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Marinha do Brasil encomenda quatro fragatas adicionais da classe Tamandaré

6 Comentários🗣️🔥 Fragata da classe Tamandaré, com a identificação F200, navegando em águas abertas. (Foto: navalnews.com) A Marinha do Brasil decidiu encomendar quatro novas fragatas da classe Tamandaré, expandindo o programa de modernização da frota de superfície da força naval. O movimento ocorre enquanto a primeira unidade da classe se prepara para incorporação oficial à […]

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Fragata da classe Tamandaré, com a identificação F200, navegando em águas abertas. (Foto: navalnews.com)

A Marinha do Brasil decidiu encomendar quatro novas fragatas da classe Tamandaré, expandindo o programa de modernização da frota de superfície da força naval.

O movimento ocorre enquanto a primeira unidade da classe se prepara para incorporação oficial à frota. A fragata Tamandaré foi construída integralmente no estaleiro de Itajaí pela joint venture Águas Azuis, conforme reportou o Naval News.

O projeto integra o Programa de Renovação da Força de Superfície, conhecido como PROSUPER. Cada fragata possui deslocamento de 3.500 toneladas e pode atingir velocidade máxima de 27 nós, com alcance de 5.200 quilômetros.

As novas unidades serão capazes de operar um helicóptero a partir de convés e hangar dedicados. Os navios incorporam um conjunto avançado de armamentos e sistemas de defesa.

O armamento inclui o canhão Leonardo de 76 milímetros, o canhão Rheinmetall Sea Snake de 30 milímetros e lançadores de torpedos do tipo SEA TLS-TT. Os sistemas de contramedidas Terma C-Guard e o sistema de defesa aérea MBDA Sea Ceptor completam o pacote das embarcações.

O gerenciamento de combate fica a cargo do sistema Atlas-ANCS, enquanto a gestão da plataforma é realizada pelo sistema L3 Mapps. Essa configuração garante elevada automação e eficiência durante as operações navais.

Os sensores da fragata contam com o radar Hensoldt TRS-4D ROT e o radar de controle de tiro Thales STIR 1.2. O sonar de casco Atlas Elektronik ASO 713 integra o pacote junto com radares de navegação Raytheon e o sistema de guerra eletrônica MB/Omnisys Defensor MK3.

A propulsão das embarcações é fornecida por motores MAN 12V 28/33D STC, projetados para alta confiabilidade. A Marinha conduziu testes intensivos na região de Cabo Frio para validar esses sistemas.

Durante os exercícios foram testados o canhão principal de 76 milímetros e torpedos leves em cenários operacionais reais. A fragata Defensora e um helicóptero AH-11A Super Lynx participaram das atividades de certificação.

O cronograma atual inclui a fragata Jerônimo de Albuquerque, lançada ao mar em 2025, e a Cunha Moreira, que teve sua quilha batida no mesmo ano. A nova encomenda de quatro unidades adicionais garante a continuidade do projeto nos próximos anos.

A iniciativa reforça a capacidade industrial nacional na construção naval militar. O programa Tamandaré representa avanço concreto na qualificação de técnicos e engenheiros brasileiros.


Leia também: Usiminas fornece aço para fragatas da Marinha do Brasil e reforça defesa nacional


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Zé Trovãozinho

25/04/2026

Mais quatro fragatas? Enquanto isso o Brasil vira piada internacional com a diplomacia do Lula beijando tapete de ditador. Mas beleza, pelo menos a Marinha tá gastando nosso dinheiro em algo que não é showzinho ideológico.

    Renato Professor

    25/04/2026

    Meu caro Zé Trovãozinho, lamento informar que sua visão maniqueísta ignora que a encomenda de fragatas foi contratada ainda no governo Bolsonaro, em 2020, e que a tal “diplomacia do tapete” é, na verdade, o que mantém o Brasil como interlocutor relevante num mundo multipolar — coisa que ufanismo de buteco não entende. Se quiser criticar, ao menos estude o processo licitatório antes de repetir jargão de WhatsApp.

Rick Ancap

25/04/2026

Mais quatro fragatas? E quem paga essa conta, você e eu, otário. O Estado não produz nada, só tira do seu bolso.

    Francisco de Assis

    25/04/2026

    Rick, meu filho, você acha que soberania nacional se compra na Americanas com desconto no Pix? Essas fragatas são empregos, tecnologia e defesa do pré-sal — dinheiro que volta pra economia, não pra cueca de miliciano.

    Maura Santos

    25/04/2026

    Rick, se o Estado não produzisse nada, você não teria asfalto pra andar de bike, hospital público pra quando passar mal nem fragata pra garantir que seu “livre mercado” não vire alvo de pirata. Mas fala mais aí sobre como pagar imposto é roubo enquanto usa o Wi-Fi que a prefeitura instalou.

    Jeferson da Silva

    25/04/2026

    Rick, você acha que essas fragatas vão se pagar sozinhas? Enquanto a Marinha garante empregos na indústria naval e defende a costa brasileira, você defende é o lucro do patrão que te trata como peça descartável. Vai defender interesse nacional, não o bolso de meia dúzia de empresários.


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