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Ibope: preso há quase 3 meses, Lula segue líder na corrida presidencial de 2018

Por Redação

28 de junho de 2018 : 14h27

Publicado pelo Sputink Brasil

No cenário estimulado (quando o nome dos candidatos são listados ao entrevistado), Lula aparece com 33% dos votos, mais do que o dobro do segundo colocado, o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL-RJ), que possui 15% da preferência.

Na sequência aparecem os ex-ministros Marina Silva (da Rede, com 7%) e Ciro Gomes (do PDT, com 4%), esta a mesma pontuação do ex-governador paulista Geraldo Alckmin (PSDB), enquanto o senador Álvaro Dias (Podemos-PR) figura com 2%.

Já os demais candidatos – Fernando Collor (PTC), João Goulart Filho (PPL), João Amôedo (Novo), Levy Fidelix (PRTB), Manuela D’Ávila (PCdoB) e Flávio Rocha (PRB) – ficariam com 1% cada, enquanto os demais – Aldo Rebelo (SD), Guilherme Boulos (PSOL), Henrique Meirelles (MDB), Guilherme Afif Domingos (PSD), Paulo Rabello de Castro (PSC), Rodrigo Maia (DEM) e Valéria Monteiro (PMN) – não atingiriam 1% e, somados, alcançariam 2%.

Lula também segue líder na pesquisa espontânea (sem concessão ao entrevistado dos nomes dos candidatos). Neste cenário, o petista tem 21%, contra 11% de Bolsonaro, e 2% de Marina e Ciro. Outros três candidatos – Álvaro, Alckmin e Amôedo – alcançam 1%.

No cenário sem Lula, preso na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba pela condenação de 12 anos e 1 mês na Operação Lava Jato, Bolsonaro é líder com 17% das intenções de voto, ante 13% de Marina – o que denota, de acordo com o Ibope, um empate técnico, dada a margem de erro de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Sem o petista, Ciro (8%), Alckmin (6%), Álvaro (3%), e Collor (2%) vêm a seguir na preferência do eleitorado. Também 2% tem o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), sugerido como o presidenciável do Partido dos Trabalhadores no levantamento.

Bolsonaro também lidera no aspecto da rejeição, já que um terço dos entrevistados (32%) disseram que não votariam de jeito nenhum no ex-capitão do Exército – mesmo valor concedido a Collor. Já Lula é rejeitado por 31%, com Alckmin (22%), Ciro e Marina (ambos com 18%) vindo a seguir.

Mais do que a liderança do petista nos cenários em que aparece, chama a atenção o alto número de brancos e nulos – o índice supera todos os candidatos em dois dos três cenários testados pelo Ibope.

“Os eleitores estão desapontados com os candidatos, especialmente por causa das denúncias de corrupção”, afirmou o gerente-executivo de Pesquisas da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Renato da Fonseca.

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9 comentários

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Maria Ivanderez De Jesus Feitoza

02 de julho de 2018 às 11h19

Eu moro em Aracaju Sergipe
Eu nunca deixei de volta em Lula
Pra mim foi o melhor
Presidente
Aqui no Brasil
Eu só votei em Dima por causa
De Lula
Si Lula se candidata 10 vês eu voto nele
Eu fiquei muito triste Guando ele
Foi presso enusente
Mas Deus é quem mostra a verdade

Responder

Pedro Cândido Aguarrara

28 de junho de 2018 às 20h49

Lembremo-nos que se o STF impedir a candidatura LULA, estará impedindo o direito de voto e escolha, que é a mesma coisa, de aproximadamente 60 milhões de brasileiros.

Estará colocando os seus 11 votos em lugar de 60 milhões de votos, estará impichando 60 milhões de brasileiros, estará impedindo que 60 mlhões usem o que é seu direito inquestionavel a qualquer nível ou instância.

Será o maior desastre legal e constitucional de todos os tempos. Não do Brasil, mas da história do planeta Terra de todos os tempos.

Teremos que reinventar o que é democracia, o que é a vontade do povo, o que é nação, o que é soberania, a tal frase “o poder emana do povo”, eleição, voto (que os idiotas pedem que seja moderno e digital), o tal STF, a Justiça Eleitoral etc, etc e etc.

Tudo o que temos agora vai pelo ralo. O impedimento ilegal do LULA é mais um desastre incomensurável e destruidor absoluto do estado de direito. Onze votos, talvez 6 contra 5, com alguém dizendo que votou contra sua convicção mas pela maioria do colegiado, valendo mais do que 60 milhões de votos.

NÃO É MOLE NÃO!!!

Responder

Wilton Santos

28 de junho de 2018 às 18h15

O PT deve utilizar a estratégia usada por Peron com o Campora. lançar uma chapa com Haddad-Celso Amorim e após vencer renunciar para convocar novas eleições em seguida com a participação do Lula!

Responder

stalingrado Lula da Silva

28 de junho de 2018 às 18h10

#HaddaNoGovernoLulaNoPoder
Lula elegerá quem ele quiser,
Menos Ciro, que não precisa de ajuda, ele é autossuficiente e odeia o PT.
Segundo o próprio, “olha onde Lula está e onde eu estou”, se referindo ao fato de Lula estar preso e ele livre

Responder

Renata

28 de junho de 2018 às 14h58

Sem Lula é o cenário em que brancos e nulos superam todos – 33% – aqui, com certeza, parte do eleitorado que quer Lula presidente, sem plano B. Depois de tanta pesquisa e após tanto tempo de prisão, está claro que eleição sem a participação do Lula alija, deslegitima e ofende boa parte do eleitorado, que já teve seu voto roubado em 2016. Não há legitimidade na eleição sem Lula, parte expressiva da vontade popular não estará presente e isso não dá legitimidade para eleição alguma.

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    Alexandre Neres

    28 de junho de 2018 às 15h26

    Falou e disse

    Responder

    Sergio Sete

    28 de junho de 2018 às 15h47

    Renata, por favor, explique juridicamente o que você escreveu: “Não há legitimidade na eleição sem Lula”.

    Responder

      Curio

      28 de junho de 2018 às 16h08

      Na exata proporção inversa da legitimidade da prisão do Lula, inocente, sem o completo trânsito em julgado. Capiche ?

      Responder

      Benoit

      28 de junho de 2018 às 16h58

      É provável que o termo legitimidade não seja empregado juridicamente. Em geral, se as pessoas demostram não reconhecer a legitimidade de algo, então considera-se que isso não tenha legitimidade. Claro o suficiente?

      Responder

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