Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Brasília- DF- Brasil- 07/04/2015- O juiz federal Sérgio Moro participa de apresentação de um conjunto de medidas contra a impunidade e pela efetividade da Justiça, na sede Associação dos Juízes Federais do Brasil (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

Supremo e TRF-4 apontam ao menos 18 erros de Moro na “Lava Jato”

Por Redação

25 de janeiro de 2016 : 21h26

no Consultor Jurídico

O juiz federal Sergio Fernando Moro manteve prisões com fundamentos genéricos, tenta aplicar uma espécie de juízo universal e violou competência do Supremo Tribunal Federal ao deixar de enviar à corte investigação que citava autoridades com prerrogativa de foro. Para quem não acompanha de perto a famosa “lava jato”, essas afirmações podem parecer tiradas da recente carta de advogados contrários a medidas tomadas na operação. Todas elas, porém, são conclusões do STF, onde ao menos 11 decisões de Moro foram derrubadas entre 2014 e o início de 2016.

Levantamento da revista Consultor Jurídico identificou outras sete determinações reformadas pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região desde que os processos entraram na 13ª Vara Federal de Curitiba (veja quadro abaixo). Como a maioria dos recursos foi negada, o caso continua em andamento e está próximo de completar dois anos, sem indícios de chegar ao fim.

Advogados apostam que ainda será reconhecida a nulidade de dados sobre contas bancárias na Suíça usadas pelo Ministério Público Federal. O tratado de cooperação jurídica entre o Brasil e a Suíça para matéria penal define que cabe às autoridades centrais dos países fazer pedidos e autorizar a troca de documentos. Mas o MPF trouxe da Suíça documentos sem aval do Ministério da Justiça.

Para o procurador regional da República Vladimir Aras, não houve problema no procedimento, por considerar que contatos prévios com as autoridades suíças permitiram a solicitação de dados “precisos, adequados e completos”.

Uma série de procedimentos da “lava jato” também já foi alvo de questionamentos, como relatou a ConJur. Advogados reclamam de vazamentos seletivos, dizem que a Polícia Federal demorou a informar indícios de envolvimento de deputados federais, apontam disparidade de armas em relação ao MPF e avaliam até que Sergio Moro complementa o trabalho da força-tarefa, com perguntas parciais – segundo cálculos dadefesa da empreiteira OAS, o juiz fez 2.297 questionamentos durante as audiências, enquanto os procuradores fizeram 953.

Em seus despachos, Moro nega prejudicar a defesa. Membros do MPF, por sua vez, reforçam que a maioria dos atos do juiz foi mantida por tribunais superiores até agora. Em julho de 2015, levantamento da força-tarefa concluiu que advogados de defesa só haviam ganhado 3% dos recursos até então. No Superior Tribunal de Justiça, nenhum argumento passou.

Lupa nos atos processuais

O Supremo acabou intervindo para liberar investigados presos em caráter preventivo, mesmo antes que tribunais inferiores analisassem pedidos de Habeas Corpus em colegiado, como é praxe na corte. “É verdade que sobejam elementos indicativos de materialidade e autoria de crimes graves”, reconheceu o ministro Teori Zavascki ao analisar a prisão do ex-diretor da Petrobras Renato Duque, em fevereiro de 2015.

“Porém, o magistrado de primeira instância restringiu-se a valorar a existência de indícios de que o investigado manteria expressiva quantidade de dinheiro no exterior e poderia, em razão disso, fugir do país, subtraindo-se à jurisdição criminal. Não houve, contudo, a indicação de atos concretos atribuídos ao paciente que demonstrem sua intenção de furtar-se à aplicação da lei penal”, afirmou Zavascki em voto seguido por unanimidade na 2ª Turma do STF.

O entendimento abriu caminho para outras 14 solturas, em seis decisões posteriores. Em abril, o ministro Gilmar Mendes afirmou que “o clamor público não sustenta a prisão preventiva”, mesmo que a liberdade de acusados gere sensação de impunidade. No último dia 15 de janeiro, foi o ministro Ricardo Lewandowski, presidente do tribunal, quem constatou “constrangimento ilegal na manutenção da segregação cautelar” do publicitário Ricardo Hoffmann. O ministro considerou suficientes medidas cautelares como entrega do passaporte, recolhimento domiciliar e proibição de contato com outros réus.

