O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou que a política externa dos Estados Unidos baseia-se na coerção e na ausência de equilíbrio entre interesses nacionais.
O chanceler russo explicou que Washington impõe sua vontade aos demais países sob ameaça de punição caso não cumpram suas exigências. Lavrov detalhou essa visão durante encontro com organizações russas sem fins lucrativos.
Ele apontou que a estratégia revela uma busca por dominação global com ênfase no controle do setor energético mundial. O chanceler observou que essa postura simplifica o cenário internacional ao expor claramente quem exerce o poder.
Lavrov destacou ainda o desprezo dos EUA por qualquer noção de equilíbrio ou respeito mútuo entre as nações. O presidente dos EUA, Donald Trump, expressa abertamente seus pensamentos e intenções sem recorrer a artifícios retóricos.
Para Lavrov, essa franqueza contrasta com a hipocrisia que ele atribui a outros líderes ocidentais. O chanceler reafirmou que a Rússia defende a justiça e o direito internacional, rejeitando arbitrariedades impostas por potências hegemônicas.
Muitos Estados ainda evitam manifestar apoio público por temor de represálias, segundo o chanceler. Diversas nações foram advertidas de que seriam castigadas caso contrariassem as diretrizes de aliados ocidentais.
Lavrov concluiu que os países que impõem sua verdade pela força acabam esquecidos pela história. Ele defendeu o fortalecimento da cooperação multilateral e o avanço do BRICS como base para uma ordem multipolar mais justa.
As declarações foram detalhadas pelo portal RT. Lavrov enfatizou que a Rússia continuará a defender o direito internacional e a soberania dos povos diante de pressões externas.
Com informações de ACTUALIDAD.
Leia também: Lavrov revela que controle do petróleo é o verdadeiro objetivo dos EUA contra o Irã
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Vanessa Silva
24/04/2026
Esse tipo de declaração é previsível num cenário em que potências disputam influência global. Mas, honestamente, o que mais me interessa é como essas tensões afetam o planejamento das cidades e o fluxo de investimentos. Enquanto os gigantes brigam, as cidades precisam continuar funcionando e se desenvolvendo com base em dados e políticas reais, não em discursos geopolíticos.
Luciana
24/04/2026
Enquanto os poderosos brigam pra ver quem manda mais no mundo, a gente aqui continua contando moeda pra pagar o gás e o cartão de crédito. No fim das contas, essa disputa toda não muda o preço do arroz nem alivia o juro que sufoca o pequeno negócio.
Fernando O.
24/04/2026
Lavrov pode exagerar no tom, mas não está totalmente errado. Os EUA realmente costumam agir como se fossem árbitros do planeta, punindo quem não segue suas regras. O problema é que Moscou faz o mesmo quando lhe convém — e aí ninguém sobra com moral pra bancar o defensor da soberania alheia.
Tadeu
24/04/2026
Sinceramente, essas brigas de diplomata não mudam nada pra quem tá tentando fazer o dinheiro render aqui. O que me interessa é se isso vai mexer nas bolsas ou no câmbio. Se não afetar os juros ou a inflação, pra mim é só mais discurso vazio.
