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Novato com ar de metrossexual e credenciais frágeis, um perfil de João Doria segundo a The Economist

Por Luis Edmundo

19 de junho de 2017 : 10h15

Foto: Divulgação

Do Jornal GGN.

Por Sergio Saraiva

Doria para inglês ver

Doria parece não ter impressionado muito à “The Economist”.

Pelo menos é o que se denota da reportagem de 15 de junho de 2017:  ”Who will survive Brazil´s political cull?”– algo como “quem irá sobreviver no refugo político do Brasil”. Cull também pode significar lixo.

Escândalos abrem oportunidades para recém-chegados, complementa a revista.

Doria é visto como um político neófito que tem como principais características um charme discreto de comunicador profissional e um ar de metrossexual.

Nenhuma menção à sua LIDE e aos eventos que promove, nem à forma como suas revistas sobrevivem sendo praticamente desconhecidas do público. A única menção sobre a experiência anterior de Doria é como apresentador de “O Aprendiz” e, se serve como elogio, uma citação à Trump que também apresentou o programa nos EEUU.

No mais, em um ligeiro balanço da gestão Doria até aqui, a “The Economist” crava: na melhor das hipóteses, não passaria de um começo possivelmente promissor.

Por isso se espanta de que Doria esteja cotado como um sério candidato a presidente em 2018. Para, logo em seguida, explicar a seus leitores que isso se dá porque “as investigações de corrupção e uma crise econômica derrubaram a classe política como uma colheitadeira em uma plantação de soja”. Imagem interessante.

Assim sendo, Doria que conseguiria ser, ao mesmo tempo, um iniciado e um novato em política, teria chance de se eleger presidente. Embora suas credenciais sejam frágeis, destaca a “The Economist”.

E conclui citando um professor da FGV: “no Brasil de hoje, o imprevisível é provável”.

Realmente, parece que Doria não impressionou muito à “The Economist”.

Luis Edmundo

Luis Edmundo Araujo é jornalista e mora no Rio de Janeiro desde que nasceu, em 1972. Foi repórter do jornal O Fluminense, do Jornal do Brasil e das finadas revistas Incrível e Istoé Gente. No Jornal do Commercio, foi editor por 11 anos, até o fim do jornal, em maio de 2016.

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25 comentários

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Marcos Pinto Basto

25 de junho de 2017 às 03h39

The Economist foi moderado ao referir-se a João Dória, não perdendo tempo com detalhes pouco abonadores deste novo fantoche da politicalha nacional que se apresenta como gestor empresarial, com um padrinho que dispensa apresentações por sua mui santa posição no Opus Dei.
Até agora, seu maior feito como administrador municipal, foi a tentativa de acabar com a Cracolândia na cidade, uma ação ou manobra que pretendia os holofotes da mídia, mas recebeu duras críticas dos mais entendidos no combate às drogas e direitos humanos porque dispersou os viciados em drogas de um lugar para outro, usando muita policia e gerando ainda mais desconfiança dos viciado em drogas nas boas intenções do “gestor empresarial” que logo mostrou sua capacidade de entender os seres humanos ou pelo menos, procurar ajuda para tal.
Isto sem contar com as demolições abusivas de edifícios que alojavam muita gente decente.
João Dória é um garrote ou bezerro mal desmamado que cresceu como brinquedo dos filhos dos senhores da casa grande colonial. Nunca o deixaram crescer pastando na verdejante planície social, deram-lhe tudo, mas nunca o deixaram ser touro e com os anos vem mirrando sua aparência de vitelo promissor, nem sorrisos muito forçados, nem o botox conseguem disfarçar sua ingénua velhacaria!

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NRA Borges

21 de junho de 2017 às 19h16

“Cull” no caso poderia mais provavelmente ser traduzido como poda. Como verbo a palavra é aplicada para um corte – através de extermínio físico – de indivíduos considerados excedentes em uma população de animais de uma determinada espécie: indivíduos mais velhos ou que já passaram de sua fase “prime” (lembra do Bradesco prime?) ou que não cumprem a contento o papel que devem desempenhar no ecossistema. Dúvidas quanto ao critério aplicável a um cenário político neste último caso? Pesquise na Internet: Goebbels. Esse rapaz se prestou a mobilizar opiniões para que o assunto fosse posto em prática ao pé da letra pelo seu polêmico mentor, um avatar germânico. No caso específico do Economist – recentemente adquirida por um grupo de “investidores” e tendo assumido um perfil mais Vejificado me parece que está discretamente se dirigindo à eliminação política do Lula – um politicon zoon mais idoso sim mas ainda muito ativo – e a uma mobilização de esquerda que ele lidera.

