Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Wadih Damous pergunta: “E FHC? E Aécio Neves?”

Por Redação

14 de fevereiro de 2016 : 10h33

por Paulo Moreira Leite, no Brasil 247

Em seu primeiro mandato como deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro, o advogado Wadih Damous tornou-se uma das vozes mais influentes do Congresso em assuntos jurídicos, área que domina os principais debates num país onde a oposição quer afastar uma presidente eleita sem respeitar as regras elementares da Constituição. Wadih foi presidente da OAB-RJ entre 2007 e 2012 e mais tarde tornou-se presidente da Comissão Nacional de Direitos Humanos da entidade. Ele deu a seguinte entrevista ao 247:

247 – A maior liderança do PT virou alvo de investigações, da Lava Jato e do MP de São Paulo. Como você avalia isso?

WADIH DAMOUS – Estão tentando destruir o legado do Lula na presidência do país. Ainda que não consigam puni-lo criminalmente, tentam desconstruir a sua imagem perante o povo brasileiro, da forma mais covarde e vil. Mobiliza-se o aparelho de estado brasileiro – Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal – tudo articulado com a grande imprensa, na caça a um só homem. Vale tudo para que ele não concorra em 2018 e se concorrer, que perca a eleição e, se ganhar, que não tome posse; e se empossado for, que não governe. A velha fórmula udenista-golpista.

247 – Que análise se pode fazer das investigações abertas no MP paulista em relação ao “triplex” e da Polícia Federal em relação ao sítio?

WADIH DAMOUS – É ridículo, a par de estarrecedor. Esse procurador paulista está em busca dos seus 15 minutos de fama. Praticou falta funcional ao conceder entrevista, matéria de capa – não por coincidência – da Veja e parece que nem é o procurador natural do feito. Fez isso antes mesmo de apresentar a denúncia. De forma irresponsável, tornou pública a data do depoimento do ex presidente, o que pode gerar sérios conflitos de rua. Já há uma representação na Corregedoria do órgão contra ele. Espero que o corregedor suspenda esse depoimento. Já o inquérito da Polícia Federal é mais uma tentativa de transformar ilações em verdade. O Presidente Lula não é dono do tal triplex nem, tampouco, do sítio em Atibaia. Investigar barco de lata, pedalinho e horta quando somos um país onde se sonegam bilhões e se roubam outros tantos é simplesmente lamentável e só mostra a gana em criminaliza-lo.

247 – Você tem sido um crítico do que considera como desmandos da Lava Jato. Como vê o andamento desse inquérito, hoje?

WADIH DAMOUS – A chamada operação Lava Jato foi anunciada como redentora, já que finalmente os corruptores iriam responder pelos seus crimes. O combate à corrupção deve ser apoiado e aplaudido. Ocorre que não se deve combater ilegalidades praticando outras ilegalidades. E a Lava Jato pratica muitas.  Por exemplo: buso de prisões preventivas; uso da delação premiada como forma de chantagem; atentado ao princípio da presunção de inocência; quebra de sigilo das delações; incompetência territorial do juizo de Curitiba; uso de prova ilícita como é o caso dos documentos trazidos da Suíça, sem a autorização daquele país, são algumas das violações à ordem jurídico-constitucional praticadas pela chamada força tarefa do juiz Moro.

247 – Se é assim, como explicar que as   decisões do juiz Moro têm sido confirmadas nas instâncias superiores, que têm a função de rever deliberações de instâncias inferiores?

DAMOUS – O crime de corrupção foi alçado à categoria de principal mazela do país. Mais grave do que a pobreza, do que os precários serviços de saúde, do que déficit educacional, do que o desemprego, o que mais você quiser. Isso graças a uma pérfida e bem sucedida urdidura dos meios de comunicação. Isso não é novo: os principais inimigos já foram os comunistas, os terroristas, os delinquentes urbanos. Agora, são aqueles que são apontados como corruptos, frequentemente sem prova.  E contra estes acusados, apenas contra eles, bem entendido,  vale tudo, inclusive desrespeitar a Constituição e os direitos e garantias fundamentais, que “atrapalham” a eficiência do bom combate a esse monstro, inimigo da nacionalidade.

247 – Como explicar que tantas pessoas sejam favoráveis a essa situação e acreditam que pode ser útil para o país?