Maior repercussão teve a decisão do Supremo de fatiar a “lava jato”, considerando que outros juízos deveriam analisar “filhotes” do caso. “Nenhum órgão jurisdicional pode se arvorar de juízo universal de todo e qualquer crime relacionado a desvio de verbas para fins político-partidários, à revelia das regras de competência”, declarou o ministro Dias Toffoli.

No TRF-4, foram derrubados decretos de prisão preventiva baseados em notícias de jornais. Em abril de 2015, Moro entendeu que a medida era necessária diante de relatos de encontros entre advogados de investigados com o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo. O juiz assinou a ordem de ofício, sem ser provocado, por entender que os veículos de imprensa têm “credibilidade”.

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, relator do caso, concordou que a conversa com o ministro parecia “moralmente questionável”, mas disse que não havia nos autos nenhum fato concreto justificando “imposição de medida tão extrema” nem faria sentido responsabilizar os acusados por atos de terceiros.

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39 comentários

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ABMAEL BORGES

06 de agosto de 2020 às 13h57

ETERNO PRESIDENTE

Meu querido presidente LULA!!!! valente Guerreiro!!! Coração de menino, mas força de Gigante!!!!!
Veio tão pequenino do Sertão Nordestino pra cidade grande tentar sobreviver!!!!!!!!!!!
Mas a VIDA quis te presentear e te deu o BRASIL ?? para governar!!!!!
Foi tão bom Presidente que pedimos Bis!!! Muitos Bis!!!Bis!! Bis!!!
Mas os “PODEROSOS” não deixaram trancafiando nosso querido Presidente LULA para não se eleger novamente!!
Mas suas ideias e sua energia de amor pelo povo e pelo país estão soltas com milhões de LULAS pelo Brasil??
LULA fez muito para os menos favorecidos!!! e para o povo trabalhador!!!!
Elevou em Dignidade e Respeito o Brasil ?? para os que de fora Olhavam!!!!!!
Foi chamado por BARAK OBAMA o Presidente da mais importante Nação do mundo de o CARA!!!!
Seu nome LULA , vai ficar pra sempre na Luz da História como o melhor PRESIDENTE DO BRASIL ?? DE TODOS OS TEMPOS!!!
Um acontecimento talvez difícil de se repetir nas próximas gerações Vindoura!!!!
LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA!!!!! Você nasceu pra Brilhar e brilhar sempre!!!
Sua Estrela Brilha!!!

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Juarez Oliveira

26 de setembro de 2016 às 18h03

Paladino juiz Sérgio Moro (PSDB-PR), em sua sagrada missão de caçar petistas e blindar tucanalhas.