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enganado

20 de junho de 2017 às 11h50

The Economist, é o jornal/revista (((qq porra serve))) que colocou um busca pé na foto do CRISTO (((fudendo a imagem do ___braZiUSA___ , e pior ainda, imagem SAGRADA; agora qdo houve o caso do Lehman Brothers Holdings Inc. _banco de investimento nos USA ((fudeu a economia do mundo))), esqueceu de colocar a TOCHA da Estátua da Liberdade enterrada (((bem acesa)) no CX da estátua. Ingleses FDP!!!! Engraçado que o símbolo religioso do País virou piada para esses FDP, e não apareceu um merda da Igreja Católica para defender pelo menos a imagem do CRISTO. Lógico!!! Não foi a RÚSSIA / CHINA / … ; e medo da AIPAC/US Army , pode parecer exagero, mas não é !!! , se for me contestem!!! Caro João ESCÓRIA, Vc dveria mostara esta capa de revista para seu amigo, juiz-ladrão-apátrida cerJio mO(U)RO para comparar com aquela baranga-ladra (((450milhões da APAE-PR))) para mostrar o que uma BELEZA APAIXONANTE. Ou o vagabundo é cego, ou então precisa de um bom para de óculos. João ESCÓRIA, mais um vagabundo de DIREITA que NUNCA trabalhou e tem até __jatinho__, com dinheiro ROUBADO da EMBRATUR. É ladrão, mesmo!!! Agora os COXINHAS só acreditam que é ladrão se sair noticiado no __JN__, aliás no P$$$$$$$$DB TODOs são HONESTÍSSIMOS, começando pelo Ali Babá, … passando pelo pai do juiz-ladrão-apátrida cerJio mO(U)RO, … 500 MIL, Alckmin, AÓPIO, Renato Azeredo, Cunha Lima, … etc. Não se assutem se TODOS algum dia forem meRdalhados pelo ___exército__, como HUCK, Willian WAAK, … etc . Os 12 P´s estão muito bem fudidos para SEMPRE!!!! Parabéns DIREITA porque conseguirem fuderem uma nação continental em menos tempo que o ALI BABÁ=FHC é digno de meRdalhas Militares. Caro GENOÍNO, agora SIM, a facção Aérea das Tropas de Ocupação LIMPARAM o SEU NOME, pois os verdadeiros Patriotas não precisam de meRdalhas __POR FAVOR__. Escrevo e não tenho medo!!!!!!! podem vir!!!!, mas me matem.

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Luiz Antonio Briotto

20 de junho de 2017 às 10h29

Vocês pagam pau pra The Economist !! Kkkkkkk.
Me lembro de vcs desse site critica-la quando ela disse o que a vagabunda e incompetente da Dilma fazia no país .
Agora ela tem razão ???
Kkkkkkkkkkkkkkkk

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Denize Itajai

20 de junho de 2017 às 06h14

Esse daí em pouco tempo de gestão já demonstrou pra que veio, só não ver quem não quer…

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Pistori Medina

20 de junho de 2017 às 00h25

Quem fala mal são pessoas que tem dor de cotovelo por pessoas de bem e bem sucedidas na vida!!!

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Leonice Aparecida Pizato

19 de junho de 2017 às 23h47

Metrossexual com essa pouca estatura???? Kkkkkkkkkkkkkkkkk!k

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Joao

19 de junho de 2017 às 16h27

Quem diria , reproduzindo comportamento homofóbico , quanta contradição ,

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Brayan Kurahara

19 de junho de 2017 às 14h57

Tebdencioso nao? Até parece q quem escreveu nao leu a reportagem toda haha o jornalismo de hj prefere fazer titulos que tragam views do que falar o que acontece de forma “neutra”