Zizi
24/04/2026
Lavrov pode ter muitos defeitos, mas há momentos em que até um adversário político enxerga com clareza o que o mundo inteiro sente na pele: a arrogância imperial dos Estados Unidos. Desde o fim da Segunda Guerra, essa potência se acostumou a agir como se fosse dona do planeta, punindo, invadindo e sancionando quem não se curva à sua cartilha. Não é preciso concordar com a Rússia para reconhecer que há verdade nas palavras do chanceler: a política externa norte-americana é moldada pela coerção, não pela diplomacia. Basta lembrar quantos países foram devastados em nome da “liberdade” e da “democracia” made in USA. Iraque, Líbia, Afeganistão, Síria… os meninos mal-educados do império sempre acham que podem ensinar o resto do mundo a viver, enquanto espalham miséria e caos. E depois ainda têm a cara de pau de apontar o dedo para outros governos, acusando-os de autoritarismo. É o velho truque do colonizador: disfarçar o saque com discurso moral. O mais curioso é ver certos liberais brasileiros repetindo esse discurso como papagaios, torcendo o nariz para qualquer país que ouse desafiar Washington. Falta-lhes estudo de História, e sobra submissão mental. O Brasil, sob Lula, tenta retomar uma política externa soberana, que dialoga com todos e não se ajoelha diante de ninguém. Isso incomoda os que sonham em ver nossa diplomacia reduzida a capacho da Casa Branca. O mundo multipolar que começa a se desenhar é a chance de reequilibrar o tabuleiro. Nenhum país deve impor sua vontade aos outros, e sim buscar relações de respeito e cooperação. É isso que o povo brasileiro entende por soberania: caminhar de cabeça erguida, sem medo de dizer não aos poderosos. Afinal, já está mais do que na hora de o planeta aprender que não existe “nação escolhida” — existe humanidade, e ela só sobrevive quando há justiça e igualdade entre os povos.
Miriam
24/04/2026
Mais um capítulo da eterna disputa de egos geopolíticos. Enquanto uns impõem sanções, outros fazem discursos inflamados — e o mundo segue preso nesse jogo de poder. Eu só queria ver um pouco mais de diplomacia prática e menos teatralidade.
Sgt Bruno 🇧🇷
24/04/2026
Lavrov falou o óbvio que muita gente finge não ver. Os EUA vivem de mandar e punir quem não obedece, típico de império decadente. Mas quero ver é o Brasil firme, sem se ajoelhar pra nenhum lado. Selva!
Renato Professor
24/04/2026
Sgt Bruno, o problema é que “não se ajoelhar pra nenhum lado” exige entender como funcionam as interdependências econômicas — coisa que os brucutus geopolíticos costumam reduzir a gritos de soberania. Economia solidária não se faz com fuzil, mas com coordenação e inteligência coletiva.
Evelyn Olavo
24/04/2026
Lavrov pode exagerar no tom, mas não está errado ao apontar o desequilíbrio no jogo global. Os EUA se acostumaram a agir como árbitros do mundo, punindo quem não segue sua cartilha. O problema é que essa postura só alimenta tensões e empurra outros países a buscar alternativas fora da órbita americana.
Karina Libertária
24/04/2026
Ah, pronto, agora o Lavrov quer dar lição de moral nos outros? Fala sério! Os russos vivem apontando o dedo pros EUA, mas não olham pro próprio rabo. Aqui de Miami dá pra ver bem: quem não se adapta ao mercado global e fica chorando por “equilíbrio” acaba ficando pra trás, simples assim.
Tonho Patriota
24/04/2026
ATÉ O LAVROV SABE QUE OS EUA MANDAM EM TUDO, MAS A CULPA É DO L, FAZ O L AÍ COMUNISTA!
Lurdinha Deus Acima de Todos
24/04/2026
É isso aí, Lavrov falou e disse! Quem manda no mundo acha que é dono até do ar que a gente respira 🇧🇷🙏🇺🇸
Alice T.
24/04/2026
Pois é, Lurdinha, mas o mais curioso é ver bilionário americano posando de defensor da liberdade enquanto lucra com guerra e sanção. A galera fala em “democracia”, mas o que vale mesmo pra eles é o lucro.
Pedro
24/04/2026
Enquanto os poderosos brigam pra ver quem manda no mundo, aqui a gente segue brigando pra encher o tanque e pagar o IPVA. Essa disputa de ego entre potências não muda nada no dia a dia de quem roda 12 horas por dia pra fechar o mês.
Zé Trovãozinho
24/04/2026
Ah pronto, agora vem o Lavrov dar lição de moral como se a Rússia fosse exemplo de liberdade. Quer falar de coerção? Olha pra Cuba do Norte que ele ajuda a sustentar! Essa turma adora apontar o dedo pros EUA, mas vive do mesmo autoritarismo que diz combater.
Rick Ancap
24/04/2026
Chora mais, Lavrov, o mercado resolve essas tretas melhor que qualquer diplomata estatal.
