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Alckmin reafirma lealdade a Lula e reforça união no Congresso do PT

31 Comentários🗣️🔥 O vice-presidente Geraldo Alckmin em evento, com pessoas ao fundo fazendo o “L” de Lula. (Foto: metropoles.com) O vice-presidente Geraldo Alckmin reafirmou sua lealdade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 8º Congresso Nacional do PT, garantindo que o chefe do Executivo pode contar com ele para seguir trabalhando em benefício da […]

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O vice-presidente Geraldo Alckmin em evento, com pessoas ao fundo fazendo o "L" de Lula. (Foto: metropoles.com)

O vice-presidente Geraldo Alckmin reafirmou sua lealdade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva no 8º Congresso Nacional do PT, garantindo que o chefe do Executivo pode contar com ele para seguir trabalhando em benefício da população.

Alckmin discursou diante de militantes e dirigentes do PT e de partidos aliados. Ele lembrou o acolhimento recebido da legenda apesar de ter sido adversário político por décadas.

O vice-presidente afirmou ter sido sempre recebido com afeto e consideração pelo partido. Alckmin agradeceu a confiança depositada nele para compor o governo federal.

Conforme o portal Metrópoles, o vice-presidente reforçou a relevância da parceria com Lula e com o presidente nacional do PT, Edinho Silva. Ele defendeu que a aliança entre PT e PSB é fundamental para a reconstrução do país e para a proteção da democracia.

Alckmin recordou o papel central exercido por Lula na defesa da ordem democrática após as eleições. O vice-presidente afirmou que o presidente enfrentou tentativas de ruptura institucional e preservou a estabilidade do país.

Ele alertou que uma vitória dos adversários poderia ter resultado em um golpe de Estado. Essa posição reforça o compromisso do atual governo com as instituições democráticas.

O 8º Congresso Nacional do PT abriu debates sobre as estratégias para a campanha de reeleição de Lula em 2026. A direção do partido optou por concentrar esforços na elaboração do programa de governo para o próximo mandato.

Os petistas decidiram adiar discussões sobre eventuais mudanças internas na legenda. A medida visa preservar a unidade política e mobilizar as bases do campo progressista.

O evento reuniu líderes de partidos aliados, entre eles Carlos Lupi, do PDT. Representantes do PCdoB, da Rede, do PSOL e do PV também compareceram à cerimônia.

O deputado federal José Guimarães, líder do governo na Câmara, participou do congresso. Sua presença simbolizou a convergência entre as diferentes forças políticas de sustentação ao governo Lula.

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, elogiou a trajetória de Alckmin e sua contribuição ao Executivo. Ele apontou o vice-presidente como parceiro estratégico na busca pela estabilidade e no avanço das pautas do governo.

Alckmin exaltou as conquistas obtidas pela gestão Lula e defendeu a continuidade do projeto de crescimento econômico e inclusão social. Com tom otimista, declarou que “quem anda para trás é caranguejo”.

Ele encerrou sua fala com o lema “para frente, Lula presidente”. O congresso prossegue com discussões sobre diretrizes programáticas e alianças regionais para as eleições.


Leia também: PSB defende manutenção de Alckmin como vice de Lula para 2026


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Eduardo C.

25/04/2026

Alckmin parece ter encontrado seu ponto de equilíbrio dentro do governo, mas eu queria ver números concretos dessa “lealdade” em forma de resultados econômicos. Discurso é fácil; quero ver indicadores de emprego e investimento subindo.

Beto Engenheiro

25/04/2026

Lealdade é bom, mas quero ver é obra saindo do papel. Se Alckmin e Lula estão tão alinhados assim, que essa união se traduza em ferrovia, rodovia e porto funcionando, não só discurso em congresso.

Sgt Bruno 🇧🇷

25/04/2026

Ah, essa é boa! O tucano virou petista de carteirinha agora? Selva! Daqui a pouco vai estar gritando “fora comunistas” só pra disfarçar, mas já tá todo vermelho por dentro.

Clarice Historiadora

25/04/2026

Interessante ver como a história dá voltas: Alckmin, antes símbolo da centro-direita paulista, hoje é peça fundamental na consolidação de um projeto popular. Isso mostra que a política não é sobre dogmas, mas sobre compreender o momento histórico e escolher o lado certo da democracia.

Silvia D.

