Cafezinho 2 minutos: Posse de Bolsonaro e alegações finais contra Lula

Em uma semana de vida, Rede recebe dez filiações vindas de outros partidos

Por Redação

29 de setembro de 2015 : 16h22

Por Carlos Eduardo, editor assistente do Cafezinho

Uma semana após seu registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Rede Sustentabilidade já angariou oficialmente dez filiações de políticos com mandatos por outras legendas. A maioria de partidos da esquerda, como PT, PCdoB e Psol.

São eles:

  • Senador Randolfe Rodrigues (ex-Psol/AP)
  • Deputado Federal Alessandro Molon (ex-PT/RJ)
  • Deputado Federal Miro Teixeira (ex-PROS/RJ)
  • Deputado Federal Aliel Machado (ex-PCdoB/PR)
  • Deputados Federal João Derly (ex-PCdoB/RS)
  • Deputado Distrital Claudio Abrantes (ex-PT/DF)
  • Deputado Distrital Chico Leite (ex-PT/DF)
  • Deputada Distrital Luzia de Paula (ex-PEN/DF)
  • Vereadora Heloísa Helena (ex-Psol/AL)
  • Vereador Jefferson Moura (ex-Psol/RJ)

Segundo notícias divulgadas pela imprensa, até o fim da semana mais políticos podem aderir à Rede de Marina Silva.

No entanto, ainda é cedo pra dizer se as filiações de nomes importantes da esquerda foram movidas por “interesses pessoais e eleitoreiros” – como afirma o presidente do PT, Rui Falcão – ou se teremos realmente um novo partido de esquerda disputando a opinião pública.

Ao menos, nesta segunda-feira (28), em entrevista ao jornal O Globo, Marina Silva classificou a tentativa de impeachment da oposição como “oportunismo político”.

Como havia dito anteriormente, se não embarcar na onda golpista, já será um bom começo.

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30 comentários

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Claudio.sj

01 de outubro de 2015 às 06h13

O Cafezinho é simpático à REDE.

Parabéns….

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Irion

30 de setembro de 2015 às 12h57

Será que todos esses passarão a defender, conjuntamente, a ENTREGA (“internacionalização”!) da Amazônia a seus patrocinadores ianques?? (Soros, etc.)

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Juliano

30 de setembro de 2015 às 09h05

Os idiotas foram correndo se filiar a REDE achando que terão mais espaço político e poderão embarcar na onda do “anti-tudo” e esqueceram que o partido foi criado pela Marina e para a Marina. Logo vão ver que não terão espaço e nem poder para decidir nada, vão começar a se digladiar internamente e a REDE logo se tornará mais um partidinho sem expressão que sobrevive com as migalhas jogadas pelos grandes partidos.

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naldo

30 de setembro de 2015 às 07h41

Facil saber quem votará na bla bla rina, os direitistas enrustidos, os reacionarios envergonhados, aqueles que votam para mudar e deixar as coisas justamente como estão, por que partido que é sustentado por bancos é igual a central sindical sustentada por patrões: um engodo.

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Claudio.sj

30 de setembro de 2015 às 06h35

Os covardes pulam do barco. E na próxima eleição irão apoiar o Aécio como fez a Marina.

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Patrice L

30 de setembro de 2015 às 02h23

No passado, o Cafezinho foi mais feliz em desvendar o enigma Marina.

Ressalvou algumas das suas boas (porém não exclusivas!) ideias, mas não deixou de apontar o baixo nível político de que ela é capaz e, também, a captura da moça e da rede pelos “dinheiráticos”.

Até como contexto de então, vale lembrar que Marina é de tal sorte sem caráter que ela raivosamente acusava o PT por não ter conseguido legalizar a Rede, quando a falha – e assim o disse o partidário dela, Sirkys – era atribuível à própria Marina, que acreditou atingir o quorum exigido apenas com associar seu nome e fama à empreitada.

(mais outra prova do seu caráter: tentou, também com seu nome e fama, ajeitar a coisa via tapetão)

Do Cafezinho, na eleição passada:

https://www.ocafezinho.com/2013/10/07/o-antichavismo-insustentavel-de-marina-silva/

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P

30 de setembro de 2015 às 02h22

No passado, o Cafezinho foi mais feliz em desvendar o enigma Marina.

Ressalvou algumas das suas boas (porém não exclusivas!) ideias, mas não deixou de apontar o baixo nível político de que ela é capaz e, também, a captura da moça e da rede pelos “dinheiráticos”.

Até como contexto de então, vale lembrar que Marina é de tal sorte sem caráter que ela raivosamente acusava o PT por não ter conseguido legalizar a Rede, quando a falha – e assim o disse o partidário dela, Sirkys – era atribuível à própria Marina, que acreditou atingir o quorum exigido apenas com associar seu nome e fama à empreitada.

