A entrevista de Lula a Bob Fernandes

Duque é o sinônimo da humilhação, Maduro o da coragem

Por Tulio Ribeiro

24 de fevereiro de 2019 : 03h59

A Colômbia acreditava que o serviço que iria prestar aos Estados Unidos teria um final feliz, e por fim poderia cobrar os recursos de uma pequena parte do grande lucro que os EUA iriam auferir com as reservas de petróleo,ouro e coltan da Venezuela.

A música, a mídia e os recursos do norte iriam abrir as portas da Venezuela para a “ajuda humanitária” passar. A música venceria a fome num enredo quase romântico . A Cruz Vermelha e a ONU não se prestaram ao papel de integrantes desde socorro lucrativo.

Cantadas as músicas no show bancado por Richard Branson, um bilionário comprador de derivados de petróleo, esperava-se um sábado promissor em resultados , os personagens estavam ensaiados para o cântico da manhã!

“Policial, amigo, estamos contigo”, a esperança era que os militares traíssem seu povo e passassem a servir a Colômbia que em quase nada deseja o bem a Venezuela. Veio o segundo refrão, desta vez um música mais imperativa. “Soldado, escute, junte-se à luta”. Concentrados, soldados responderam com o silêncio. Diante da recorrente pressão do coral colombiano afinado por Trump, os tons das ameças subiram mostrando que mesmo com todas ofertas de Juan Guaidó ,Iván Duque e Donald Trump não lograriam êxito. Então chegou a hora da resposta, e ela veio de modo contundente enterrando a calma contida por longos dias de ameaça de invasão.

A forma veio em nuvens de gás lacrimogêneo. Dirigidas aqueles que tentaram com violência, romper o cordão militar cumprindo as ordens dos EUA . Os mantimentos não passaram, deixando parecer que os venezuelanos não ” sentem tanta fome como a mídia internacional alardeia”.

Os colombianos se humilharam, tentaram fazer o serviço sujo que os brasileiros,argentinos e uruguaios fizeram na Guerra do Paraguai. Nicolás Maduro rompeu relações diplomáticas com a Colômbia e respondeu do alto do “seu muro” intransponível. “Você é o demônio, Iván Duque”, disse o presidente venezuelano ao seu colega, anunciando uma medida que pressagia outros movimentos mais perturbadores na fronteira. Bogotá descartou a ruptura. “Maduro não pode romper relações diplomáticas que a Colômbia não tem com ele”, disse a vice-presidente Marta Lucia Ramirez. Duque , Guaidó e Trump tentaram imputar um crime à Maduro que ele não cometeu. A ideia era colecionar atos de violência para justificar a invasão. Não ocorreu! Impedir a suposta “ajuda” do Grupo ou Cartel de Lima é na prática defender a soberania do país que preside.

“Soberano imprestável que é cúmplice na intervenção gringa”. Eles machucaram a FANB (Forças Armadas Nacional Bolivarianas)? Não. A chave é lealdade e união cívico-militar “, ostentava um Maduro eufórico durante sua manifestação. “Eu tenho as rédeas do país. Os dias, as semanas vão passar e o presidente dos trabalhadores continuará aqui “, assegurou. Embora as dificuldades pelo bloqueio do mercado financeiro internacional tenha imposto grandes dificuldades, Maduro ainda tem uma base social forte. E isto não muda por que dezenas de televisões repetem o contrário. “Os invisíveis que nunca aparecem na televisão internacional”, foram chamados por Maduro. E eles vieram, desnudando a maioria. A ajuda humanitária, lembrou ele, “é uma armadilha, um show ruim e mal sucedido”.

Iván Duque é o sinônimo da derrota que Maduro lhe impôs. Transcorrido poucos meses que foi eleito, sua popularidade não passa de 22%. Administra um Estado totalmente dependente do acordo que permite repasses dos EUA, desde que ele tenha “boas notas” no combate as drogas. Duque não tem, pois Álvaro Uribe, seu mentor e padrinho político, controla os paramilitares que se apropriaram do negócio dos grandes traficantes dos anos oitenta. A droga está no Estado colombiano, seja para compra-lo ,seja para receber recursos do norte. O mercado continuará comprador na medida que tantos estadunidenses estejam dispostos a aspirar o último grão.

Nicolás Maduro com menos, fez mais, por que não lhe cabe o medo neste momento da História. Duque tem um senhor que lhe sustenta, ordena, maltrata , humilha na Casa Branca e depois afaga como um animal de estimação. Duque é o olhar do colombiano ajoelhado, partido em sua nação, submisso. Não encontra brio nos olhos, não há um orgulho em cumprir o papel de roubar o petróleo, o ouro e o coltan dos outros filhos de Simon Bolívar. O assalto ainda é mais insano, pois visa entregar o patrimônio aos estadunidenses. Não se pode vencer uma guerra onde não se convence a população que haja ganho em inicia-la. Duque ao abdicar do seu povo, sentencia sua derrota.

