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IBGE: subocupação atinge 28 milhões de pessoas, quase a população inteira da Venezuela

Por Redação

01 de junho de 2019 : 00h47

Os primeiros meses de Bolsonaro se revelam um desastre de proporções épicas!

O número de pessoas subocupadas, segundo o IBGE, já passa de 28 milhões, o que corresponde à população de países médios!

Para se ter uma ideia, a Venezuela tem 31 milhões de habitantes.

No site do IBGE

PNAD Contínua: taxa de desocupação é de 12,5% e taxa de subutilização é 24,9% no trimestre encerrado em abril de 2019

31/05/2019 09h00 | Atualizado em 31/05/2019 09h00

No trimestre encerrado em abril de 2019, a taxa de desocupação (12,5%) variou 0,5 ponto percentual (p.p.) em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12,0%) e caiu (-0,4 p.p.) na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%).

A população desocupada (13,2 milhões de pessoas) variou 4,4% (mais 552 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (12,6 milhões de pessoas) e ficou estável em relação a igual período de 2018 (13,4 milhões de pessoas).

A população ocupada (92,4 milhões de pessoas) ficou estável na comparação com o trimestre anterior (92,3 milhões de pessoas) e cresceu 2,1% (mais 1.937 mil pessoas) na comparação como o mesmo período de 2018 (90,4 milhões de pessoas).

A população fora da força de trabalho (65,0 milhões de pessoas) permaneceu estável frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (65,3 milhões de pessoas) e também ao mesmo trimestre do ano anterior (64,9 milhões de pessoas).

A taxa de subutilização da força de trabalho (24,9%) variou 0,7 p.p. em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (24,2%) e subiu 0,4 p.p. na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (24,5%).

A população subutilizada (28,4 milhões de pessoas) é recorde da série histórica iniciada em 2012, com alta em ambas as comparações: 3,9% (mais 1.063 mil pessoas) frente ao trimestre anterior (27,3 milhões de pessoas) e 3,7% (mais 1.001 mil pessoas) no confronto com igual trimestre de 2018 (27,4 milhões de pessoas).

O número de pessoas desalentadas (4,9 milhões) aumentou 4,3% (mais 202 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (4,7 milhões de pessoas) e 4,2% (mais 199 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018 (4,7 milhões de pessoas).

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 33,1 milhões de pessoas, ficando estável frente ao trimestre anterior e subindo 1,5% (mais 480 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018. Já o número de empregados sem carteira assinada (11,2 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e subiu 3,4% (mais 368 mil pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2018.

A categoria dos trabalhadores por conta própria (23,9 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 4,1% (mais 939 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018.

O rendimento médio real habitual (R$ 2.295) ficou estável em ambas as comparações. Já a massa de rendimento real habitual (R$ 206,8 bilhões) permaneceu estável em relação ao trimestre anterior e cresceu 2,8% (mais 5,7 bilhões) frente ao mesmo período de 2018.

Taxa de Desocupação – Brasil – 2012/2019

A taxa de desocupação foi de 12,5% no trimestre móvel encerrado em abril de 2019, variando 0,5 ponto percentual em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12,0%). Na comparação com o trimestre de fevereiro a abril de 2018 (12,9%), o quadro foi de queda (-0,4 ponto percentual).

No trimestre de fevereiro a abril de 2019, havia 13,2 milhões de pessoas desocupadas no Brasil. Este contingente variou 4,4% (mais 552 mil pessoas) frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (12,6 milhões de pessoas) e ficou estável no confronto com igual trimestre do ano anterior (13,4 milhões de pessoas).

A taxa composta de subutilização da força de trabalho (Percentual de pessoas desocupadas, subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas e na força de trabalho potencial em relação a Força de trabalho ampliada) foi de 24,9% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, variando 0,7 p.p. em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (24,2%). Na comparação com o mesmo trimestre móvel do ano anterior (24,5%), houve alta de 0,4 ponto percentual.

No trimestre de fevereiro a abril de 2019, havia 28,4 milhões de pessoas subutilizadas no Brasil. Este contingente variou 3,9% (mais 1.063 mil pessoas) frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (27,3 milhões de pessoas) e 3,7% (mais 1.001 mil pessoas) no confronto com igual trimestre do ano anterior (27,4 milhões de pessoas).