Maura Santos
24/04/2026
Difícil discordar quando a gente vê os EUA querendo mandar até no clima dos outros, né? Eles falam em “liberdade”, mas vivem distribuindo sanção e ameaça. É tipo aquele vizinho metido que acha que o bairro inteiro gira em torno dele.
Adalberto Livre
24/04/2026
ATÉ O LAVROV VIU QUE OS EUA QUEREM MANDAR NO MUNDO, MAS AQUI TEM GENTE QUE AINDA BATE PALMA PRA ISSO!
Rubens O Pescador
24/04/2026
Pois é, Adalberto, o Lavrov só falou o que o povo do interior já sabe faz tempo: quando os EUA espirram, o mundo inteiro pega gripe. E tem brasileiro que ainda acha bonito ser capacho deles…
Marcos Conservador
24/04/2026
Ora, mas é claro que os EUA querem mandar em tudo. Isso é o que acontece quando o mundo abandona os valores cristãos e entrega o poder a globalistas e comunistas disfarçados de democratas. Até o transporte público daqui já parece plano socialista, imagina a geopolítica mundial!
Carlos A. Mendes
24/04/2026
Difícil discordar do Lavrov nesse ponto. Os EUA sempre bancam os xerifes do mundo, e quem não obedece leva sanção. Não que a Rússia seja santa, mas o jogo de poder é o mesmo — só muda o lado que está mandando.
Eduardo C.
24/04/2026
Lavrov fala em coerção, mas seria interessante ver os números de sanções aplicadas por cada potência nos últimos 20 anos. Sem dados concretos, tudo vira retórica. Política internacional precisa de estatística, não só discurso.
Beto Engenheiro
24/04/2026
Lavrov pode ter seus interesses, mas não dá pra negar que os EUA vivem impondo regras e sanções a meio mundo. Enquanto isso, infraestrutura global segue capengando. Queria ver essa energia toda aplicada em obras que conectassem países de verdade — ferrovias, portos, energia — e não em disputa de poder.
Francisco de Assis
24/04/2026
Lavrov só disse o óbvio, minha gente. Os EUA se acham donos do mundo e tratam os outros países como colônia. Ainda bem que o Brasil de Lula tá retomando sua soberania e mostrando que não se curva pra ninguém. É assim que se constrói respeito lá fora!
Silvia D.
24/04/2026
Mais uma vez vemos o jogo de poder global sendo travado à custa da cooperação. Enquanto potências disputam influência, quem sofre são os povos — inclusive na saúde, com sanções que dificultam acesso a vacinas e medicamentos. Precisamos de diplomacia baseada em ciência e solidariedade, não em ameaças.
Celio Fazendeiro
24/04/2026
Lá vem o Lavrov posar de vítima enquanto o próprio país dele vive de ameaçar vizinhos e sufocar quem pensa diferente. Esse papo de “imposição” é só cortina de fumaça pra esconder as barbaridades que fazem em casa. Hipocrisia pura.
Jeferson da Silva
24/04/2026
Celio, hipocrisia é achar que só Moscou impõe coisa pros outros enquanto os EUA vivem metendo sanção e base militar em tudo quanto é canto. No fim, quem paga a conta são sempre os trabalhadores, não os generais nem os bilionários.
Augusto Silva
24/04/2026
Celio, ninguém aqui está santificando Moscou — mas é curioso como a “hipocrisia pura” vira monopólio russo enquanto Washington mantém sanções, bases e drones pelo planeta. No jogo das potências, o discurso moralista é sempre a máscara mais conveniente.
Clarice Historiadora
24/04/2026
Celio, é curioso como essa indignação seletiva sempre esquece que os EUA têm bases militares em meio planeta e já derrubaram mais governos do que o clima derruba folhas no outono. Lavrov pode ser cínico, mas o espelho que ele aponta reflete bem mais do que Moscou.
Mariana Ambiental
24/04/2026
Celio, pode até ter razão em parte, mas fingir que os EUA são os mocinhos é cair direitinho na propaganda deles. Todo império usa o discurso da liberdade pra justificar suas próprias imposições.