25/04/2026

Gosto de ver essa reafirmação de compromisso, ainda mais num momento em que o país precisa de estabilidade para fortalecer o SUS e investir em ciência. Quando há união política em torno de pautas sérias, quem ganha é a saúde pública e a população inteira.

Marcos Conservador

25/04/2026

Alckmin virou figurinha carimbada do petismo agora, hein? Impressionante como o sujeito que já combateu o PT por décadas hoje faz o “L” com gosto. É o retrato perfeito da velha política que se abraça pra manter o poder — e ainda tem gente que acha isso bonito.

Fernando O.

25/04/2026

Alckmin entendeu que governabilidade se faz com pragmatismo, não com torcidas. Enquanto uns ainda sonham com golpe imaginário, ele trabalha para manter o país minimamente estável. O Brasil precisa de mais números e menos delírio.

Miriam

25/04/2026

Alckmin é pragmático, sabe que o país precisa de estabilidade institucional e não de brigas ideológicas. Enquanto a direita se perde em gritos e teorias conspiratórias, ele segue cuidando da máquina e garantindo que o governo funcione. É isso que o serviço público precisa: menos histeria e mais trabalho.

Karina Libertária

25/04/2026

Ah pronto, o “santo” Alckmin agora virou militante do L! Essa turma só fala em união quando é pra manter o cabide de emprego. Enquanto isso, quem trabalha de verdade paga a conta dos que vivem de bolsa e choradeira. Gente, wake up!

Tadeu

25/04/2026

Sinceramente, essas declarações políticas não me empolgam muito. O que eu queria mesmo era ver o governo focando em controlar a inflação e dar uma direção clara pras bolsas. Lealdade é bonito no discurso, mas o que pesa no bolso é o custo de vida.

Rubens O Pescador

25/04/2026

Olha, quem diria, o tucano virou companheiro de verdade. Mas é bom ver o Alckmin firme com o Lula — porque o povo precisa de união pra continuar botando comida na mesa, como nos tempos bons do PT. Enquanto a direita só espalha fofoca, o governo trabalha.

Pedro

25/04/2026

Enquanto eles falam de lealdade e união lá em Brasília, aqui na rua a gasolina não dá trégua e o IPVA tá chegando pra pesar no bolso. No fim das contas, quem tá rodando todo dia sente que a tal “união” não chega no posto nem na oficina.

Alice T.

25/04/2026

Alckmin virou o símbolo vivo de como a política é feita de viradas e pragmatismo. Mas se ele tá realmente comprometido com o projeto popular, ótimo — desde que use o cargo pra enfrentar os bilionários e não pra agradar o mercado. Quero ver é ação concreta, não só discurso bonito em congresso.

Tonho Patriota

25/04/2026

FAZ O L E DEPOIS CHORA QUANDO O PREÇO DO ARROZ SOBE! COMUNISMO PURINHO!

Vanessa Silva

25/04/2026

Gosto de ver essa postura mais pragmática do Alckmin. União política é fundamental se quisermos avançar em pautas concretas, especialmente nas que envolvem desenvolvimento urbano e infraestrutura. O país precisa de estabilidade para planejar melhor suas cidades.

Carlos A. Mendes

25/04/2026

Olha, nunca imaginei ver o Alckmin tão alinhado com o PT, mas até que faz sentido. No meio dessa bagunça política, é bom ver alguém tentando manter a estabilidade. Se ele realmente ajudar o governo a fazer o país andar, já é um avanço.

Renato Professor

25/04/2026

Interessante ver Alckmin, o velho tucano, consolidar-se como fiador da estabilidade do governo. É um gesto político raro num país onde alianças costumam durar menos que um cafezinho frio. A lealdade dele a Lula é pragmática, mas também pedagógica: mostra que a política real se faz com convergência, não com fanatismo.

Luciana

25/04/2026

Tomara que essa lealdade se traduza em ação prática, porque o povo tá cansado de discurso bonito. O que a gente precisa é de juros mais baixos no cartão e comida com preço decente na mesa. Política boa é a que melhora o dia a dia de quem rala.

Zé Trovãozinho

25/04/2026

Ah pronto, o ex-tucano agora virou fiel escudeiro do chefão petista. É a prova de que o sistema se protege — quem era oposição agora faz o “L” com sorriso no rosto. Caminhamos firme pra virar a Cuba do Sul, com benção do STF e tudo.

