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Unicef condena assassinato de dois motoristas baleados pelo Exército de Israel durante entrega de água em Gaza

6 Comentários🗣️🔥 Moradores de Gaza enchem galões de água em um ponto de distribuição. (Foto: © Bashar Taleb / AFP) O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) declarou estar indignado após dois motoristas contratados pela agência serem mortos a tiros pelo Exército de Israel durante uma operação de distribuição de água no norte […]

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Moradores de Gaza enchem galões de água em um ponto de distribuição. (Foto: © Bashar Taleb / AFP)

O Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) declarou estar indignado após dois motoristas contratados pela agência serem mortos a tiros pelo Exército de Israel durante uma operação de distribuição de água no norte da Faixa de Gaza.

Os trabalhadores realizavam uma rota de abastecimento de rotina quando foram atingidos. Outras duas pessoas ficaram feridas no mesmo incidente.

Conforme reportagem da rádio RFI, os disparos ocorreram na área de Mansoura, no norte do território palestino. Ali fica o único ponto de abastecimento de água ainda funcional para caminhões-tanque, utilizado várias vezes ao dia pela Unicef e seus parceiros operacionais.

A Unicef informou que os motoristas não alteraram trajeto nem procedimento. A operação seguia os protocolos habituais de coordenação com as forças israelenses.

Após o ataque, a agência suspendeu todas as atividades no ponto de abastecimento até que sejam obtidas garantias concretas de segurança para seus colaboradores. A paralisação aprofunda o colapso do acesso à água potável para centenas de milhares de palestinos no norte do enclave.

O Exército de Israel declarou à AFP que seus soldados identificaram dois homens armados se aproximando da chamada linha amarela, que separa a zona sob controle israelense da área administrada pelo Hamas. Os militares afirmaram que abriram fogo por considerarem haver uma ameaça imediata e anunciaram revisão interna do episódio.

A Unicef exigiu investigação imediata das autoridades israelenses. A agência reafirmou que trabalhadores humanitários, prestadores de serviços essenciais e infraestruturas civis — incluindo instalações de água — não podem ser alvos de ataques sob nenhuma circunstância.

O Ministério da Saúde de Gaza contabiliza mais de 52 mil palestinos mortos desde o início da ofensiva israelense, desencadeada após os ataques do Hamas em 7 de outubro de 2023. Agências internacionais reconhecem esse número como subestimado diante do colapso dos sistemas de registro civil.

O cessar-fogo negociado com mediação do Catar, dos EUA e do Egito entrou em vigor em janeiro de 2025, mas foi rompido por Israel em março do mesmo ano, quando os bombardeios foram retomados em larga escala. O Exército israelense informou ainda que, no mesmo período do incidente com os motoristas da Unicef, cinco de seus soldados morreram em Gaza.

O ataque se soma a uma série de episódios que atingiram trabalhadores humanitários em Gaza, incluindo o massacre de sete funcionários da ONG World Central Kitchen, também por fogo israelense. Organizações internacionais alertam que a sistematicidade dos ataques a comboios identificados e previamente coordenados com o Exército israelense exige apuração independente.

A Unicef reiterou que continuará buscando meios de garantir o acesso à água e a serviços básicos à população civil de Gaza. A agência deixou claro que a segurança de seus colaboradores é condição inegociável para a continuidade das operações.


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Adriana Silva

26/04/2026

Essa Marta aí é só mais uma infiltrada da agenda globalista pra espalhar o comunismo no zap, Faz o L e vai pra Cuba que a Unicef é braço da China!

    Rubens O Pescador

    26/04/2026

    Ô Adriana, enquanto tu se perde nessas conversa de China e globalismo, a gente aqui na lida lembra bem que no tempo do PT o colono tinha trator novo e o prato cheio de carne, sem esse ódio que hoje faz gente feito tu bater palma pra trabalhador morrendo. É muita falta de vergonha ignorar pai de família baleado só pra defender política de quem nunca pegou numa enxada.

    Samara Oliveira

    26/04/2026

    Adriana, o Evangelho ensina a chorar com os que choram, não a inventar teoria da conspiração para ignorar a morte de quem levava água para o próximo. É muito triste ver o ódio político cegar a misericórdia e a compaixão de quem deveria valorizar a vida como o dom mais sagrado que Deus nos deu.

Pedro Neto

26/04/2026

Essas comunista ladrão só sabe mentir, faz o L e vai pra Cuba.

    Marina Silva

    26/04/2026

    Teu cérebro derreteu no grupo de zap ou tu só é desumano de ignorar trabalhador morto pra passar pano pra genocídio?

    Marta

    26/04/2026

    Ô, Pedro Neto, quanta pressa para passar vergonha, meu bem. Senta aqui um pouquinho e vamos conversar, porque a pressa é inimiga da educação, e pelo visto você faltou a muitas aulas de História e de Humanidades. Chamar de comunista quem se indigna com a morte de trabalhadores humanitários é o recurso mais preguiçoso de quem não tem argumento. O que a Unicef está denunciando não é ideologia, é a violação do Direito Internacional Humanitário, algo estabelecido lá atrás, após os horrores da Segunda Guerra, para que o mundo não se tornasse essa barbárie que você parece aplaudir.

    Esses meninos mal-educados repetem esse bordão de ir para Cuba sempre que a realidade bate à porta e dói. Me diga uma coisa: levar água potável para crianças sedentas em uma zona de guerra agora é crime ideológico? Os motoristas assassinados estavam exercendo o maior ato de amor ao próximo que existe, que é servir a quem nada tem. É exatamente esse o espírito que o nosso presidente Lula tenta resgatar: a diplomacia da paz e o olhar para o ser humano acima dos interesses bélicos. Enquanto você gasta seu tempo destilando esse ódio requentado de grupos de zap, o mundo real chora a perda de heróis anônimos que tomam tiro por defender o direito básico à vida.

    Aproveite que a aposentadoria da professora aqui me dá tempo de sobra e vá ler um pouquinho sobre a Convenção de Genebra antes de digitar essas bobagens. A ignorância, Pedro, é uma escolha, mas a falta de empatia é uma doença da alma. Tratar o assassinato de civis como narrativa política é o fundo do poço moral. O amor ao povo, que a gente defende com tanto orgulho, é o que nos diferencia de quem vê na guerra uma oportunidade para postar frases feitas. Melhore, menino, ainda dá tempo de aprender a ser gente grande e respeitar a dor alheia.


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