Live com Marcio França, pré-candidato a prefeitura de São Paulo

Belo Horizonte, 05 de agosto de 2014 Imagens do ex governador do estado de Minas Gerais, Antonio Anastasia, em entrevista sobre os benefícios do Choque de Gestao para o estado de Minas Gerais Foto: Bruno Magalhaes

Relator do impeachment no Senado também fez ‘pedaladas fiscais’ quando era governador de MG

Por Redação

26 de abril de 2016 : 17h01

Foto: Bruno Magalhães / PSDB

por Redação

Antonio Anastasia — e seu antecessor Aécio Neves — respondem no Ministério Público Federal por uma ação civil pública contra o Estado de Minas Gerais, devido ao descumprimento da Emenda Constitucional 29/2000, que fixa a obrigatoriedade de aplicação do percentual mínimo de 12% do orçamento em ações e serviços de saúde pública, como atendimentos de urgência e emergência, investimentos em equipamentos e obras nas unidades de saúde, acesso a medicamentos e implantação de leitos.

De acordo com o MPF, entre 2003 e 2012, o governo estadual descumpriu sistematicamente preceitos legais e constitucionais, “em total e absurda indiferença ao Estado de Direito”, efetuando manobras contábeis para aparentar o cumprimento da EC 29.

Por dez anos “R$ 9.571.062.581,53 (nove bilhões, quinhentos e setenta e um milhões, sessenta e dois mil reais e cinquenta e três centavos) deixaram de ser aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Estado de Minas Gerais”.

Abaixo notícia da Procuradoria da República de Minas Gerais, de agosto de 2015, quando ingressaram com a ação civil pública:

MPF afirma que mais de R$ 14 bilhões deixaram de ser aplicados na saúde em MG

no MPF-PRMG

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com ação civil pública contra o Estado de Minas Gerais por descumprimento da Emenda Constitucional 29/2000, que fixou a obrigatoriedade de aplicação do percentual mínimo de 12% do orçamento em ações e serviços de saúde pública, como atendimentos de urgência e emergência, investimentos em equipamentos e obras nas unidades de saúde, acesso a medicamentos e implantação de leitos.

De acordo com a ação, o governo estadual, por 10 anos, entre 2003 e 2012, descumpriu sistematicamente preceitos legais e constitucionais, “em total e absurda indiferença ao Estado de Direito”, efetuando manobras contábeis para aparentar o cumprimento da EC 29.

Na prática, “R$ 9.571.062.581,53 (nove bilhões, quinhentos e setenta e um milhões, sessenta e dois mil reais e cinquenta e três centavos) deixaram de ser aplicados no Sistema Único de Saúde (SUS) pelo Estado de Minas Gerais”, quantia que, em valores atualizados, “corresponde a um desfalque de R$ 14.226.267.397,38”.

O resultado desse descaso, prossegue a ação, revela-se com as “filas extenuantes, a falta de leitos nos hospitais, a demora que chega a semanas e até meses para que o cidadão se entreviste com um médico, a demora na marcação e na realização de exames clínico-laboratoriais, as mortes nas filas dos nosocômios, as doenças endêmicas que vez por outra castigam a população (como foi o caso recente da dengue), a falta de remédios a serem distribuídos à população, etc.”.

Para os procuradores da República, não é sem razão que após tantos anos investindo no SUS bem abaixo do mínimo constitucional, “o serviço público de Saúde, embora considerado o mais importante pela população, alcançou, em 2009 e 2010, os piores índices de satisfação” dentre os serviços públicos prestados pelo Estado de Minas Gerais, conforme relatório técnico do Tribunal de Contas do Estado (TCE) sobre as contas do governador do Estado no Exercício 2011.

Manobras para inflar dados – Por 10 anos, o governo estadual incluiu gastos estranhos à saúde para simular o cumprimento da obrigação de investir o mínimo constitucional.

No caso dos estados, os 12% são compostos por recursos públicos oriundos de transferências da União via Fundo de Participação do Estado (FPE) e de arrecadações de impostos estaduais (ITCD, ICMS e IPVA). Esses recursos entram no caixa do Estado a título de orçamento vinculado, ou seja, devem ser obrigatoriamente aplicados na Saúde Pública.

A legislação, inclusive, dispõe, de forma explícita, para não restar dúvidas ao governante, que os recursos vinculados ao cumprimento do mínimo constitucional em saúde devem ser investidos em ações e serviços “que sejam de responsabilidade específica do setor de saúde, não se confundindo com despesas relacionadas a outras políticas públicas que atuam sobre determinantes sociais e econômicas, ainda que com reflexos sobre as condições de saúde”, como o saneamento básico, por exemplo.

No entanto, para os governos que administraram o estado naquele período, entraram como se fossem gastos com saúde pública até “despesas com animais e vegetais”, já que verbas direcionadas ao Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA) e à Fundação Estadual do Meio Ambiente (FEAM) foram computadas como gastos com saúde.