Tulio Ribeiro

Túlio Ribeiro é graduado em Ciências econômicas pela UFBA,pós graduado em História Contemporânea pela IUPERJ,Mestre em História Social pela USS-RJ e doutorando em ¨Ciências para Desarrollo Estrategico¨ pela UBV de Caracas -Venezuela

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65 comentários

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Viana

26 de fevereiro de 2019 às 02h13

Muito bom Texto, parece que estamos dentro da briga

Responder

Rasputim

25 de fevereiro de 2019 às 10h25

Sou a favor do globalismo e da solidadriedade. Os recursos naturais de nosso planeta nao pertecem a um pais e a um governador, pertencem a todos habitantes de nosso planeta e devem ser divididos, sem fronteiras nem muros.

Responder

    Fabricio Azevedo

    26 de fevereiro de 2019 às 16h44

    Sério Rasputim? Então pede para os estadunidenses compartilharem os recursos deles…

    Responder

Sebastião

25 de fevereiro de 2019 às 02h10

Quem sofre é a população venezuelana com essa briga de Império x Ditadura. Dizer porque participou de eleições, e ser eleito por maioria não quer dizer que isso seja uma democracia fidedigna. Se por exemplo Bolsonaro vir a ter uma popularidade semelhante à de Lula, fizer um referendo aumentando o tempo de mandato dele, a população aceitar votando a favor dele, tendo partidos da oposição boicotando… Bolsonaro ser eleito ou ser endossado por maioria – pois teria sido aprovado pela população, mostraria que o governo Bolsonaro seria democrático? FHC criou a reeleição, para o próprio se beneficiar e se estivesse em alta no segundo mandato, poderia trilhar um caminho semelhante ao CHAVISMO. A esquerda brasileira apoia incondicionalmente um governo, independente se for tirano ou assassino. Desde que tenham ideologia parecidas. Mas a direita não passa incólume, pois apóiam e comemoram sanções a governos de países ditos socialistas. Que no fim, a população do países com embargos, que são afetados. Esse pessoal tem na mente, que tem que prejudicar um governo criando sanções aos países, mas pouco se importam que quem sofre é a população. Ou seja: O FANATISMO ESTÃO DE AMBOS OS LADOS. Não ligam se haverá mortes, se a população passará fome, se estão sem atendimento médico…

Responder

    Fabricio Azevedo

    26 de fevereiro de 2019 às 16h46

    Com a diferença, meu caro Sebastião, que o “ditador” quer manter o controlo dos recursos naturais do país dele sobre o controle do país dele… O que o Trump quer mesmo???

    Responder

Roque

24 de fevereiro de 2019 às 20h21

Maduro coragem???? Depois desta sandice acho que vou dormir.

Responder

    Nelson

    24 de fevereiro de 2019 às 23h26

    Garanto que se fosse para acolher toda a empulhação, desinformação, alienação, mentiralhada em geral, que a mídia hegemônica divulga incessantemente, tu não te importarias em ficar uma noite inteira acordado.

    Já um texto de alguém que conhece os fatos, tu consideras “sandice”.

    O que se pode fazer quando as pessoas optam pela “cegueira intencional”?

    Responder

      Alan Cepile

      25 de fevereiro de 2019 às 00h55

      Nelson, vc tem muita paciência pra falar com pobre de direita rs

      Responder

        Roque

        25 de fevereiro de 2019 às 07h54

        Pior do que pobre de direita, é ser pelego militonto de esquerda e babador de ovos de bandidos…

        Responder

          Aliança Nacional Libertadora

          25 de fevereiro de 2019 às 13h44

          Espero que não tenha votado no Coroneh……que pensa muito parecido alias…

          Roque

          25 de fevereiro de 2019 às 16h50

          Melhor votar no Mito, do que no Andrade marmita de presidiário…

        Renato

        25 de fevereiro de 2019 às 16h53

        Eu não tenho a mínima paciência para falar com os pobretões de esquerda. Quero que os pobretões venezuelanos de esquerda se explodam !

        Responder

    marco

    25 de fevereiro de 2019 às 10h53

    Claro que teve coragem de enfrentar o império, muito diferente da Dilma , que desceu a rampa sem lutar, com o rabo entre as pernas.

    Responder

    LUPE

    25 de fevereiro de 2019 às 16h44

    Caro Roque
    Se você tivesse criminosos de alta ganância e periculosidade no seu encalço, e você resiste em entregar seu ouro/dinheiro mesmo tendo sua cabeça a prêmio se te pegarem, você não seria um peitudo, não seria seria um cara de coragem?
    Veja o Maduro:
    Tem a maior reserva de ouro negro do Mundo em suas mãos para defender de criminosos perigosos. Criminosos que já destruíram países e já mataram milhões de pessoas no Mundo por causa deste ouro negro.
    Veja o caso do Iraque, da Líbia, da Síria, do Iêmen, e a perseguição tenaz ao Irã.
    Esses criminosos bloquearam economicamente a Venezuela de tal maneira que esta não pode comprar nem vender produtos de todos os países, com exceção de Rússia, China, Irã e Índia.
    Se não fosse a ajuda destes países Maduro já teria sido enforcado (como foi Sadam Hussein do Iraque), ou brutalmente trucidado (como foi Muhammad Khadafi da Líbia).
    Sei que você não é sincero, mas, ponha-se no lugar de Maduro…
    É justo seu comentário?

