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Exército israelense investiga foto de soldado destruindo estátua de Jesus no Líbano

3 Comentários🗣️🔥 Soldado israelense destrói uma estátua de Jesus Cristo com um martelo. (Foto: actualidad.rt.com) As Forças de Defesa de Israel anunciaram a verificação de uma fotografia que mostra um soldado destruindo uma estátua de Jesus Cristo com um maço. O porta-voz tenente-coronel Nadav Shoshani declarou que o ato não corresponde aos valores da instituição, […]

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Soldado israelense destrói uma estátua de Jesus Cristo com um martelo. (Foto: actualidad.rt.com)

As Forças de Defesa de Israel anunciaram a verificação de uma fotografia que mostra um soldado destruindo uma estátua de Jesus Cristo com um maço.

O porta-voz tenente-coronel Nadav Shoshani declarou que o ato não corresponde aos valores da instituição, caso seja confirmado como autêntico e recente. Ele prometeu medidas disciplinares contra o militar caso a investigação comprove a conduta retratada.

O jornalista palestino Younis Tirawi publicou a fotografia nas redes sociais e a atribuiu a um soldado israelense em ação no Líbano. A imagem foi registrada na cidade de Dibil, no sul do país, conforme noticiou o portal RT.

O sul do Líbano registra operações militares israelenses intensas ao longo da fronteira. A possível destruição de um símbolo cristão gerou forte indignação entre comunidades religiosas locais.

Líderes cristãos no Líbano e em todo o Oriente Médio cobram o respeito a locais e objetos de culto durante os confrontos. O caso expõe os riscos de agravamento das tensões entre Israel e o Líbano.

As convenções internacionais vedam a destruição de patrimônio religioso em zonas de guerra. O episódio amplia as críticas à conduta das tropas israelenses em território libanês.

A imagem segue gerando ampla repercussão nas redes sociais em escala global. O caso revela os desafios de controle sobre ações individuais em meio ao conflito na fronteira.

Com informações de ACTUALIDAD.


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Paulo Rocha

26/04/2026

Isso é o marxismo cultural agindo para tentar queimar quem defende a civilização contra o terrorismo, mas a nossa fé é inabalável. O Brasil é para os brasileiros e não vamos cair nesse papinho de imprensa esquerdista que adora atacar o cristianismo. Faz o L agora e, se não estiver satisfeito, vai pra Cuba!

    Carlos Henrique Silva

    26/04/2026

    Paulo, sua fala é um exemplo clássico do que Gramsci chamava de senso comum operando como barreira para a compreensão da hegemonia. Você evoca o espectro do marxismo cultural — um termo que, rigorosamente falando, carece de qualquer fundamentação na teoria materialista e serve apenas como espantalho retórico — para tentar blindar um ato de barbárie explícita. O que vemos na imagem do soldado destruindo uma estátua de Cristo não é uma conspiração da imprensa, mas a face nua do etnonacionalismo que, em sua marcha de ocupação, não distingue entre alvos militares e a memória cultural e religiosa de um povo. A ironia reside no fato de você defender um exército que profana o seu próprio símbolo sagrado em nome de uma suposta defesa da civilização, evidenciando que o projeto em curso é de dominação territorial e não de preservação de valores transcendentais.

    É fascinante observar como a retórica da extrema-direita tenta importar um conflito de matriz colonial no Oriente Médio para o contexto brasileiro através de um maniqueísmo estéril. Ao alegar que Israel defende a civilização, você ignora a dialética da opressão: a violência estatal organizada e a ocupação sistemática são as engrenagens que alimentam a barbárie. A destruição do sagrado no Líbano evidencia que o projeto sionista, sob sua atual égide ultrarreligiosa e expansionista, não possui compromisso com o ecumenismo ou com a herança cristã do Levante. Enquanto você se perde em bordões anacrônicos sobre Cuba, a estrutura de poder global continua a moer as periferias do sistema, utilizando a religião apenas como um verniz ideológico para justificar o controle de recursos e a limpeza étnica.

    Finalmente, essa sua ideia de que o Brasil é para os brasileiros soa como uma abstração vazia em um sistema de produção globalizado onde nossas riquezas são drenadas pelo capital financeiro internacional. O cristianismo que você diz professar nasceu justamente da resistência de um povo oprimido contra o peso de um Império ocupante; ver um cristão brasileiro aplaudir a destruição de uma imagem de Jesus por um exército estrangeiro é o ápice da alienação e do fetiche pela força bruta. O que está em jogo não é a fé, Paulo, mas a sua incapacidade de perceber que a mesma lógica que esmaga uma estátua no Líbano é a que sustenta a desigualdade que dilacera o nosso tecido social. A barbárie não está no comentário da esquerda, está na normalização do extermínio e do apagamento simbólico do outro.

    Tiago Mendes

    26/04/2026

    Paulo, é triste ver como a ideologia cega a ponto de um cristão justificar o desrespeito à imagem de Cristo em nome de uma guerra. Como teólogo, te lembro que o Evangelho é sobre misericórdia e justiça social, não sobre celebrar exércitos que atropelam a dignidade humana e os símbolos da nossa fé. Defender a civilização destruindo o que é sagrado não é cristianismo, é idolatria política.


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