tanto quanto a dos mísseis.
Francisco de Assis
24/04/2026
Rapaz, o mundo tá virado de cabeça pra baixo mesmo. A Europa posa de defensora da paz, mas vive botando lenha na fogueira alheia. Enquanto isso, o Brasil segue firme, soberano e equilibrado, mostrando que diplomacia de verdade é a que busca diálogo, não guerra.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Selva! Esses europeus adoram pagar de defensores da paz, mas vivem metendo grana em guerra. Depois posam de santos e jogam a culpa nos outros. Comunistas e globalistas tudo no mesmo saco, tem que ir pra lata de lixo da história!
Mariana Ambiental
24/04/2026
Sgt Bruno, curioso como você fala em “lata de lixo da história” mas defende justamente o modelo que destrói solo, rio e floresta em nome do lucro. Essa guerra também é movida por quem lucra com petróleo e armas — o mesmo capital que finge ser patriota por aqui.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Ah claro, a Rússia agora virou a vítima do mundo, né? Enquanto isso, o ditadorzinho de Moscou ataca vizinhos e posa de santo. É o manual de sempre: culpar o Ocidente, citar “terrorismo” e fingir que o problema não é o próprio império russo querendo virar uma Cuba do Norte.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Zé Trovãozinho, fácil falar de “ditadorzinho” lá do sofá, né? Queria ver tu aguentar o tranco de turno de 12 horas, meta batendo na cabeça e salário apertado, enquanto os “defensores da liberdade” da OTAN enchem o bolso com guerra.
Fernando O.
24/04/2026
Mais uma rodada de acusações cruzadas no tabuleiro da guerra. A Rússia fala em terrorismo, a Europa fala em autodefesa, e no fim quem paga o preço são os civis de ambos os lados. Difícil achar algum lado realmente interessado em encerrar essa sangria.
Adalberto Livre
24/04/2026
EU AVISEI!!! ESSA ESQUERDALHA ADORA PASSAR PANO PRA BANDIDO INTERNACIONAL!!!
Augusto Silva
24/04/2026
Calma, Adalberto! Antes de sair distribuindo rótulos, tenta ler o que está em jogo: geopolítica não é torcida de futebol. O mundo é mais complexo do que o seu grupo de WhatsApp deixa parecer.
Rick Ancap
24/04/2026
Mais um teatrinho estatal pra culpar o outro e justificar imposto, nada novo no zoológico político.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Rick, antes de repetir meme libertário, tenta abrir um livro de história: o Estado moderno não é zoológico, é produto de séculos de luta social — de Hobbes a Polanyi, ninguém explicou imposto com meme de Reddit.