    Responder

Justiceiro

24 de fevereiro de 2019 às 16h00

Os petistas apoiam a ditadura de Maduro.

Agora faço a pergunta: e se acontecesse aqui? Se Bolsonaro desse um golpe e não reconhecesse o parlamento eleito democraticamente, o que vocês iriam dizer?

Iriam char Bozo de ditador?

Responder

    augusto

    24 de fevereiro de 2019 às 16h34

    as eleiçoes de maio 2018 foram antecipadas a pedidos e pressao da oposiçao venezuelana.
    Mas no mes anterior, obedecendo a instruções quem sabe de onde???, os principais opositores nao quiseram mais participar… e pregaram a abstenção total. Apesar disso 4 candidatos oposionistas concorreram, mesmo contra a pregaçao de boicote!
    Perderam contra 67% maduro, viste.
    Um erro de calculo monumental dos capriles da vida. Alias voce nao sabe mas em 2017 Capriles chamou e convidou – sabe quem- para intermediar a crise e luta politicas no pais? o Luiz Inacio, nada menos. Nao foi o Arnesto nem o Capitão.deixa.q.eu.chuto.
    Chupa, Trump, chupa CIA.

    Responder

      Nelson

      24 de fevereiro de 2019 às 17h21

      Em dezembro de 2015, a oposição vencia as eleições legislativas e fazia a maioria das cadeiras na Assembleia Nacional da Venezuela. A registrar que essas eleições foram organizadas e coordenadas pelo mesmo Consejo Nacional Electoral que organizou e coordenou a eleição do ano passado, vencida por Maduro.

      É interessante notar que a oposição aceitou, “de bom grado”, sem questionamentos, o resultado. Só “abriu a boca”, em protesto, porque o CNE impugnou a eleição de três candidatos por fraude comprovada.

      A partir daí, ao invés de, digamos, “pavimentar” o caminho para derrotar Maduro na eleição de 2018, a oposição passou a exigir a saída imediata do presidente, não se importando se isto só viesse a agravar a instabilidade política em que o país já estava mergulhado.

      Para tentar amainar as coisas, em maio de 2016 iniciou-se, na República Dominicana, um diálogo entre o governo Maduro e a oposição. José Luis Zapatero, ex-primeiro-ministro espanhol foi um dos que exerceram a função de mediador.

      Detalhe nunca revelado pela mídia hegemônica. Depois de 150 reuniões, quando já estava alinhavado um acordo que previa a antecipação, em sete meses, para maio de 2018, da eleição presidencial, uma fração da oposição, da qual faz parte Juan Guaidó, resolveu “virar a mesa” e não assinou o acordo.

      Ainda assim, o acordo foi assinado com uma parcela da oposição. Esta parcela disputou a eleição e foi derrotada por Maduro.

      Que ditadura repressora e sanguinária é esta do Maduro, não é [in]Justiceiro?

      Responder

    Nelson

    24 de fevereiro de 2019 às 17h28

    O jornalista e investigador francês, Romain Migus, que vive na Venezuela desde 2004, escreveu o artigo “Entender a nova ofensiva contra a Venezuela”. Nele, Migus relata o que vem acontecendo no país vizinho, fatos que a mídia hegemônica se recusa a divulgar para que os brasileiros possam fazer um melhor juízo da situação.

    O artigo de Migus está disponível em https://www.resistir.info/venezuela/nova_ofensiva.html.

    Sugiro que tu leias o artigo. Assim, deixando de “derramar asneiras por todos os poros”, tu nos poupará dessa tua arenga que não guarda relação com a realidade dos fatos.

    Responder

    Sergio Navas

    24 de fevereiro de 2019 às 18h10

    Talvez vc não tenha notado, mas o Bolsonaro já deu um golpe.

    Responder

    Alan Cepile

    24 de fevereiro de 2019 às 20h28

    Petistas eu não sei e nem tenho muito interesse em saber, mas quem é (verdadeiramente) de esquerda odeia ditadura, odeia gente como o palhaço bozo que já disse que apoia ditadura, não reconhece que houve uma no Brasil (surreal isso!!!) e já disse coisas absurdas tipo dizer às famílias dos torturados que quem procura osso é cachorro, ou que a ditadura matou pouco.
    O pensamento político de esquerda é pelo social, coloca o povo no centro e não o mercado financeiro ou interesses que não incluam o povo nem ideologias mentirosas e oportunistas do tipo “estado mínimo” para que, na surdina, o “estado mínimo” os favoreça ($$$).
    Quanto a pergunta, provavelmente acharíamos o bozo ditador sim, mas é impossível responder de maneira fidedigna pq não temos informações suficientes vindas da Venezuela. Há diversas variáveis naquela situação que ninguém sabe.

    Responder

      marco

      27 de fevereiro de 2019 às 01h11

      Para entender o que realmente ocorre na Venezuela; ler o site do Paul Craig Roberts.
      Esclarecedor !

