Bahia: Refinaria privatizada provoca desabastecimento de Gás de Cozinha

A Lava Jato e a destruição do ecossistema tecnoindustrial do país

Por Miguel do Rosário

19 de junho de 2017 : 19h25

(Pelo jeito, o pessoal de Curitiba e seus apoiadores jamais leram Galbraith)

Cafezinho Econômico – Edição Número 1 – 19/06/2017

“O silêncio eterno desses espaços infinitos me apavora”, dizia Pascal.

Quando pensamos no suicídio econômico e político do Brasil, iniciado a partir da deflagração da Lava Jato, deveríamos parodiar o pensador francês e afirmar que a cretinice eterna de uma imprensa infinitamente desonesta nos aterroriza.

Bem vindo à primeira edição do Cafezinho Econômico, nosso boletim semanal sobre economia. Será um boletim econômico diferente, com bastante pegada política e alguma discussão teórica, porque é preciso fugir dos horríveis clichês e vícios da imprensa econômica tradicional.

O gráfico abaixo, que preparamos com base nos últimos números do IBGE para o PIB trimestral, mostra claramente que o declínio da Formação Bruta de Capital Fixo (ou seja, dos investimentos no Brasil, privados e públicos) teve início exatamente com a Operação Lava Jato, a saber, a partir do primeiro trimestre de 2014.  Até então, os investimentos vinham apresentando uma taxa de crescimento constante, coincidindo inclusive com a forte aprovação ao governo Dilma.

É preciso reler John Kenneth Galbraith, o professor de economia em Harvard e prolífico autor de alguns clássicos sobre economia industrial que se tornou conselheiro de Kennedy, para entendermos o grau de insanidade e estupidez que tomou conta do país ao apoiar uma operação tão profundamente nociva como a Lava Jato.

Em O Novo Estado Industrial, publicado em 1967, Galbraith explica que as sociedades avançadas, industriais, consolidaram uma “tecnoestrutura”, uma espécie de ecossistema econômico formado fundamentalmente por suas empresas.

O autor critica uma série de falsidades, vendidas ao “senso comum”, sobre o funcionamento das economias avançadas. Uma das mais idiotas, segundo Galbraith, é a depreciação que se faz ao conceito de “planejamento” após o advento da guerra fria. Economistas liberais ocidentais passaram a propagar a incrível – por ser tão óbvia – mentira de que os países capitalistas não planejavam a sua economia, em contraposição à planificação excessiva dos Estados socialistas.

Ora, diz Galbraith, as economias industriais modernas dos países capitalistas são caracterizadas justamente por um forte planejamento, tanto por parte de seus governos, como por parte de suas grandes empresas, e há uma relação direta entre o grau de complexidade tecnológica e a necessidade de se fazer planejamentos de longo prazo.

Se um país pretende viver apenas da exportação agrícola, a necessidade de planejamento, naturalmente, é bem menor, porque há uma relação mais direta entre a agricultura e o mercado que se autorregula. Curiosamente, todavia, os países ricos exercem um subsídio fortíssimo sobre suas agriculturas, de maneira que, nas poucas atividades que eles poderiam deixar ao sabor do mercado, eles não o fazem.

Quanto às atividades industriais, estas são fortemente planejadas por razões óbvias: requerem uma grande quantidade de capital investido.

Para se construir grandes instalações e levar adiante projetos de infra-estrutura, é preciso um longo tempo para formar mão-de-obra, estabelecer canais de fornecimento de produtos especializados, construir redes de relações comerciais e trocas tecnológicas profundamente complexas.

E daí fica evidente a insanidade da Lava Jato.

Galbraith lembra que as organizações empresariais, ao menos nas economias modernas, tornaram-se os fundamentos do que ele chama de tecnoestrutura: à diferença do que pensa o vulgo, as organizações refletem um trabalho coletivo, reunindo milhares de talentos individuais, que precisam desenvolver uma grande diversidade de técnicas comerciais, científicas, interpessoais, publicitárias.

