Entrevista de Lula ao UOL

Manifestantes lotam Avenida Paulista (Foto: Wikimedia Commons)

As feridas abertas de 2013

Por Miguel do Rosário

07 de janeiro de 2020 : 21h07

As polêmicas em torno do real significado das grandes manifestações ocorridas em 2013 continuam fervendo em alta temperatura.

Regularmente o debate volta à cena, sempre deflagrando algum tipo de polarização.

Recentemente, o assunto foi resgatado por uma entrevista do ex-presidente Lula à Telesur, na qual ele mencionou possível papel dos serviços de inteligência do governo americano na organização daquelas manifestações.

Não é a primeira vez que Lula externa esse tipo de teoria de conspiração.

O presidente do PSOL, Juliano Medeiros, foi um dos primeiros a discordar publicamente do ex-presidente nessa questão. E a polêmica se instalou, com a brutalidade costumeira de qualquer debate político em tempos de rede social.

Um dos princípios da teoria de comunicação é que o valor de uma informação corresponde ao interesse que temos nela. Para entender esta assunção, basta imaginar a seguinte cena. Imagine uma pessoa num deserto, com muita sede. Ela ouve uma voz, vinda do além, que lhe oferece a possibilidade de receber duas mensagens. Se receber uma, contudo, não receberá a outra. A primeira mensagem contem a informação do local onde estaria enterrado um galão de água. A segunda informaria um outro ponto, onde estaria enterrado um baú cheio de ouro. Qual a informação vale mais?

Existem teorias de conspiração que fazem sentido, outras que são apenas narrativas empoladas, proferidas com solenidade.

Uma postura crítica, desconfiada, diante da realidade política, um espírito aberto para a possibilidade de que existam, por trás dos bastidores, poderosas ferramentas de manipulação, é uma imposição do nosso tempo.

No entanto, também precisamos cuidar para que essa postura crítica não se torne uma caricatura de si mesma, ou que seja ela mesma manipulada. Assim, um dirigente partidário pouco honesto, ciente de que o militante engolirá facilmente uma narrativa que interessa ao partido, não hesitará em abusar da ingenuidade alheia.

Interessa ao ex-presidente e a seu partido que as grandes manifestações que aconteceram em 2013 não seja vistas como protestos legítimos contra o seu governo, e sim como uma grande manipulação, por trás da qual estaria o dedo onipresente da CIA. Essa é uma narrativa que interessa a um Lula que se recusa, terminantemente, a admitir qualquer erro político nos governos petistas. Se não houve erro, se as coisas estavam muito bem, senão havia nenhum motivo para as pessoas irem às ruas protestar contra o governo, então só pode ter sido uma grande manipulação articulada pela CIA.

Os serviços de inteligência dos Estados Unidos podem ter, de alguma maneira, ajudado a organizar as marchas de 2013?

Talvez. Assim como também podem ter ajudado a organizar as manifestações da chamada “primavera árabe”.

Mas também pode não haver relação nenhuma – além desse “espírito do tempo” que sempre existiu – entre o que houve nos países árabes, dominados por ditaduras, e no Brasil, uma democracia onde seus cidadãos tem aspirações e angústias bem diferentes.

Em relação a “junho de 2013”, eu vivi aquele tempo com muita intensidade, como jornalista, analista, militante de esquerda e cidadão.

Em 13 de junho, eu estava, por acaso, em Brasília, e acompanhei toda a marcha, desde seu início até o fim, quando ela parou diante do congresso nacional, e houve algum vandalismo contra o Palácio do Itamaraty.

Eu também fui tomado por um sentimento muito negativo de estranhamento e paranoia, porque não conseguia entender o que estava acontecendo.

Havia, de fato, um elemento estranho naquelas manifestações. Após escrever alguns artigos elogiando-as, eu segui o caminho contrário dos analistas conservadores da mídia, que iniciaram atacando-as, para em seguida, louvá-las acriticamente. Eu passei a atacá-las com muita virulência, o que me valeu, aliás, a antipatia eterna de alguns militantes de esquerda, que atribuíram meus ataques a meu espírito “governista”.

Entretanto, eu não estava sozinho. Lembro-me que houve uma onda de boatos de que os “black blocs” estariam sendo pagos para promover vandalismo, numa estrategia maior para desestabilizar o governo Dilma.