      Responder

    LUPE

    25 de fevereiro de 2019 às 18h22

    Caro Justiceiro
    Vamos pensar diferente.
    Se Temer tivesse se recusado, não tivesse entregado o pré sal
    a menos de US$ 10,00 (dez dólares) o barril,
    pré sal que valia pelo menos US$ 60,00 (sessenta dólares),
    você e os seus o chamariam de “presidente”?
    Ou passariam a chamá-lo de farsante, golpista, DITADOR?
    Você e os seus não fariam o possível para derrubá-lo?

    Responder

a.ali

24 de fevereiro de 2019 às 14h13

Ave, Maduro!
Viva a amada Venezuela!

Responder

Zé Maconha

24 de fevereiro de 2019 às 11h38

O mliciano vai cair primeiro.
Se aprovam a reforma da previdência ele cai , se não aprovar ele cai mais rápido ainda.
Os EUA agora tem que se preocupar com a Coréia do Norte e Brasil e Colômbia são um país de galinhas.

Responder

    LUPE

    24 de fevereiro de 2019 às 12h41

    Pensando bem, por quê EUA se preocupar com a Coréia do Norte? Lá nem tem petróleo….
    Enquanto que a Venezuela tem a razão, o motivo da “ajuda humanitária” dos EUA (leia-se as PETROLEIRAS, que estão por trás do Trump…).
    Precisa-se dizer qual é a razão, o motivo???
    Aliás “ajuda humanitária” foi a razão dos milhões de mortos e feridos e as destruições do Iraque e da Líbia.
    Devem ter sido os “comunistas” e os marxistas…

    Responder

      LUPE

      24 de fevereiro de 2019 às 12h44

      Em tempo: as reservas de petróleo do Iraque e da Líbia estão entre as 10 (dez) maiores do Mundo…

      Responder

Paulo

24 de fevereiro de 2019 às 11h08

Perdoe-me o articulista, mas eu li mesmo isto aqui: “Os colombianos se humilharam, tentaram fazer o serviço sujo que os brasileiros,argentinos e uruguaios fizeram na Guerra do Paraguai. “? Parece que Túlio Ribeiro acredita na cartilha velha de história que imputa a Guerra do Paraguai ao desejo sorrateiro da Inglaterra de destruir “a proeminente economia paraguaia”, país esse que, nesse “intento soez e repulsivo”, teria manipulado a Tríplice Aliança para que declarassem guerra ao país vizinho. Sugiro se atualizar em história, de preferência fora da cartilha marxista!

Responder

    LUPE

    24 de fevereiro de 2019 às 12h17

    Acabar com a nascente potência paraguaia (Solano Lopez deu escola/educação a todos os paraguaios) pode ter sido um dos objetivos da Inglaterra.
    Mas, os principais forjadores da guerra forjada foram os banqueiros ingleses (principalmente os Rothschild) que usaram/compraram as mídias brasileira, argentina e uruguaia, compraram as pessoas influentes nesses países, e depois financiaram os dois lados da “guerra” forjada.
    De um lado o Brasil (mais de um bilhão de libras à época), Argentina e Uruguai. Do outro lado o Paraguai.
    Mortos e feridos devem ter sido por causa dos comunistas/marxistas…

    Responder

      Paulo

      24 de fevereiro de 2019 às 17h08

      Meu caro, o Paraguai invadiu o Brasil…

      Responder

        LUPE

        25 de fevereiro de 2019 às 15h55

        Meu caro Paulo
        Daqui a pouco você vai dizer que a Venezuela invadiu o Brasil…

        Responder

    lucio

    24 de fevereiro de 2019 às 18h13

    olha que fala a mesma coisa o filosofo nietzsche (cujo cunhado se arruinou na guerra do paraguai) que era tudo menos que marxista.
    o paraguai era na pratica colonia alemá e o pais mais industrializado das americas, a inglaterra nao podia permitir.
    como agora os EUA destroem todos que se industrializam de uma forma soberana.

    Responder

    Alan Cepile

    24 de fevereiro de 2019 às 20h52

    1) Tb sugiro estudar a guerra do Paraguai, sobre as intenções de Francisco Solano Lopez, sobre o “Paraguay Mayor”, e sobre a participação (e o pq dela) da Inglaterra nesse conflito.

    2) Qual seria mesmo a “cartilha marxista” na questão sul americana??

    Responder

      Paulo

      24 de fevereiro de 2019 às 21h56

      A cartilha marxista é aquela que foi questionada, recentemente, sobre esse importante acontecimento de nossa história, na cátedra das principais universidades brasileiras. E constitui um “case” de estudo do quão impregnada de ideologia esquerdista está a academia brasileira. Pesquise a respeito! Fale com um historiador isento, de preferência! Ou dê um “Google”, é fácil! Veja um pequeno excerto, extraído da Gazeta do Povo:

      “Visões
      Outro “conflito” está arraigado nos livros de História. Versões antagônicas para explicar os motivos da guerra foram disseminadas ao longo de um século e meio. Basicamente, há quem acredite que tudo começou devido ao imperialismo da Inglaterra, que queria impedir que um Paraguai autossuficiente prosperasse no Cone Sul sem os produtos industrializados ingleses. Do outro, os que apontam que os atritos começaram por causa da consolidação das fronteiras nacionais e, principalmente, pela hegemonia no Rio da Prata.