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Sindronio Lagos

01 de setembro de 2016 às 16h16

A força incoercível do Povo deve erradicar “ex radice” todos os sádicos comunistas da súcia e súditos do Chefe dos crimes hediondos do PT, os infiltrados no STF, que concebem o mau e dão a luz a iniquidade, no sufrágio com máscara de legalidade continuou e continua, saqueando e roubando todas as riquezas da Nação, os traidores da Pátria, trapacearam urnas eletrônicas na eleição presidencial, agora emanam sequelas advindas dos roubos e negociatas que destruíram a Nação Brasileira, por ordem e a mando do inumano comunista de 9 dedos LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA chefe da facção dos crimes hediondos da súcia e súditos do PT autor de crimes contra a HUMANIDADE, carece ser fuzilado em praça pública pelo Povo do Brasil de quem ele roubou – saqueou e quebrou alquebrado. Os números adulterados visíveis que os facínoras comunistas infiltrados nos três poderes os fabricam e os convalidam, em benefício próprio, varrendo do mapa a Nação e traindo a Pátria.
O JUSTO (POVO – NAÇÃO BRASILEIRA) E A JUSTIÇA POLÍTICA; Não é de admirar o que fizeram e fazem muitos Juízes do STF traidores da pátria jazem derruindo a NAÇÃO BRASILEIRA, fito da súcia comunista do chefão do PT.
Passados mais de dois milênios, aqueles juízes e os juízes de hoje continuam os mesmos, (com insólitas exceções);
Quem bem conceitua o perfil a casta é RUI BARBOSA, advogado – jornalista – jurista – político – diplomata – ensaísta – orador – artífice da Constituição Federal de 24 de fevereiro de 1891:
“Não há tribunais, que bastem, para abrigar o direito, quando o dever se ausenta da consciência dos magistrados.”
(…)
“Para os que vivemos a pregar à república o culto da justiça como o supremo elemento preservativo do regímen, a história da paixão, que hoje se consuma, é como que a interferência do testemunho de Deus no nosso curso de educação constitucional. O quadro da ruína moral daquele mundo parece condensar-se no espetáculo da sua justiça, degenerada, invadida pela política, joguete da multidão, escrava de César. Por seis julgamentos passou Cristo, três às mãos do dos judeus, três às dos romanos, e em nenhum teve um juiz.
Aos olhos dos seus julgadores, refulgiu sucessivamente a inocência divina, e nenhum ousou estender-lhe a proteção da toga.
Grande era, entretanto, nas tradições hebraicas, a noção da divindade do papel da magistratura. Ensinavam elas que uma sentença contrária à verdade afastava do seio de Israel a presença do Senhor, mas que, sentenciando com inteireza, quando fosse apenas por uma hora, obrava o juiz como se criasse o universo, porquanto era na função de julgar que tinha a sua habitação entre os israelitas a majestade divina. Tampouco valem, porém, leis e livros sagrados, quando o homem lhes perde o sentimento, que exatamente no processo do justo por excelência, daquele em cuja memória todas as gerações até hoje adoram por excelência o justo, não houve no código de Israel norma, que escapasse à prevaricação dos seus magistrados.”
(…)
“De Anás a Herodes o julgamento de Cristo é o espelho de todas as deserções da justiça, corrompida pelas facções, pelos demagogos e pelos governos. A sua fraqueza, a sua inocência, a sua perversão moral crucificaram o Salvador, e continuam a crucificá-lo, ainda hoje, nos impérios e nas repúblicas, de cada vez que um tribunal sofisma, tergiversa, recua, abdica. Foi como agitador do povo e subversor das instituições que se imolou Jesus. E, de cada vez que há precisão de sacrificar um amigo do direito, um advogado da verdade, um protetor dos indefesos, um apóstolo de idéias generosas, um confessor da lei, um educador do povo, é esse, a ordem pública, o pretexto, que renasce, para exculpar as transações dos juízes tíbios com os interesses do poder. Todos esses acreditam, como Pôncio, salvar-se, lavando as mãos do sangue, que vão derramar, do atentado, que vão cometer. Medo, venalidade, paixão partidária, respeito pessoal, subserviência, espírito conservador, interpretação restritiva, razão de estado, interesse supremo, como quer te chames, prevaricação judiciária, não escaparás ao ferrete de Pilatos! O bom ladrão salvou-se. Mas não há salvação para o juiz cobarde.” (A imprensa, Rio, 31 de março de 1899, em Obras Seletas de Rui Barbosa, vol. VIII, Casa de Rui Barbosa, Rio, 1957, págs. 67-71.)
No Brasil, de norte a sul no judiciário prepondera a inversão de valores em decomposição a longa data, nas sombras das enxovias destruindo a Nação do Brasil, porque multiplicidade deslembrada dos juízes de que;
“O dever primordial do juiz é aplicar a Lei, e não revogá-la a pretexto de atingir um ideal subjetivo de justiça. A Lei diz o que é certo, e, observou o filósofo Kant, é muito mais sábia que o intérprete, pois traduz uma experiência multissecular, um princípio ético que não pode ser ignorado. Ao legislador é que cumpre alterar a lei, revogá-la, não ao juiz que tem o dever de aplicá-la.” (Trechos esculpidos no voto do Min. CORDEIRO GUERRA, Rel. do Ac. u. da 2ª Turma do STF, de 31-08-1982, no Recurso Extraordinário nº 95.836-3/RS., STF – Serviço de Jurisprudência do STF, DJ. 08-10-1982 – Ementário 1.270-3, in RTJ – 103/1.262).
“A figura do ‘judge made law’ (o juiz faz a lei) é incompatível com a tripartição do Poder, pois gera o arbítrio do Judiciário, a par de invadir a esfera legiferante, atribuição de outro Poder (…) Aonde irá à certeza do direito se cada juiz se arvorar em legislador ? !”. (RT – 604/43). Que gera instabilidade nos pronunciamentos judiciais.
“Não pode o juiz, sob a alegação de que a aplicação do texto da lei à hipótese não se harmoniza com o seu sentimento de justiça ou equidade, substituir-se ao legislador para formular ele próprio a regra de direito aplicável. Mitigue o juiz o rigor da lei, aplique-a com equidade e equanimidade, mas não a substitua pelo seu critério.” (STF-RBDP 50/159 – Amagis 8/363).
Todos (as) os (as) comunistas autores (as) de homicídios por motivos frívolos são pessoas de índole má, inermes e conspiradores. E, todo heroico que tem aversão e lutam contra tais pessoas do mau, são por elas assassinadas, e desses heroicos os cemitérios estão cheios, heróis que deram suas vidas justando seus carnífices (pessoas do mau)!
==========================================
Leiam também, e confira;
http://estenionegreiros.blogspot.com.br/
http://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/contraponto/governo-de-dilma-emprestou-33-bilhoes-para-5-aliados-de-esquerda-e-caixa-preta-do-bndes-46778/
“Governo de Dilma emprestou 33 bilhões para 5 aliados de esquerda. É a caixa preta do BNDES.”
26/09/2015 10h34 Edição 2099
“O déficit do governo petista é de 30 bilhões. O petismo “subsidiou” investimentos em
Cuba, Venezuela, Nicarágua, Argentina e Angola. País de Fidel Castro é mau pagador.”
(…)