Ninguém falava em “CIA”, mas havia histórias de que setores golpistas de alguns partidos de direita, incluindo “aliados” ao governo, estariam financiando black blocs. Nada disso, no entanto, foi provado.

Tempos depois, eu me arrependi dos ataques que fiz a 2013, e escrevi textos com análises mais equilibradas.

Hoje, após sete anos turbulentos, que mais parecem mais dezessete anos, eu tenho uma visão menos conspiratória de tudo aquilo.

Além disso, tudo que aconteceu nos anos seguintes, em 2014, 2015, 2016, 2017 e 2018, nos ajuda a entender melhor o que houve em 2013.

Em primeiro lugar, me parece que muita gente na esquerda passou a levar a sério demais as narrativas de campanha eleitoral, de que tudo estava maravilhoso no Brasil em 2013.

Não estava. O fato das coisas terem ficado piores em seguida não significa nada, porque as pessoas em 2013 não podiam imaginar isso.

Entretanto, um trabalhador que gastava duas a quatro horas por dia num transporte público de baixíssima qualidade não podia estar satisfeito.

Ah, mas antes do governo Lula as coisas eram ainda piores. Sim, possivelmente para muitos as coisas estavam piores antes, mas não é assim que funciona o ativismo político das pessoas comuns. O professor Wanderley Guilherme explicou, num de seus livros, que o cidadão faz um cálculo intuitivo sobre o “custo” de aderir ou apoiar um protesto político. Ele analisa – sempre intuitivamente – se o protesto tem chance de produzir alguma melhoria efetiva. Ele mede os riscos de sua participação. Por fim, ele pondera sobre o custo financeiro de toda a operação. Ele tem dinheiro no bolso, por exemplo, para arcar com uma pequena viagem ao centro da cidade, para se juntar a seus concidadãos num protesto contra a ordem das coisas?

Essa foi a equação que nem Lula nem o PT entenderam. Se tantas pessoas saíram às ruas em 2013, com tanta energia e disposição, era porque havia, naquele momento, esperança genuína de que haveria consequências positivas, de que o governo ouviria o clamor da população, e promoveria uma alteração profunda em suas estratégias gerais, impondo um ritmo político mais acelerado de mudanças!

E se a situação econômica tinha melhorado um bocado ao longo daquela década petista, isso também possibilitou aos cidadãos juntarem coragem para irem às ruas. Para milhões de brasileiros, as marchas de 2013 foram a primeira vez que se manifestavam politicamente.

Naturalmente, as forças que faziam oposição ao governo trataram de controlar a narrativa para tirar o máximo proveito da situação.

Mas a Globo não havia organizado nada daquilo, tanto que seus colunistas, no início, atacaram virulentamente as manifestações. Só depois, quando entendeu que poderia usá-las em benefício próprio, a grande mídia passou a elogiá-las acriticamente.

Não podemos nos esquecer, todavia, que as manifestações de 2013 raramente entoaram slogans contra a presidenta Dilma – o que, aliás, é até uma coisa meio inacreditável. A animosidade contra os grandes meios de comunicação, em especial, contra a Globo, por outro lado, sempre foi uma característica marcante de todos os protestos.

“A verdade é dura, a rede globo apoiou a ditadura”, cantavam milhões de pessoas, em centenas de cidades do país.

Infelizmente, o governo Dilma, a aquela altura, apresentava problemas e contradições que jamais foram resolvidos. Sobretudo, o governo Dilma sofria da pior doença que pode acometer uma administração: uma crônica e patológica ausência de criatividade.

Tirando algumas bravatas proferidas por Dilma em rede nacional, algumas das quais sofreram recuo já no dia seguinte, como a ideia estúpida de se criar uma “constituinte”, o que o governo fez de concreto?

Em 2013, depois das marchas, Dilma criou a lei da delação premiada e nomeou Luis Roberto Barroso e Edson Fachin, os dois campeões da Lava Jato, para o STF…

As marchas de 2013 deveriam ter convencido o PT de que era preciso mudar, inclusive mudar de presidente. Dilma não deveria ter sido candidata em 2014.