      Quem defende a primeira versão afirma que o Paraguai era um país em avanço econômico que colocaria em perigo as relações inglesas com os demais países da América do Sul. O historiador do Museu Militar de Assunção, Stanislau Diego Esquivel, diz que o país já tinha fundições de ferro e ferrovias. “O governo britânico queria destruir e desmantelar o Paraguai antes que virasse uma potência. Por isso financiaram os aliados. Era um interesse econômico.”

      Porém, essa versão foi revisada inclusive por historiadores paraguaios contemporâneos. Para Caballero, o conflito teve muitas causas. “Havia problemas de limites e as disputas políticas internas do Uruguai. A Inglaterra não participou como Estado. O que havia eram bancos que emprestaram dinheiro ao Brasil.” Ele acrescenta que não é possível cravar que o Paraguai era uma potência regional.

      O historiador Francisco Doratioto, da Universidade de Brasília, e autor de Maldita Guerra, ressalta que as razões do conflito foram distorcidas durante anos. “O Paraguai não era uma potência econômica como se propagou. Havia ferrovia, telégrafo e fundição de ferro, que no Brasil já tinha desde o século 18. A guerra está inserida em um contexto histórico regional.”

      Ficha dos países – Império do Brazil

      Responder

        Alan Cepile

        24 de fevereiro de 2019 às 22h54

        Meu Jesus…. Vc copiou isso de onde??
        O primeiro parágrafo não faz o menor sentido… Questionadas por quem??? Universidades brasileiras quais??? Não explicou o que é este termo escalafobético “cartilha marxista”…. Citou a academia e apresentou um link da…. GAZETA DO POVO!

        Tá precisando situar melhor as ideias….

        Responder

          Paulo

          24 de fevereiro de 2019 às 23h31

          Se você não é capaz de pesquisar – ou se nega a fazê-lo, aprioristicamente – não serei eu a convencê-lo, pois, por que razão você deveria acreditar em mim e desacreditar em tudo o que lhe disseram e incutiram, ao longo de anos de estudo? Poderia postar textos que sustentassem meu argumento, e você postaria outros, em sentido contrário, e nada estaria resolvido (só o fiz, no exemplo, a título de ilustração). Da minha parte, só lhe digo que essa questão foi paradigmática, no que toca à minha interpretação acerca da forma como nos rendemos incondicionalmente à versão histórica predominante, que tentam nos vender. Não sei sua idade, mas a minha geração cresceu acreditando na versão do “Paraguai potência” e da “participação inglesa como decisiva”, na eclosão do conflito, e foi, por assim dizer, chocante perceber o quanto isso era questionável, pra dizer o mínimo, e o quanto podemos ser manipulados pelas versões, se não atentarmos para o contraditório (tanto na interpretação de fatos históricos, tal como analisados pelos historiadores, como também pela compreensão das notícias do dia-a-dia, postadas pelos jornalistas e profissionais equivalentes). Isso vale para qualquer assunto. Quanto mais leitura você tiver – sei que é um truísmo, o que escrevo -, maior capacidade crítica terá. Não creio que você, pelo que postou, tenha atentado para essa problemática, mas posso estar enganado…

          Alan Cepile

          25 de fevereiro de 2019 às 01h03

          Curioso, antes desse textão vc tinha sugerido pesquisa e apresentou uma matéria da mídia tradicional.

          Depois dessa vc quer que eu te fale o que????

        Fabricio Azevedo

        26 de fevereiro de 2019 às 16h54

        Engraçado… Se o debate fosse tão impregnado com “ideologia esquerdista”, o professor Doratioto, (PS eu tive aulas com ele na UnB) não seria considerado o maior especialista em Guerra do Paraguai do Brasil. E o Doratioto é um conservador e fã do FHC. Essa discussão paresentada por esse jornaleco está pelo menos 20 anos atrasada. O concesso dos historiadores hoje é bem outro.

        Responder

          Paulo

          26 de fevereiro de 2019 às 21h52

          E qual é o “consenso dos historiadores hoje”, Fabrício?

Justiceiro

24 de fevereiro de 2019 às 10h13

O cara que escreveu esse texto não deve ter problema com a fome. Depois de derramar asneiras por todos os poros, esse sujeito deve ter se deliciado com um farto almoço, ou jantar. Enquanto isso, o ditador mandava por fogo em dois caminhões com comida e remédios.

Se não for ainda sustentado pelos pais, o articulista, quando sente dor, deve ter à mão um bom plano de saúde.

Responder

    Heitor

    24 de fevereiro de 2019 às 10h32

    E pq os americanos não derrubam a ditadura da Arábia Saudita ? ??????
    Guerra não é algo tão simples, isso vai ter um custo que vai refletir no PIB do Brasil. Pode ser uma guerra rápida e pode não ser. Julga-se que a Venezuela está sozinha, mas se não estiver ?
    É uma burrice sem igual. É ímpar a burrice do Brasil. A nossa economia está quebrada, esta fodida, no bom português. Crescer sobre o negativo ainda esta negativo. Não cresceu nada só tão enganando o povo.
    E se esses conflitos se espalharem pelo território dos países sulamericanos. Tipo umas bombas em Banânia, uns mísseis. É de uma falta de visão tremenda. Mas não se preocupem estamos super seguros com nosso escudo antimisseis. Rsrsrsrsrs !