Responder

    chichano goncalvez

    13 de abril de 2020 às 12h24

    Cara, estamos em 2020, esse anticomunismo pra não dizer outra coisa, é de uma idiotice sem tamanho, parece o discurso do psicopata, assassino, chefe de quadrilha chamado de Bolzo. Cara desde a caida do muro de Berlim que terminou o anticomunismo, vai ler um pouco mais e te informar melhor, cara !

    Responder

Túlio Almeida

31 de janeiro de 2016 às 11h33

Pra não esquecer a motivação do caos.
No fundo de tudo isso (golpe na democracia) se acha petróleo, no fundo do pré-sal. A grande motivação para desestabilizar o governo é o petróleo, então vão agredindo a coluna vertebral do país: A PETROBRAS. O “mercado” tem fome e a fome é tanta que nossos traidores não se importam de entregar nossas riquezas e nem mesmo nossa DEMOCRACIA por migalhas. O petróleo no contexto atual é de imprescindível importância ao país. O meta é o pré-sal, depois o restante. Petróleo é uma “commodity” finita, a desvalorização mundial é temporária e está atendendo interesses geopolíticos, esse preço baixo artificial não se manterá por muito tempo, mas que o manterão para enfraquecer os emergentes, ah isso eles tentarão, os grandes oligopólios estão se alinhando para derrubar os mercados emergentes.
https://www.youtube.com/watch?v=p3fE8ue0ViY Aqui não falam do Brasil por omissão, mas o interesse é claro.
A rede globo junto com o “mercado” externo tenta desvalorizar nossos recursos naturais para retirá-los das mãos dos brasileiros:
https://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/210379/Para-Globo-'bilhete-premiado-de-Lula'-pr%C3%A9-sal-%C3%A9-in%C3%BAtil.htm

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Enio

29 de janeiro de 2016 às 11h34

Essa elite criminosa tem MEEEEDO do povo brasileiro.

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Zé Damata

28 de janeiro de 2016 às 15h03

O que o STF e o ministério da justiça tem a esconder? Nada? Então por que os mesmos permitem que uma primeira instância os dominem? Se o STF e o MJ permite a manipulação de empresas midiáticas sobre os agentes torturantes da justiça, permite então a destruição do estado de direito, da liberdade e nos faz reféns da oligarquia exploratória externa e interna. Penso que todo conflito, no fundo há muito dinheiro e poder envolvidos, há de aparecer a luz para clarear a história. Lembrando que a OAS é responsável pela construção dos submarinos atômicos em andamento e a Odebrecht possui tecnologias avançadas em projetos de alcance mundial. Será necessário uma CPI maior para saber quem está recebendo propinas pra detonar os projetos brasileiros.

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Celso Pinheiro

27 de janeiro de 2016 às 09h26

Alguém dúvida de que ele será Ministro da Justiça em um eventual governo de Aécio Neves?