(mais outro registro do seu péssimo caráter: tentou, também com seu nome e fama, ajeitar a coisa via tapetão)

Do Cafezinho, na eleição passada:

https://www.ocafezinho.com/2013/10/07/o-antichavismo-insustentavel-de-marina-silva/

Enviado via iPad

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Ninguém

29 de setembro de 2015 às 23h44

A Rede é a pseudo-esquerda que a direita adora. É o partido da direita festiva. Miguel, não caia nessa furada. Lembre-se: a Marina apoiou Aécio, o agressor de mulher, no segundo turno. Vamos repetir: a Marina apoiou Aécio, o político-playboy do Leblon, no segundo turno.

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    Alguém

    30 de setembro de 2015 às 07h58

    Ué, queria que ele apoiasse quem, o estelionato eleitoral petista ?

    Responder

Luís CPPrudente

29 de setembro de 2015 às 21h37

Antes de saber para qual partido o senador Randolfe Rodrigues foi, eu pensava que ele poderia ter ido para o PSDB ou ex-PFL (DEM), isto porque ele esteve mais vezes aliado a estes partidos racionários e direitistas do que apoiando as medidas sociais democráticas que os governos petistas tentavam aprovar.

Randolfe Rodrigues foi aquele senador de “esquerda” que fez honras e bajulou a famiglia Marinho numa sessão do Senado Federal.

Espero que o Randolfe Rodrigues atue como um cara de esquerda no partido Rede. Mas não tenho muita convicção nesse partido, só temos que torcer para que esse partido se torne um partido de esquerda (ou centro esquerda).

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Messias Franca de Macedo

29 de setembro de 2015 às 21h36

O custo que o PSDB impôs ao Brasil, por Delfim Netto

TER, 29/09/2015 – 18:56

Do Valor

A saída: fazer do limão uma limonada!

Por Antonio Delfim Netto

As votações dos deputados nas sessões da Câmara, nas últimas semanas, foram aulas práticas sobre a psicologia humana. Confirmaram a velha tese de Mencken (H.L.Mencken ­- “The Smart Set”, 1919): “Ninguém merece ilimitada confiança. Na melhor das hipóteses, a traição depende da tentação suficiente”.
(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://jornalggn.com.br/noticia/o-custo-que-o-psdb-impos-ao-brasil-por-delfim-netto

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Elena Osawa

29 de setembro de 2015 às 21h25

Olha só a última pérola da Marina que li no DCM do jornalista Paulo Nogueira: “Não sou de direita, nem de esquerda. Sou sustentabilista progressista.” Pronto, começou o blá blá blá da Marina da Silva.

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Luís CPPrudente

29 de setembro de 2015 às 21h25

Sou simpatizante do PCdoB e vi na lista citada hoje que o PCdoB perdeu dois deputados para o partido Rede: João Derly e Aliel Machado. Estes dois foram eleitos num curto período vereador (2012) e deputado federal (2014), sendo que este último Aliel tinha mais ligação com o PCdoB do que o primeiro João Derly. Um dos motivos que fez Derly sair do PCdoB, segundo o próprio foi a divergência sobre a CPMF, pois Derly era contrário à CPMF (que qualquer progressista e sujeito de esquerda defende como um imposto progressivo que atinge mais os ricos do que os pobres). Será que João Derly é um cara de esquerda? Espero que sim. Já o Aliel tem mais cara de esquerda, mas ficou estranho a saída dele do PCdoB. Espero que estes dois atuem como pessoas de esquerda no partido Rede. Mas…

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Jorge Moraes

29 de setembro de 2015 às 20h15

A performance de Marina como ministra e principalmente como candidata a presidente nas últimas eleições desabona sua inclusão no rol das forças progressistas.

Camaleônica, durante a campanha de 2014, mudava de posição a cada dia, muitas das vezes de forma pusilânime (caso Malafaia).

O ápice do absurdo, no entanto, foi quando resolveu apoiar o projeto do PSDB, então cavalgado pelo inacreditável neto de Tancredo.

Poderia ter ficado neutra. E não o fez.

Não me surpreenderei inclusive, se, no frigir do ovo da serpente, bandear-se para os que pretendem apear, pela via do golpe, a presidenta eleita.

E tem outra coisa, mais importante do que a própria cambiância da personagem: como conciliar capitalismo e ecologia?

Quanto à qualidade política dos ingressantes na chamada “Rede”, atenho-me à figura histriônica da ex-senadora e ex-candidata a presidente pelo PSOL, a Sra. Heloísa Helena, que, de defensora intransigente da “ética na política” e implacável acusadora das “práticas políticas equivocadas do PT” (“aliou-se aos bancos, trocou apoio no congresso por dinheiro, etc.”), terminou, qual a Greta Garbo de araque da peça de teatro, no Irajá.

Um Irajá, “in casu”, com banco central independente e forte “apoio cultural” da casa de caridade Itaú. Além de toneladas de cosméticos da Natura.

Naturalmente. Faça, quem quiser, bom proveito.

Responder

Antonio Luiz Teixeira

29 de setembro de 2015 às 20h12

‘Uma semana após seu registro junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a Rede Sustentabilidade já angariou oficialmente dez filiações de políticos com mandatos por outras legendas. A maioria de partidos da esquerda, como PT, PCdoB e Psol.’
(…)
‘No entanto, ainda é cedo pra dizer se as filiações de nomes importantes da esquerda foram movidas por “interesses pessoais e eleitoreiros” – como afirma o presidente do PT, Rui Falcão – ou se teremos realmente um novo partido de esquerda disputando a opinião pública.’