O sucesso de uma grande empresa, ao contrário do que vende a cultura de massa, não é fruto do brilhantismo de um ou mais indivíduos geniais, e sim o trabalho de um grupo, que tem valor como grupo e não como ajuntamento de indivíduos isolados.

Os procuradores e demais operadores da Lava Jato, incluindo o juiz Sergio Moro, tem uma visão incrivelmente medieval do que seja uma grande organização empresarial moderna. Grupos como a Odebrecht nascem do trabalho coletivo e histórico de milhares de brasileiros, gerações e governos. Quando uma empresa ocupa um lugar estratégico na tecnoestrutura de um país, é preciso compreender que se trata de um agente que possui um patrimônio coletivo que deve ser preservado.

A corrupção encontrada por processos de investigação viciados fazem a deliberada confusão entre o problema moral, que está na cultura, nas relações políticas da sociedade, em alguns indíviduos, e evidentemente não pode ser combatida pela destruição da tecnoestrutura do pais.

Não é fácil criar uma grande organização. Atrair os melhores engenheiros, administradores e executivos, de maneira geral, não se dá apenas, explica Galbraith, pela questão pecuniária. Os profissionais são atraídos também pelos desafios oferecidos por aquela companhia. Além disso, as grandes empresas industriais de um país –  e há uma série de setores onde a necessidade de capital intensivo só permite a existência de grandes empresas – costumam atrelar seus objetivos de crescimento empresarial às metas de crescimento econômico do país como um todo.  A empresa se beneficia do crescimento econômico do país.

Galbraith lembra ainda de outra mentira muito comum (que os nossos neoliberais adoram explorar), que consiste em omitir, em especial para a opinião pública dos países do terceiro mundo, o grau de participação dos governos na economia das nações industriais. Nos EUA do final dos anos 60, observa o autor, os serviços dos governos locais, estaduais e federal respondiam por 1/4 de toda a atividade econômica do país, uma taxa maior do que em países socialistas da época, como Noruega e Suécia.

O juiz Sergio Moro, quando recebeu bolsas diversas do governo americano para estudar a melhor maneira de combater a lavagem de dinheiro, certamente não aprendeu (porque isso não interessava aos EUA) que existe também, como em tudo, uma geopolítica da lavagem de dinheiro.  Nenhum Estado pode combater a lavagem de dinheiro em seu país sem considerar o método mais eficiente para fazê-lo, segundo um critério político que considere os interesses econômicos e sociais do país.

Destruir quatro milhões de empregos certamente não ajuda em nada a combater a corrupção.

Isso é tão evidente que volto a parodiar Pascal: o silêncio em torno dessa obviedade me apavora.

Segundo o Wikipédia, a Lava Jato, apesar de ser deflagrada em março de 2014, começou a investigar a Petrobrás em julho de 2013, ou seja, justamente no mês em que as grandes manifestações de junho daquele ano foram sequestradas pela narrativa da mídia corporativa, e se registrou a mais espetacular inversão química da atmosfera política nacional: de um dia para outro, o governo Dilma, que gozava de taxas altíssimas de aprovação popular, condizentes com a estabilidade econômica e o dinamismo do mercado de trabalho, passou a ser fortemente hostilizado pelas ruas e pela imprensa.

A Lava Jato se pretende o centro de uma revolução ética e moral. Ora, neste sentido, é uma revolução às avessas, porque a ética é invertida. A ética mais importante para o Estado, e para os servidores desse Estado, é a segurança econômica e social do país. É importante inclusive para a sobrevivência dos próprios servidores, pois sem economia e sem Estado, não será possível pagar os salários do funcionalismo público.

A infra-estrutura de uma nação com mais de 200 milhões de habitantes jamais poderia ser posta em risco por causa de alguns corruptos.

Quando eu falo em Lava Jato, não me refiro apenas à turma de Curitiba, mas a todo o sistema que a estimulou, desde os tribunais superiores, passando pela mídia, até as organizações internacionais (think tanks, universidades e mídias dos EUA) que passaram a blindar a operação.

