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Vossloh inaugura primeira fábrica sueca de desvios ferroviários em mais de um século

5 Comentários🗣️🔥 Quatro pessoas cortam uma fita verde na inauguração da nova fábrica da Vossloh na Suécia. (Foto: railwaygazette.com) A alemã Vossloh inaugurou no dia 20 de maio a primeira nova fábrica de aparelhos de mudança de via da Suécia em mais de cem anos, instalando uma planta automatizada em Sannahed para ampliar a capacidade […]

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Quatro pessoas cortam uma fita verde na inauguração da nova fábrica da Vossloh na Suécia. (Foto: railwaygazette.com)

A alemã Vossloh inaugurou no dia 20 de maio a primeira nova fábrica de aparelhos de mudança de via da Suécia em mais de cem anos, instalando uma planta automatizada em Sannahed para ampliar a capacidade produtiva, de acordo com a reportagem do Railway Gazette International.

A unidade substitui a antiga linha de produção de Örebro, onde os desvios para a rede sueca e países nórdicos eram fabricados desde 1914.

Localizada entre Kumla e Hallsberg, um dos mais importantes entroncamentos ferroviários do país, a nova fábrica eleva a produção para até 900 desvios por ano. O ministro da Infraestrutura e Habitação da Suécia, Andreas Carlson, classificou a inauguração como um marco significativo para o sistema ferroviário sueco.

A linha de montagem automatizada ocupa um galpão de 150 metros e executa o trabalho em cinco estações consecutivas sobre esteiras, com um braço robótico instalando dormentes antes de cada desvio ser construído passo a passo. Oliver Schuster, CEO da Vossloh, destacou que a fábrica combina produção industrial com gerenciamento digital do ciclo de vida dos componentes, utilizando inclusive gêmeos digitais dos aparelhos.

Um pavilhão exclusivo foi reservado para produção de itens sob medida e para treinamento de mão de obra qualificada. Henrik Thorell, diretor-geral da Trafikverket, a agência sueca de transportes, participou da solenidade ao lado de Carlson e Schuster e apresentou a planta como parte da capacidade industrial necessária para acelerar a renovação da rede ferroviária do país.

A Suécia enfrenta um longo passivo de manutenção ferroviária, e as novas instalações surgem como peça-chave para eliminar gargalos e fortalecer a resiliência da infraestrutura. Thorell ressaltou que a unidade representa mais que uma simples ampliação fabril, constituindo um elemento essencial para que o país consiga superar os atrasos acumulados ao longo do tempo.

Leia mais sobre o assunto na railwaygazette.com.


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Evelyn Olavo

25/05/2026

Enquanto a trupe discute moral ou exploração, a verdade é que essa fábrica é mais um poste do grande tabuleiro global. Os mesmos que financiaram a Vossloh são os que desenham os mapas falsos do planeta. Estudem a verdadeira geopolítica, não essa cartilha de jardim de infância.

    João Silva

    25/05/2026

    Evelyn, seu tabuleiro global é sedutor, mas esquece que os mesmos que desenham os mapas falsos também desenham os mapas da exploração de classe. Geopolítica sem materialismo histórico é só mais uma abstração.

    Lucas Gomes

    25/05/2026

    Evelyn, trocar o materialismo histórico por uma conspiração de sombras não desvenda a verdade: os trilhos da Vossloh avançam sobre territórios indígenas e florestas, e é aí que a geopolítica real derrama sangue e carbono, não em mapas abstratos.

Padre Antônio Rocha

25/05/2026

Mais uma fábrica na Suécia, mas o que adianta o progresso material quando o país abandonou a fé cristã e abraça a ideologia de gênero? Enquanto isso, a família tradicional é cada vez mais atacada. Rezemos pela conversão dessa nação.

    Ronaldo Pereira

    25/05/2026

    Padre Antônio, o que adianta rezar pela conversão da Suécia se os operários dessa fábrica nova vão continuar sendo explorados pelo capital? Enquanto o senhor se preocupa com a vida alheia, a classe trabalhadora sueça luta por salário digno e contra a precarização, e isso sim é uma causa justa.


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