Em 2014, era o momento de levar a sério um conceito sobre o qual vínhamos falando desde o início do governo Lula: a alternância de poder. Tínhamos candidatos de outros partidos que poderiam assumir a liderança do projeto, e com isso distensionar um pouco a animosidade crescente de setores da sociedade muito identificados com o sentimento antipetista. Em 2010, tínhamos Eduardo Campos, por exemplo, do PSB. E Ciro Gomes, um dos mais leais e combativos aliados de Lula.

Ao insistir em Dilma, quase como provocação, o PT produziu o ambiente político para as marchas pelo impeachment em 2015, e que resultaram efetivamente no… impeachment de 2016.

Hoje, à luz da história, e com dados estatísticos que nos permitem enxergar melhor, está claro que boa parte da crise econômica que se seguiu a 2014 foi gestada antes. As coisas não estavam tão boas assim. O balanço de pagamentos vinha piorando dramaticamente. Os juros, com exceção de um breve período de baixa em 2012, seguiam os mais elevados do mundo. O processo de desindustrialização se acelerava… Aliás, em outro momento vamos analisar a política industrial nos governos petistas, que foi muito problemática. É certo que a indústria vem perdendo participação em todo mundo desenvolvido. Nos Estados Unidos, por exemplo, a indústria perde fábricas em território americano, mas as empresas não morrem: elas apenas passam a produzir na China, mantendo o setor avançado de serviços e inteligência instalado em território americano. Não dá para comparar o declínio da participação da indústria nos EUA com o que aconteceu no Brasil. Além das empresas americanas manterem o controle acionário de suas fábricas (mesmo com elas se trasladando para China) e bons empregos na área de gestão, tecnologia, marketing, etc, os EUA assistiram a um boom no setor de entretenimento, tecnologia e todo o tipo de serviços de ponta. Nada disso aconteceu no Brasil. Aqui as indústria morreram, e continuam morrendo, e não há nada surgindo em termos de serviços tecnológicos, pesquisa avançada, entretenimento. Tudo isso se acentuou na era petista, e esses erros podem explicar perfeitamente o aumento da insatistação de setores da população com os rumos do governo.

A criação de um fantasma “fascista”, e a acusação de que a classe média brasileira tinha se tornado um espécie de monstro moral, voltando-se contra o governo porque este ajudava aos mais pobres, são narrativas que nasceram, na verdade, antes de 2013, e serviram aos propósitos eleitorais e políticos do PT. A partir de 2013, contudo, a narrativa começa a rachar, e o PT, ao invés de mudar, resolveu dobrar a aposta.

O resultado foi o golpe e a vitória avassaladora de Jair Bolsonaro em 2018, obtendo perto de 70% em estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Há um outro ponto que merece ser discutido. Por amor ao debate, admitamos que a CIA esteve por trás de 2013. Hoje eu acho isso um tanto improvável. Mas digamos que sim, o que também não é impossível. Isso também não desculpa os erros políticos de Lula e Dilma.

A falta de políticas que modernizassem três pilares do poder político de um país, a saber, os sistemas de comunicação, inteligência, e justiça, permitiram que agentes políticos sem nenhum compromisso com o país fizessem o estrago que fizeram: grandes meios de comunicação, serviços de inteligência estrangeiros e um punhado de juízes golpistas ocuparam a lacuna deixada por um governo que não tinha projeto em nenhuma dessas três áreas estratégicas.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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44 comentários

