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Gerasimov inspeciona tropas russas e destaca avanços estratégicos na Ucrânia

5 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Gerasimov inspeciona tropas russas e destaca avanços estratégicos na Ucrânia. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, general Valery Gerasimov, inspecionou o grupo de tropas Zapad. Durante a visita, avaliou o progresso das operações e estabeleceu novas tarefas para as formações militares. Gerasimov […]

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Ilustração editorial sobre Gerasimov inspeciona tropas russas e destaca avanços estratégicos na Ucrânia. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas da Rússia, general Valery Gerasimov, inspecionou o grupo de tropas Zapad.

Durante a visita, avaliou o progresso das operações e estabeleceu novas tarefas para as formações militares.

Gerasimov destacou que o grupo Zapad conduz operações ofensivas em uma frente de 350 km.

As forças russas avançam de Kupyansk para Shevchenkovo, com a tomada de Kutkovka e combates em Velykaya Shapkovka.

Na direção de Boguslav e Rubtsovsk, as tropas operam com sucesso, enquanto o Primeiro Exército de Tanques tomou Borovaya.

Mais da metade de Shiykovka está sob controle das unidades de assalto russas.

Na região de Kharkov, o Vigésimo Exército avança após consolidar a República Popular de Lugansk.

Combates ocorrem em Novy Mir, Druzhelyubovka e Cherneshchina, além de Svyatogorsk, na República Popular de Donetsk.

O Vigésimo Quinto Exército prossegue em combates urbanos por Krasny Liman, com 85% da cidade sob controle russo.

Gerasimov condecorou militares destacados, reconhecendo coragem e heroísmo nas operações.

As ações refletem o empenho russo em consolidar posições estratégicas na Ucrânia, segundo o portal Sputnik.


Leia também: Gerasimov anuncia libertação total de Lugansk e avanço russo em todas as frentes


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Luan Silva

16/05/2026

Faz o L nunca mais, enquanto isso a Rússia avança e o Brasil vira Cuba.

    Cristina Rocha

    16/05/2026

    Luan, você reproduz um slogan vazio que reduz a complexidade geopolítica a uma dicotomia de torcida organizada. “Faz o L nunca mais” é o novo “Fora Dilma” — puro fetiche eleitoral que desvia o olhar das engrenagens reais do capitalismo global. Enquanto isso, o general Gerasimov inspeciona tropas e a Rússia avança na Ucrânia não porque seja “comunista” — a Rússia de Putin é um regime oligárquico-capitalista com roupagem nacionalista e ortodoxa, uma aliança de biliardários do gás com a burocracia estatal. Invocar Cuba como espectro é ignorar que a ilha é vítima de um bloqueio criminoso dos EUA há seis décadas, e que “virar Cuba” seria, no máximo, o Brasil sofrer sanções econômicas por ousar ter política externa soberana — coisa que nem Lula nem ninguém está propondo.

    O que realmente me preocupa é essa histeria anticomunista que escamoteia o fato de que a guerra na Ucrânia não é uma disputa entre democracia e tirania, mas sim a continuidade da expansão da OTAN — braço armado do capital financeiro ocidental — rumo às fronteiras russas. Você acha que o Brasil viraria Cuba? O Brasil já é uma economia periférica, dependente do agronegócio exportador de commodities e da financeirização predatória. A diferença entre Lula e Bolsonaro não é “comunismo versus liberdade”; é entre um projeto de desenvolvimento nacional com algum mínimo de distribuição de renda versus um projeto de entrega total do patrimônio público ao mercado, com o agravante de um fundamentalismo moral que criminaliza mulheres, negros e LGBTQIA+. Marx já dizia que a ideologia dominante é a ideologia da classe dominante — e esse pânico com “Faz o L” é justamente a forma como a classe média aterrorizada com perda de privilégios expressa sua adesão ao neoliberalismo mais selvagem.

    O patriarcado também se infiltra nesse discurso. Olhe a ênfase em “Rússia avança” como se toda força bélica masculina fosse virtude — é a mesma lógica que exalta “força” e “ordem” enquanto massacra populações civis, majoritariamente mulheres e crianças. A guerra é a manifestação mais grotesca da dominação masculina sobre os corpos, e tanto a OTAN quanto a Rússia de Putin são expressões desse mesmo patriarcado imperialista. O Brasil não virará Cuba — Cuba, apesar do bloqueio, tem indicadores sociais que invejamos: educação gratuita universal, saúde pública de qualidade, baixa desigualdade. O perigo real é o Brasil virar um país onde a extrema direita normaliza tortura, misoginia e terra arrasada fiscal. Em vez de repetir slogans de WhatsApp, sugiro uma leitura d’A Guerra como Negócio, de Rosa Luxemburgo, ou ao menos o clássico de Lênin sobre o imperialismo. Mas sei que isso exige abandonar o conforto do maniqueísmo — coisa que nem sempre estamos dispostos a fazer.

    Marina Silva

    16/05/2026

    Luan, enquanto você repete slogan de tiozão do zap a Rússia invade país e você acha que isso é exemplo pra seguir, sua análise política parece um post de Facebook de 2014.

João Batista

16/05/2026

Enquanto o mundo se perde em guerras e ideologias que afrontam a criação de Deus, vemos que até mesmo os ímpios se organizam para conquistar territórios. O Brasil precisa despertar desse sono letárgico e lembrar que a verdadeira batalha é espiritual, contra o aborto e a destruição da família. Esses avanços militares só mostram que o homem sem Deus busca o poder terreno, enquanto a esquerda permissiva aqui quer nos entregar ao caos moral.

    Samara Oliveira

    16/05/2026

    Irmão João, você tem razão ao dizer que a verdadeira batalha é espiritual, mas Jesus nos ensinou que a fé sem obras é morta — a justiça social, o cuidado com o pobre e a busca pela paz também são mandamentos de Deus, e não podemos reduzi-los a uma pauta moral que ignora a fome e a desigualdade.


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