Sabatina de Manuela na Carta Capital

Reino Unido quer militarizar as Malvinas

Por Tulio Ribeiro

23 de novembro de 2017 : 02h27

O Reino Unido decidiu transformar as Ilhas Malvinas no território mais militarizado da América do Sul, se tornando a principal ameaça a população do hemisfério.

O valor do investimento alcança a 104 milhões de dólares e estará completo em 2020. O sistema chamado ¨Sky Sabre¨ será instalado em parceria com os israelenses representados pela empresa ¨Mprest¨, o acordo foi anunciado neste 22 de novembro em Londres.

É sintomático que um continente que tenha mais de 120 anos de paz entre nações e que alcançou um nível de integração crescente a partir do início do século XXI seja ameaçada por uma nação européia, integrante da OTAN e aliado preferencial dos Estados Unidos. O acesso as reservas do pré-sal brasileiro, montagem de governos neoliberais e a descoberta de petróleo em volta das ilhas corroboram com a militarização proveniente do Reino Unido.

As Malvinas são razão de litígio entre Argentina e Reino Unido, quando em 1832 o império da rainha se apossou das ilhas. Em 6 de novembro, o governo da Argentina apresentou 3 cartas em poder do Arquivo Geral da Nação, uma de 1767 e duas 1976, que atestam que as ilhas são da Argentina. A guerra de 1982 deixou 649 mortes do lado argentino, e 255 do lado britânico, além de 3 civis.

Tulio Ribeiro

Flávio Túlio Ribeiro Silva é graduado em Ciências econômicas pela UFBA,pós graduado em História Contemporânea pela IUPERJ,Mestre em História Social pela USS-RJ e doutorando em ¨Ciências para Desarrollo Estrategico¨ pela UBV de Caracas -Venezuela

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91 comentários

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Kika Zanon

23 de novembro de 2017 às 22h05

engraçado que o governo de Israel está juntinho dos eua, Inglaterra…e Brasil

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Gilberto Nobre

23 de novembro de 2017 às 21h28

Talvez se não houvesse o golpe, o Brasil teria prestígio para se tornar membro permanente do Conselho de Segurança da ONU e se opor a isso. Mas como republiqueta que a elite brasileira sempre escolheu ser, é daí pra pior.

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Pedro Salgado Junior Junior

23 de novembro de 2017 às 20h54

e melhor uma base inglesa do que uma russia, china, corea do norte

Responder

Ana Carolina Ostetto

23 de novembro de 2017 às 20h27

Leonardo Silva

Responder

Romario

23 de novembro de 2017 às 18h16

Comecemos com boicote a empresas e produtos dos EUA, Inglaterra, Holanda e Israel. Unilever – produtos alimentícios; Dell – produtos de informática, GM; Ford; etc.

Responder

Paulo Lima

23 de novembro de 2017 às 17h30

Só mesmo o arqui-imperialismo financeiro inglês seria capaz de urdir alianças com o sionismo proto-nazista para, em Nova Cruzada Transnacional Petrolífera, esmagar pacíficas nações sul-americanas e pilhar, por mar, terra e ar, suas riquezas e recursos nacionais.
Não esquecemos o Iraque. Não esquecemos a Líbia.
Eles não passarão!
Pela Lei Cancellier, pelo Referendo Revogatório, abaixo o golpe!

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Silvio Gaglioti

23 de novembro de 2017 às 19h11

Quem ama, cuida Agora que eles já tem o pré sal, precisam tomar conta, não é mesmo?

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Vicente Jungstedt

23 de novembro de 2017 às 18h22

EXPULSAR TODAS REPRESENTACOES “DIPLOMATICAS” DO ESTADO TERRORISTA BRITANICO, DO CONTINENTE!

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Marcone Félix Lopes

23 de novembro de 2017 às 15h58

É para proteger o petróleo deles (nosso pré-sal).

