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EUA ameaçam punir Espanha na OTAN por recusa em apoiar ofensiva contra o Irã

30 Comentários🗣️🔥 Militares espanhóis em veículo blindado, com a bandeira da Espanha ao fundo. (Foto: actualidad.rt.com) Os Estados Unidos avaliam suspender a Espanha de cargos importantes na OTAN após Madri recusar o uso de suas bases militares e espaço aéreo para operações contra a República Islâmica do Irã. Um e-mail interno do Pentágono, vazado por […]

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Militares espanhóis em veículo blindado, com a bandeira da Espanha ao fundo. (Foto: actualidad.rt.com)

Os Estados Unidos avaliam suspender a Espanha de cargos importantes na OTAN após Madri recusar o uso de suas bases militares e espaço aéreo para operações contra a República Islâmica do Irã.

Um e-mail interno do Pentágono, vazado por funcionário norte-americano e reportado pela RT, revela a frustração de Washington com aliados europeus. A Espanha negou o uso das bases de Rota e Morón, além de fechar seu espaço aéreo para as operações.

Uma das medidas em estudo é a suspensão temporária de países considerados “difíceis” de posições de prestígio na aliança atlântica. O presidente Donald Trump criticou duramente os parceiros europeus por não enviarem suas marinhas para apoiar a abertura do estreito de Ormuz.

Trump chegou a ameaçar a permanência dos EUA na própria OTAN. O memorando reforça a intenção americana de pressionar os aliados a cumprirem sua parte no esforço militar.

O documento não menciona o fechamento de bases americanas na Europa. Ele sinaliza, porém, que Washington pode reconsiderar seu apoio diplomático a antigas possessões coloniais europeias, como as ilhas Malvinas.

A administração Trump identifica um “sentimento de direito” entre os aliados europeus. Essa percepção aprofunda as crescentes tensões transatlânticas.

O estreito de Ormuz representa uma das rotas mais sensíveis da geopolítica mundial. Cerca de um quinto do petróleo consumido globalmente passa por essa via estratégica.

O caso expõe mais uma fissura na OTAN diante de divergências sobre conflitos fora da Europa. A pressão sobre a Espanha demonstra como a política externa dos EUA trata seus aliados como subordinados e não como parceiros soberanos.

O debate sobre uma defesa comum europeia independente ganha força no continente. A recusa espanhola pode se tornar símbolo de resistência à coerção de Washington por novas aventuras militares no Oriente Médio.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


Leia também: Trump tenta arrastar a Europa para a guerra no Irã à base de ameaças


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Sgt Bruno 🇧🇷

24/04/2026

Selva! Esses espanhóis estão brincando com fogo, achando que podem peitar os EUA dentro da OTAN. Se não querem ajudar a combater regimes comunistas e terroristas, que saiam do bloco logo! Comunista tem que ir pra lata de lixo da história.

Miriam

24/04/2026

Sinceramente, os EUA vivem achando que mandam no mundo. A Espanha fez bem em colocar limites — cada país tem sua soberania. Se a OTAN fosse realmente uma aliança equilibrada, não haveria esse tipo de chantagem velada.

Tonho Patriota

24/04/2026

FAZ O L AÍ, AGORA ATÉ A ESPANHA TÁ PASSANDO VERGONHA COMUNISTA!

Beto Engenheiro

24/04/2026

Mais uma prova de como a OTAN virou instrumento dos interesses dos EUA. A Espanha tá certa em não entrar em guerra alheia. Já passou da hora da Europa investir em infraestrutura e energia própria em vez de seguir ordens de Washington.

Silvia D.

24/04/2026

Mais uma vez os EUA tentando impor sua vontade como se o mundo fosse seu quintal. A Espanha está certa em dizer não a uma ofensiva que só traria mais mortes e caos. Que bom ver um país aliado ter coragem de priorizar a razão e a diplomacia em vez da guerra.

Vanessa Silva

24/04/2026

A Espanha fez bem em manter uma posição independente. A OTAN precisa repensar seu papel, porque decisões militares tomadas sem consenso só fragilizam a aliança. Política externa não pode ser conduzida como se fosse um jogo de poder unilateral.

