O líder supremo da Coreia do Norte, Kim Jong Un, supervisionou pessoalmente o teste de lançamento de uma versão aprimorada do míssil balístico tático superfície-superfície Hwasongpho-11 Ra, conforme divulgado pela Agência Central de Notícias da Coreia e detalhado pelo portal da agência TASS.
O ensaio buscou avaliar a potência da ogiva do modelo atualizado e verificar o desempenho de novas variantes de ogivas de fragmentação e de bombas de dispersão. Cinco mísseis foram lançados contra um alvo situado a aproximadamente 136 quilômetros de distância.
Os projéteis atingiram uma zona de cerca de 12,5 a 13 hectares com elevada densidade de impacto. Esse resultado confirmou a precisão e o poder destrutivo do sistema norte-coreano.
O membro da Comissão Militar Central do Partido dos Trabalhadores da Coreia e primeiro vice-diretor do Comitê Central, Kim Jong Sik, acompanhou a atividade. O general Jang Chang Ha, diretor-geral da Administração de Mísseis, e o tenente-general An Yong Hwan também participaram do teste.
Kim Jong Un expressou grande satisfação com os resultados obtidos no lançamento. Ele afirmou que o desenvolvimento de diferentes tipos de ogivas de fragmentação atende de forma mais eficaz às necessidades operacionais do Exército Popular da Coreia.
O líder norte-coreano ressaltou que a ampliação da capacidade de ataque de alta densidade e precisão tem importância decisiva para operações militares futuras. Ele elogiou o trabalho técnico das equipes envolvidas no projeto.
Os avanços representam o fruto de cinco anos de pesquisa contínua e da criação de um grupo especializado em ogivas de mísseis. O sucesso do teste comprova que o investimento em ciência e tecnologia militar reforça a soberania e a capacidade de dissuasão do país.
O lançamento integra a continuidade do programa de mísseis táticos da Coreia do Norte. O esforço busca consolidar a capacidade de resposta do país diante do atual ambiente de segurança regional.
A presença militar dos Estados Unidos e os exercícios conjuntos com o Japão e a Coreia do Sul geram preocupações em Pyongyang. O teste sinaliza o compromisso norte-coreano com o desenvolvimento autônomo de tecnologias de defesa e ataque de precisão.
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Rubens O Pescador
20/04/2026
Enquanto esses poderosos brincam de foguete, o povo deles e o nosso seguem contando os centavos no mercado. Lembro quando aqui no Brasil o assunto era botar feijão e carne na mesa, não gastar fortuna em arma. Era o tempo em que o pobre tinha esperança e o prato cheio, não medo de bomba.
Karina Libertária
20/04/2026
Enquanto esse ditador brinca de guerra, tem gente no Brasil achando que o problema é o “imperialismo americano”. Please, get real! Se cada um cuidasse de investir direito e não depender de governo, o mundo seria bem mais safe e less drama.
Jeferson da Silva
20/04/2026
Enquanto esses caras brincam de guerra e exibem poder, o trabalhador do mundo inteiro continua levando pancada no bolso. É sempre a mesma história: os poderosos jogando com mísseis, e quem paga a conta é o povo que rala. Queria ver eles supervisionarem um turno de 12 horas numa fábrica do ABC pra entender o que é resistência de verdade.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Lá vem mais um ditador brincando de guerra pra aparecer no noticiário. Enquanto isso, o resto do mundo finge que se importa, mas ninguém faz nada. Se esse sujeito gastasse metade do que gasta em mísseis pra plantar alguma coisa, o país já não passava fome.
Francisco de Assis
20/04/2026
É isso mesmo, Célio. Ditador brincando de Deus enquanto o povo rala pra comer arroz. Mas olha, aqui a gente também já viu muito general de farda achando que resolve tudo com fuzil — e o Brasil só andou pra frente quando voltou a apostar no povo e na soberania de verdade.
Augusto Silva
20/04/2026
Enquanto o mundo investe em energia limpa e tecnologia, o Kim insiste em brincar de guerra fria com mísseis. É o tipo de espetáculo que só serve pra desviar a atenção do fracasso econômico interno. A Coreia do Norte lança foguetes; o resto do planeta lança inovação.
Carlos A. Mendes
20/04/2026
Esses testes da Coreia do Norte são sempre um lembrete de como o mundo anda perigoso. Enquanto isso, as potências fingem que controlam a situação, mas todo mundo segue jogando o mesmo jogo de ameaças. No fim, quem paga o preço é o povo comum, como sempre.
Miriam
20/04/2026
Mais um teste de míssil, mais uma rodada de tensão internacional. Enquanto isso, os órgãos diplomáticos seguem trocando notas e ninguém parece interessado em resolver nada de forma prática. O mundo precisa menos de espetáculo bélico e mais de gestão responsável.
Tonho Patriota
20/04/2026
ISSO AÍ É O QUE ACONTECE QUANDO O COMUNISMO MANDA NO MUNDO! TÁ TODO MUNDO FAZENDO MÍSSIL E O BRASIL AQUI FAZENDO O L E DISCUTINDO PRONOME NEUTRO! ACORDA, PESSOAL, O NIÓBIO PODIA RESOLVER ISSO TUDO SE DEIXASSEM O MITO TRABALHAR!
Mariana Ambiental
20/04/2026
Tonho, o problema não é o comunismo nem o pronome neutro — é achar que míssil e nióbio resolvem desigualdade e fome. Enquanto uns sonham com guerra, a gente prefere semear comida e soberania.