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BRETAS3 - RJ - 02/03/2016 - LAVA JATO/MARCELO BRETAS - ESPECIAL PARA ECONOMIA OE - O Juiz Marcelo Bretas, responsável pela ação da Eletronuclear no âmbito da Lava Jato, durante entrevisa cedida ao Estado na sede da Justiça Federal, no centro do Rio. Foto: MARCOS ARCOVERDE/ESTADÃO

TRF2 apura ação de estagiária em processo que favoreceu Bretas e esposa

Por Redação

11 de Maio de 2018 : 20h15

O Portal JOTA divulgou nesta sexta-feira (11/05) que uma estagiária e um diretor da 24ª Vara Federal estão sendo investigados por suposta conduta que teria favorecido o juiz federal do Rio de Janeiro, Marcelo Bretas e sua esposa. Ambos foram favorecidos por decisão judicial que autorizou recebimento de auxílio moradia no valor de R$ 4,3 mil, mesmo tendo imóvel próprio no local onde exercem suas atividades.

Segundo a reportagem, a Corregedoria do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF-2) informou ao Supremo Tribunal Federal que a conduta de uma estagiária e de um diretor da 24ª Vara Federal está sendo apurada por “supostos erros processuais que impediram a Advocacia Geral da União” de recorrer contra o auxílio a Bretas e sua esposa.

Ainda segundo o JOTA “Um advogado público tentou protocolar o recurso, às 13h26 [daquele mesmo dia], mas não conseguiu. ‘Constatando o erro, o diretor de Secretaria da 24ª Vara Federal, no dia seguinte, 6/10/2015, desfez o ato de remessa, através do cadastramento do movimento ‘devolução de remessa”.

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7 comentários

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Rodrigo Roal

12 de Maio de 2018 às 19h50

HIPÓCRITAS!

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Eulalio Brasil da Silva

12 de Maio de 2018 às 10h23

Essa estagiária tem que servir de exemplo!

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    José Roberto Rocha

    12 de Maio de 2018 às 14h11

    Peço perdão por estar endereçando este texto a você, mas é apenas por que seu comentário estava no topo da lista. Na verdade, quero provocar uma reflexão. A culpa é da estagiária, do diretor da vara, ou do(a) juiz(a) que deu ganho de causa ao casal de colegas?

    Responder

euclides de oliveira pinto neto

12 de Maio de 2018 às 05h08

Deve ter sido uma falha do computador… acontece com muita frequencia… normalmente são atribuidas culpas aos funcionários… Perde-se uma oportunidade de submeter a decisão à Instância superior, em razão da preclusão… e perder prazo para apresentação do instrumento é fatal…

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john jahnes

11 de Maio de 2018 às 22h37

BANDIDOS DE TOGAS SEMPRE SE PROTEGEM, NADA SERIA DIFERENTE DISSO, QUANDO ENVOLVE FRAUDE CONTRA O ERÁRIO.

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Elvira

11 de Maio de 2018 às 22h30

A culpa é do mordomo????

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LUIZ TAVE

11 de Maio de 2018 às 21h18

CANALHAS

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