Interessante é que, antes de 2003, tais despesas eram incluídas na função adequada (no caso do Ima, função 20-Agricultura; no caso da Feam, função 18-Gestão Ambiental), mas passaram a ser contabilizadas como saúde a partir daquele ano para fugir ao cumprimento do mínimo constitucional.

E a mesma manobra foi feita em diversas outras áreas, incluindo repasses a entidades assistenciais, como a Coordenadoria de Apoio e Assistência à Pessoa Deficiente, além do pagamento de benefícios previdenciários a servidores ativos e inativos do estado, o que é expressamente vedado pela Lei Complementar 141/2012.

Nesse ponto, o MPF lembra que a LC 141 foi editada com o propósito de regulamentar a EC 29, mas, na prática, apenas reforçou todo o arcabouço legislativo já existente, inclusive repetindo o texto de normas de natureza infralegal, como a Resolução nº 322/2003, do Conselho Nacional de Saúde, que elenca expressamente as inclusões proibidas.

Uma dessas vedações diz respeito à inclusão de verbas destinadas ao pagamento de aposentados e pensionistas, principalmente porque se trata de beneficiar uma clientela fechada, contrariando o princípio da universalidade e gratuidade do SUS. Conforme destacou a Comissão Técnica do TCE-MG ao rechaçar a aplicação, as ações e serviços de saúde prestados por entidades como, por exemplo, o IPSEMG, IPSM e Hospital Militar, são de “acesso restrito aos servidores e a seus dependentes e inclusive por eles custeadas”, não sendo, portanto, nem “gratuito nem universal, uma vez que só podem usufruir da assistência prestada por esses Institutos aqueles que contribuem diretamente, quer sejam segurados da ativa, inativos, pensionistas ou seus dependentes, não sendo permitido aos cidadãos em geral utilizar-se da referida assistência”.

Chama ainda atenção o fato de que as receitas que custeiam tais serviços originam-se de fontes próprias – do próprio servidor, que contribui com 3,2% da sua remuneração frente aos 1,6% do Estado, no caso do IPSEMG e IPSM -, ou do pagamento de taxas arrecadadas pela atividade policial.

Ou seja, para alegar o cumprimento da EC 29, os governos estaduais, de 2003 a 2012, consideraram não apenas a receita vinculável (FPE + impostos), “mas também despesas que foram suportadas por recursos diretamente arrecadados, ou seja, que sequer representaram efetivos gastos para o Estado, não consistindo em investimentos reais deste. Assim, conseguiu que um maior valor do próprio orçamento fiscal ficasse livre para outros gastos que não em saúde”.

Para o MPF, “Valer-se destes valores pagos pelos usuários ou oriundos de terceiros, computando-os na soma de investimentos públicos estaduais como se fossem a mesma coisa, é uma inegável artimanha para inflar números e distorcer a realidade”.

“Para além disso, o Governo de Minas Gerais chegou ao absurdo de incluir como se fossem aplicações em ASPS serviços veterinários prestados ao canil da 2ª CIA, reforma da maternidade da 4ª CIA Canil do BPE, serviços de atendimento veterinário para cães e semoventes, aquisição de medicamentos para uso veterinário, aquisição de vacinas para o plantel de semoventes”, relata a ação.

Copasa – Mas os valores de maior vulto, indevidamente incluídos para simular a aplicação do mínimo constitucional, foram direcionados à Copasa, uma sociedade de economia mista que presta serviços de água e esgoto mediante a cobrança de tarifas aos consumidores mineiros. Embora o Estado detenha o controle acionário da empresa, 41,59% de seu capital pertence a outros acionistas, entre eles bancos estrangeiros.

Pois os governos estaduais contabilizaram os gastos feitos pela Copasa com saneamento básico – que, segundo a própria empresa, foram despesas pagas majoritariamente com recursos oriundos de tarifas pagas pelos consumidores, além de recursos oriundos do lançamento de ações na bolsa de valores e de contratos de financiamento – como despesas com o SUS no cumprimento do mínimo constitucional.

Lembrando que também neste caso, até 2002, os investimentos em saneamento básico eram agregados na função 17-Saneamento, o MPF destaca que serviços pagos pelo consumidor vão de encontro à natureza dos serviços públicos de saúde, que devem ser obrigatoriamente gratuitos.

Além disso, a Copasa sequer integra o orçamento fiscal do estado, pois se trata de uma pessoa jurídica de direito privado, não estando integrada, portanto, ao SIAFI, para controle da regularidade no uso de recursos públicos. “Não é sem motivo, portanto, que no decorrer de todos os anos de práticas irregulares, a CAEO [Comissão de Acompanhamento da Execução Orçamentária do Estado] ressaltou a má-fé do governo ao misturar a COPASA com as reais despesas do Estado em saúde, para fins de tentar parecer cumprido o mínimo garantido pela Constituição”, afirma a ação.