A Operação Carne Fraca, por sua vez, é uma das muitas filhas da Lava Jato. Foi concebida, assim como sua matriz, para subsidiar um golpe, para derrubar o governo. Para isso, não deu nenhuma importância à segurança econômica do país.

As exportações brasileiras de carne, nos últimos dois meses (abril e maio), caíram 17% em volume sobre o mesmo período do ano anterior. Essa queda pode ter representado a perda de aproximadamente 500 milhões de dólares, quase 2 bilhões de reais, em apenas dois meses.

As compras da China de carne brasileira caíram mais de 40% em dois meses.

Eu finalizo a coluna de hoje com um pensamento de Pascal que pode nos servir de guia:

O homem não é mais que uma rosa, a mais frágil da natureza, mas é uma rosa pensante. Não é preciso que o universo inteiro se arme para a esmagar; um vapor, uma gota d’água é suficiente para lhe matar. Mas quando o universo o esmagar, ainda assim o homem será mais nobre que aquele que o mata, pois que ele sabe que morre, ao passo que o universo não sabe de nada. Toda a nossa dignidade consiste então no pensamento. Trabalhemos então para pensar da melhor forma possível: eis o princípio de toda moral.

***

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Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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20 comentários

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Hélio Bezerra Leite

21 de junho de 2017 às 11h52

Miguel do Rosário, o Brasil está doente! A doença chama-se esquerdopatia. A sua é crônica e você tenta disfarçá-la citando Galbraith, querendo dizer a todos que é culto, intelectual. Só não fala dos 14 milhões de desempregados no país. Ah! Não poderia culpar a operação Lava Jato, aquela que está drenando o pântano do mundo político, aquela que quer colocar bandidos como Lula, Aécio, Temer, Dirceu, etc, etc na cadeia, mas encontra muitas dificuldades pela frente. Encontra você, doente crônico, pela frente, prestando um desserviço ao país. Procura um psiquiatra cara! Como todo comunista, provavelmente ele dirá que você também é psicopata.

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Loide

20 de junho de 2017 às 08h47

Nós, aqui do Paraná não queremos nem saber desse tal Galbraith, queremos é que os bandidos que roubam os cofres públicos, frutos do nosso suor, apodreçam na cadeia.

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Marcia Rejanne Matos Dias

20 de junho de 2017 às 10h21

Coxinha ler Galbraith? É pedir demais. Provavelmente nem sabem quem é… Coxinha gosta é de Caras, Veja, Época essas tranqueiras. Coxinha gosta de saber dos botox de Dória, das futilidades de Luciano Huck e dos besteirol das sub-celebridade acéfala.

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    Loide

    20 de junho de 2017 às 08h50

    Não lemos mesmo. Mas sabemos o é descência e moral. Sabemos o quê é trabalhar pesado, para no fim do mês, receber um dinheiro “limpo”.

    Responder

Alice

20 de junho de 2017 às 06h32

O firmware CIA avançado vem infectando roteadores Wi-Fi por anos
O último lançamento do Vault7 expõe a operação de espionagem de rede A CIA ficou em segredo desde 2007.

Os roteadores domésticos de 10 fabricantes, incluindo Linksys, DLink e Belkin, podem ser transformados em postagens de escuta secretas que permitem à Agência Central de Inteligência monitorar e manipular o tráfego de entrada e saída e infectar dispositivos conectados. Isso é de acordo com documentos secretos publicados quinta-feira por WikiLeaks.