O contingente de pessoas subocupadas por insuficiência de horas trabalhadas foi de 7,0 milhões no trimestre de fevereiro a abril de 2019. Houve alta de 3,3% (mais 223 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (6,8 milhões de pessoas). Em relação ao mesmo período de 2018 (6,3 milhões de pessoas), o aumento foi de 11,9% (mais 745 mil pessoas).

No trimestre de fevereiro a abril de 2019, a força de trabalho potencial (pessoas de 14 anos ou mais que na semana de referência não estavam ocupadas nem desocupadas, mas possuíam um potencial de se transformarem em força de trabalho) foi de 8,2 milhões de pessoas. Essa população cresceu 3,6% (mais 287 mil pessoas) na comparação com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e 5,7% (mais 439 mil pessoas) frente ao mesmo trimestre do ano anterior.

O contingente fora da força de trabalho, no trimestre de fevereiro a abril de 2019, foi de 65,0 milhões de pessoas. Essa população permaneceu estável na comparação com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e frente ao mesmo trimestre de 2018.

A população desalentada era de 4,9 milhões no trimestre de fevereiro a abril de 2019. Houve aumento de 4,3% (mais 202 mil pessoas) em relação ao trimestre anterior (4,7 milhões de pessoas desalentadas) e de 4,2% (mais 199 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018 (4,7 milhões de pessoas desalentadas).

O Percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho ou desalentada foi de 4,4% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, variando 0,2 p.p. em relação ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (4,3%). Na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior (4,3%), houve estabilidade.

A força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de fevereiro a abril de 2019, foi de 105,5 milhões de pessoas. Essa população aumentou 0,6% (mais 627 mil pessoas) quando comparada com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e 1,7% (mais 1,8 milhão de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2018.

O número de pessoas ocupadas chegou a 92,4 milhões no trimestre de fevereiro a abril de 2019, o que representa estabilidade em relação ao trimestre anterior e crescimento de 2,1% (mais 1.937 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018.

O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 54,2% no trimestre de fevereiro a abril de 2019, ficando estável frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 (54,2%) e subindo 0,6 p.p. em relação a igual trimestre do ano anterior (53,6%).

O contingente de empregados no setor privado com carteira de trabalho assinada (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 33,1 milhões de pessoas, o que representa estabilidade frente ao trimestre anterior e alta de 1,5% (mais 480 mil pessoas) no confronto com o trimestre de fevereiro a abril de 2018.

No período de fevereiro a abril de 2019, a categoria dos empregados no setor privado sem carteira de trabalho assinada (11,2 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e cresceu 3,4% (mais 368 mil pessoas) frente ao mesmo período de 2018.

Na categoria dos trabalhadores por conta própria, formada por 23,9 milhões de pessoas, houve estabilidade na comparação com o trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e alta de 4,1% (mais 939 mil pessoas) em relação ao mesmo período do ano anterior.

No período de fevereiro a abril de 2019, a categoria dos empregadores (4,4 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2018.

O número de trabalhadores domésticos (6,1 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior e ao mesmo período de 2018.

O grupo dos empregados no setor público (inclusive servidores estatutários e militares), estimado em 11,5 milhões de pessoas, ficou estável frente ao trimestre anterior e ao mesmo trimestre de 2018.

O rendimento médio real habitual (R$ 2.295) ficou estável em ambas as comparações.

A massa de rendimento real habitual (R$ 206,8 bilhões de reais) ficou estável frente ao trimestre de novembro de 2018 a janeiro de 2019 e subiu 2,8% (mais R$ 5,7 bilhões) em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

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35 comentários

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Paulo

01 de junho de 2019 às 11h06

Vem piorando desde Dilma, durante cujo governo, por sinal, chegou-se à taxa mais baixa de sub-ocupação, em 2014. Sejamos justos, ainda não dá pra culpar Bolsonaro por isso!

Responder

    LUPE

    01 de junho de 2019 às 12h31

    Caro Paulo, agente pago em dólares para vir ao Cafezinho manter aceso o ódio ao petismo.

    A desestabilização do governo Dilma começou
    com a obra devastadora da Lava Jato,
    que não tinha nenhum compromisso em ajudar o Brasil,
    mas, sim,
    iniciar a destruição deste.

    Lava Jato,
    obra da Grande Mídia,
    controlada pelos seus patrões,
    que lhe pagam em dólares.

    A desestabilização do Governo Dilma
    continuou com a baixa internacional criminosa do petróleo ,
    em 2014.
    Baixa perpetrada pelos teus patrões,
    que estão por trás do governo dos EUA.