Para se ter ideia do prejuízo ao SUS causado pela inclusão indevida da Copasa no quadro geral de valores que o governo estadual alegava ter investido em saúde, basta ver que esses recursos já chegaram a representar até 37,18% do total, como ocorreu em 2006.

Por sinal, naquele ano, “apenas 43,57% da quantia que o Estado afirmava ter investido em saúde realmente reverteu em benefício de ações universais e do SUS. Mais da metade, na verdade, dizia respeito a saneamento básico, previdência social, serviços prestados a clientela fechada e verbas diretamente arrecadadas que sequer provinham do orçamento fiscal estadual, as quais jamais poderiam ter sido incluídas no cálculo do piso constitucional em saúde”.

“Ver-se diante da crua realidade de nossos hospitais não deixa ignorar que, caso os bilhões de reais que deixaram de ser investidos no SUS em virtude de distorções nos cálculos do Governo de Minas tivessem sido direcionados corretamente, o cenário poderia ser diferente”, afirmam os procuradores da República.

Pedidos – A ação pede que a Justiça Federal determine à União condicionar o repasse dos recursos do Fundo de Participação dos Estados ao efetivo cumprimento da EC 29 pelo Estado de Minas Gerais, com a aplicação, nos próximos anos, dos 14 bilhões que deixaram de ser investidos entre 2003 e 2012. Ou seja, além do valor que o Estado deverá investir normalmente, o governo ainda terá de acrescer parcelas que resgatem a quantia não aplicada nos anos anteriores.

Para isso, o Estado deverá apresentar, no prazo máximo de seis meses, estudos técnicos contábeis e econômicos que demonstrem o valor percentual necessário e possível a ser acrescido à percentagem relativa ao mínimo constitucional (EC nº 29/00) em cada um dos próximos anos, até que seja sanada sua dívida.

Pede-se ainda a criação, ainda para este ano de 2015, de conta corrente específica para receber os recursos vinculados ao cumprimento do mínimo constitucional.
(ACP nº 0033275-93.2015.4.01.3800)

Clique aqui para ter acesso ao conteúdo integral da ação.

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

52 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Bernardo Alcantara

29 de abril de 2016 às 10h31

O festival de hipocrisia é interminável. Se o motivo do impedimento é a tal pedalada então todos os governadores atuais deveriam ser impedidos e os antigos governadores e presidentes deveriam responder por esse ” crime”, inclusive ressarcindo os cofres públicos. Na verdade não há crime e tudo isso é um jogo de cena politico – jurídico para se justificar o golpe. O mundo já está tomando conhecimento e o Brasil é a piada da vez;merecemos pois elegemos esses delinquentes que se apossaram do Congresso e comandam tudo conforme seus interesses pessoais e corporativo-religiosos, explicitados no circo dos horrores de 17 de abril, dia da infâmia.

Responder

Galvão

27 de abril de 2016 às 22h19

Esse Anastásia é um dissimulado, e enganador. Ele conseguiu apagar da internet boa parte das notícias que relatavam a sua militância no movimento gay, não tem a postura do Deputado Jean Wyllys, que assume a sua opção sexual, com coragem e altivez.

ANTONIO ANASTÁSIA– O Governador eleito de Minas Gerais é um verdadeiro ícone para a comunidade gay do estado. Antes de se candidatar ao governo ele foi um atuante ativista do MGM, o Movimento Gay de Minas. Num estado machista como Minas, Anastasia, junto com seu grupo, organizava passeatas, movimentos de protesto contra a homofobia e fazia reivindicações em nome dos homossexuais mineiros. Poderoso, ele era o principal homem de confiança do então Governador Aécio Neves. Diga-se de passagem, foi Aécio Neves quem, praticamente, elegeu Anastasia. Pois, o que se diz lá em Minas, é que Anastasia está para Aécio, assim como Dilma Roussef está para Lula. A diferença é que Anastasia é completamente apaixonado por Aécio a quem, entre os amigos mais íntimos, só se refere como “meu bofe”. Não é fofo? Antes de ser eleito Anastasia, através do MGM, organizava todos ANTONIO ANASTASIA os anos a festa anti-homofobia Rainbow-Fest. O que se espera é que, a partir de 2011, já como Governador, ele continue sendo o militante gay que sempre foi.
http://waldirleite.blogspot.com.br/2010/12/g-o-lden-gays-2010-os-gays-mais.html#links%E2%80%9D

Responder

MANU (www.Lula.com.br)

27 de abril de 2016 às 10h02

Anastásia esta na mão de poucos, pois tem um segredo, que a sociedade principalmente mineira tem dificuldade de aceitar, que inviabilizaria seu futuro político

https://limpinhoecheiroso.com/tag/gay/

“Caso Anastasia” provoca revolta nos defensores da pluralidade sexual que denunciam o PSDB por apagar da mídia opção sexual de seus líderes.

Via Novojornal

Em pleno século 21, quando as liberdades e opções individuais são bandeiras de diversos partidos, inclusive do PSDB, onde sua maior liderança, o ex-presidente FHC, defende publicamente a descriminalização da maconha, outros temas são tratados como tabu e apagados da mídia.