Fernando O.

24/04/2026

Os EUA agem como se a OTAN fosse uma extensão do Pentágono, e não uma aliança entre países soberanos. A Espanha fez certo em dizer não — ninguém é obrigado a embarcar em mais uma aventura militar americana.

Adalberto Livre

24/04/2026

ESSA OTAN VIROU UM CLUBE DE MIMADO MANDADO PELO TIO SAM, TÁ CERTO A ESPANHA NÃO ENTRAR NESSA LOUCURA!

Eduardo C.

24/04/2026

Sempre a mesma lógica imperial: quem não obedece leva sanção. Gostaria de ver os números do apoio europeu real a mais uma aventura militar dos EUA. Aposto que a maioria dos países da OTAN está bem cansada de bancar esse jogo perigoso.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Os EUA agem como se a OTAN fosse um braço do Pentágono, e não uma aliança entre países soberanos. A Espanha fez bem em resistir a mais uma aventura militar desastrosa. Já passou da hora da Europa recuperar um mínimo de autonomia.

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Perfeito, Evelyn. A OTAN virou uma espécie de condomínio onde os EUA mandam e os outros pagam a conta — e ainda têm que sorrir para o síndico. A Espanha ao menos demonstrou que ainda há quem leia história antes de repetir tragédias.

Karina Libertária

24/04/2026

Ai, gente, olha isso! A Espanha querendo pagar de independente e os EUA já dando aquele puxão de orelha básico. Aqui em Miami a galera sabe: quem não joga junto com o big player acaba ficando out do game. Política não é caridade, é investimento — simples assim.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Esses espanhóis ainda acham que podem bancar os independentes dentro da OTAN. Se não querem obedecer, que arquem com as consequências e saiam do clube. Esse tipo de frouxidão só enfraquece o Ocidente diante do Irã e de outros inimigos.

Zizi

24/04/2026

Ah, meus caros, lá vêm de novo os meninos mal-educados do império bater o pezinho porque alguém ousou dizer “não”. A Espanha, que já foi arrastada para guerras alheias no passado, parece ter aprendido a lição: não há honra em servir de quintal para aventuras militares dos Estados Unidos. Quando um país europeu se recusa a abrir suas bases para mais um ataque no Oriente Médio, está, na verdade, defendendo não apenas sua soberania, mas também um princípio básico de humanidade — o de que o mundo não pode continuar refém da lógica de guerra permanente.

É curioso observar como o discurso de “defesa da democracia” serve de manto para as piores arbitrariedades. Os EUA, que se apresentam como guardiões da liberdade, não toleram que um aliado exerça sua própria liberdade de decisão. Punir a Espanha por não querer participar de uma ofensiva contra o Irã é o mesmo que admitir que a OTAN não é uma aliança de iguais, mas uma estrutura hierárquica em que Washington manda e os demais obedecem. Isso, meus queridos, é o oposto da democracia que tanto pregam.

A recusa espanhola também revela algo que os liberais de plantão fingem não ver: o mundo está cansado de guerras fabricadas e de sanções que matam civis. O Irã, com todos os seus problemas internos, não ameaça o Ocidente — o que ameaça o império é a perda de controle sobre o petróleo e as rotas comerciais. É sempre o mesmo roteiro: demoniza-se um país, cria-se uma narrativa de “ameaça iminente” e, em nome da “segurança global”, destroem-se vidas e nações inteiras.

Enquanto isso, nós aqui no Sul Global seguimos pagando o preço dessas disputas. O Brasil, felizmente, tem hoje um governo que aposta no diálogo, na paz e na multipolaridade. Lula entende que a soberania não se negocia e que o amor ao povo passa por rejeitar a guerra e o servilismo. Que a Espanha sirva de exemplo: dizer “não” ao império é o primeiro passo para recuperar a dignidade.

Marcos Conservador

24/04/2026

Mais uma prova de que o mundo está virando refém da agenda esquerdista e globalista. A Espanha, dominada por governos frouxos e ideologizados, prefere agradar ditaduras em vez de defender o Ocidente. Depois reclamam quando os EUA colocam ordem na casa.