CherryBlossom, como o implante é nomeado em código, pode ser especialmente eficaz contra alvos usando alguns modelos D-Link DIR-130 e WRT300N fabricados pela Linksys porque podem ser infectados remotamente mesmo quando eles usam uma senha administrativa forte. Um código de exploração Tomato pode extrair suas senhas enquanto um recurso padrão conhecido como plug and play universal permanece ativado. Os roteadores que são protegidos por uma senha administrativa padrão ou facilmente adivinhada são, obviamente, triviais de infectar. No total, os documentos dizem que o CherryBlossom é executado em 25 modelos de roteador, embora seja provável que as modificações permitisse que o implante seja executado em pelo menos 100 mais. Fonte: https://arstechnica.com/security/2017/06/advanced-cia-firmware-turns-home-routers-into-covert-listening-posts/

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Jose carlos lima

20 de junho de 2017 às 04h52

https://josecarloslima.blogspot.com.br/2017/06/ao-inves-de-livros-uma-sentenca-como.html

Temos uma elite golpista e ignara, entenda como, qdo, pq…

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Carlos Assis

20 de junho de 2017 às 04h32

Parabéns.
O artigo fesnuda de forma simples e contundente a complexidade do tema.

Responder

Cláudio

20 de junho de 2017 às 04h13

:
: * * * * 04:13 * * * * .:. Ouvindo As Vozes do Bra??S??il e postando: A grande mídia (mérdia) é composta de sabujos sujos e sabujas sujas a serviço dos ianque$ e do $ionismo de capital especulativo internacional e outras máfias (como a ma$$onaria, com dois c(h)ifrões, de $$ neonazista) dos e das canalhas direitistas…

Poesia contra a distopia (Distopia = Ideia ou descrição de um país ou de uma sociedade imaginários em que tudo está organizado de uma forma opressiva, assustadora ou totalitária, por oposição à utopia. “Distopia”, in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/distopia [consultado em 01-10-2016].)

.:.

Poema acróstico para o maior e melhor brasileiro de todos os tempos :

L ouvemos quem bem merece o mais pleno louvor
U m homem simples como as coisas boas da vida
Í ntimo camarada, nosso irmão e amigo de valor
Z elando sempre pelo bem da humanidade querida

I nimigo dos maus, amigo dos bons, trabalhador
N ascido do povo que muito o ama e admira
Á rvore de bons frutos, os de melhor sabor
C onsciência plena de tudo que no mundo gira
I magem perfeita do homem de si senhor
O humano defensor de humana lira

L uz de nossa gente, lutador incansável
U m verdadeiro herói do povo brasileiro
L úcido e consciente do mais admirável
A mor pelo ser humano e verdadeiro

D igno e sincero, fraterno e muito humano
A migo do povo, honesto e sempre lhano

S eja o meu/nosso canto para te louvar
I sso que a voz do povo já disse várias vezes
L ula, o BraSil vive mais feliz só por te amar
V itória da melhor sorte no número treze
A fazer do brasileiro a humanidade a se ampliar.

Autor: Cláudio Carvalho Fernandes ( poeta anarcoexistencialista )

.:.

B……………………………A
…I………………………I
…….S………………C
………..T………N
…………….Â
tele……………………..visão

tele……………………..vazão

tele……………………..vazio

………………………………………………………. (Cláudio Carvalho Fernandes)

.:.

ReXistência

Não deixe que aluguem o seu pensamento:
Simplesmente mude de canal ou desligue a TV
:
Diga “NãO” à Rede Goebbels

……………………………..………………. ( Cláudio Carvalho Fernandes )

.:.

Globo

PATRÃO
PADRÃO
LADRÃO

……………………………..………………. ( Cláudio Carvalho Fernandes )

.:.

Mídia cínica, mercenária, demagógica e corruta.
.
“Com o tempo, uma imprensa [mídia] cínica, mercenária, demagógica e corruta formará um público tão vil como ela mesma”.
.
…………………..………………………………. ( Joseph Pulitzer )

.:.

Se você não for cuidadoso / cuidadosa
.
“Se você não for cuidadoso / cuidadosa, os jornais [a mídia] farão [fará] você odiar as pessoas que estão sendo oprimidas e amar as [‘]pesso[nh]as[’] que estão oprimindo”.
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…………………..………………………………. ( Malcolm X )

.:.