Na última semana de dezembro de 2012, chegou à redação do Novojornal denúncia informando que, com a ajuda da grande mídia e por meio de decisões judiciais, o PSDB vem conseguindo, nos últimos anos, impedir que a população tome conhecimento real do que pensam e fazem suas lideranças em relação à sexualidade.

Nossa reportagem saiu a campo na procura de resposta para tão controverso tema e descobriu uma estrutura profissional atuando para o PSDB por intermédio de equipes de busca e análise das diversas mídias, das tradicionais imprensa escrita, falada e televisada, até as recentes mídias sociais.

De posse das informações, passam a agir agências de notícias e escritórios de advocacia especializados em conseguir decisões judiciais para que os “relutantes” sejam obrigados a retirar qualquer menção sobre a opção sexual de suas lideranças.

“O Caso Anastasia”, citado na denúncia recebida por Novojornal, foi comprovado. Anastasia, antes e durante seu mandato como vice-governador de Minas, na gestão de Aécio Neves, atuou como ativista ligado ao Movimento Gay de Minas (MGM), onde presidia e promovia ao lado de Oswaldo Braga, Danilo de Oliveira, dentre outros, o evento anti-homofobia, Rainbow Fest.

Isso constava na Wikipédia, que teve o texto modificado em poucas horas após tal fato ser abordado nas redes sociais. Seu nome foi removido da página principal de domínio do Movimento Homossexual Brasileiro na enciclopédia virtual, seção Minas Gerais.

Para quem não sabe, a Wikipédia tem a comunidade de moderadores mais forte da internet, o que resulta em uma análise antes que um artigo entre definitivamente no ar. O nome de Anastasia esteve muito tempo na página do grupo, o mais atuante de Minas. A explicação encontrada por Novojornal para retirada de seu nome foi que a remoção atendeu interesse do próprio movimento.

Porém, tal ação fora documentada por meio de imagens. Como podiam ser vistas antes da intervenção e como ficou após a remoção. Entretanto, o caso mais ruidoso envolvendo o governador de Minas Gerais diz respeito a ele ter sido escolhido por Waldir Leite para edição de 2010 dos Golden Gays.

Waldir Leite é escritor e jornalista. Trabalhou como roteirista de novelas na Globo e na Record. Foi repórter e editor do Jornal do Brasil, além de crítico literário do Caderno B, o suplemento de cultura do mesmo jornal. Atualmente assina um blog de cultura e comportamento com o seu nome.

Foi neste blog que ocorreu a intervenção que causou maior repercussão entre as ações do PSDB no intuito de apagar da mídia a opção sexual de Anastasia. Agora, ao consultar o blog não se encontra a lista contendo o nome de Anastasia.

Na matéria retirada, de acordo com Waldir Leite, autor da lista dos Golden Gays, que ocorre desde 2002, “o ex-militante gay Anastasia é apaixonado por Aécio Neves, a quem, entre os amigos mais íntimos, só se refere como ‘meu bofe’”.

Segundo Waldir Leite:

Os homens públicos que são gays têm mania de arrumar um casamento às pressas para disfarçar sua homossexualidade. Foi para disfarçar sua homossexualidade que Henrique Meirelles, o todo-poderoso da economia brasileira, casou-se em 2002 com a psiquiatra Eva Missini.

Banqueiro bem-sucedido no Brasil e nos Estados Unidos, em 2004 Meirelles decidiu seguir carreira política e concorreu ao cargo de deputado federal por Goiás onde foi eleito com votação recorde. Ciente de que era conhecido como gay em sua terra natal, onde já tinha dado muita pinta, sua primeira providência antes de concorrer ao pleito foi se casar.

Um casamento discreto, às pressas, em que os amigos que sempre frequentavam suas festas nem foram convidados. Um casamento de conveniência. Agora que se tornou uma estrela da política brasileira, Henrique Meirelles anda muito comedido. O chato de ser político é isso: o sujeito não pode ser ele mesmo. Não pode dar pinta. Não pode rodar a baiana. Não pode pegar bofes na sauna. É o preço que se paga. Mas na época em que era “apenas” presidente do Banco de Boston e uma das estrelas do mercado financeiro internacional Meirelles soltava a franga.

Rapazes bonitões de Goiás viviam lhe fazendo visitas íntimas na mansão em que morava em Boston. Sempre que podia o banqueiro vinha passar temporadas em São Paulo onde costumava dar festas de arromba, em que não faltavam champanhe e rapazes bonitos. Principalmente rapazes bonitos.

‘O Meirelles sempre foi uma bicha festeira. Suas festas marcaram época em São Paulo’, diz um velho amigo do banqueiro, figura assídua da sua lista de convidados. Emo seu aniversário, dia 31 de agosto, o presidente do Banco Central gostava de dar festas temáticas, onde muitas vezes costumava aparecer fantasiado, para deleite das bichas amigas.

