Investimentos em geração solar no Brasil já passam de R$ 300 bilhões, segundo a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) citada pelo CenárioMT. A cifra acompanha 68,6 GW instalados que respondem por 25,3% da capacidade elétrica do país.
O avanço sustentou cerca de 2 milhões de postos de trabalho e reduziu pressões tarifárias, porque a geração no pico do sol desloca termelétricas caras do despacho obrigatório.
Em paralelo, a rota da amônia verde ganha tração. A Monitor do Mercado lembra que navios movidos a NH₃ podem cortar emissões sem carbono, abrindo espaço para exportadores brasileiros de hidrogênio renovável.
A disparada do Brent para US$ 114 após novos choques no golfo Pérsico, segundo noticiou o OilPrice, serve de lembrete: quanto maior a dependência fóssil, maior a volatilidade cambial e inflacionária. O custo cambaleante do barril reforça a lógica de acelerar o parque renovável.
Bater a marca dos R$ 300 bilhões não encerra a corrida. A meta informal do setor é chegar a 100 GW até 2030, impulsionada pelo financiamento do Novo Banco de Desenvolvimento dos Brics e pela integração de solar com eólica e hidrogênio. Se a Aneel mantiver o ritmo dos leilões, o sol pode virar ainda este ano a principal fonte elétrica do Brasil.
Com informações de fonte original.
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