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IPCA-15 desacelera e fecha janeiro em 0,92%

Por Redação

22 de janeiro de 2016 : 10h54

por Vinícius Lisboa, na Agência Brasil 

Prévia da inflação oficial varia 0,92% em janeiro influenciada por alimentos

A prévia do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA-15) em 2016 teve variação de 0,92% em janeiro, divulgou hoje (22) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em dezembro do ano passado, o IPCA-15 teve variação de 1,18%, o maior resultado para meses de dezembro desde 2002. Em janeiro de 2015, a prévia da inflação ficou em 0,89%.

Com o resultado, a taxa acumulada em 12 meses ficou em 10,74%. De janeiro a dezembro de 2015, a prévia acumulou uma variação de 10,71%.

O indicador é chamado IPCA-15 porque mede a variação de preços entre os dias 15 do mês anterior e do mês de referência.

Alimentos

O grupo alimentação e bebidas foi o que apresentou a maior inflação no primeiro indicador deste ano, ao variar 1,67%. A oscilação de preços, no entanto, desacelerou em relação a dezembro, quando estava em 2,02%.

Os três alimentos que tiveram as maiores altas nos preços são muito presentes na mesa do brasileiro: a cenoura (23,94%), o tomate (20,19%) e a cebola (15,07%).

O movimento de desaceleração da alta de preços também ocorreu na habitação (de 0,69% para 0,57%), nos artigos de residência (de 0,60% para 0,48%), no vestuário ( de 0,73% para 0,49%), nos transportes (1,76% para 0,87%), educação (0,32% para 0,28%) e comunicação (0,87% para 0,11%).

A inflação registrou alta apenas nos grupos saúde e cuidados pessoais, de 0,61% para 0,66%, e despesas pessoais, de 0,56% para 1%.

Transportes

O aumento das tarifas de ônibus urbanos em algumas capitais brasileiras como São Paulo e Salvador puxou para cima a inflação sobre o grupo transportes. A variação para os transportes públicos foi de 1,12%, acima dos 0,87% registrados no grupo. Para os ônibus urbanos, a taxa foi de 1,92%.

Táxis (1,47%) e ônibus intermunicipais (2,65%) também ficaram acima do índice geral do grupo. Os combustíveis foram o componente de maior impacto no índice, com uma inflação de 1,26%.

Pesou para que o índice desacelerasse a queda da inflação para as passagens aéreas, que saíram de uma alta de 36,54% em dezembro para uma queda de 5,79% em janeiro.

Despesas pessoais

Entre as despesas pessoais, as maiores variações na inflação vieram de excursão (7,07%), manicure, (2,17%) e cigarro (1,51%).

Nos estados

Com a divulgação do IPCA-15 de janeiro, a região de Curitiba é a que mais acumula alta de preços, com 12,27% de inflação em 12 meses. Apesar disso, a capital paranaense teve desaceleração entre dezembro e janeiro – o índice de 1,29% caiu para 0,53%.

No indicador mensal, a maior inflação foi registrada em Fortaleza, com 1,20%. Na capital do Ceará, houve desaceleração em relação a dezembro, quando a taxa foi de 1,37%.

Belo Horizonte é a capital pesquisada que acumula a menor inflação em 12 meses, de 9,33%. Diferentemente da maioria das cidades, a capital mineira não teve desaceleração e repetiu em janeiro o índice de dezembro, de 0,79%.

Com peso de 31,68% no indicador nacional, São Paulo teve desaceleração, de 0,99% para 0,95%, e acumula 11,05% de inflação em 12 meses, acima da média do Brasil, de 10,74%.

Edição: Talita Cavalcante

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8 comentários

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Everton De Oliveira Dias

23 de janeiro de 2016 às 00h30

Só tem coxinha burro aqui credo!!!

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Paulo Nogueira Liborio

22 de janeiro de 2016 às 22h49

+ desemprego – consumo = ?

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Fabio Monteiro

22 de janeiro de 2016 às 19h04

kkkkkkkkk o tendencioso…
Deixa chegar o início da escolinha dos brasileirinhos o cafezinho.
deixa chegar no preço os reajustes de onibus e gasolina..Março imagino que o cafezinho não publicara o IPCA porque é torto pra esquerda nunca vi um jornalista imparcial. mas esse “jornalista” ai em cima me da dor de barriga.

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Mateus Cerqueira Moura

22 de janeiro de 2016 às 18h51

Tem que abaixar é a bandeira vermelha para amarela O Cafezinho

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Vitor

22 de janeiro de 2016 às 13h43

Tem que comparar a inflação de janeiro de 2016 com a de janeiro de 2015, que infelizmente houve um pequeno acréscimo. Vamos torcer para que esse movimento seja revertido nos próximos meses, caso contrário teremos mais um ano com 2 dígitos de inflação…
Comparar com dezembro de 2015 é besteira. É a sazonalidade, estúpido!

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Silvio Guedes

22 de janeiro de 2016 às 13h35

A mídia lixo desde quando existiu no Brasil, sempre teve lado, o lado dos escravocratas, dos banqueiros sem pátria, dos políticos corruptos comprados, da justiça praticada por juízes corrompidos, sempre do lado dos exploradores do povo dessa terra. Agora não tem como esconder o tempo todo da população brasileira, porque temos WEB, por fim a mídia lixo teve de assumir a própria existência que é covarde e traidora.
O plano A e B parece que está ficando distante.
Plano A do golpe do PSDB/mídia lixo, eliminar do governo a presidente Dilma e o vice Temer convocando novas eleições para evitar que as investigações os peguem, o plano B do golpe do PSDB/mídia lixo, colocar o Temer no lugar da presidente Dilma e aplicar a pauta “ponte para o inferno” de brutal retrocesso e evitar a justiça nos pés deles, plano C é sangrar o país com a ajuda da mídia lixo até as eleições de 2018, sem proposta para o país e agredindo a economia como um todo, esperando que essa mesma mídia lixo ao esconder os crimes deles os relance novamente ao poder, a mídia lixo quer ladrões no poder senão não sobrevive. Existe a visibilidade dentro do plano C do grupelho PSDB/mídia lixo também de destruir a reputação de qualquer político que possa ser presidenciável e que os contrarie nos seus planos de entrega de nosso país. O plano A e B parece que está ficando distante, mas fiquemos a postos porque ainda tem o TSE que ao que parece não está isento de interesses partidários, para acompanharmos de perto e não permitir injustiças que atentem contra a soberania do Brasil. Precisamos lutar contra o plano C, o povo brasileiro espera que a JUSTIÇA faça seu trabalho e encarcere também os tucanos corruptos junto com políticos mafiosos de outros partidos aliados deles, mais seus representantes da empresa mídia lixo que vem detonando o país em qualquer época.

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Marcus Vinicius Meschini

22 de janeiro de 2016 às 13h34

Depois da Mijada pra tras do presidente do BC.
Mas isso é ilusório, é pra enganar otários, ela já está em 2 digitos

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