Numa de suas festas mais famosas, denominada de Noite das Arábias, Henrique Meirelles apareceu fantasiado de Scherazade. Waal! Certamente nessa época ele ainda não tinha aspirações políticas.

E prossegue:

Presidente homossexual da República brasileira? De forma alguma! Afinal, não podemos esquecer Itamar Franco, que era uma doidivanas, uma maluca! O curioso é que Itamar foi vice de Fernando Collor, que também tem um prontuário gay. No livro escrito por Pedro Collor ele conta em detalhes o caso amoroso que o irmão Fernando teve com um certo coronel Dario, um militar que foi ajudante de ordens nos anos dourados da Casa da Dinda. Very sexy!

Collor também teve um envolvimento com o deputado Paulo Otávio. Mas a vida gay de Fernando Collor começou ainda na juventude, quando ele era um garotão sarado e cheio de tesão. Foi nessa época que o ‘caçador de marajás’ teve um romance com o costureiro francês Pierre Cardin, que foi a Alagoas acompanhar as filmagens de Joana, a francesa, filme de Cacá Diegues, estrelado por Jeanne Moreau.

Segundo Wandir Leite, na época, a estrela francesa era casada com Cardin. Pois bem. Enquanto La Moreau filmava com Cacá, Cardin se esbaldava com o adolescente Fernando Collor nos canaviais da periferia de Maceió. No livro de Pedro Collor ele também conta que seu irmão tinha um fetiche um tanto quanto gay: gostava de consumir cocaína por meio de supositário. Ui! Talvez por tudo isso Collor tenha sido o melhor presidente do Brasil pós-democracia.

Ao falar de gays na política brasileira não podemos esquecer jamais de Delfim Netto, a ministra da Fazenda que reinou absoluta na época do governo militar. Essa era uma danada! Tão danada que tinha um grupo de rapazes a seu dispor que eram conhecidos como os Delfim Boys. Os Delfim Boys eram garotões másculos e viris que a poderosa Delfim protegia e amava com todas as suas forças. Generosa, a ministra sempre cuidou para que o futuro de seus rapazes fosse promissor. Muito deles depois que abandonaram as asas protetoras de tia Delfim se tornaram ricos e poderosos, graças à influência da ministra protetora. Um dos mais famosos Delfim Boys era um segurança bonitão que Delfim, apaixonado, ajudou muito. Anos depois, quando saiu da michetagem, ele acabou se tornando um poderoso empresário. Em sociedade tudo se sabe!

A lista de bibas na política brasileira é extensa. Henrique Meirelles não é o único gay nascido em Goiás a se tornar uma celebridade da política nacional. Seu conterrâneo Maguito Vilella também sempre foi do babado. Como vemos, as meninas de Goiás são danadinhas! Representando Pernambuco temos o ex-governador e hoje senador Jarbas Vasconcelos. Esse tá sempre “namorando” misses e moças bonitas. Sua assessoria gosta de mostrá-lo como um machão pegador, mas lá em Pernambuco o que se conta é que ele gosta mesmo é de rapazes. Em Minas temos o nosso Aécio Neves, sempre muito namorador, mas que ostenta em seu currículo amoroso romances com outros homens. Que ótimo!”

Na vida privada do cidadão comum, suas opções religiosas, políticas e sexuais dizem respeito apenas a ele. Porém, ao homem público, a quem a sociedade delega pelo voto poderes para atuar com imparcialidade no combate ou na defesa de temas de extrema importância para suas vidas, estas opções devem ser de conhecimento público.

Após consultar sua assessoria jurídica e ouvir sociólogos, psicólogos e militantes que atuam no tema, o Novojornal concluiu que cabe a imprensa divulgar com independência estas opções, ressaltando que a competência, comportamento moral e ético do homem público não tem qualquer relação com sua opção sexual, religiosa e política.

Evidente que aqueles que privam da intimidade do homem público têm conhecimento de suas opções e ações, porém, como dito anteriormente, por meio de seus mandatos irão decidir sobre temas que refletem no futuro de todos.

Ao fecharmos esta matéria, como se a confirmar a atuação deste grupo, nossa reportagem teve acesso ao Acórdão da 16ª Turma do TJ/MG em ação movida por Danilo de Castro que pede que a justiça impeça que seu nome seja divulgado por Novojornal após publicação da transcrição de conversas gravadas pelo advogado J. Engler sobre sua opção sexual, de seu filho Rodrigo de Castro e do senador Aécio Neves.

A justificativa da 16ª Turma Cível foi:

“Sendo grosseiras, de mau gosto e de natureza duvidosa, as notícias veiculadas aos agravantes, pelos agravados, no site http://www.novojornal.com, estas desafiam reprimenda ainda que em caráter provisório, razão pela qual a tutela antecipada pretendida deve ser deferida.”