( En la lucha de clases )
.
En la lucha de clases
Todas las armas son buenas
Piedras
Noches
Poemas
.
…………………………………………….( Paulo Leminski )

.:.

( Não é a beleza )
.
Não é a beleza
Mas sim a humanidade
O objetivo da literatura
.
…………………………………………….( Salamah Mussa )

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A existência precede a essência.
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…………………………………………….( Jean-Paul Sartre )

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* 1 * 2 * 13 * 4

.:.

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Por uma verdadeira e justa Ley de Medios Já pra antonti (anteontem. Eu muito avisei…) !!!! Lul(inh)a Paz e Amor (mas sem vaselina) 2018 neles (que já tomaram DE QUATRO no PSDBosta) !!!!

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Responder

Lourival Godoy

20 de junho de 2017 às 06h13

Sera por isso que a Lava Jato eh tao elogiada dentro e fora fo pais? Recebendo prêmios por atuação e sendo imitada fora do Brasil? Ela só incomoda facínoras corruptos. A economia brasileira se apóia na corrupção? As migalhas que ficam nas mesas desses corruptos significa o que eh do povo?

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Eduardo Paiva

20 de junho de 2017 às 05h07

#AécioNaCadeia

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Antonio Passos

19 de junho de 2017 às 22h18

Não adianta explicar nada para os brasileiros. Somos um país de zumbis da Globo. Todos com a cabeça feita e, por incrível que pareça, não percebem isto e se dizem “contra a Globo”. O Brasil é um país composto majoritariamente por idiotas.

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Celio Teles

20 de junho de 2017 às 00h49

Pô! Aí é pedir demais para os insanos de Curitiba! Uns juizecos que apresentam como prova de um crime a “não prova” , o que esperar deles?! Duvido que um deles conheça JK Galbreith! Muito menos sua obra.

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    Loide

    20 de junho de 2017 às 08h52

    Viva os defensores da moral e da ética. Viva a LAVA JATO.

    Responder

eu

19 de junho de 2017 às 21h27

“A crise consiste precisamente no fato de que o velho está morrendo e o novo ainda não pode nascer. Nesse interregno, uma grande variedade de sintomas mórbidos aparecem.”

Antonio Gramsci

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Pedro Salgado Junior Junior

19 de junho de 2017 às 22h55

a lava jcombate a causa desta corrupção cruel que instalou neste País, ela não é responsaavel pelo resultado que isto posdsas trazer, ela tem qaue cumprir seu papel colocar os bandidos na cadeia

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    Gerson Pompeu

    19 de junho de 2017 às 23h01

    Acabar com a doença, matando o doente?

    Responder

    Luiz Pereira

    19 de junho de 2017 às 20h43

    Claro que tem responsabilidade, sobretudo quando está recheada de “vazamentos”, que transformam em espetáculo partes selecionadas de depoimentos, que já condenam sem provas. E fazem uma propositada confusão entre pessoa natural, que pode cometer crimes e deve responder por eles; e pessoa jurídica, criminalizando, perante a opinião pública, empresas, partidos, sindicatos entre outros. Na sanha inquisitorial, mandaram às favas princípios básicos como a presunção da inocência, o ônus da prova que cabe a acusação, direito ao contraditório e etc. Tem que combater a corrupção, mas sem sacrificar o Estado de Direito.

    Responder

    Simone Dos Santos

    20 de junho de 2017 às 00h05

    A forma como ela foi conduzida foi errada, destruiu a economia do país

    Responder

    Vera Nunes

    20 de junho de 2017 às 11h34

    ESSE JUIZ FOI PAU MANDADO

    Responder

João Valente

19 de junho de 2017 às 22h30

Nasceu gigante pela própria natureza e por destruí-la vai se tornando pequeno perante o mundo.
Deitado em berço esplêndido não encontra forças para se levantar.
Nem ordem nem progresso mas corrupção é o lema e propina sua moeda.

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