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Rússia elogia resistência do Irã frente a ataques de EUA e Israel

2 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Rússia elogia resistência do Irã frente a ataques de EUA e Israel. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O vice-ministro da Defesa da Rússia, major-general Yevgeny Ilyin, destacou a atuação das Forças Armadas iranianas como exemplo de determinação e competência militar durante cerimônia em Moscou que marcou o Dia Nacional do […]

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Ilustração editorial sobre Rússia elogia resistência do Irã frente a ataques de EUA e Israel. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O vice-ministro da Defesa da Rússia, major-general Yevgeny Ilyin, destacou a atuação das Forças Armadas iranianas como exemplo de determinação e competência militar durante cerimônia em Moscou que marcou o Dia Nacional do Exército do Irã.

Ilyin afirmou que Teerã demonstrou ao mundo sua firme disposição em proteger os interesses nacionais. O militar russo acrescentou que o Irã respondeu de forma proporcional a cada ameaça externa.

O vice-ministro elogiou a coragem e a resistência das tropas iranianas. Segundo Ilyin, elas se consolidaram como pilar de estabilidade e independência para o país.

O oficial russo ressaltou que a cooperação entre Moscou e Teerã se aprofunda em diversas áreas. Ilyin citou campos que vão do mar profundo ao espaço sideral.

O militar reafirmou o compromisso russo em implementar os acordos bilaterais de defesa já assinados. Essas declarações reforçam o estreitamento dos laços estratégicos entre os dois governos.

De acordo com o portal Mehr News, o conflito teve início em 28 de fevereiro. Ataques aéreos dos Estados Unidos e de Israel resultaram no assassinato de altos oficiais iranianos.

As forças iranianas lançaram cem ondas de ataques contra alvos estratégicos americanos e israelenses no Oriente Médio. Essa resposta demonstrou capacidade de retaliação e de coordenação militar por parte de Teerã.

Após quarenta dias de confrontos, um cessar-fogo mediado pelo Paquistão entrou em vigor em 8 de abril. O acordo estabeleceu trégua inicial de duas semanas na região.

As primeiras rodadas de negociações entre Teerã e Washington não produziram acordo duradouro. O clima de tensão regional permanece elevado, com as forças iranianas em alerta.

Durante o mesmo evento em Moscou, o adido militar do Irã na Rússia, coronel Sadeq Rezaei Moqaddam, afirmou que as Forças Armadas iranianas agem com base em princípios morais. O coronel destacou que elas distinguem claramente alvos militares de alvos civis.

Rezaei Moqaddam acusou os Estados Unidos e Israel de cometerem crimes de guerra. Os ataques atingiram uma escola primária na cidade de Minab e mataram 170 estudantes e professores.

Os bombardeios também destruíram o destróier Dena, que retornava de exercícios navais na Índia. O oficial iraniano condenou essas ações contra infraestrutura civil e centros educacionais.

Rezaei Moqaddam enfatizou que os ataques revelam incapacidade de abalar a vontade do povo iraniano. A coordenação entre unidades do Exército e demais forças de defesa frustrou os planos dos agressores.

O oficial iraniano destacou que a ampliação da cooperação técnico-militar com a Rússia garante segurança para ambos os países. Essa parceria contribui diretamente para a estabilidade da Eurásia.

O coronel defendeu que a colaboração entre Teerã e Moscou representa resistência legítima ao unilateralismo. A aliança reforça o papel do eixo bilateral na busca por uma ordem internacional mais equilibrada.

As declarações refletem o fortalecimento das relações estratégicas entre Rússia e Irã. Os dois países compartilham visão comum sobre a contenção da expansão militar dos Estados Unidos.

O episódio evidencia avanço da cooperação no âmbito do BRICS e em outras plataformas multilaterais. Moscou e Teerã buscam consolidar um sistema internacional baseado no respeito à soberania nacional.

A convergência entre posições russas e iranianas se consolida como eixo central da nova arquitetura de segurança. Essa dinâmica ganha relevância tanto no Oriente Médio quanto na Eurásia.


Leia também: Irã contabiliza mais de 3.300 mortos em ofensiva dos EUA e Israel


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Zé Trovãozinho

25/04/2026

Olha aí o eixo do mal se unindo, exatamente o que o PT e o STF querem para o nosso país. Daqui a pouco o Brasil vira uma Venezuela ou uma Cuba do Norte de vez com esse desgoverno aliado de ditadores. Faz o L que a ditadura comunista está batendo na porta!

    Jeferson da Silva

    25/04/2026

    Baixa a bola, Zé Trovãozinho, que de ditadura você só entende quando o patrão corta seu descanso pra você lamber bota de político. Enquanto você delira com Cuba, a gente aqui no ABC tá suando a camisa pra reconstruir o que o seu capitão destruiu na canetada contra o trabalhador. Deixa de ser alienado e vai ver a realidade da linha de produção antes de vir falar asneira no blog.


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