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Juni

19 de junho de 2017 às 14h48

Que noticia distorcida kkkkkkk

A revista citou Doria como um forte candidato para 2018, também foi chamado de “workaholic who sleeps little” ou seja, “um viciado em trabalho quem dorme pouco”
Também são mencionados os primeiros meses da sua gestão, com destaques o cortes das listas de esperas nos hospitais e a ação na cracolândia.
O motivo dele ser um forte candidato é porque a classe politica está sendo investigada e envolvida em grande escândalos de corrupção, são citados ex lideres, nessas citações estão: Sergio Cabral que pegou 14 anos, Lula com seus 5 processos nas costas, o impeachment da Dilma Rousseff por delitos fiscais, Aécio Neves que está sendo acusado por corrupção (o qual ele nega) e o atual presidente Michel Temer o qual não foi derrubado (por 4 a 3 votos) apesar da evidência de que sua campanha recebeu subornos. Também cita Temer como a pessoa que tirou a economia de sua profunda recessão, e que também enfrenta outros processos mas pode sobreviver no cargo até as eleições de 2018.
Na revista cita que não é de se admirar que as pesquisas mostrem que os brasileiros tem pouco respeito pelos seus políticos, afinal a maioria sendo investigado. Quando se trata de renovação política, “o problema não é demanda, mas oferta”, observa Cláudio Couto, cientista político da Fundação Getulio Varga, as pesquisas de opinião para 2018 mostram Lula com a liderança. Mas ele tem um teto baixo e perdeu o apoio dos eleitores centristas, diz Ricardo Sennes, um consultor político, que duvida se Lula vai candidatar-se à presidência, mesmo que ele seja legalmente autorizado a fazê-lo. (paragrafo traduzido da pagina da revista)

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    Benoit

    19 de junho de 2017 às 16h44

    O artigo pode não ser muito forte, aliás o artigo sobre o Doria no The Economist também não diz muita coisa sobre o Dória. Pode até ser que o autor não tenha sempre passado o inglês para o português de um modo muito preciso, mas daí a dizer que o artigo distorce as coisas é uma distância grande, que aliás voce não se deu ao trabalho de explicar. Eu teria dito que o que o artigo diz sobre o Doria não é muito impressionante, não impressiona muito e que poderia ficar a sugestão de que Dória é um candidato sem muita substância comprovada. Acho que a comparação com Trump no início do artigo de The Economist não é propriamente um elogio, muitas vezes chega mesmo para desqualificar alguém, e no fim diz que as credenciais dele são fracas. É curioso que voce sempre mencione os desmentidos e relativizações das acusações contra vários políticos tais como aparecem em The Economist, menos contra o Lula e a Dilma, embora no caso do Lula esse reparo também seja mencionado pela revista. Se isso não é distorção!

    Responder

Cicero Magalhães

19 de junho de 2017 às 17h32

Tá mais pra homossexual a metro

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Mazinho Moraes

19 de junho de 2017 às 16h56

metrossexual, kkkk, nem isso ele é, um almofadinha brega que engana os voyeurs moralistas e só….

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Edilza Ferreira

19 de junho de 2017 às 16h42

otimo modell para papel higiênico

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Luis Inacio

19 de junho de 2017 às 13h37

bom era o Haddad…eu disse bom era o Haddad… fez CICROFAIXA CUMPANHEIROS

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Valberto Messia de Almeida

19 de junho de 2017 às 16h19

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Cacareco Fiona

19 de junho de 2017 às 15h06

“A Metrossexualidade ou metrossexual: é um termo originado nos finais dos anos 1990, pela junção das palavras metropolitano e sexual, sendo uma gíria para um homem urbano excessivamente preocupado com a aparência, gastando grande parte do seu tempo e dinheiro em cosméticos, acessórios, roupas e tem suas condutas pautadas pela moda e as “tendências” de cada estação.” https://pt.wikipedia.org/wiki/Metrossexualismo

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Diogo Ferreira Silva

19 de junho de 2017 às 15h01

Vcs estão com a pista na foto dele. Querem denuncia lo façam reportagens sobre as compras milionárias que o geraldo alckimim faz das revistas do joao doria mesmo nao tendo publico.

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Max de Freitas

19 de junho de 2017 às 14h53

mais um que enriqueceu com dinheiro público

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Ester Motta Lopes

19 de junho de 2017 às 14h48

Lixo de prefeito!

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    Luis Inacio

    19 de junho de 2017 às 13h41

    bom era o Haddad né? fez coisa pra kcteeee!

    Responder

Marcelo Magalhães

19 de junho de 2017 às 11h36

Pra mim, metrossexual e xibungo é a mesma coisa!

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Lobo

19 de junho de 2017 às 11h17

Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, The Economist! Não é Cafezinho ou aquele lunático Amorim, é The Economist! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk, metrossexual com ar de dólar e fascismo crescente!

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