Responder

Mario Barboza

23 de novembro de 2017 às 17h54

Lixo

Responder

o dissidente

23 de novembro de 2017 às 14h31

israhell precisa duma base para defender a invasão à patagônia chilena e argentina [com o apoio dos governos desses países]
milhares de soldaos israelenses já estão lá [8.000 no mínimo]
a intenção é fundar um ‘Novo Israel’, uma nova ‘terra prometida’

Responder

Rodrigo Lima

23 de novembro de 2017 às 15h56

SINISTRO.

Responder

Gianni Rodrigues

23 de novembro de 2017 às 15h35

Pois é, complicado. Geograficamente as ilhas até seriam da Argentina, porém fizeram um plebiscito com os moradores de lá qual das duas nacionalidades eles preferem e optaram pela inglesa.

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    DANIEL

    11 de dezembro de 2017 às 10h48

    não existem argentinos vivendo na ilha, somente ingleses. dãããã!

    Responder

Almir Bispo

23 de novembro de 2017 às 13h13

Em todo canto que aparecer o discurso neoliberal deve ser combatido com veemência.Trata-se de sobrevivencia nacional.O neo liberalismo é uma doença mental incultida na cabeça dos imbecis terceiro mundistas.O Neoliberalismo é a catequese jesuística moderna,para facilitação da tirania imperialista.

Responder

Kikinho Sábio

23 de novembro de 2017 às 15h13

O futuro é esse,americanos e ingleses, fatiaram o continente sulamericano, países com suas reservas naturais que no futuro ajudará aos colonizadores estrangeiros nas suas necessidades de consumo.

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Emeritus

23 de novembro de 2017 às 13h02

anglo-sionismo é um cancer global.

Responder

Sônia Fávero

23 de novembro de 2017 às 14h46

É estratégica para eles…

Responder

Geraldo Moura

23 de novembro de 2017 às 14h30

Todo entreguista merece a forca. Traidores tem mesmo é que ir pro pelotão,como se fez na Cuba.

Responder

Mauricio Leal

23 de novembro de 2017 às 14h23

Israel fazendo o faz de melhor: criar guerra e exportar ódio

Responder

Tereza Nyqvist

23 de novembro de 2017 às 14h16

Essas pragas de investidores de guerras ainda vão ter o retorno de suas crias!

Responder

Maria Aparecida Gonzaga

23 de novembro de 2017 às 14h11

Esta se preparando para o enfrentamento aos EUA, que já está instalado na América latina e esta às vésperas de se instalar também no Brasil, na base de Alcântara, no Maranhão.

Responder

Léo Davi

23 de novembro de 2017 às 14h11

Se a ONU fosse uma entidade imparcial e séria, Malvinas seria devolvida para a Argentina com os devidos pedidos de desculpas do reino unido. Mas como se trata de uma instituição que atende apenas aos interesses imperialistas…

Responder

Zarco

23 de novembro de 2017 às 11h59

O ponto de defesa mais importante e eficaz seria a apreciação pelo STF da defesa da sra. Roussef com a inevitável declaração de nulidade do impeachment. Para que isso acontecesse, talvez fosse necessário um movimento de parlamentares que fosse a um só tempo de bloqueio e denúncia do processo democrático viciado, voltado ao próprio STF, para que restabeleça a legitimidade do poder civil. Porque os parlamentares estão legitimando com sua atuação a pauta da intervenção estrangeira. Isso funcionaria como ação retardadora da estratégia lançada contra a América do Sul.

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Alzira Catarina Almeida

23 de novembro de 2017 às 13h48

DETONARAM A AFRICA E O ORIENTE MÉDIO COM SUAS INTERVENÇÕES COLONIALISTAS E AGORA QUEREM A AMÉRICA LATINA. SUAS AMBIÇÕES NÃO TÊM MEDIDA. O PIOR É QUE COMPRAM O S MAUS GOVERNANTES PARA SEUS OBJETIVOS ESPÚRIOS.

