O chefe da Organização de Medicina Legal do Irã, Abbas Masjedi, revelou que mais de 3.300 iranianos foram mortos na ofensiva militar conjunta dos Estados Unidos e Israel. Ele apresentou uma contagem detalhada que expõe o sofrimento imposto à população do país durante os bombardeios.
As vítimas incluem civis de diferentes faixas etárias atingidos em várias províncias iranianas. Um dos casos mais chocantes foi o ataque à Escola Primária Shajareh Tayyebeh, em Minab, que vitimou mais de 160 crianças.
Quarenta por cento dos corpos estavam inicialmente irreconhecíveis devido ao poder explosivo das armas empregadas. Equipes forenses baseadas em Teerã, Isfahan e Hormozgan dedicaram-se intensamente à identificação das vítimas e ao apoio às famílias, conforme apontou o portal Mehr News.
O balanço aponta para 2.875 homens e 496 mulheres mortos durante a campanha de ataques. Quatro corpos ainda não puderam ser identificados pelas autoridades iranianas.
Sete bebês com menos de um ano de idade estão entre as vítimas fatais da ofensiva. Outras 255 crianças de um a 12 anos e 121 adolescentes também perderam a vida nos bombardeios.
As províncias de Teerã, Hormozgan e Isfahan registraram o maior número de óbitos. Essa distribuição geográfica demonstra a amplitude dos alvos escolhidos pelos agressores estrangeiros.
O sistema de medicina legal do Irã manteve plena capacidade operacional mesmo sob condições extremas. Masjedi assegurou que a instituição contava com planejamento prévio e recursos estratégicos para lidar com a situação.
O dirigente afirmou que os serviços continuarão sendo prestados sem interrupção caso o conflito seja retomado. Essa declaração reforça o compromisso das autoridades com o apoio à população afetada.
O governo iraniano classifica os bombardeios como uma agressão não provocada contra sua soberania nacional. Tal ofensiva gerou uma resposta determinada por parte das Forças Armadas do Irã contra posições inimigas na região.
A tragédia vivida pelo país reforça a unidade nacional diante da ameaça externa. As autoridades prometem buscar justiça para todas as vítimas civis dos ataques.
Leia também: Ataque dos EUA e de Israel ao Irã: 85 meninas mortas em ataque a escola
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Beto Engenheiro
22/04/2026
Mais uma tragédia que mostra o custo humano da guerra e da falta de diálogo. Enquanto isso, bilhões são torrados em bombas quando poderiam estar sendo investidos em ferrovia, energia e infraestrutura que realmente mudam a vida das pessoas.
Marcos Conservador
22/04/2026
Mais uma tragédia causada por quem se acha dono do mundo. Esses ataques são justificados com o papo de “defesa da liberdade”, mas no fim é só destruição e morte. E ainda tem gente que defende essas potências como se fossem exemplo moral.
Mariana Ambiental
22/04/2026
Pois é, Marcos, a tal “liberdade” deles sempre vem acompanhada de bombas e sanções. Quando o lucro do petróleo fala mais alto, a moral vira só discurso de vitrine.
Vanessa Silva
22/04/2026
Trágico demais ver como decisões geopolíticas tomadas a milhares de quilômetros destroem vidas e cidades inteiras. É o tipo de ação que só atrasa o desenvolvimento urbano e humano da região, perpetuando ciclos de ódio em vez de reconstrução.
Luciana
22/04/2026
Triste demais ver tanta gente morrendo por causa de briga de poder. Enquanto isso, aqui a gente luta pra pagar o gás e o cartão de crédito. No fim, quem sofre é sempre o povo, lá e cá.
Adalberto Livre
22/04/2026
ESSA É A DEMOCRACIA QUE A ESQUERDA DEFENDE??? ACORDA, GENTE!!!
Alice T.
22/04/2026
Adalberto, ninguém aqui tá defendendo bombardeio, meu caro. O problema é justamente essa “democracia” que vira desculpa pra massacre quando convém aos bilionários de sempre.
Jeferson da Silva
22/04/2026
Adalberto, democracia não é bombardeio nem massacre, meu caro. Isso aí é imperialismo puro, e quem vive de apertar parafuso sabe bem quem paga a conta dessas aventuras de guerra.
Lurdinha Deus Acima de Todos
22/04/2026
Meu Deus do céu 😢🙏 isso é o fim dos tempos, tá tudo se cumprindo, acorda povo!!! 🇧🇷🙏🇺🇸
Renato Professor
22/04/2026
Lurdinha, o “fim dos tempos” que você está vendo é o colapso da razão — e isso, sim, é obra humana. Antes de culpar profecias, vale entender como a geopolítica e a economia moldam essas tragédias.