Pois é Miguel, mais do que ler os clássicos da filosofia e política, como parece seu hábito, você precisaria passar por um especialista em labirintite para lhe recuperar a faculdade de se movimentar com os pés no chão.
Por diversas vezes, a própria Marina já declarou que “não somos de direita, nem de esquerda”.

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Messias Franca de Macedo

29 de setembro de 2015 às 19h24

…Ó o que a Blábláblárina é: IA
Risos

https://www.youtube.com/watch?v=iCk7UGK2zz8

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Messias Franca de Macedo

29 de setembro de 2015 às 19h20

…Ó o que a Blábláblárina é:

https://www.youtube.com/watch?v=lNGHcd33kh8

Responder

Messias Franca de Macedo

29 de setembro de 2015 às 19h20

… Para quem gosta de engodo militante, falatório [pseudo]iluminista e perfídia… *Blábláblárina “é um prato cheio para os arrivistas e mercenários”!…
*Silva?! Companheira?! Confiável?!…

Quando os Heráclito Fortes, Álvaro Dias, Mário Couto et caterva oportunistas da vida (S)erra(NTE) começarão a embarcar na canoa [furada?!] da Blábláblárina?!…
Eu só quero ver a cara “de desapontamento” do Psolista Randolph Rodrigues, do “petista” Alessandro Molon e demais traíras!
Traíras?!…

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zuleica jorgensen

29 de setembro de 2015 às 18h59

O mais curioso, na minha opinião, é que esses políticos estão se filiando à Rede/Marina/Itaú/Soros achando que poderão levar adiante suas propostas. Será que eles não conhecem a dona da legenda? Não sabem que a única coisa real que Marina defende é …Marina? Vão ver mais adiante o que fará a destruidora de partidos políticos.

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Laura

29 de setembro de 2015 às 18h33

Qual é, O Cafezinho entrou na Rede?
Não dá.
Isso aqui é propaganda partidaria?
Sempre confiei em voces, mas assim não dá.

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Eliana

29 de setembro de 2015 às 18h24

Já falei que esta Rede é de direita.
É uma furada!

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Cláudio

29 de setembro de 2015 às 17h56

Penso que nem Marina, nem Ciro Gomes se interessem pelo impeachment por alguns motivos.
Um governo Temer seria como uma ponte para trazer o psdb ao poder. Como foi o governo Itamar.
Se o golpe fosse além e tivesse que haver nova eleição, pior. Pois nem Marina, nem Ciro poderiam concorrer, já que não tem um ano como filiados em seus novos partidos políticos, como manda a lei eleitoral vigente.

Fazem o papel deles.

Só o desenrolar dos fatos e as eleições municipais dirão qual perfil a Rede terá… Por enquanto não vislumbro nenhum movimento à esquerda.

Responder

    Sandra

    29 de setembro de 2015 às 18h51

    Concordo com você no sentido de que a ninguém, nem mesmo à oposição interessa o impeachment, mas entre todos os envolvidos, Ciro Gomes seria, em minha opiniao, o melhor nome. E gostaria muito que fosse com o apoio do Lula.

    Responder

Robson Voigt

29 de setembro de 2015 às 17h35

Pode-se dizer sustentabilidade = itaú … não entendi… vamos ver se com o fim do financiamento empresarial de campanha esse casamento continua…

Responder

L@!r M@r+35

29 de setembro de 2015 às 17h33

É, vai ver estão comprometidos com o avanço social do Brasil.

Ir parar na grande mídia golpista é só coincidência:

Alexandre Tambelli: Alessandre Molon, do PT para matéria de página inteira em O Globo

http://www.viomundo.com.br/politica/alexandre-tambelli-alessandre-molon-do-pt-para-materia-de-pagina-inteira-em-o-globo.html

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Sidnei Brito

29 de setembro de 2015 às 17h29

O não embarcar na onda do impeachment é, ao seu modo, um oportunismo também.
É uma forma de se mostrar diferente e mais arejado. Ao mesmo tempo, ganha tempo para esperar as próximas eleições.
No quadro atual, Marina não iria ficar com nada do butim.
Política com P maiúsculo aí.

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otavio de Souza

29 de setembro de 2015 às 17h07

Vixe. É a esquerda (?) porra-loca.

Responder

    L@!r M@r+35

    29 de setembro de 2015 às 17h22

    Esse título pertence, honrosamente, ao PCO!

    Marina já deu a letra: “Não somos esquerda nem direita… somos sustentabilidade.”

    Seja lá o que isso signifique, com certeza não é ser de esquerda. Fosse assim, não teria a dona do Itaúúúúú ao lado dela.

    Responder

      Rodrigo

      30 de setembro de 2015 às 07h59

      Ué, mas e o petê que tem um dos executivos do Bradesco a seu lado ?

      Responder

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