Responder

Jaime Baghá

23 de novembro de 2017 às 13h44

O problema na América Latina são os vende pátria e os burros manipulados, deveriam ler “As Veias Abertas da América Latina” do Eduardo Galeano e entenderem melhor o processo e não falar mais bobagens.

Responder

Eduardo Contreira

23 de novembro de 2017 às 13h27

Chiiii….. Israel com intere$$es na AL? Aí tem e estamos mais f….ainda!

Responder

Francisco Carlos Luciani

23 de novembro de 2017 às 13h19

É um alvo fácil também.

Responder

Paulo Mauricio Prata

23 de novembro de 2017 às 13h06

Bernardo Murgel, Bruno Harten, vamos ficar ligados na geopolítica?

Responder

    Bernardo Murgel

    23 de novembro de 2017 às 15h13

    Continuo BEM mais preocupado com o que andam fazendo no congresso brasileiro.

    Responder

    Bruno Harten

    23 de novembro de 2017 às 18h20

    Isso! Não existe geopolítica, I e II Guerra foram invenções de professores de história esquerdistas

    Responder

Cesar Augusto Matte

23 de novembro de 2017 às 12h44

Aos que querem ser norte-americanos, se mudem pra lá. Deixe a América Latina aos que querem ser latinos.

Responder

Mar

23 de novembro de 2017 às 10h29

Agora, essas pestes resolveram voltar a atenção deles para AL. Petróleo na Venezuela e o pré-sal do Brasil, que na minha opinião é muito maior do que pensávamos. ESTAMOS FERRADOS! DEUS SALVE A AMERICA DO SUL!

Responder

Reis Santana

23 de novembro de 2017 às 12h00

E pode acontecer com a nossa Amazônia esse governo destruidor com esse congressos e senado
Uma vergonha

Responder

Gilson Corrêa

23 de novembro de 2017 às 11h49

…toda e qualquer nação tem seus nacionais autênticos e os sabujos e lacaios. Estes vermes vendilhões de soberanias e contrarios à auto determinação dos povos – sorrateiros por ofício – ifelizmente, não são percebidos em seus territórios de atuação. Fazem pelo mundo, através das grandes corporações bélicas e químicas o seu controle populacional para o planeta. No entanto, estes filhos da puta passam batido pelo óbvio. Deviam ler o breve conto de Edgard Alan Poe: ” A máscara da morte rubra “.

Responder

Josué Teixeira

23 de novembro de 2017 às 11h37

Não falem o que não sabem…Eles não olham a América do sul…Eles olham a Antártida. Por isso Malvinas é importante.

Responder

Pedro Esteban

23 de novembro de 2017 às 11h27

Vai ser bom o dia em que os que se dizem progressistas pararem de usar as táticas de desinformação que os conservadores tanto adoram…

Responder

Wagner Araujo

23 de novembro de 2017 às 11h22

Chamem os milicos pq por mais que vcs os odeiam é nestas horas que eles são necessários.

Responder

    Hugo Freitas

    23 de novembro de 2017 às 13h08

    Kkkkkkkk! Tais brincando!

    Responder

    Wagner Araujo

    23 de novembro de 2017 às 13h13

    Ue nação só respeita outra nação através da força que vc demostra então ….

    Responder

    Jorge Nascimento Nascimento

    23 de novembro de 2017 às 22h02

    Os milicianos daqui só prestam para pintar meio fio.

    Responder

    Wagner Araujo

    23 de novembro de 2017 às 23h25

    Então senhores especialistas ..
    me explica. Como deter uma força estrangeira que invade seu território bem treinada e bem equipada ?

    Responder

Marcos Braga

23 de novembro de 2017 às 11h19

Nem me surpreende o apoio de Israel.

