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China trava uma guerra com EUA para defender uso de sua tecnologia na Europa

Por Tulio Ribeiro

14 de fevereiro de 2019 : 16h31

A China e os Estados Unidos se enfrentam globalmente, em várias seara. Mas
recentemente se aclara o embate econômico principalmente com uso da pressão dos EUA sobre alguns países para impedir sobre o uso de tecnologia chinesa

Foi neste ambiente que China refutou nesta terça-feira a ação dos EUA em alguns países por usarem equipamentos chineses em áreas como telecomunicações, dizendo que as iniciativas dos EUA são injustas e antiéticas.

Em visita ao leste europeu nesta semana,o secretário de Estado , Mike Pompeo, alertou aliados contra o envio de equipamento da Huawei, gigante de telecomunicações da China, em seu solo, dizendo que tornaria mais difícil para Washington “fazer parceria com eles”.

A chancelaria chinesa usou o porta-voz numa coletiva de imprensa com este tema para refutar os EUA. Hua Chuying fez uma análise crítica aos americanos:

“Por um período de tempo, o lado norte-americano trabalhou incansavelmente para fabricar várias razões injustificáveis ​​e retórica de ‘ameaça da China’, até ameaçou flagrantemente e criou uma barreira entre a China e outros países, assim como caluniou e suprimiu os direitos e interesses legítimos da China e de
nossas empresas em busca de desenvolvimento e cooperação ”

Sobre posição de países e governos , Hua acrescentou:

“Pelo lado da China esperamos que todos abandonem o preconceito ideológico, bem como a mentalidade de guerra fria e soma zero, para criar um ambiente justo, inclusivo, transparente e padronizado para uma cooperação internacional amigável e mutuamente benéfica.”

Em sua abordagem, o asiático condenou a atitude dos EUA em sendo uma potência importante utilizar este modelo de disputa. Nesta linha de pensamento ressaltou que a China acredita que a maioria dos países são transparente ao tratar com a intimidação dos norte-americano. Aproveitou para elogiar a postura do ministro de Relações Exteriores da Hungria, Peter Szijjarto, ignorando as preocupações dos EUA:

“Os laços entre a China e a Hungria de cooperação amigável entre os dois países não será direcionada , influenciará ou interrompida por nenhum outro país.”

Texto original: www.geonoticias.com.br

Tulio Ribeiro

Túlio Ribeiro é graduado em Ciências econômicas pela UFBA,pós graduado em História Contemporânea pela IUPERJ,Mestre em História Social pela USS-RJ e doutorando em ¨Ciências para Desarrollo Estrategico¨ pela UBV de Caracas -Venezuela

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5 comentários

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Tech Titan

15 de fevereiro de 2019 às 16h02

Eu poderia citar mais de 3000 – três mil – areas do setor de ciência e tecnologia mas seria uma tristeza pois o Brasil não faz parte de nenhuma delas de forma substancial. Quando se inclui o Brasil em uma ou outra área é devido a progromas de governo que tentaram preencer alguma lacuna ou necessidade do estado – de forma correta, diga-se – mas que foram amodoristicamente gerenciados pelas agencias de quinta categoria. O caso mais recente é o do satélite brasileiro que foi entregue. No setor privado o caso embraer é emplemático. Se comercialmente é considerada um sucesso. Estratégicamente é muito mal gerenciada. Nem sempre o que é bom para os acionistas é bom para um país. A Petrobras, a maior empresa nacional, com diversos campos tecnológicos de atuação também falhou extrategicamente em diversas áreas. Com o processo de esquartejamento da empresa vai peder o petencial que tinha de promover o desenvolvimento tecnológico no setor que é muito amplo.
O desgoverno que ai esta não tem projeto para a nação. Não participaram de nenhum debate. A campanha foi feita por fake news atacando os adversários.
Passados “45” dias de desgoverno o que temos é uma continuação do desgoverno golpista temer. Onde reforma não significa melhora, mas sim destruição de direitos, destruição da soberania e a continuação da entrega de empresas, das riquezas naturais e minerais do Brasil. E mais, tudo isso acontece sob tutela de setores das forças armadas que tem o dever constitucional em defender a soberania nacional e os interesses estratégicos nacionais. Bye Bye Brazil.

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luana

15 de fevereiro de 2019 às 14h58

Tecnologia é a nova arma da geopolítica

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Alice

15 de fevereiro de 2019 às 14h57

A tecnologia pode asfixiar outro país gerando dependência e perca de soberania.Texto adequado

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D3cod3r

14 de fevereiro de 2019 às 19h19

Os equipamentos chineses impossibilitam ou dificultam acesso aos espiões americanos.

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Paulo

14 de fevereiro de 2019 às 18h39

Vai ser difícil evitar, nessa escalada, que da guerra comercial passemos a uma beligerância na área militar. Aliás, uma frota americana já andou se estranhando com a marinha chinesa, no Mar da China…

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