O preço do tomate registrou alta de 20,31% em março, conforme dados do IBGE divulgados no sistema SIDRA. O aumento expressivo no mês reflete a pressão sobre o custo de vida, especialmente em um período de demanda sazonal elevada, como o Dia das Mães.
Comparado a fevereiro, quando a inflação do tomate foi de apenas 0,30%, o salto de março é significativo. Essa diferença reflete uma aceleração no ritmo de alta dos preços, que pode estar associada a fatores climáticos ou logísticos.
Em relação a março de 2025, quando o tomate já havia subido 22,55%, a dinâmica de preços mostra que o produto permanece vulnerável a oscilações intensas, mantendo impacto relevante no orçamento das famílias brasileiras.
No acumulado dos últimos 12 meses, o tomate apresenta deflação de 0,73%. Esse dado, embora positivo, contrasta com o índice de fevereiro, quando o acumulado era de 1,12%, indicando que o alívio nos preços ao longo do ano não foi suficiente para conter a inflação recente.
Quando comparado ao acumulado de 12 meses de março de 2025, que registrava uma leve alta de 0,13%, o cenário atual reflete uma inversão de tendência, com preços voltando a cair no período mais longo, mas com flutuações mensais que afetam diretamente o consumidor.
Essa volatilidade é confirmada por levantamentos regionais, como o realizado pelo Procon Mato Grosso do Sul, que identificou variação de até 138,48% no preço do quilo do tomate em Campo Grande. A pesquisa, focada nos itens para o churrasco de Dia das Mães, reforça a necessidade de planejamento e pesquisa por parte do consumidor para minimizar o impacto no orçamento.
Com informações de CORREIODOESTADO.
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