Responder

Patricio Leal

23 de novembro de 2017 às 11h09

As Ilhas FalkLands já não são Malvinas há muito tempo, desde que a Argentina perdeu a guerra. Já houve inclusive plebiscitos com a população de lá pra saber se eles queriam continuar como colônia inglesa ou argentina e adivinha o que eles escolheram? Mesmo assim, a Cristina Kirchner queria invadir de qualquer forma e não conseguiu justamente porque os ingleses reforçaram suas defesas.
Desconheço qualquer brasileiro ou habitante da América Latina com medo da Inglaterra por causa das suas defesas nas Ilhas FalkLands. Exceto a “esquerda” que queria invadir pra ter mais uma teta pra mamar e se acovardou.
Mas o importante é espalhar mentiras e desinformação pra sempre mirar um “inimigo” e desviar os assuntos para nunca fazer uma mea culpa e corrigir seus erros.

Responder

    Elcio Rabello

    23 de novembro de 2017 às 13h49

    Quanto ao lobby que foi escancarado dos ingleses nenhuma linha, da espionagem americana contra a Petrobras nada. Você é um daqueles que ajudaram os americanos a substituir seus soldados pelo efeito manada que aconteceu nessa colônia a partir de 2013. Vira latas

    Responder

    Léo Davi

    23 de novembro de 2017 às 14h05

    Sempre tem um retardado para lamber o saco dos imperialistas. Claro que o referendo beneficiaria o reino unido, já que quando eles ROUBARAM as Malvinas, em seguida colonizaram com habitantes europeus. Seu bosta, por causa de pessoas como você q o nosso país não vai pra frente e está subjugado ao domínio dos EUA. Retardado!

    Responder

    Jorge Martinelli

    23 de novembro de 2017 às 14h07

    Ou seja, a inglaterra roubou a ilha com petróleo da Argentina, encheu com seus cidadãos… perguntou a seus cidadãos ingleses se queriam ser argentinos… como já passou muito tempo do roubo vc defende quem roubou… aposto que vc se intitula cidadão de bem, correto?

    Responder

    Jorge Martinelli

    23 de novembro de 2017 às 14h07

    Roubo é roubo e a inglaterra roubou essa ilha com petróleo num momento de fragilidade da Argentina…

    Responder

    Patricio Leal

    23 de novembro de 2017 às 14h30

    “Grandes especialistas”.

    Responder

    Patricio Leal

    23 de novembro de 2017 às 14h40

    Falta só capacidade de interpretação de texto. Em nenhum momento defendi nenhum imperialista, muto menos EUA. O que falei, foi a verdade, que a própria população local, preferiu permanecer na estabilidade econômica inglesa, do que pela instabilidade e corrupção argentinas.
    Mas basta ouvir falarem em “mea culpa”, ficam todos afetadinhos. Só tem “alma mais honestas” na “esquerda” brasileira.

    Responder

    Rodrigo Lima

    23 de novembro de 2017 às 15h59

    Esse pensamento faz parte do entreguismo subalterno aos Interesses da Grandes Nações.Mesmo a direita tem que ter pensamento estratégico.

    Responder

    George Milano

    23 de novembro de 2017 às 16h08

    Como é que tu aguentas responder ? 😂😂😂

    Responder

    Carlos Roberto

    23 de novembro de 2017 às 16h24

    Quanto bostejamento mental.

    Responder

    Patricio Leal

    23 de novembro de 2017 às 16h46

    Com esses já encerrei. A galera “paz e amor”, do respeito as diversidades e opiniões contrárias, esses “contra” a violência e o desarmamento, que não perdem a oportunidade de fazer tudo o que mais dizem abominar. Distribuir discurso de ódio e se vitimizar depois é especialidade deles.

    Responder

    Boaventura Oliveira

    23 de novembro de 2017 às 16h52

    Patricio Leal O número de votantes eram na sua quase totalidade ingleses sacou entendido ?..

    Responder

    Patricio Leal

    23 de novembro de 2017 às 16h58

    Não é verdade que sejam em quase totalidade ingleses. A grande maioria são cidadãos nascidos na ilha. Também chamados kelpers. Só são considerados ingleses porque são colônia de lá.

