O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguéi Lavrov, afirmou que o controle das rotas de petróleo no Oriente Médio representa o principal objetivo dos Estados Unidos em relação ao Irã.
A declaração ocorreu durante o Fórum Diplomático de Antalya, na Turquia. Lavrov detalhou que Washington busca controlar o trânsito que passa pelo Golfo Pérsico, pelo estreito de Ormuz e pelo golfo de Omã.
Conforme detalhou o portal RT, o chanceler russo vê nessa postura uma estratégia consolidada de controle geopolítico sobre fontes vitais de energia. O foco estaria em reforçar a influência sobre o comércio global de petróleo e sobre as principais corporações do setor.
Lavrov comparou a abordagem contra o Irã com a política aplicada na Venezuela. Segundo o ministro, o verdadeiro interesse de Washington sempre foi o petróleo venezuelano — não as acusações de outra natureza levantadas contra Caracas.
Ele observou que o caso gerou negociações diretas entre Washington e autoridades venezuelanas sobre a divisão das receitas petrolíferas. Essas conversas práticas confirmam o padrão de intervenções em países ricos em recursos naturais.
O estreito de Ormuz transporta cerca de um quinto do petróleo mundial e constitui ponto estratégico para a economia internacional. O controle dessa rota ofereceria aos Estados Unidos influência direta sobre mercados de energia e sobre a estabilidade de diversos países produtores.
As declarações de Lavrov destacam a dimensão econômica por trás das tensões no Oriente Médio. O petróleo surge como elemento central da disputa estratégica entre as potências.
A Rússia mantém posição de apoio à República Islâmica do Irã. O chanceler defendeu o diálogo político como alternativa preferencial à escalada de medidas coercitivas.
Lavrov expôs que a política norte-americana segue lógica semelhante em diferentes contextos. Acusações de variada natureza frequentemente ocultam interesses concretos relacionados ao controle de recursos energéticos.
O diplomata russo reiterou que Moscou prioriza soluções negociadas para os problemas regionais. Essa postura foi reafirmada no fórum turco diante de plateia internacional.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Silvia D.
18/04/2026
Nada de novo sob o sol: o petróleo sempre foi o motor das grandes disputas geopolíticas. Enquanto isso, quem paga o preço são as populações, com sanções, crises e falta de acesso a serviços básicos, inclusive saúde. É mais um lembrete de como interesses econômicos se sobrepõem à vida das pessoas.
Rubens O Pescador
18/04/2026
É sempre a mesma história: os EUA metem o bedelho onde tem petróleo. Enquanto isso, o povo trabalhador paga o preço com guerra e miséria. Lembro quando aqui no Brasil a gente investia em refino e tinha gás barato, não dependia de humilhação de ninguém. Hoje tão entregando tudo de bandeja e ainda acham bonito.
Zizi
18/04/2026
Esses meninos mal-educados dos EUA nunca enganam ninguém com esse papo de “democracia”. O que eles querem mesmo é o petróleo alheio, como sempre. A história se repete desde o Iraque, e o povo é quem paga a conta. Lula tem razão quando fala em soberania e diálogo — é isso que constrói paz, não bomba.
Sgt Bruno 🇧🇷
18/04/2026
Ah, mas é claro! Os EUA sempre com esse papo de “liberdade” pra esconder o olho gordo no petróleo. Isso aí é geopolítica pura, meu amigo — quem manda nas rotas de energia manda no mundo. Selva!
Fernando O.
18/04/2026
Nada de novo sob o sol: petróleo sempre foi o motor das guerras e das “missões de paz”. O curioso é ver gente fingindo surpresa, como se os EUA movessem tropas por altruísmo. Números de produção e reservas falam mais alto do que qualquer discurso sobre democracia.
Tonho Patriota
18/04/2026
MAS É CLARO QUE É ISSO! OS EUA QUEREM MANDAR NO MUNDO E ROUBAR O PETRÓLEO DE TODO MUNDO, ENQUANTO FICAM FINGINDO QUE É PELA DEMOCRACIA. FAZ O L AÍ PRA VER SE O COMUNISMO NÃO CHEGA JUNTO COM A MAMADEIRA DE PÊRA!
Alice T.
18/04/2026
Tonho, comunismo é o fantasma preferido de quem não entende geopolítica. O império americano não precisa de “mamadeira de pêra” pra dominar o petróleo alheio — só de sanção, golpe e fake news sobre “liberdade”.
Eduardo C.
18/04/2026
Nada de novo sob o sol: onde há petróleo, há interesse geopolítico. É só olhar os números das reservas e das rotas comerciais para entender que o discurso “pela democracia” é pura fachada. Dados econômicos falam mais alto que qualquer diplomata.
Adalberto Livre
18/04/2026
MAS É CLARO QUE É ISSO!!! OS AMERICANOS NÃO CONSEGUEM VER UM BARRIL DE PETRÓLEO SEM QUERER METER O NARIZ!!! E AINDA TEM GENTE QUE ACHA QUE É “DEFESA DA DEMOCRACIA”… ACORDA, PESSOAL!
Mariana Ambiental
18/04/2026
Pois é, Adalberto — quando o assunto é petróleo, a “democracia” deles sempre dá um jeitinho de caber dentro de um oleoduto, né?