    Quase ninguém ficou sabendo desta baixa criminosa,
    porque a Grande Mídia,
    controlada pelos teus patrões escondeu,
    não comentou, não noticiou
    (mais) este crime contra a Humanidade.

    Aí vem você,
    com o aval da Grande Mídia ,
    dizer que a culpa é do PT.
    E o povo,
    com a cabeça envenenada pela Gr Md contra o petismo,
    acredita.

    Enquanto isto a direita (agora extrema direita)
    continua com sua obra de destruir o Brasil.

    Como seus patrões planejaram
    e estão botando em prática,
    com seus agentes no Poder.
    Contratados por quantos e quantos milhões de dólares? …………….

    Responder

    Zé Maconha

    01 de junho de 2019 às 12h58

    “Chegou-se a taxa mais baixa de sub-ocupação”
    Não sei se é verdade mas você notou que elogiou a Dilma?
    Acho que você queria dizer o contrário haha
    Só sei que no governo Dilma chegamos ao menor desemprego da história , 5% , e durante o governo Lula o desemprego caiu constantemente.
    Realmente Bolsonaro presidente não tem culpa , agora o Bolsonaro deputado que votou a favor da reforma trabalhista , tem.
    Veremos se em quatro anos com Bolsonaro o PIB cresce mais do que os 7% que cresceu com Lula só em 2010.
    Do jeito que vai nem em oito anos ele consegue.

    Responder

      Paulo

      01 de junho de 2019 às 22h26

      Os números não mentem. Não elogiei ninguém, até porque não sei dos méritos da presidenta mulher, nessa questão, ou se essa baixa teria sido fruto de fatores sazonais, mas apenas realcei que de recorde de baixa só fez aumentar a taxa de subocupação, desde então, com início ainda sob o (des)Governo dela, o que só fez progredir, deste então, sugerindo, talvez, fatores estruturais dos quais 2 Governos (o dela e o do Vampirão) não deram conta de corrigir…

      Responder

    Alan C

    01 de junho de 2019 às 18h07

    Mas dá pra culpar pela inércia, pela total falta de projetos para combater o problema.

    O Brasil está parado a 5 meses.

    Responder

      Paulo

      01 de junho de 2019 às 22h29

      Talvez. Mas há alguns dados contraditórios, como duas altas nas taxa de empregabilidade (CTPS assinada), sob Bolsonaro (uma em abril e a outra, acho, em fevereiro). Assim, prefiro aguardar, tanto para criticar, quanto para elogiar…

      Responder

        Alan C

        02 de junho de 2019 às 10h27

        As (mínimas) altas tem a ver com sazonalidade e flutuabilidade natural do mercado de trabalho, e não se esqueça que os sub-empregos compõem boa parte desse quadro graças à famigerada reforma trabalhista que precarizou as relaççoes de trabalho, para o lado do trabalhador somente, lógico.

        Responder

      Henrique

      01 de junho de 2019 às 22h58

      “Parado a (há) cinco meses é ótimo. Você é o retrato do fracasso da Pátria Educadora de Dilma ! kkkkkkkkkkkkkkk

      Responder

        Alan C

        02 de junho de 2019 às 11h24

        Bolsominion ideologizado me chamando de petista kkkkkkkkkkkk

        Tire o PT do debate e os bolsominions perdem o chão e vice versa, duas merdas que afundam, rsrs

        Responder

      Marcio

      02 de junho de 2019 às 10h29

      Esses fanfarrões são os mesmos que diziam que os Paises Arabes não iriam mais comprar no Brasil….+20% de Janeiro a Abril, não fazem texto.

      Responder

        Alan C

        02 de junho de 2019 às 11h23

        Igual a China que deixou de comprar a tua soja do brazilzinho do bozo rsrsrs

        Responder

          Marcio

          02 de junho de 2019 às 13h00

          A lista das fanfarroniçes è longa.

          Seu Brasil.

          Alan C

          02 de junho de 2019 às 13h32

          A lista das fanfarroniCes É longa.

          Seu brazil.

Alan C

01 de junho de 2019 às 08h48

Miguel,

Peço licença pra compartilhar trecho de um texto que vi no facebook sobre uma foto de uma menina com uma caixa térmica de delivery nas costas andando numa bicicleta dessas que se alugam por aplicativo e que carregava o logotipo do Itaú.

