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Exército israelense mata adolescente palestino de 15 anos em incursão na Cisjordânia

7 Comentários🗣️🔥 Militar israelense em operação na Cisjordânia ocupada. (Foto: aljazeera.com) O exército israelense matou um adolescente palestino de 15 anos após atingi-lo com munição real durante uma incursão na cidade de Nablus, na Cisjordânia ocupada. Seis veículos militares entraram na cidade pela manhã, segundo Abood al-Aker, diretor de comunicações da prefeitura de Nablus. Os […]

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Militar israelense em operação na Cisjordânia ocupada. (Foto: aljazeera.com)

O exército israelense matou um adolescente palestino de 15 anos após atingi-lo com munição real durante uma incursão na cidade de Nablus, na Cisjordânia ocupada.

Seis veículos militares entraram na cidade pela manhã, segundo Abood al-Aker, diretor de comunicações da prefeitura de Nablus. Os soldados conversaram com comerciantes na área de Rafidia e atiraram no adolescente ao deixar o local.

O jovem foi levado em estado crítico a um hospital local, mas não resistiu aos ferimentos. “Não sabemos por que atiraram nesse garoto na saída”, afirmou al-Aker à AFP.

O exército israelense declarou que um palestino lançou pedras contra suas tropas durante a operação. Os militares afirmaram ter aplicado procedimentos padrão de detenção, culminando nos disparos que mataram o adolescente.

As autoridades israelenses disseram estar cientes dos relatos sobre a morte. O caso ocorre em meio a uma escalada de violência na Cisjordânia desde outubro de 2023.

Segundo o Al Jazeera, centenas de palestinos foram mortos por forças israelenses e colonos armados desde o início da ofensiva em Gaza. Comunidades inteiras enfrentam destruição e deslocamento forçado em meio ao conflito.

O Ministério da Saúde da Palestina informou que colonos israelenses mataram um homem de 25 anos no dia anterior, na cidade de Deir Dibwan, próxima a Ramallah. O órgão acrescentou que pelo menos 16 palestinos foram mortos em ataques de colonos apenas neste ano.

Entre as vítimas fatais dos colonos neste ano estão uma criança de 13 anos e um idoso de 60 anos. Esses números refletem o aumento da violência nos territórios palestinos ocupados da Cisjordânia.

Leia mais sobre o assunto na aljazeera.com.


Leia também: Forças israelenses matam dois adolescentes palestinos na Cisjordânia


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Celio Fazendeiro

23/04/2026

Mais um caso que a imprensa adora explorar pra fazer drama em cima de quem está apenas defendendo seu território. Israel tem todo o direito de agir contra quem ameaça sua segurança. Enquanto isso, ninguém fala das provocações e ataques que partem do outro lado.

    Maura Santos

    23/04/2026

    Celio, “defender o território” não justifica atirar em adolescentes desarmados. Essa lógica é a mesma que já serviu pra encobrir massacre e ocupação — e a história mostra bem quem realmente ameaça quem.

    Zizi

    23/04/2026

    Celio, meu caro, é justamente esse tipo de discurso que a gente precisa olhar com calma e um pouquinho de humanidade. Quando um exército fortemente armado mata um adolescente de 15 anos, não dá pra chamar isso de “defesa do território”. Isso é ocupação, é violência de Estado contra um povo que há décadas vive confinado, sem direito à autodeterminação. A história nos mostra que quem tem o poderio militar e o apoio das grandes potências costuma reescrever os fatos para parecer vítima. Mas o mapa não mente: basta olhar como a Palestina foi sendo engolida, pedacinho por pedacinho, desde 1948.

    Você fala em “provocações”, mas me diga, Celio, que provocação justifica a morte de um menino? Nenhuma. O que existe ali é um ciclo de opressão sustentado por um apartheid moderno, onde um lado tem tanques, drones e bloqueios, e o outro luta pra ter água e remédio. A imprensa não faz “drama” quando mostra a dor de quem perde um filho — ela apenas tenta dar rosto e nome às vítimas que muitos preferem reduzir a números.

    E não se engane, meu amigo, defender a vida palestina não é ser contra o povo judeu, é ser contra a política de um governo que transformou o medo em justificativa para o massacre. A verdadeira segurança não nasce do terror, mas da justiça e do respeito mútuo. Quando a gente naturaliza a morte de um adolescente porque ele nasceu do lado “errado” do muro, estamos abrindo mão da nossa própria humanidade. Pense nisso com o coração, não só com as manchetes.

Tonho Patriota

23/04/2026

ISSO É TUDO PLANO DO GLOBALISMO, ACORDA GENTE, FAZ O L PRA VER SE O MUNDO MELHORA!

    Clarice Historiadora

    23/04/2026

    Tonho, globalismo é o novo nome que vocês inventaram pra não precisar estudar geopolítica. Enquanto você grita “faz o L”, o exército israelense segue matando adolescentes — e isso não tem nada de plano secreto, é só colonialismo escancarado.

    Rubens O Pescador

    23/04/2026

    Ô Tonho, globalismo nada, meu filho… o problema é gente demais achando que bala resolve tudo. Quando o povo tinha feijão e carne no prato, ninguém lembrava desses papos de conspiração.

    Francisco de Assis

    23/04/2026

    Tonho, meu irmão, globalismo é papo de quem anda perdido nas teorias da internet. O que tem ali é ocupação, gente morrendo e um povo lutando por dignidade — e nisso o Brasil tem muito a ensinar sobre soberania e humanidade.


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