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Romoaldo Faccin

26 de janeiro de 2016 às 22h24

Vai cagar corrupto

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Adriane Cortez

26 de janeiro de 2016 às 22h05

Para que serve tal descoberta? Se ele permanece intacto e com faixa de herói?

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Patricia Tita

26 de janeiro de 2016 às 20h41

A delação premiada de Moro virou mentira premiada, salve-se quem puder!!! Esta operação se tornou uma caça aos anti PSDB e mídia golpista.

Responder

Wilson Menezes

26 de janeiro de 2016 às 19h48

” …. Como a maioria dos recursos foi negada, o caso continua em andamento e está próximo de completar dois anos, sem indícios de chegar ao fim.” sem mais

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Plinio Franca

26 de janeiro de 2016 às 19h34

Alexandre: 18.000 acertos com certeza. Ex: não dar nenhuma resposta aos brasileiros sobre varias denuncias em Aécio! Meia tonelada de pasta de cocaína? Ops,isso não é Nada. ou melhor eles é que são os coitados, os santos?. ? só que eu lembro como a vida dos brasileiros era no governo deles com.gasolina 2,50,e salario minimo 200. E agora g,3,80 e sm 880,faça a conta e o favor de avaliar o que é justiça. E para esse juiz existe uma justiça (DEUS) .

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Paula Nicanor

26 de janeiro de 2016 às 19h34

POR QUE O JUIZ MORO NÃO EXPLICA A SENSACIONAL CAMBALHOTA DO JUDICIÁRIO NACIONAL NA OPERAÇÃO ZELOTES? NASCIDA PRA APURAR SONEGAÇÃO DE GRANDES GRUPOS FINANCEIROS E MIDIÁTICOS… VAI EM CIMA DO LULA E DA DILMA! EM SUMA, JUSTIÇA BRASILEIRA, ISTO É, JUSTIÇA TUCANA! AGORA, JUSTIÇA PARTIDÁRIA É JUSTIÇA?!

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Edmilson Cardoso

26 de janeiro de 2016 às 17h57

Qualquer opiniao do STF nao merece nenhuma credibilidade da sociedade brasileira. Apoiamos o trabalho do juiz Sergio Moro, ele nao se vendeu e esta conduzindo muito bem o seu trabalho.

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Paulo Fernandes

26 de janeiro de 2016 às 14h17

É UMA SACANAGEM QUE NÃO DAR PARA ENTENDER MAIS NADA A ONDE VAMOS CHEGAR COM ESTAS BAGUNÇA TODA.

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Rogeria Cristina Lima

26 de janeiro de 2016 às 13h36

Moro, o juiz coxinha, parcial, tucano, sem credibilidade, engana só os trouxas. Justiça se faz com imparcialidade, respeitando as leis.De juiz igual o ele o Brasil tá cheio.

Responder

David Rodrigues

26 de janeiro de 2016 às 12h55

matemática não é bem seu forte e nem direito!

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Carmem Stewart

26 de janeiro de 2016 às 12h41

Creio que esse foi o maior merito do juiz moro – alimentar a desigualdade social pela alienanção e discriminação.

Muitos querem punição ao PT sem justiça.

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Amarilia Teixeira Couto

26 de janeiro de 2016 às 12h33

E cadeia para todos os outros.Sem a sanha contra os petistas,a lava-jato teria credibilidade.Juiz afeito aos holofotes,que está sempre ao lado dos tucanos,não pode ser confiável.Aliás,a justiça DEVE ser imparcial.Depois de três delações contra Aécio e ele ainda sequer foi ouvido,o que dizer? E os vazamentos? Uma hora o castelo do rei Moro vai cair,para o bem de nossa democracia. A justiça que os cidadão de bem querem,não passa pelo revanchismo,pela perseguição política nem por provas baseadas APENAS em delações de bandidos. Há que se provar antes de prender e acabar ccom a Guantanamo do Paraná.Moro,cetamente seguirá o caminho de JB,ou seja,o ostracismo.A megalomania subiu-lhe à cabeça.Infelizmente.

Responder

Vera Bello

26 de janeiro de 2016 às 11h25

Incompetente, tendencioso, partidário, e aparecido!