    Responder

      Justiceiro

      24 de fevereiro de 2019 às 15h55

      Por que esse cri cri com a Arábia Saudita? Só ela? E o Irã, é democracia? Iraque, Síria, Jordânia, Qatar…são democracias?

      Ah, Cuba botou hoje um referendo pra ser votado. Nesse documento tem coisas como dizer que Cuba é um país democrata.

      E gente como você acredita.

      Responder

        Nelson

        24 de fevereiro de 2019 às 16h47

        Não te faças de tanso, meu chapa. Tu sabes muito bem a que o Augusto está se referindo. Como não tens como responder à inquirição dele, usas de subterfúgios para fugir do assunto.

        A pergunta do Augusto segue esperando uma resposta convincente da tua parte. “E pq os americanos não derrubam a ditadura da Arábia Saudita ? ??????”

        Responder

          Alan Cepile

          24 de fevereiro de 2019 às 21h25

          Aproveito para incluir outra pergunta, já que os americanos são tão bonzinhos e querem “ajudar” a Venezuela enviando ajuda humanitária, pq tb não ajudam a população da Coréia do Norte que supostamente tb passa fome? Ou a população da Síria que foge do conflito? Ou o conflito entre xiitas e sunitas no Iraque? A guerra civil na Líbia? Os palestinos constantemente atacados pelo seu parceiro Israel? Iêmen? Sudão… Pq só a Venezuela???

          Justiceiro

          25 de fevereiro de 2019 às 08h44

          KKKKKKKKKKKKKKK

          Alan, você, para um petista, até que algumas vezes tem um pouco de coerência.

          Mas dessa vez pisou na bola…pedir que Tio Sam ajude a Coreia do Norte, é desconhecer os fatos; Os EUA já mandam navios com comida para a Coreia, rapaz. E comida de primeira.

          O safado do gordinho usa para alimentar suas tropas e se alimentar também.
          Por isso o ditadorzinho é gordinho.

    Carlos

    24 de fevereiro de 2019 às 10h37

    Está muito mal informado, no qual a crise venezuela é causada pelo bloqueio econômico americano, no qual o presidente Donald Trump bloqueou 30 bilhões de dólares do governo venezuelano e agora vem oferecer uma migalha de 20 milhões de dólares de ajuda humanitária. Se os Estados Unidos é um país tão bondoso porque eles não enviam ajuda humanitária ao Iêmen, país árabe que tem passado por uma guerra civil e uma grave crise humanitária. Os países da coalizão árabe (liderados pela Arábia Saudita) tem bombardeado o Iêmen, no qual eles compram armas e bombas dos bondosos americanos. Ou seja muitas crianças e inocentes iemenitas são mortos e feridos por armas e bombas fabricados pelos americanos. Mas esta grande tragédia humanitária no Iêmen (no qual os Estados Unidos tem uma grande parcela de culpa) não tem comovido o presidente Donald Trump, no qual até hoje não se importou com as vítimas da guerra civil no Iêmen, porque certamente não lhe interessa ajudar um país pobre e sem uma gota de petróleo. O bondoso presidente Donald Trump também tem separado as famílias de imigrantes que tentam entrar nos Estados Unidos pela fronteira do México. Num ato de pura compaixão do governo americano, a Polícia de Fronteira dos Estados Unidos, tem separado milhares de crianças imigrantes de seus pais, no qual estas crianças ficam numa espécie de prisão em território americano.

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      Nelson

      24 de fevereiro de 2019 às 13h07

      Boa Carlos. Deu no meio do sabujo dos yankees.

      A Arábia Saudita tem matado iemenitas à vontade. Há 5 milhões e pessoas passando fome no Iemen e outras 22 milhões, de uma população de 27 milhões, passando por sérias dificuldades. E o que fazem os países ditos democráticos, civilizados e modernos?

      Estão a providenciar “ajuda humanitária” para tantos famintos? Não. A ajuda que prestam vai aos famintos por lucros cada vez maiores da indústria armamentista. Os países democráticos, pretensos, entopem a ditadura saudita ainda mais com armas. Armas que vão assassinar mais e mais iemenitas.

      E o nosso [in]Justiceiro não solta um pio sobre isso. É a reação típica de quem costuma encher a cabeça somente com as “informações” repassadas pelo PIG.