É inacreditável que o Poder Judiciário transformou-se em crítico literário e queira impor sua análise e interpretação crítica a sociedade por meio de decisões. Até pouco tempo a justiça analisava apenas a legalidade de uma prática. Informamos que a decisão não é definitiva e que Novojornal irá recorrer

Responder

Fredd Reloaded

27 de abril de 2016 às 06h41

Dentro da lei, não tem mais a quem recorrer. O Estado não garante mais a Justiça pra população. Só que “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos OU DIRETAMENTE”

Responder

juliano camargo

26 de abril de 2016 às 22h27

Como faz pra contribuir com o Cocozinho? Queremos manter vcs no ar quando acabar o governo do povo.

Responder

Jandui Tupinambás

26 de abril de 2016 às 22h23

poxa, Rosário. Isto não vem ao caso. Tá apelando?

Responder

Elizabete Rodrigues Oliveira

26 de abril de 2016 às 22h18

Tem que impedir esse bandido de ser relator.

Responder

Eder Barbosa de Sousa

26 de abril de 2016 às 22h13

ISTO AÍ É SÓ MAIS UM PATIFE, COMO OUTROS TANTOS QUE PROLIFERAM NA NOSSA POLÍTICA.

Responder

Avelino Oliveira

26 de abril de 2016 às 22h10

O legal é ver os golpistas defenderem que Anastasia não vem ao caso.
Golpista é golpista até na verdade.

Responder

Leopoldo Pereira

26 de abril de 2016 às 21h47

Ironias da vida que a nossa mídia (?) não enxerga.

Responder

DARCY SALES

26 de abril de 2016 às 21h44

Coxinha não tem lógica.

Responder

Fabricio

26 de abril de 2016 às 20h41

Lógica de mortadela: ele fez, eu posso fazer também.

Responder

    Roberto Borah

    26 de abril de 2016 às 21h02

    Lógica de Coxinha: ele é do Psdb, não vêm ao caso.

    Responder

      Fabricio

      26 de abril de 2016 às 21h29

      Não, querido. Quero que todos os corruptos sejam presos, ao contrário de vocês.

      Responder

        sargento

        26 de abril de 2016 às 21h50

        to vendo cunha e o que ? qual corrupção da Dilma e do Lula ? quem esta sendo investigado ? maioria que votou a favor do golpe tem nome sujo

        Responder

          Fabricio

          26 de abril de 2016 às 22h03

          Lula está com habeas corpus preventivo e logo será preso pois está sendo investigado por enriquecimento ilícito, não se faça de palhaço. Dilma fez um rombo no budget e deve sair direto para a cadeia. Sobre os que votaram a favor do impeachment, como disse o filósofo, até um relógio quebrado está certo duas vezes no dia; ou seja, podem ser corruptos, mas estão fazendo o que é certo.

          Elizabete Rodrigues Oliveira

          26 de abril de 2016 às 22h17

          Você deve ser o herói das fraudes do imposto de renda. Parece ser santo, mas no fundo não passa de um defensor do “somos todos cunha”. E diz que quer ver todos os corruptos presos. Esse Fabricio é rabo preso de Cunha.

          Fabricio

          26 de abril de 2016 às 22h42

          Cunha é um larápio, vagabundo, mas ele fez a coisa certa.

          Dilbert

          27 de abril de 2016 às 00h46

          Cunha larápio, vagabundo… Faltaram corrupto, mentiroso, réu confesso de evasão fiscal, usa a igreja e fiéis pra esquentar dinheiro… Mas serve pra ser o mandante di impedimento de uma presidente democraticamente eleita e sobre a qual não existe nenhuma denúncia de desvio ou corrupção. Realmente seu raciocínio é brilhante.

          Fabricio

          27 de abril de 2016 às 01h26

          Ué, o Temer também foi democraticamente eleito… por todos vocês que votaram na Dilma. Ou você acha que seu voto não alcança o vice?

          Dilbert

          27 de abril de 2016 às 06h40

          Temer?
          Respondi sua afirmação em relação ao Cunha ser réu confesso e mais um monte de outras acusações de favorecimento ilícito e ainda assim ter seu apoio para fazer a “coisa certa”.
          Ou seja, vc se sentiria tranquilo se um dia vc for acusado de algum crime e for julgado por um Cunha da vida, desde que ele faça o que é certo, no seu ponto de vista, não necessariamente do ponto de vista legal.
          Não vejo o que o Temer tem a ver com isso.

          Fredd Reloaded

          27 de abril de 2016 às 06h58

          Não votei no Temer pra presidente. Diferente de vocês que estão “votando” agora. Era um risco que corríamos pra salvar o Brasil da sanha do PSDB.

          Fabricio

          27 de abril de 2016 às 12h18

          Você votou na Dilma, querido? Se votou, votou em Temer também.

          Avelino Oliveira

          27 de abril de 2016 às 01h32

          Oi Fabricio
          Não fale assim de seu chefe.
          Afinal, você não é mais um dos somos todos Cunhas.

          renato andretti

          27 de abril de 2016 às 11h34

          fez nascer fabricio..