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EduCarioca Eduardo Monnerat

26 de janeiro de 2016 às 11h02

Vão tentando desqualificar o Moro… Quem sabe um dia consigam… :)

Responder

    Gilmar Antunes

    26 de janeiro de 2016 às 09h28

    Não é preciso desqualificá-lo. Ele já é desqualificado por natureza.

    Responder

Rosa Nunes

26 de janeiro de 2016 às 10h46

Psicopata Olha os olhos

Responder

Roberto Torres

26 de janeiro de 2016 às 09h54

Erros??? Sim, eu sei..

Responder

Graça Melo

26 de janeiro de 2016 às 09h09

Moro foi ajudante da Ministra Weber. Por isso se acha!

Responder

Ivo Pereira

26 de janeiro de 2016 às 05h18

Segundo as más línguas ele é correto, será que os erros não foram intencionados?

Responder

Kika Zanon

26 de janeiro de 2016 às 02h32

mas como todo programa “tucano” cheio de falhas, isso não vem ao caso

Responder

Cláudio Nunes

26 de janeiro de 2016 às 02h25

Não adianta, tem é que obriga.lo a investigar o outro lado também. Caso contrário, o sacrifício que a justiça está impondo ao país terá sido em vão, só seus membros terão sido beneficiados com as enormes mordomias.

Responder

João Valencia

26 de janeiro de 2016 às 01h17

O Moro conseguiu se Autopromover, já o querem como Presidente da República, assim como ex-juiz do STF Joaquim Barbosa e o técnico do Corinthians o TITE. Não sou contra eles candidatarem a um cargo político, mas porque não ao cargo de Senador, assim eles elaboraram leis.

Responder

    Nonato Silva

    26 de janeiro de 2016 às 05h38

    Podiam voar por aí com helicópteros cheios de cocaína, etc…..

    Responder

Celia Meira

26 de janeiro de 2016 às 01h13

Me orgulho do trabalho da PFLJ por isso que não concordo com o comentário desvalorizando o trabalho da PF

Responder

Carlos Augusto da Silva

26 de janeiro de 2016 às 00h36

…desconstruindo a decisão do Moro sobre o último requerido no caso odebrecht…; erro ou forte dose de ma fé?!…:

‘…”Intempestivos” os pedidos não são. Se apenas agora foi constatada a transcrição inverdadeira, não havia como pedir antes qualquer medida a partir dela. Logo, tempestivo este pedido é.

Uma instrução está “encerrada” quando não há mais o que precise ou possa ser apurado, como complemento ou aperfeiçoamento. Se há uma transcrição infiel, ou qualquer outro elemento incorreto, as provas que o corrijam são “necessárias e relevantes” porque o erro prejudica a acusação ou a defesa, ou seja, compromete o próprio julgamento de valor entre culpa e inocência.

Se está demonstrada a necessidade objetiva de correção, não há “caráter protelatório”, há o indispensável caráter corretivo.

“Processo” é, por definição, um movimento que implica todas as variações, de ritmo, de sentido, de direção, de avanço ou recuo, e mesmo de intervalos de paralisação. Processo não é só “marcha para a frente”. E, no caso dos processos judiciais, se o fossem, não haveria –talvez para alegria da Lava Jato– segunda e terceira instâncias de julgamento, que são diferentes retornos às entranhas dos processos…’
por Janio de Freitas

Responder

    Gilmar Antunes

    26 de janeiro de 2016 às 09h50

    A decisão do juiz Moro de não permitir uma reavaliação dos fatos analisados, afronta um princípio muito caro ao Direito Penal: a busca pela verdade real. Se ele não se dá conta disso, não está à altura de conduzir essa investigação, provavelmente por estar sendo pressionado por um conluio de forças opressoras.

    Responder

Roger Gilmour

25 de janeiro de 2016 às 23h57

E o Estado ainda vai ter que indenizar muitos acusados.

Responder

    Hell Back

    26 de janeiro de 2016 às 01h23

    Reside aí a malandragem! Abre-se um processo “Sem Pé Nem Cabeça” (impossível de ser provado) e aí o Estado (o contribuinte) tem que arcar com as indenizações! Não é uma beleza?

    Responder

Cynthia Araujo Pereira

25 de janeiro de 2016 às 23h47

#ForaMOro

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