      Responder

        Carlos

        24 de fevereiro de 2019 às 14h14

        Quanto aos dois caminhões que continham ajuda humanitária e foram incendiados ao tentar entrar em território venezuelano, o fantoche Juan Guaidó, o governo colombiano e o governo americano acusam as forças de segurança venezuelanas (comandadas por Nicolas Maduro) de incendiarem os caminhões com ajuda humanitária. Pois bem o ministro das Relações Exteriores da Venezuela, Jorge Arreaza, acusou o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e seus “assalariados” de atearem fogo a um caminhão com ajuda humanitária em busca de pretexto para iniciar uma guerra. Em sua conta oficial do Twitter Jorge Arreaza acusou o governo americano de promover um ataque de falsa bandeira. Vamos lembrar que existe uma suspeita muito grande, inclusive muitos dentro da população americana de que o ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 foi um ataque de falsa bandeira, que teve a participação do próprio governo americano. https://pt.wikipedia.org/wiki/Teorias_conspirat%C3%B3rias_sobre_os_ataques_de_11_de_setembro_de_2001

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      Justiceiro

      24 de fevereiro de 2019 às 15h58

      Deixa de estória, mané. Faz tempo que a Venezuela passa por crise antes mesmo do bloqueio de Trump.

      Pegaram esse bloqueio pra defender o ditador, igual Cuba, que vocês sempre dizem que é um país atrasado por causa do bloqueio mas deveria saber que Cuba está assim desde que a URSS foi pro brejo.

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    Zé Maconha

    24 de fevereiro de 2019 às 12h03

    Nimguém contou pro Justiceiro que tem mais gente passando fome nos EUA em números reais nem que a Venezuela tem IDH melhor que o do Brasil.
    Junta uma grana aí pobre de direita , se aprovarem a reforma assalariados como você vão passar fome na velhice.
    Confesso que tem um lado meu que torce por isso.

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      ari

      24 de fevereiro de 2019 às 12h50

      Segundo dados da FGV Social, após o golpe, já chegava a 15 milhões o número de pobres por aqui

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    augusto

    24 de fevereiro de 2019 às 12h13

    . oh, Justiceiro, ataque ‘humanitario’ de sabado estava previsto e ensaiado ha dez dias pelo menos.
    E todos,especialmente os governos de esquerda, sabem de cor e salteado as taticas do interessado ao norte do Rio Grande. Siria, Chechenia, Ucrania e muitos outros.
    Dai que Maduro e seu exercito ja tinham as respostas mais viaveis prontinhas para a reaçao. Nunca iam que usar armas de fogo ou o proprio fogo… porque SABIAM que a arma midiatica mundial estava contra eles… Foi gas lacrimogeneo e pimenta. Obvio como pintinho no ovo.
    Quanto a “por fogo” em caminhoes, vamos combinar o seguinte:
    Deixa o Maduro fazer contra o campeão da democracia Guaidó e seus sequazes, apenas 10% -dez por cento- do que o gov americano via FBI e GN fizeram em abril de 1993 aos rebeldes de WACO, Texas. ´so duas coisas pra lembrar, tanques de guerra entrando pelas casas… e rebeldes com crianças queimados vivos nelas pelo FBI.
    na democracia e em qualquer governo, só o Estado tem o monópolio da força.Em waco eles o usaram dessa forma. pesquise e compare com o que fez ate agora Maduro.

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      Nelson

      24 de fevereiro de 2019 às 16h41

      Muito bem lembrado, Augusto. Pena que os fanatizados pelos yankees não queiram abrir suas mentes para assim poderem entender e enxergar o que acontece há décadas ou mesmo séculos nas relações entre os países.

      Imaginemos que a coisa tivesse acontecido ao contrário. Imaginemos que fosse o Maduro a “eleger” um presidente interino [um “Bill não sei das quantas”] para os Estados Unidos ao mesmo tempo em que decretasse um ultimatum ao Trump, exigindo que este entregasse o poder. O que estaríamos presenciando?

      Primeiro, será que a mídia hegemônica e seus comentaristas, supostos especialistas em tudo – deformadores de opinião, na verdade – estariam se portando do mesmo modo como agora? Estariam procurando naturalizar, normalizar os fatos? Ou estariam execrando o Maduro e desferindo contra ele os piores impropérios?

      Segundo, será que o governo dos EUA reagiria da mesma forma que o de Maduro? O “Bill não sei das quantas” permaneceria em liberdade como segue o Guaídó? Argh! Que ditadura cruenta esta da Venezuela, não é mesmo? Ou o presidente interino “eleito” por Maduro já teria ido parar em Guantánamo, onde os EUA “respeitam” regiamente os direitos humanos? Em resposta, o governo dos EUA já não teria ordenado o bombardeio da Venezuela?

      Pois é, meu caro Augusto. Creio que um simples raciocínio como o que expus já seria suficiente para que qualquer um passasse a questionar a coisa toda. No mínimo, manteria uma certa equidistância, evitando assumir uma posição abertamente favorável ao Sistema de Poder que domina os EUA.

      Contudo, para os fanatizados pelos yankees parece uma reflexão impossível de ser feita. Eles dão toda a impressão de que optaram, deliberadamente, pela “cegueira intencional”.

      Responder

    ari

    24 de fevereiro de 2019 às 12h47

    Inteligência não é mesmo o seu forte, certo, idiota?

    Responder

    Nelson

    24 de fevereiro de 2019 às 13h19

    Sorry, meu chapa. Você perdeu. Perdeu o sistema ao qual tu és tão devotado. Perdeu o Sistema de Poder que domina os Estados Unidos e boa parte do planeta e tem anseios de dominá-lo por inteiro.