          Avelino Oliveira

          27 de abril de 2016 às 01h31

          Oi Fabricio
          Assuma logo seu lado somos todos Cunhas.
          Você é mais um golpista.

          Fabricio

          27 de abril de 2016 às 02h27

          Golpista são vocês que estão ameaçando greve geral e invasão de propriedade final se a Dilma cair. Este é um país de leis e elas serão cumpridas. Se vocês se meterem a besta, vão levar pau do exército.

          Avelino Oliveira

          27 de abril de 2016 às 11h48

          Oi Fabricio golpista
          Se este é um país de lei, como pode o Cunha e seus capangas, assim como STF, condenar a Dilma por um crime que não cometeu???!
          Você é tão golpista como Cunha, pior ainda, é mais um dos lacaios desse canalha.

          Fabricio

          27 de abril de 2016 às 12h14

          O Cunha é assunto da polícia e do STF. Cunha não é o Presidente, e além disso, seus crimes não dão direito a Dilma de cometer outros, ora. Além do mais, Cunha não condena ninguém, que poderá fazer isso são os Senadores.

        Roberto Borah

        26 de abril de 2016 às 22h31

        É mesmo?!? Me diz ai, quantos Coxinhas como você foram pra pra paulista protestar na paulista, pelas pedaladas do tucanalha governador de SP? ou pelo roubo da merenda?? pelo cartel do metrô??

        Responder

          Fabricio

          26 de abril de 2016 às 22h39

          Engraçado você tocar no assunto, por dois motivos: 1) Mortadela não quer nem saber de educação; 2) Quem cortou quase 10 bilhões da educação foi a sua musa.

          Os protestos NACIONAIS foram contra a corrupção em geral, e foram apartidárias, então não me venha com esta palhaçada. Nós queremos que todos sejam responsabilizados, mas no momento, a PF está a investigar o maior escândalo de corrupção da história deste país, e é o PT o partido que está envolvido até o pescoço nele.

          Octavio Filho

          26 de abril de 2016 às 22h54

          Apartidários?????

          Fabricio

          26 de abril de 2016 às 23h23

          Sim, não existia campanha para nenhum partido e nem foi organizado por partidos. Foi expressão popular.

          Octavio Filho

          27 de abril de 2016 às 16h41

          Isto não é verdade, pois, apesar de tentar assumir um cara de apartidário, sabemos que estes movimentos foram orquestrados por políticos da oposição, ligados a algumas lideranças, tais como, revoltados online, MBL etc. Inclusive , estes movimentos recebem financiamento de instituições internacionais ligadas ao sistema financeiro (Estudantes para a liberdade etc). O fato de não estarem ligadas a um único partido, não as torna partidárias. São movimentos originários da oposição. Tanto é que vcs hostilizam o PT e a esquerda e recebem afagos da direita. Sendo a direita (PSDB, DEM etc) os mais corruptos do Brasil (se bobear são do mundo). Basta acompanhar todos os escândalos dos últimos 30 anos. É claro que no caso da direita, dificilmente um político vai preso ou até mesmo a julgamento. Se tens dúvida disto, faça uma pesquisa na internet. E não estou falando em simplesmente pesquisar em sites de esquerda.

          Todos estes movimentos foram feitos para combater o PT e não a corrupção. Se assim fosse, em nenhum momento os políticos da oposição estariam presentes nas manifestações.

          Avelino Oliveira

          27 de abril de 2016 às 01h29

          Oi Fabricio
          Seus movimentos foram tão apartidários, que o PSDB estava lá, que o PMDB estava lá, que o DEM estava lá, entre outros.
          Você é um golpista e não quer assumir.

          Fabricio

          27 de abril de 2016 às 12h21

          Eu acho que você não sabe o que “apartidário” significa.

          Octavio Filho

          26 de abril de 2016 às 22h57

          Deixa eu pensar ………ZERO!! Acertei???

          Agora vamos ver se vc acerta também.
          Quantas universidades o PSDB construiu quando o FHC era presidente?

          Octavio Filho

          26 de abril de 2016 às 22h59

          Roberto, agora virou moda, os coxinhas dizerem que não votaram em ninguém. É o voto da vergonha. Quer matar um coxinha de raiva? Pergunte em quem ele votou.

        Avelino Oliveira

        27 de abril de 2016 às 01h28

        Oi Fabricio
        Que você queira mentir para você tudo bem, mas achar que os demais são idiotas, é idiotice sua.
        Você é um golpista, e tão safado como o Cunha.
        Pegue sua mascara do Cunha e vá passear na Paulista.

        Responder

    Sergio

    27 de abril de 2016 às 01h03

    A questão é moral. Se entender que pedalada da Dilma é crime e sua não, demonstra publicamente que nasceu na zona.