    Responder

    Henrique B. Neto

    23 de novembro de 2017 às 17h31

    Por favor, tomem o Brasil e nos transformem e cidadãos ingleses!!!

    Dps de tomarem aí façam um plebiscito pra ver se a gente prefere viver no padrão inglês ou no padrão BR…

    Responder

    Henrique B. Neto

    23 de novembro de 2017 às 17h31

    Não consigo entender como alguém pode sentir orgulho do Bostil ou da América Latrina…

    Responder

    Patricio Leal

    23 de novembro de 2017 às 17h42

    Melhor é entregar pro Maduro!

    Responder

    Zeca Freitas da Silva

    23 de novembro de 2017 às 18h17

    PQP S´PAU NO CU… VÃO EMBORA DO BRASIL PORRAA… CAPITALSITAS SEM CAPITAL KKKKKK

    Responder

    Vicente Jungstedt

    23 de novembro de 2017 às 18h22

    FODA-SE O PLESBICITO E FODA-SE OS BRITANICOS! THEY CAN GET F…CKED!

    Responder

    Patricio Leal

    23 de novembro de 2017 às 18h26

    Beleza, vão chupar o ovo do Lula, da Dilma e do Maduro, que é só o que sabem fazer. Além de falar merda é claro. Kkkkk

    Responder

    Jorge Nascimento Nascimento

    23 de novembro de 2017 às 21h58

    Vc já ouviu falar de petróleo!!!

    Responder

    Jorge Nascimento Nascimento

    23 de novembro de 2017 às 21h58

    Patricio Leal.
    Vc cheirou o pó com Aécio???

    Responder

    Jorge Nascimento Nascimento

    23 de novembro de 2017 às 22h00

    Henrique B. Neto.
    Os padrões britânicos não querem os coxinhas golpistas e mau educados Brasileiros.

    Responder

    Patricio Leal

    23 de novembro de 2017 às 23h01

    Kkkkk! Além de hipócritas, previsíveis. Me xingaram de mil coisas sem nem me conhecer e depois se vitimizam falando que sou o “mal educado”. Quando respondo na mesma moeda. Hipócritas, Fascistas, não passarão! Adeus, trouxas.

    Responder

    Luiz C Wilcke

    24 de novembro de 2017 às 09h47

    Você violenta a crítica e depois pede paz é amor. Não aguento o tranco?

    Responder

Leandro Meneghetti

23 de novembro de 2017 às 11h08

esse cabelo é normal?

Responder

Deusimar Cardoso

23 de novembro de 2017 às 10h51

Se fosse pelo menos um bilhão de euros em equipamentos e estruturas até poderia ser uma base Militar de respeito. Quando estive no Panamá a base americana tinha 35.000 homens e fartos equipamentos, já as Ilhas Falkland estão longe, muito longe disso.

Responder

Marco Antonio

23 de novembro de 2017 às 08h49

Será que isso tem alguma relação com a Shell ser a maior beneficiada com o pré sal?

Responder

Nunes Roberto

23 de novembro de 2017 às 10h14

já que compraram o pré-sal…

Responder

Anderson Dutra

23 de novembro de 2017 às 09h48

É tipo o tráfico levando arma pro rj, estão se preparando pro arrastão…

Responder

Ricardo Steiner

23 de novembro de 2017 às 09h40

104 milhões não paga 3 caças

Responder

    Deusimar Cardoso

    23 de novembro de 2017 às 10h43

    É isso mesmo, gente exagerada e as vezes mentirosa por opção.

    Responder

Ulisses Barbosa

23 de novembro de 2017 às 09h38

Se fosse os russos, a Otan e os EUA estariam protestando e a guerra estaria declarada.

Responder

Jaqueline Tambosi

23 de novembro de 2017 às 09h36

Devagar eles vão preparando o terreno para facilitar a exploração da América do Sul!!