===========

“Nesta foto vemos uma jovem pedalando sem capacete, sem nenhum vínculo empregatício e sem nenhum direito trabalhista entregando comida de um restaurante que não é onde ela trabalha para alguém que a pediu por um aplicativo milionário que também não é onde ela trabalha, usando uma bicicleta que não é sua e pela qual ele paga para usar a um banco bilionário que também não é onde ela trabalha.

Na verdade, ela não trabalha em nenhum lugar, porém trabalha muito (e provavelmente recebe pouco). Mas acredite: há quem diga que isso é “oportunidade”, “empreendedorismo” ou “criatividade do brasileiro”. Eu tenho outros nomes: servidão e escravidão.

Servidão pois, CONSCIENTEMENTE, na teoria, ela concordou em servir o sistema capitalista em troca de um valor. Escravidão pois, diante das circunstâncias, ela, INCONSCIENTEMENTE, na prática, se escravizou em troca de um valor.

Se ela cair, se machucar, for roubada, for estuprada numa emboscada, for atropelada, enfim, morrer… azar o dela. Ninguém mais será responsável e muito menos arcará com os prejuízos pela fatalidade. E, repito, há quem acha isso “normal” e ainda incentiva: “força de vontade”.

Thomas Hobbes afirmou em Leviatã (1651) que o “homem é o lobo do homem” (“homo homini lupus”). Segundo Hobbes, em um estado natural, o individualismo humano o compele a viver em guerra uns com os outros. Portanto, para ele, é de nossa natureza usurpar e explorar outros seres humanos. Isso revela que o homem é o predador do próprio homem, sendo um vilão para ele próprio.

Em essência, ainda estamos em 1651.”

==============

Responder

    Zé Maconha

    01 de junho de 2019 às 10h34

    Concordo totalmente com Hobbes sobre a natureza do homem mas discordo sobre a forma de conte-la , o Estado e suas leis e autoridades nada mais são do que a expressão dessa natureza.
    Se a naturaza humana é ruim como um homem pode educar outro para supera-la?
    Ele diz uma enorme verdade mas essa linha de pensamento pode levar a visão autoritária de que o homem deve ser moldado pelo Estado para se tornar bom , um pensamento que é uma contradição de si próprio.
    Quanto ao texto , muito bom.

    Responder

    Marcio

    01 de junho de 2019 às 11h15

    Alan Che Guevara…vai trabalhar, tà passando do ridiculo !!

    Responder

      Alan C

      01 de junho de 2019 às 18h12

      Obrigado pelo elogio, ainda somos grandes amigos.

      Responder

    Paulo

    01 de junho de 2019 às 11h22

    Alan, tá com cheiro de “fake news”, essa imagem que você viu! E acho que, se verdadeira, a logomarca do Itaú é só propaganda, e não “certificado de propriedade”. Mas, ainda que potencialmente falsa, a imagem (a “menina”, além do que, possivelmente, é maior de 18 anos), o texto retrata a precarização do mercado de trabalho, o que é um fato – e dá a conotação correta ao “servilismo e escravidão”. E vai piorar, com a capitalização do Chicago-Boy…

    Responder

      Marcio

      01 de junho de 2019 às 11h58

      Todos bons de papo, reclamando, exigindo do Estado e com a solução pronta para tudo, principalmente quem vive de dinheiro publico; mas investir para abrir uma empresa ninguem quer.

      Responder

        Paulo

        01 de junho de 2019 às 12h09

        Livre mercado é isso, cada um faz o que quer, dentre as possibilidades postas, desde que tenha capacidade pra tal…

        Responder

          Marcio

          01 de junho de 2019 às 12h34

          Sei.

          Zé Maconha

          01 de junho de 2019 às 13h41

          Nada a ver , estudei violão clássico por vinte anos e nunca serei um músico de sucesso.
          Enquanto isso funkeiros ficam ricos hahaha.
          Sabe como me dei bem na vida?
          Com a herança do meu sogro hahaha
          Então todo mundo que tem mais dinheiro que você é mais capacitado?
          Tipo o Marcelo D2?
          A Paris Hilton?
          O Ozzy Osborne??
          O Lula? hahaha

          Paulo

          01 de junho de 2019 às 22h39

          Você não é bom o suficiente para aquilo que o mercado deseja. O resto, se for verdade, não é mérito, mas fator aleatório – a não ser que você tenha dado o golpe do baú e matado seu sogro, rsrsrs…

          Henrique

          01 de junho de 2019 às 23h06

          ” estudei violão clássico por vinte anos e nunca serei um músico de sucesso.”. Veja como o Zé Maconheiro é incompetente. Passou 20 estudando (?) violão é clássico e nunca foi capaz de criar nenhuma música cujas as pessoas se dispusessem a pagar para ouvir. Há ainda alguma dúvida de que Marcelo
          D2, Paris Hilton, Ozzy Osborne e Lula sejam mais capazes que o Zé Maconheiro ??