DAMOUS – Além de um esforço de heroicização  de Sergio Moro e seus cruzados, vivemos uma situação que os juristas contemporâneos reconhecem uma situação chamada de publicidade opressiva. Ela acontece quando a maioria dos meios de comunicação toma partido num conflito, sempre do mesmo lado. Não dão espaço para o contraditório nem para qualquer ponto de vista crítico. Como a gente vê no cinema norte-americano, são aqueles julgamentos que se decide realizar em outra cidade, evitando jurados que já estão previamente contaminados por uma opinião anterior, assumida pela imprensa local. É disso que estamos falando aqui.  Nessa situação, o Judiciário, que deveria atuar numa dimensão contramajoritária, de acordo com o estrito apego as regras do Estado Democrático de Direito, sem levar em conta maiorias individuais nem pressões indevidas, acaba se acomodando à onda em vigor.

247 – Você concorda que há seletividade nas investigações? Por que Aécio Neves não é investigado, embora tantas vezes citado por delatores?

DAMOUS – Os fatos parecem demonstrar que há uma categoria de pessoas investigáveis e outras, ininvestigáveis. As investigáveis são do PT e as outras são do PSDB. Se não for isso, teremos de nos convencer de que o sistema político eleitoral brasileiro é virtuoso e que as doações empresariais para o PT são propinas oriundas de corrupção e para o PSDB são doações mesmo, porque o partido merece. O “ódio” à corrupção limita-se à suposta corrupção do PT, não se estende aos outros partidos, sobretudo ao PSDB. Não consigo entender a conduta do Procurador Geral da República que, simplesmente, ignora as menções a Aécio Neves, todas detalhadas e de extrema gravidade. Por muito menos, há pessoas presas e investigadas. Agora mesmo, ele acaba de arquivar uma investigação sobre a existência de conta no exterior, baseado tão somente na palavra de Aécio. O Dr. Janot deve explicações públicas sobre a sua conduta. Mas não é o único caso.

247 – Quais seriam outros exemplos?

DAMOUS – Eu fico impressionado ao lembrar que Fernando Henrique Cardoso chegou a ser dono de uma fazenda de gado, em Buritis, comprada em sociedade com o tesoureiro do PSDB, o Sérgio Motta, arrecadador assumido de suas campanhas. Ninguém achou estranho. Não era sítio com pedalinho. Era fazenda de verdade, que chegou até a ser invadida pelo sem-terra. Depois, a propriedade foi passada para os filhos dele, e ninguém achou que aquilo deveria ser investigado. Fernando Henrique também vive passando férias na avenue Foch, em Paris, num apartamento de milhões de euros, que pertence a um amigo. Não é um apartamento no Guarujá, praia que todo mundo sabe que há muito tempo deixou de ser um local exclusivo. É na avenue Foch, um dos endereços mais caros do mundo.

247 – Havia denúncias de corrupção na Petrobras durante o governo dele…

DAMOUS – O colunista Paulo Francis denunciou diretores com conta na Suíça e ninguém achou que era preciso investigar. Todo mundo conhecida esse caso mas o Fernando Henrique falou sobre esse caso em suas memórias, que acabaram de sair. Também não se achou necessário fazer mais perguntas. Quando o delator (Pedro) Barusco disse que teve contato com a corrupção na Petrobras em 1997, ninguém perguntou como o esquema funcionava naquela época. Ele disse que não era sistemática e assim, a palavra de um delator, um corrupto confesso, foi suficiente para que não se investigasse um pouquinho mais. Entre 1997 e 2002 passaram-se cinco anos, até o fim do governo Fernando Henrique, e ninguém achou que era estranho. Foi tratado como natural.

247 – Que conclusões tirar desse quadro?

DAMOUS – Sinceramente, não acho que haja má fé na conduta dos que atuam na Lava Jato. Por uma razão ideológica qualquer, eles têm certeza de que os investigados são culpados e montam o processo de modo a provar a sua tese, pouco importando os limites que a lei impõe. Assim é o nosso sistema de justiça. O Dr. Sergio Moro integra essa nova categoria criada pela imprensa: a do juiz celebridade. E já que é apontado como o juiz que vai “limpar o Brasil”, ai de quem criticá-lo. Todos os seus atos valem por si próprios, ainda que atentatórios à ordem jurídica. Prender a pessoa errada, como fez com a cunhada do tesoureiro do PT. Vazar, “involuntariamente”, a abertura de inquérito contra o Presidente Lula são pequenos senões incapazes de por em dúvida a sua infalibilidade e o caráter sagrado de sua missão. Se isso destrói a reputação dessa ou daquela pessoa, pouco importa. São efeitos colaterais da guerra santa contra a corrupção.