    Ganharam os povos do mundo inteiro que sonham em poder desfrutar de seu direito, inalienável, à soberania e à autodeterminação. Um viva aos venezuelanos, um viva aos cubanos, um viva aos iranianos, povos que ousam acreditar que podem, que têm o direito de construir países a sua feição. Povos que ousaram retirar de seus ombros a canga da ditadura instalada no Capitólio e na Casa Branca.

    Responder

    a.ali

    24 de fevereiro de 2019 às 14h10

    larga de ver e ler o PIG!

    Responder

Ronaldo Braga

24 de fevereiro de 2019 às 10h13

Existe aqui no brasil uma tal rede de televisão chamada BANDida que dia e noite qualifica o presidente Maduro de “ditador”. Eu gostaria de saber em que esse pessoal bandido da BANDida se apoia para impunemente desqualificar um presidente de um país.

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    LUPE

    24 de fevereiro de 2019 às 12h29

    Não é só a Band que ataca Maduro. Globo e o resto da Grande Mídia podem não ser tão grosseiras e mentirosas, mas tratam a Venezuela como convém àqueles que querem retomar/roubar a maior reserva de petróleo do Mundo: como perigosos e ameaçadores Maduros (no baixo nível das redes sociais os venezuelanos são, até, perigosos e ameaçadores “comunistas”)

    Responder

    Carlos

    24 de fevereiro de 2019 às 14h27

    Toda a grande mídia na época dos protestos da direita que pediam o impeachment da então presidente Dilma Roussef, pediam que ela renunciasse a presidência da República. Segundo a grande mídia e em especial a Globo diziam que era importante a Dilma Roussef cair, para que assim o Michel Temer assumisse o poder, no qual ele tiraria o país da grave crise econômica. Vários jornalistas na grande mídia na época dos protestos da direita chegaram que pediam o impeachment da então presidente Dilma Roussef, diziam que o futuro governo Michel Temer seria um sucesso e muito bem avaliado pelos brasileiros o comparando com o governo Itamar Franco.

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Jose carlos

24 de fevereiro de 2019 às 09h52

Parece o Filme Mad Max, aquele cenário fictício diz muito do modus operandi dos americanos em relação a petróleo em volta do mundo.

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Jose carlos

24 de fevereiro de 2019 às 09h37

So uma pequena pergunta. PQ os EUA não acabam com a ditadura da Arábia Saudita que é uma das mais fechadas e cruéis do mundo, sobretudo, para as mulheres ?
Outra pergunta. Os filhos do Bozo vão a frente do pelotão nessa guerra que eles estão arrumando para os filhos dos pobres ?
Adolescente de 18 anos ainda é um menino. Quem tem que guerrear são os loroteiros dos filhos do Bozo e o próprio Bozo. Bando de Zé goela contador de vantagem, só tem garganta e na hora H mija para trás.
É uma reedição da guerra do paraguai.
Essa ajuda humanitária tá na cara que os EUA querem armar Guaidó e a oposição. É para entrar armas também.

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    Carlos

    24 de fevereiro de 2019 às 10h07

    Veja a hipocrisia dos Estados Unidos no qual dizem querer oferecer ajuda humanitária a Venezuela, para parecerem aos olhos do mundo como bonzinhos e ao mesmo tempo o presidente Donald Trump tem ordenado separar milhares famílias de imigrantes que tentam entrar nos Estados Unidos pela fronteira do México. A polícia de fronteira dos Estados tem separado as crianças imigrantes de seus pais, num puro ato de amor e compaixão ao próximo do governo americano.

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Milton

24 de fevereiro de 2019 às 07h46

Protestos contra intervenção aconteceram no Canada, Estados Unidos e Alemanha. É uma vergonha ,no mínimo, que o povo democrático brasileiro não
tenha se mobilizado para um protesto de massa contra o imperialismo, contra intervenções, contra guerras por petróleo e recursos naturais, contra as mentiras
e propaganda de guerra na mídia brasileira.

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    marco

    24 de fevereiro de 2019 às 08h24

    Infelizmente grande parte da “esquerda” por aqui é paga -pau do império.
    Fica com mimimi contra Maduro esquecendo do povo da Venezuela que está sob ataque.
    A Venezuela está sob ataque, roubam seu ouro, confiscam seus recursos,restrigem sua combalida economia com sanções ilegais sob qualquer ótica, e culpam o Maduro.
    Hipocrisia pura!

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    ari couto

    24 de fevereiro de 2019 às 10h19

    Milton, vergonha tb é nossos partidos ditos de esquerda não terem emitido uma nota sequer em apoio ao povo venezuelano e contra o imperialismo norte-americano. A Deputada do PT, Gleisi Hoffman, manifestou-se mas pessoalmente não em nome do PT, pelo que entendi. Houve tb um manifesto de alguns movimentos sociais, assinada tb pelo presidente do PT em Roraima. E só. PSOL e PCdoB, nem penar. PDT e PSB? Esquece

    Responder

    lucio

    24 de fevereiro de 2019 às 18h16

    o povo brasileiro nem se mexeu contra a reforma do trabalho de temer…

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