        Zé Maconha

        01 de junho de 2019 às 12h47

        Hahaha claro nimguém quer ser patrão , todo mundo tem dinheiro pra abrir uma empresa mas preferem sugar do Estado hahaha
        Muito lógico hahaha
        E aí na hora de votar o cara vota no Bolsonaro , um funcionário público que se aposentou aos 33 anos e botou todos os filhos no serviço público.
        Quem mais suga o Estado no Brasil são justamente os empresários via BNDS e pelas isenções de IR o Estado acaba pagando o médico e a escola dos ricos.

        Responder

          Marcio

          01 de junho de 2019 às 12h53

          Quem se aposenta aos 33 anos fàz pra là de bem, eu tambèm faria, o problema è quem votou e permitiu isso.

          Que dia vocè vai começar a trabalhar e dar emprego para os outros em vèz de ficar o dia inteiro no sofà e reclamar com a pança cheia …?

          Alan C

          01 de junho de 2019 às 18h15

          Vc faria, mas é apenas um pobre de direita… rsrsrsrsrsrsrs

          Marcio

          01 de junho de 2019 às 18h26

          Larga de ser fanfarrão, passou da idade fàz tempo.

      Alan C

      01 de junho de 2019 às 18h14

      Paulo, é uma foto, e “fake news” quer dizer notícia falsa, portanto não entendi o seu ponto de vista.

      Responder

        Paulo

        01 de junho de 2019 às 22h37

        Sim, não vi a foto mas fiquei imaginando que poderia ter havido montagem, na foto, na data, no local, enfim, falseando dados de imagem para sugestionar o leitor e para justificar a produção de um texto de esquerda. Isso é mais comum do que se imagina, tanto à esquerda quanto à direita.

        Responder

          Alan C

          02 de junho de 2019 às 10h32

          Vc acha mesmo isso um texto de esquerda??? Interessante isso…. A direita apoiou em massa a reforma trabalhista dizendo que ela criaria empregos, além de não ter criado, o desemprego aumentou.
          O que a direita tem a dizer sobre isso?

          Paulo

          02 de junho de 2019 às 11h21

          Tem que perguntar pra direita! Eu fui e sou contra a Reforma Trabalhista, que considero uma engenharia social legislada há décadas, com ampla capacidade de equilibrar as relações capital/trabalho – embora, logicamente, sempre sujeitas a reformas pontuais (como, aliás, sempre foi sendo feito, ao longo dos anos), tendo em vista a dinâmica dessas relações. Mas não sabotar os seus pilares, como essa Reforma pretendeu fazer (felizmente, ainda não logrou êxito total, pelo próprio receio dos empresários de embarcar numa “aventura”, mas lançou uma semente de erva daninha no juslaboralismo brasileiro)…

          Alan C

          02 de junho de 2019 às 13h35

          https://jornalaguaverde.com.br/os-escravos-modernos/

          Taí a foto dessa coitada

          Paulo

          02 de junho de 2019 às 19h47

          Como eu disse, ela parece ser maior de idade e o logo deve ser “merchan”, mas o texto está correto e ela é sim explorada, na medida em que, provavelmente, não tem vínculo empregatício. Mas isso não é novidade, acontece há décadas com os moto-boys – o que não quer dizer que eu concorde, que fique claro!

LUPE

01 de junho de 2019 às 01h39

Caros leitores

Mas a Mídia coloca a culpa na esquerda. Na direita não vai nada………..

Presidentes da direita nos últimos 30 anos:

>>Fernando Henrique Cardoso >> 15 trilhões de prejuízo ao Brasil (Privataria Tucana)
>> Temer (Mishell) prejuízo de trilhões com as doações do pré sal e de impostos às petroleiras estrangeiras.

Governo Lula >> clique em

https://jornalggn.com.br/noticia/fhc-vs-lula-dilma-um-quadro-comparativo/
lucro dos bancos previdência

e

https://www.indexmundi.com/g/g.aspx?c=br&v=74&l=pt

Responder

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