247 – Como avaliar o papel do ministro Gilmar Mendes, que pode presidir o TSE no momento em que a oposição tentará condenar Dilma a partir de denuncias surgidas na Lava Jato?

DAMOUS – Eu acho o caso dele diferente. Se Gilmar Mendes estivesse numa corte europeia, muito provavelmente ele já teria sofrido impeachment. Ele comporta-se como um líder do PSDB no Judiciário e tem uma postura militante, partidária. É contra o governo, contra o PT, e não esconde isso. Eu estava no Supremo quando o tribunal foi julgar nossa ação contra o ritual do impeachment que tinha sido proposto pelo Eduardo Cunha. Para ilustrar seus argumentos, contrários a nossa proposta, ele poderia ter citado mestres da jurisprudência, brasileiros ou europeus. Mas ele citou o senador José Serra.

247 – Você foi presidente da OAB/RJ. Concorda que estamos assistindo à criminalização da advocacia?

DAMOUS – Num ambiente de cruzada, os advogados são vistos como obstáculos ao processo de “higienização” da vida pública brasileira. Ou seja, se defendem corruptos, ou apenas acusados de corrupção, corruptos também são. Essa história de direito de defesa, presunção de inocência e outras bobagens não passam de instrumentos para livrar bandidos da cadeia. Assim pensam alguns imbecis, formados pelos editoriais e charges da grande imprensa.

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40 comentários

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Jo

09 de março de 2016 às 15h57

Interessante.

Esse mesmo sujeito, que era contra o foro privilegiado, agora é a favor por causa do Lula.

Responder

Helio Eduardo Pinto Pinheiro

15 de fevereiro de 2016 às 21h03

COMO DIZEM ALGUNS DOS ” VENDADOS-OBCECADOS-OPORTUNISTAS-MANIPULADOS”…ISSO É COISA DO PASSADO!!! O NEGÓCIO É ” FOCAR” NO PRESENTE….., COMO SE EXISTISSE PRESENTE SEM PASSADO!!!

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Ari Pardinho

15 de fevereiro de 2016 às 15h35

Moro nunca me enganou.ele e o PSDB querem mesmo e desmoralizar o PT e lula e a bola da vez.

Responder

Gilvan José da Silva

15 de fevereiro de 2016 às 12h53

SAFADO TÃO SUJO QUANTO O RESTANTE

Responder

Luiz

14 de fevereiro de 2016 às 21h41

Vocês têm que ler “Assassinato de Reputações: de Romeu Tuma Jr.(ex- integrante do govrno Lula).
Depois vocês façam os comentários.

Responder

Carla Maria Madrigali

14 de fevereiro de 2016 às 23h38

Concordo com tudo o que vc falou Lirso Zapata Barizan

Responder

Luiz

14 de fevereiro de 2016 às 21h21

Vocês têm que ler “Assassinato de Reputações” de Romeu Tuma Jr.(ex membro do governo Lula).
Aí depois fazerem comentários

Responder

Marta Fagundes Galvão

14 de fevereiro de 2016 às 22h48

Cadê a justiça? Tá de brincadeira, tá dando na vista, por que só PT ?

Responder

Lirso Zapata Barizan

14 de fevereiro de 2016 às 22h23

UM PAÍS QUE PROTEGE EDUARDO CUNHA + FHC + AÉCIO NEVES / PERRELAS + VERÔNICA SERRA / JOSÉ SERRA + ETC….; E PERSEGUE LULA – ( Lula 2018 ) É UM PAÍS DOENTE. A DOENÇA SE CHAMA “LULA 2.018”. Os coxinhas e o PIG, estão apavorados com a possibilidade da candidatura de Lula à Presidência em 2.018. Volte logo Presidente LULA, para que o povão possa realmente fazer três refeições por dia e tenha condições de estudar e progredir.

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renato andretti

14 de fevereiro de 2016 às 19h23

MAIS um grande nome da politica brasileira…
Se colocando como alguem que esta assistindo tudo
e que parece não poder fazer nada..
É isto que me parece, quando leio os artigos de pessoas que
falam sobre coisas erradas…
Eles me representam e no entanto…como fica!!!!
Isto é decepcionante..