Responder

    Christopher Armstrong

    23 de novembro de 2017 às 12h06

    Kkkkkk aqui no brasil só precisa de um pato amarelo, camisas da cbf e uma panela no cú

    Responder

zarco

23 de novembro de 2017 às 07h30

Até 2019, quando tomaria posse no Brasil um governo legítimo, a América do Sul inteira já terá se transformado em cativeiro irreversível da potência hegemônica.

Responder

Raquel Bonillo

23 de novembro de 2017 às 09h26

Tomara que dê errado e essa ilha exploda, desaparecendo de vez.

Responder

jose carlos lima

23 de novembro de 2017 às 06h48

os EUa se preocuparam com o Brasil que construia seu submarino para proteger o pre sal que agora esta sendo dado por miShell aos ingleses…. entao ingleses e americanos se armam para proteger as nossas reservas de pre sal ….que dizer eram nossas

.. o presidente postiço não para de jorrar ódio contra o povo….mas sobra amor pela Shell, que teve trilhões de reais em perdão de impostos….a Nigéria, que teve o infortúnio de descobrir-se rica em Petroleo, foi palco de rapinagem….la a Shell pagou propina bilionária ao presidente: trata-se do modus operandi da Shell

Tomemos o exemplo da tese que voltou à tona ontem, conforme registro aqui neste Blog do Esmael. O governo Michel Temer pretende economizar R$ 13 bilhões com o fim da gratuidade no ensino superior, mas faz uma falcatrua que beneficia em R$ 1 trilhão a Shell na área do petróleo.

Responder

DeBlu

23 de novembro de 2017 às 06h41

Israhell é um apêndice dos EUA.

Responder

    Paulo Lima

    23 de novembro de 2017 às 08h49

    Não Deblu, é antes o contrário, e muito mais grave. Faulkner, grande conhecedor da miséria da escravidão assim como Shakespeare das formas de opressão humana, poderiam comentar num bar: a guerra judaico-anglicana pelo petróleo sul-americano, é um livro cheio de fúria, loucura por glória, escrito com o punho que assalta e destrói nações, em conluio de velhacos-Temer, canalhas -Macri, e da ambição de riqueza de seus covardes associados, e em total ignorância do sentido mineral da palavra povo.
    Não passarão! Pela lei Cancellier, pelo Referendum Revogatorio, abaixo o golpe!

    Responder

Vilmar Luiz

23 de novembro de 2017 às 08h21

É preciso manter a hegemonia, né?

Responder

Lena Cardoso

23 de novembro de 2017 às 07h27

israel tá em todas canalhices aqui nos trópicos

Responder

    Fabiana Ubinha Almeida

    23 de novembro de 2017 às 08h16

    Mas nesse caso não é Israel, são os ingleses mesmo. Israel defende os interesses americanos no Oriente.

    Responder

    Deusimar Cardoso

    23 de novembro de 2017 às 10h41

    Seu ódio contra Israel já te deixou cega e arrogante, culpa a Israel por tudo, como faziam os nazistas e os fascistas.

    Responder

    Gustavus Magni Sales

    23 de novembro de 2017 às 11h41

    Não querendo afirmar nada, mas com dúvida aqui. O que diabos o Cunha, o Temer e o Maia tanto faziam viajando pra Israel? Que tanto faziam lá?

    Responder

    Christopher Armstrong

    23 de novembro de 2017 às 12h08

    Como que os nazistas culpavam israel, se israel foi um estado declarado apos o fim da segunda guerra?

    Responder

    Christopher Armstrong

    23 de novembro de 2017 às 12h09

    Os bolsotarios que o digam!

    Responder

    Lena Cardoso

    23 de novembro de 2017 às 15h25

    Ha transacoes excusas acontecendo no Equador tambem, eua, israel, brasil envolvidos. Quando eu encontrar a reportagem de novo posto aqui

    Responder

João Sapucaia

23 de novembro de 2017 às 07h23

Responder

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