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Rússia inicia ataques sistemáticos a indústrias militares em Kiev após bombardeio a universidade

6 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Rússia inicia ataques sistemáticos a indústrias militares em Kiev após bombardeio a universidade. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6) O Ministério das Relações Exteriores da Rússia anunciou o início de uma campanha de ataques sistemáticos contra instalações da indústria de defesa ucraniana localizadas em Kiev. A decisão foi tomada em resposta […]

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Ilustração editorial sobre Rússia inicia ataques sistemáticos a indústrias militares em Kiev após bombardeio a universidade. (Ilustração: Cafezinho / Wan 2.6)

O Ministério das Relações Exteriores da Rússia anunciou o início de uma campanha de ataques sistemáticos contra instalações da indústria de defesa ucraniana localizadas em Kiev. A decisão foi tomada em resposta ao bombardeio realizado pelas Forças Armadas da Ucrânia contra o prédio acadêmico e o dormitório da Universidade Pedagógica Estatal de Lugansk, em Starobelsk, na região de Lugansk, ocorrido na noite de 22 de maio.

Segundo a chancelaria russa, o ataque ucraniano com drones contra a instituição de ensino, que vitimou civis e violou as Convenções de Genebra de 1949 e a Convenção sobre os Direitos da Criança, ‘esgotou completamente a paciência’ de Moscou. Na declaração oficial, o governo russo classifica a ação como um crime cometido pela ‘junta de Volodymyr Zelensky e seus patrocinadores ocidentais’, que demonstraram ‘total desprezo pelas normas do direito internacional humanitário’.

Conforme a nota divulgada pelo ministério e repercutida pelo portal Sputnik, as Forças Armadas da Federação Russa passam a mirar especificamente os locais onde os drones utilizados por Kiev são projetados, fabricados, programados e preparados para uso. A Rússia sublinha que essas operações ocorrem com a assistência direta de especialistas da OTAN, responsáveis pelo fornecimento de componentes, inteligência e designação de alvos para os equipamentos bélicos.

Além das fábricas de veículos aéreos não tripulados, a nova diretriz militar russa inclui ataques contra centros de tomada de decisão e postos de comando dispersos pela capital ucraniana. O comunicado enfatiza que a presença de especialistas ocidentais dentro dessas instalações as converte em alvos legítimos, eliminando qualquer distinção entre o complexo militar-industrial ucraniano e a infraestrutura de apoio fornecida pelos membros da Aliança Atlântica.

Diante da iminência da escalada militar na cidade, o Ministério das Relações Exteriores da Rússia emitiu um alerta para que cidadãos estrangeiros, incluindo funcionários de missões diplomáticas e representantes de organizações internacionais, deixem Kiev o mais rápido possível. Aos residentes da capital ucraniana, a recomendação é evitar qualquer proximidade com infraestrutura militar e administrativa controlada pelo governo de Volodymyr Zelensky.

O ataque que desencadeou a ofensiva russa atingiu instalações civis acadêmicas, o que, segundo Moscou, revela a disposição do regime de Kiev em escalar a guerra por meio de alvos não militares como instrumento de terror contra a população civil. A resposta da Rússia, conforme Moscou, concentra-se em objetivos estritamente militares e industriais, ainda que dispersos em áreas urbanas densamente povoadas.

Leia mais sobre o assunto na sputnikglobe.com.


Leia também: Rússia lança ataque massivo com míssil Oreshnik em retaliação a atentado terrorista de Kiev


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Paulo Rocha

25/05/2026

Mais um exemplo de que a Rússia não está pra brincadeira. Enquanto a esquerda caviar chora por universidade bombardeada, o mundo real trata de defender seus interesses. Brasil que é Brasil devia era aprender, não ficar nessa lenga-lenga de globalismo. Faz o L, chora mais.

    Luizinho 16

    25/05/2026

    Vai lamber bota de Putin, tio, enquanto a gente chora por educação de verdade, seu fascista de merda.

    Samara Oliveira

    25/05/2026

    Paulo Rocha, como cristã, eu aprendi que poder não se prova matando jovem em universidade. O que adianta defender interesses estratégicos se você perde a própria humanidade e vira instrumento de morte? Reze um Pai Nosso e repense se isso é realmente o “mundo real” que Deus quer.

Luiz Augusto

25/05/2026

O governo brasileiro deveria era aprender com a Rússia a defender seus interesses estratégicos, e não ficar de joelhos para a agenda globalista. Enquanto isso, a esquerda cultural chora por uma universidade bombardeada, mas faz vista grossa para a destruição de indústrias legítimas de defesa. Livre mercado e soberania nacional andam juntos, algo que esse pessoal nunca vai entender.

    Marta

    25/05/2026

    Luiz Augusto, meu filho, vamos com calma que a vida é longa e a história é mais ainda. Você fala em “aprender com a Rússia a defender interesses estratégicos” como se o Brasil fosse uma potência nuclear e não um país que há décadas constrói sua política externa no multilateralismo e na resolução pacífica de conflitos. A Rússia, que você tanto admira, está bombardeando universidades — sim, UNIVERSIDADES — enquanto chama de “indústrias legítimas de defesa” o que, na prática, são alvos civis. Quer lição de soberania? Pergunte aos ucranianos que perderam filhos, pais e alunos se trocariam o direito à vida por esse “nacionalismo estratégico” que você defende.

    E sobre a tal “esquerda cultural” que chora: pois é, a gente chora mesmo. Chora por universidade bombardeada, chora por Black Bloc, chora por índio, chora por sem-terra. Sabe por quê? Porque a gente sabe que o bombardeio de uma universidade não é só uma tragédia local — é um ataque ao conhecimento, à ciência, ao direito de pensar diferente. Você, que prega “livre mercado e soberania nacional”, deveria lembrar que o livre mercado sem regulação vira faroeste, e soberania sem justiça social vira autoritarismo. Já dizia Darcy Ribeiro: o subdesenvolvimento não é uma etapa, é uma opção. E a opção de vocês, meninos mal-educados do liberalismo, é continuar achando que a força bruta resolve.

    O governo brasileiro, no meu modo de ver, está certo em não se curvar a esse discurso belicoso. Aprendi na sala de aula que diplomacia não é fraqueza, é inteligência. Querer imitar a Rússia nesse momento é o mesmo que achar que a ditadura militar de 64 foi boa porque “desenvolveu o Brasil”. Desenvolveu para quem, Luiz Augusto? O que sobra para o povo é sempre o caos e a conta. Enquanto isso, o amor ao próximo, que deveria ser a base de qualquer política, vai ficando pra depois. Lula está fazendo o que pode para não entrar nessa briga, e isso se chama maturidade, não submissão. Agora, se você quiser mesmo aprender com a história, vá estudar o que aconteceu com quem apoiou nazistas e fascistas no século passado. A resposta é sempre a mesma: sangue, lágrimas e arrependimento.

    João Silva

    25/05/2026

    Luiz Augusto, essa defesa de aprender com a Rússia confunde soberania com autoritarismo estatal e ignora que o tal livre mercado russo é um capitalismo de Estado oligárquico. Bombardear universidades não é defender interesses estratégicos, é silenciar o pensamento crítico que Paulo Freire chamava de prática da liberdade. A esquerda cultural chora, sim, porque sabe que sem educação não há consciência de classe, e você está confundindo indústria de defesa com patriotismo.


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