Escrevi até um poema..
Quantas verdades ouvi
Quantas mentiras pressenti
Quantas foram as mesmas
Quantas já esqueci
Todas as verdades, ontem
Todas as mentiras, hoje
Todas as emoções embaralhei
Mesmo todas, já foram
Esqueci daquela em que…
Quantas vezes me afoguei.

Responder

Roberto Silvana

14 de fevereiro de 2016 às 20h26

Temos que exigir do Janot investigação sobre esses dois, afinal eles foram citados na lava jato. E, também, sobre outros, como Alkimin e Serra. Serra, junto com a globo, querendo entregar nosso pré-sal. E mais, queremos “vazamentos”.

Responder

    Wilker Martins W

    15 de fevereiro de 2016 às 10h45

    Não podemos cobrar do Moro, pois esses canalhas tem foro privilegiado e cabe ao senado e STF.

    Responder

Kleber Silva

14 de fevereiro de 2016 às 19h58

##17VouComLula #LulaEuConfio #Lula2018

Responder

Gustavo Gervásio

14 de fevereiro de 2016 às 19h48

e o zé da justiça. e o supremo?

Responder

Marijo Bueno

14 de fevereiro de 2016 às 19h28

O FHC, foi professor, como ele adquiriu um apartamento na Franca no valor de 11 milhoes? E outro no valor de 950 milhoes em Sao PAulo? Porque nao investigam?Ele vendeu C/ o Jose serra mais de 125 estatais,a denuncia no livro a PRIVATARIA TUCANA, consta que a quadrilha vavou essa fortuna nas ILHAS VIRGENS BRITANICAS.O moro, ja engavetou porque ambos sao do mesmo partido, a mulher do Moro trabalha como advogada do PSDB.Descaradamente na cara de pau sao PSDEBISTAS

Responder

Ibrahim Cristopher König de Andrade

14 de fevereiro de 2016 às 19h05

O governo está gastando 2,3 trilhões ou seja 47% do PIB por ano com juros e amortizações da divida.
Nestes três últimos anos de governo Dilma vamos gastar 6,9 trilhões se continuarmos pagando os 2,3 trilhões por ano atuais.
Se dermos uma investida no pagamento da divida que é de um total de 3,5 trilhões salvo engano, zeramos a divida e eliminamos o pagamento de juros e amortizações.
Temos 20 trilhões em reservas de petróleo na camada do pré sal a serem exploradas em 30 anos, se vendermos um de nossos poços por 3,5 trilhões ainda nos sobrariam 16,5 trilhões em reservas.
Se continuarmos pagando os 2,3 trilhões por ano com pagamento de juros e amortizações em cinco anos teremos gasto 5 x 2,3 = 11,5 trilhões e em dez anos gastaremos 10 x 2,3 = 23 trilhões pagando juros e amortizações e continuaremos com a divida!
Vamos levar 30 anos pra explorar os 20 trilhões do pré sal e em dez anos vamos pagar 23 trilhões com juros e amortizações sem termos pago nossa divida.
Pagando a divida esses 2,3 trilhões gastos por ano se transformariam em investimentos em nossa economia…
Não precisaríamos vender a Petrobras e sim apenas um poço da camada do pré sal.

https://robertolbarricelli1.files.wordpress.com/2013/10/orcamento-2012-auditoria-cidadc3a3.jpg

Responder

Ibrahim Cristopher König de Andrade

14 de fevereiro de 2016 às 19h05

O governo está gastando 2,3 trilhões ou seja 47% do PIB por ano com juros e amortizações da divida.
Nestes três últimos anos de governo Dilma vamos gastar 6,9 trilhões se continuarmos pagando os 2,3 trilhões por ano atuais.
Se dermos uma investida no pagamento da divida que é de um total de 3,5 trilhões salvo engano, zeramos a divida e eliminamos o pagamento de juros e amortizações.
Temos 20 trilhões em reservas de petróleo na camada do pré sal a serem exploradas em 30 anos, se vendermos um de nossos poços por 3,5 trilhões ainda nos sobrariam 16,5 trilhões em reservas.
Se continuarmos pagando os 2,3 trilhões por ano com pagamento de juros e amortizações em cinco anos teremos gasto 5 x 2,3 = 11,5 trilhões e em dez anos gastaremos 10 x 2,3 = 23 trilhões pagando juros e amortizações e continuaremos com a divida!
Vamos levar 30 anos pra explorar os 20 trilhões do pré sal e em dez anos vamos pagar 23 trilhões com juros e amortizações sem termos pago nossa divida.
Pagando a divida esses 2,3 trilhões gastos por ano se transformariam em investimentos em nossa economia…
Não precisaríamos vender a Petrobras e sim apenas um poço da camada do pré sal.

https://robertolbarricelli1.files.wordpress.com/2013/10/orcamento-2012-auditoria-cidadc3a3.jpg

Responder

Vera Lucia Alves Milanez

14 de fevereiro de 2016 às 18h58

todos ficam calados!