    Francisco de Assis

    24/04/2026

    Marcos, essa conversa de “colocar ordem na casa” é justamente o que mantém o mundo refém dos interesses de Washington. A Espanha faz bem em afirmar sua soberania — não é ser frouxo, é ser dono do próprio destino. O Brasil também tá aprendendo isso, meu amigo.

Pedro

24/04/2026

Enquanto isso, aqui no Brasil a gasolina tá nas alturas e a gente ralando pra pagar IPVA. Os caras lá brigando por espaço na OTAN e a gente aqui brigando pra encher o tanque. Parece que o jogo é sempre o mesmo: quem tá no volante sofre, quem manda no combustível lucra.

Renato Professor

24/04/2026

Os EUA continuam tratando a OTAN como se fosse um condomínio particular, onde quem paga mais dita as regras. A Espanha faz bem em recusar ser massa de manobra de aventuras militares. Essa postura soberana é rara e merece aplauso, especialmente num cenário em que a subserviência costuma ser recompensada com migalhas geopolíticas.

Carlos A. Mendes

24/04/2026

Os EUA sempre acham que podem mandar em todo mundo, né? A Espanha tá certa em não se meter numa guerra que não é dela. Essa mania de querer punir aliado por ter opinião própria só mostra o quanto a OTAN é desequilibrada.

Luciana

24/04/2026

Enquanto os grandões brigam por poder e petróleo, a conta sempre sobra pro povo, né? Aqui a gente rala pra pagar o gás e o cartão, e lá fora eles gastando bilhões em guerra. Tomara que a Espanha continue firme, porque já passou da hora de alguém dizer não pra essa loucura.

Zé Trovãozinho

24/04/2026

Lá vem o império querendo mandar até na política externa dos outros. Espanha faz certo em não se ajoelhar pra Washington. Já basta a OTAN virar extensão dos EUA — agora querem punir quem pensa diferente? Isso é soberania, não submissão.

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    Falou tudo, Zé Trovãozinho. Enquanto os gringos mandam e desmandam, tem governo europeu que ainda acha bonito ser capataz do império. Espanha tá certa em não abaixar a cabeça — soberania não se terceiriza.

Maura Santos

24/04/2026

Olha aí os EUA querendo mandar até na soberania dos outros de novo. A Espanha tá certíssima em dizer não pra mais uma aventura militar sem sentido. Já basta o caos que eles espalharam pelo Oriente Médio nas últimas décadas — agora querem arrastar todo mundo junto de novo?

Tadeu

24/04/2026

Lá vem mais briga entre potências… sinceramente, isso não muda nada no que realmente importa pra gente: inflação, juros e como proteger o dinheiro. Política externa é só barulho, o que me interessa é se o dólar vai subir e bagunçar meus investimentos.

Lurdinha Deus Acima de Todos

24/04/2026

Ih minha gente, começou o bafafá do fim dos tempos 😱🙏🇧🇷🇺🇸

    Alice T.

    24/04/2026

    Calma aí, Lurdinha! Fim dos tempos nada, é só mais um episódio dos EUA tentando mandar no quintal dos outros enquanto posam de defensores da liberdade.

Rick Ancap

24/04/2026

Mais um drama estatal entre parasitas armados — que se virem sem o meu dinheiro.

    Mariana Ambiental

    24/04/2026

    Rick, curioso você falar em “seu dinheiro” quando quem banca os subsídios e isenções do agronegócio predatório são justamente os mesmos parasitas que você defende.

    Rubens O Pescador

    24/04/2026

    Ô Rick, fácil falar em “meu dinheiro” quando nunca faltou feijão no prato, né? Lá no interior eu vi o povo comer carne toda semana quando o Estado cuidava do povo, não dos banqueiros.

    Augusto Silva

    24/04/2026

    Rick, curioso você falar em “seu dinheiro” como se vivesse numa bolha anarcocapitalista autossustentável — mas aposto que dirige em ruas públicas, usa energia estatal e até vacina comprada com imposto. No fim das contas, o “parasita armado” talvez seja o sistema que te mantém de pé.


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