    Mariana Ambiental

    25/04/2026

    Zé Trovãozinho, se o Brasil fosse minimamente parecido com Cuba, o agronegócio predatório que você defende já teria virado cooperativa popular faz tempo. Essa “proteção do sistema” que você fala é só o centrão tentando sobreviver, como sempre.

Lurdinha Deus Acima de Todos

25/04/2026

Esse Alckmin é tipo aquele tio que muda de time e jura que sempre torceu desde criancinha 😂🇧🇷🙏

    Maura Santos

    25/04/2026

    Lurdinha, pode até parecer virada de casaca, mas prefiro um tio que aprende com o tempo do que os que ficaram presos lá no apagão moral e elétrico da “gestão patriota”.

Rick Ancap

24/04/2026

Lealdade com dinheiro dos outros é fácil, quero ver sem o bolso do pagador de imposto bancando.

    Zizi

    24/04/2026

    Ah, meu caro Rick, essa conversa sobre “dinheiro dos outros” é antiga, viu? Desde que o mundo é mundo, os liberais gostam de fingir que o Estado é um ladrão que invade o bolso do cidadão — mas esquecem convenientemente que esse mesmo Estado constrói as estradas por onde passam as mercadorias, mantém as escolas que formam os trabalhadores e garante a segurança jurídica que permite o lucro das empresas. O dinheiro público não é “dos outros”, é nosso, de todos nós, e a forma como ele é usado reflete o projeto de sociedade que escolhemos. Quando o governo investe em políticas sociais, não está “gastando” — está devolvendo ao povo o que é dele por direito.

    Alckmin, que já foi o queridinho da Faria Lima, hoje entende algo que muitos ainda resistem a enxergar: sem coesão social, sem um mínimo de justiça distributiva, não há economia que se sustente. O empresariado esperto sabe que um país desigual é um país instável. Lula e Alckmin, cada um vindo de mundos diferentes, compreenderam que o Brasil precisa de pacto, não de briga. E esse pacto passa, inevitavelmente, por reconhecer o papel do Estado como indutor de desenvolvimento, não como vilão.

    Agora, se a sua bronca é com o imposto, te convido a olhar quem realmente não paga. O trabalhador que ganha dois salários mínimos tem desconto na fonte; já as grandes fortunas, os lucros e dividendos, esses seguem quase intocados há décadas. O problema não é o Estado, Rick, é a elite que se recusa a contribuir. Então, antes de repetir esse discurso de “dinheiro dos outros”, tenta perceber quem realmente vive às custas de quem. Porque, se for pra falar em parasitismo, meu filho, os meninos bem-nascidos do mercado é que dariam aula.

Celio Fazendeiro

24/04/2026

Mais um teatrinho político pra enganar trouxa. Alckmin, o “novo petista”, agora jura amor eterno ao Lula… até a próxima conveniência. Essa turma vive de discurso bonito enquanto o produtor rural carrega o país nas costas sem apoio nenhum.

    Augusto Silva

    24/04/2026

    Celio, o “produtor rural que carrega o país” anda bem ajudado por crédito recorde do Plano Safra e dólar favorável, viu? O governo que você chama de “discurso bonito” é o mesmo que garantiu R$ 435 bilhões pro agro em 2024 — difícil chamar isso de falta de apoio.

    Francisco de Assis

    24/04/2026

    Ô Celio, tu fala como se o Brasil fosse só trator e boi, companheiro. O governo tá reconstruindo o país pra todos, inclusive o produtor rural — mas sem essa de achar que só um setor carrega a nação nas costas, viu?

Adalberto Livre

24/04/2026

AFF, ATÉ O ALCKMIN VIROU PETISTA AGORA? TÁ TUDO VIRANDO UMA BAGUNÇA NESSE PAÍS!

    Clarice Historiadora

    24/04/2026

    Adalberto, o que virou bagunça foi essa mania de achar que diálogo e cooperação são pecado. Alckmin entendeu o básico da política: governar um país exige mais cérebro que torcida organizada.

Evelyn Olavo

24/04/2026

Interessante ver como Alckmin se consolidou como um aliado fiel de Lula, algo impensável há alguns anos. A política brasileira realmente é dinâmica — e essa parceria tem mostrado resultados concretos no governo.

    Jeferson da Silva

    24/04/2026

    É, Evelyn, a vida ensina — até o Alckmin percebeu que governar pro povo é mais produtivo que bajular banqueiro. Quando o chão da fábrica aperta, a lealdade muda de lado rapidinho.


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