Responder

Vera Lucia Alves Milanez

14 de fevereiro de 2016 às 18h58

todos ficam calados!

Responder

Eduardo Santtos

14 de fevereiro de 2016 às 18h30

“meios de comunicação toma partido num conflito, sempre do mesmo lado. Não dão espaço para o contraditório…” o contraditório é a corrupção.

Responder

Eduardo Santtos

14 de fevereiro de 2016 às 18h30

“meios de comunicação toma partido num conflito, sempre do mesmo lado. Não dão espaço para o contraditório…” o contraditório é a corrupção.

Responder

Neide D'Orazio

14 de fevereiro de 2016 às 17h16

FHC e Aécio? Não vai acontecer nada. A cada dia fica mais claro que o P$DB e aliados tem licença para roubar. Simples assim.

Responder

David Alves

14 de fevereiro de 2016 às 17h00

Como disse o Moro não vem ao caso.

Responder

Wilton Cézar

14 de fevereiro de 2016 às 17h00

AN e FHC? não vem ao caso..

Responder

    Deonisio Junges

    14 de fevereiro de 2016 às 17h03

    porque nao vem au causo porque mora no metro quadrado mais carro do mundo tem porto na fazenda seus filhos sao milionarios e tudo mais eta oque vem au causo mesmo pros coxinhas e o lula oque ele bebe e come ou paseia au vcontrario do fhc que vi ao estados unidos e inglatra o lula vai num sitio aqui no brasil

    Responder

Wilton Cézar

14 de fevereiro de 2016 às 17h00

AN e FHC? não vem ao caso..

Responder

    Deonisio Junges

    14 de fevereiro de 2016 às 17h03

    porque nao vem au causo porque mora no metro quadrado mais carro do mundo tem porto na fazenda seus filhos sao milionarios e tudo mais eta oque vem au causo mesmo pros coxinhas e o lula oque ele bebe e come ou paseia au vcontrario do fhc que vi ao estados unidos e inglatra o lula vai num sitio aqui no brasil

    Responder

Wellyson Marlon Jr.

14 de fevereiro de 2016 às 16h53

Deveria ser o ministro da Justiça.

Responder

Wellyson Marlon Jr.

14 de fevereiro de 2016 às 16h53

Deveria ser o ministro da Justiça.

Responder

Graça Melo

14 de fevereiro de 2016 às 16h47

Moro, dos procuradores, da PF e da mídia esgoto.

Responder

Graça Melo

14 de fevereiro de 2016 às 16h47

Moro, dos procuradores, da PF e da mídia esgoto.

Responder

Graça Melo

14 de fevereiro de 2016 às 16h45

Aécio curtiu o carnaval no RJ, não visitou Mariana, solidariedade zero ao seu povo, rindo atoa, protegido pela Lava Jato de

Responder

Graça Melo

14 de fevereiro de 2016 às 16h45

Aécio curtiu o carnaval no RJ, não visitou Mariana, solidariedade zero ao seu povo, rindo atoa, protegido pela Lava Jato de

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    Wilker Martins W

    15 de fevereiro de 2016 às 10h47

    A mídia conseguiu de maneira viral transformar tudo em dois partidos. ..

    Responder

Marcelo Escobar

14 de fevereiro de 2016 às 16h27

E Wadih???

Responder

Marcelo Escobar

14 de fevereiro de 2016 às 16h27

E Wadih???

Responder

    Tonya de Carvalho

    16 de fevereiro de 2016 às 02h36

    É um excelente Parlamentar, cumpridor de seus deveres e digno representante do POVO, que se orgulha de sua atuação no Parlamento .

    Responder

Gleici Oliveira

14 de fevereiro de 2016 às 16h26

Responder

Gleici Oliveira

14 de fevereiro de 2016 às 16h26

Responder

Enio

14 de fevereiro de 2016 às 10h57

A elite criminosa tem MEEEEDO do povo brasileiro com Lula 2018. Tem MEEEEDO das urnas. #LulaEuConfio

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