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Destinos coloniais brasileiros registram custo diário até 60% menor que roteiros equivalentes na Europa

0 Comentários🗣️🔥 Destinos coloniais no Brasil iniciaram a temporada de 2025 com custos de viagem até 60% menores em comparação a roteiros europeus equivalentes. O levantamento do portal Viagem Spot mostra que uma diária em Ouro Preto, em Minas Gerais, custa em média 300 reais. Na cidade austríaca de Salzburg, que possui perfil histórico semelhante, […]

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Destinos coloniais no Brasil iniciaram a temporada de 2025 com custos de viagem até 60% menores em comparação a roteiros europeus equivalentes. O levantamento do portal Viagem Spot mostra que uma diária em Ouro Preto, em Minas Gerais, custa em média 300 reais. Na cidade austríaca de Salzburg, que possui perfil histórico semelhante, o gasto diário alcança 150 euros, o equivalente a 900 reais.

Preservação e investimento nacional

A cidade mineira de Ouro Preto lidera o ranking de visitação do Ministério do Turismo entre os municípios voltados ao patrimônio histórico. O destino abriga a Igreja de Nossa Senhora do Pilar, que mantém 400 quilos de ouro em sua estrutura arquitetônica. Para conhecer o local, os visitantes utilizam ônibus que partem de Belo Horizonte, distante 98 quilômetros, pagando 61 reais pela passagem.

Em Tiradentes, também no estado de Minas Gerais, a atividade de maior demanda é o passeio de trem Maria Fumaça. O trajeto percorre 12 quilômetros até São João del Rei utilizando uma locomotiva que opera de forma contínua desde 1881. No litoral do Rio de Janeiro, a cidade de Paraty atrai visitantes oferecendo ruas de pedra alagáveis e estruturas religiosas datadas de 1646.

Roteiros nas regiões Nordeste e Sul

A preservação predial também movimenta o fluxo de viajantes na região Nordeste do país. A cidade de São Luís, no Maranhão, mantém um centro com mais de quatro mil construções coloniais e fachadas de azulejos portugueses. Em Salvador, na Bahia, o bairro do Pelourinho concentra mais de 800 imóveis tombados e recebe voos diretos de diversas capitais brasileiras.

O levantamento mapeou outros destinos distantes do Sudeste com infraestrutura histórica mantida por órgãos de controle. O roteiro do turismo patrimonial nacional abrange estruturas religiosas e sítios arqueológicos nas seguintes proporções:

  • Porto Seguro, na Bahia, preserva o Marco do Descobrimento de 1503 e ruínas de igrejas datadas de 1526.
  • Olinda, em Pernambuco, fica a seis quilômetros de Recife e opera passeios guiados por ateliês e paróquias do século XVI.
  • São Miguel das Missões, no Rio Grande do Sul, fica a 480 quilômetros de Porto Alegre e abriga uma redução jesuítica de 1687.

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