    Responder

      Fabricio

      27 de abril de 2016 às 01h25

      A questão está na severidade da ofensa à responsabilidade fiscal. Existe no Direito a questão de que a pena deve ser proporcional ao crime. Se as pedaladas de Dilma faliram o Brasil, então é natural que sejam mais graves que as pedaladas de qualquer outro político (inclusive as de Lula) que não ocasionaram tão profunda crise.

      Responder

        Eisenheim

        27 de abril de 2016 às 03h04

        E qual a ‘pena’ do mineiro, pelo ‘crime’ que cometeu? Afinal, você falou que a pena deve ser proporcional ao crime.

        Quer dizer que as tais pedaladas fiscais de Dilma têm relação direta com a situação econômica do país? Nossa, essa ecoou e doeu.

        Quem foi que disse que, se Dilma ganhasse a eleição, ela não governava? Quem foi que, desde que Dilma foi eleita, não aceitou o resultado das urnas e, desde então, vem tramando um golpe?

        Dica:

        Responder

          Fabricio

          27 de abril de 2016 às 12h20

          Sim, óbvio que tem. Na verdade o Brasil começou a ir pro buraco quando vocês elegeram o cachaceiro analfabeto do Lula, mas as pedaladas de Dilma foram de 60 bilhões, e pra consertar isso muita coisa terá de ser cortada.

          Eisenheim

          27 de abril de 2016 às 18h22

          Ora, seja objetivo. Não fuja da conversa. Explique-me, pois eu quero entender. Tem coisas que a gente não aprende na faculdade, tampouco nas pós-graduações, mestrado, doutorado etc.

          Quanto ao analfabeto que você falou, ele cobra $ 200 mil dólares por uma palestra.

          Meu amigo de infância, que é professor em Harvard, pós-doutor, cobra R$ 50 mil reais por uma palestra no Brasil.

          Quem fala mal de Lula é quem não tem a bagagem cultural do ex-presidente. O mundo todo sabe quem é Lula e o admira.

          E quem é você, para execrar o nome do melhor presidente do Brasil, de todos os tempos?

          Fabricio

          27 de abril de 2016 às 19h18

          Lula ganha isso por palestra por ser ex-presidente e porque esquerdistas adoram lamber o saco dele. Não existe nada que Lula possa dizer que justifique esse valor, ou qualquer valor, na realidade. Ele é quem deveria pagar para que as pessoas o escutem falar.

          Lula é uma figura conhecida mundialmente, sem dúvida, mas é um ignorante, absolutamente despreparado para a política, que se orgulha de ser ignorante, nunca quis melhorar e que nunca trabalhou na vida, só fazia greve e bebia cachaça. Só no Brasil pra uma criatura dessas ser eleita. E vocês, apesar das evidências de que ele roubou, ainda o defendem. Eu gostaria era de entender o motivo.

          O melhor? Você anda a beber a cachaça de Lula? Ele foi é um dos piores. Toda essa crise começou no governo dele.

        Daniel

        27 de abril de 2016 às 08h29

        O crime de que rouba 1 l de leite para o seu filho é o mesmo de um assaltante de banco, segundo o código penal a pena é a mesma, desde que não usem armas.

        Responder

    Fredd Reloaded

    27 de abril de 2016 às 06h55

    “Pedalada fiscal” é uma expressão vaga. A diferença entre o que acusam a Dilma do que o afasta-azia fez é que com a Dilma, o entendimento de que era errado surgiu após o ato praticado. A Constituição GARANTE a IRRETROATIVIDADE DA LEI. NÃO HÁ CRIME. O Impeachment tem a função de encerrar o mandato antes do tempo, só que o mandato da Presidente JÁ HAVIA ENCERRADO. Além do mais o povo DECIDIU que o seu mandato foi correto: ELA FOI ESCOLHIDA NOVAMENTE.
    Começo a ter esperança de que os manifestantes pró golpe podem pensar (o Fabrício esboçou uma lógica, embora rudimentar). Uma luz no fim do túnel.

    Responder

    Praxedes

    27 de abril de 2016 às 08h38

    Lógica coxinha: afastar a Dilma e tirar o PT do governo federal a qualquer custo para que assim, o povo da periferia tenha como única opção de renda servir à casa grande. Nunca foi combate à corrupção…sempre foi luta de classes, ontem e hoje.

    Responder

      Fabricio

      27 de abril de 2016 às 12h17

      Que casa grande o quê? Deixe de ler livros Marxista, acorde para a realidade e tome um café forte para curar esta ressaca comunista.

      Responder

Alexandre Moreira

26 de abril de 2016 às 18h20

Já perderam completamente a compostura. Isso é um pesadelo.

Responder

João Bosco

26 de abril de 2016 às 17h33

E eles fizeram ao contrário da Presidente(a) Dilma. Dilma beneficiou aqueles que mais precisavam, enquanto os tucanos, tiraram dos que necessitavam.

Responder

    Octavio Filho

    26 de abril de 2016 às 22h52

    E tem alguma coisa que os tucanos façam que beneficie aqueles que realmente necessitam?

    Responder

Deixe uma resposta