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Sebastião Farias

10 de janeiro de 2020 às 19h45

É, em nosso país, essa orientação estrangeira e religiosa que tem uma estratégia de poder definida, veja o link: https://jornalggn.com.br/diplomacia/agenda-evangelica-fundamentalista-de-trump-foi-estrategia-transnacional-na-america-latina/, comprova que sua existência e atuação no Brasil, reforça as ingerências e interesses externos há muito, denunciados pela imprensa popular
( https://outraspalavras.net/geopoliticaeguerra/golpe-como-elemento-da-guerra-hibrida/), informações essas, que nos mostram que tudo isso, são ataques frontais à soberania, à unidade, à segurança e à CF do Brasil e, especialmente, aos ART. 3°, 4º e 5º da CF, dentre outros, que poucos cidadãos ou mesmo ninguém, dá-lhe a devida importância.
A essa engrenagem de dominação e contra os interesses do povo e do Brasil, segundo a imprensa, além inspirar os articuladores do golpe de 2016 ( https://sensoreconomicobrasil.blogspot.com/2016/07/o-golpe-de-2016-de-novo-os.html ), formados por parcela significativa dos parlamentares conservadores, de empresários inconsequentes, de membros da imprensa conservadora alinhados, de membros aéticos do judiciário, de organizações populares e religiosas coloridas, etc, todos oportunistas e envolvidos nesse mesmo projeto de poder e dominação política.
Associa-se a eles, a operação lava-jato, que em 2015 já dava sua contribuição à estratégia (http://www.fiesp.com.br/siniem/noticias/impacto-da-lava-jato-no-pib-pode-passar-de-r-140-bilhoes-diz-estudo/ ), já preparando o terreno para golpe de 2016, confirmado pelo seu maior beneficiário ( https://ipolitica.blog.br/temer-diz-que-processo-de-impeachment-contra-dilma-foi-golpe/ ) e, interferindo após o pós-golpe de 2016, nas eleições de 2018 para manutenção do projeto golpista e, mais uma vez, confirmado por seu maior beneficiário (https://www.cartacapital.com.br/politica/temer-volta-a-defender-que-bolsonaro-e-continuidade-de-seu-governo/?), lembrem-se, disso.
Tudo isso, é mais grave ainda, porque, é o Congresso Nacional e os Poderes Legislativos estaduais e municipais que representam o povo e o Estado brasileiro mas, infelizmente, é quem aprovam essas estratégias e Políticas Públicas nocivas ao país e prejudiciais ao povo e, pior ainda, por serem eles também fiscal constitucional do povo, são por isso, tão culpados por permitirem essas desconformidades constitucionais, tanto quanto quem executam as Políticas Públicas e seus desdobramentos, com desconformidades e prejuízos para todos os cidadãos.
Essas verdades constitucionais, para os cidadãos (Constituição Federal) e para os cristãos (1Tm 3,14-15) têm que conhecerem, têm que saberem e têm que delas se lembrarem sempre, para que não só aprendam a avaliar e a votarem conscientes, em candidatos de sua confiança e comprometidos com a casa do povo e da nação mas, principalmente, para que na hora de pedirem conta mensalmente de todos os membros dos poderes executivos locais, das obras contratadas/executadas e dos serviços públicos prestados e executadas com recursos do povo, para o seu bem-comum e melhoria de vida.
Essas verdades constitucionais servem também, para que na hora de responsabilizarem os criminosos dos interesses públicos, do povo e do Estado, não esquecerem de incluir os membros responsáveis do Congresso Nacional, dos poderes legislativos estaduais e/ou municipais quando for o caso e, dos tribunais de contas competentes e coniventes, com essas desconformidades, como coautores desses malfeitos e dos crimes constitucionais efetivados, nos competentes processos investigativos e corretivos, de acordo com as leis e as normas específicas para cada caso.
São atos como esses que nos mostram, segundo a Bíblia Sagrada, as ações e obras do anticristo, obras essas más, iníquas e que promovem aumento das desigualdades quando, deveriam ser voltadas para bem e promoção da vida e fraternidade dos cidadãos, de pleno conhecimento de todos em nosso país e no mundo e, principalmente, pelos políticos, autoridades competentes e religiosos alinhadas (São Mateus 28, 18-20), que concorrem para que tais atos se realizem, mesmo sabendo que essas obras e ações, não seriam boas para a população e para o Brasil (2Tm 3,1-5).
Essa sabedoria que a Bíblia nos proporciona, mostra também, como identificarmos o anticristo nos dias atuais, pois São João (1 João 2, 18-19 ), em sua profecia de advertência aos cristãos primitivos, nos deixa o exemplo para a atualidade e até o final dos tempos, pois a Igreja de Jesus Cristo (Mt 16, 13-19) que é eterna, nunca o mal prevalecerá sobre ela.
“Filhinhos, esta é a última hora; e, assim como vocês ouviram que o anticristo está vindo, já agora muitos anticristos têm surgido. Por isso sabemos que esta é a última hora. Eles saíram do nosso meio, mas na realidade não eram dos nossos, pois, se fossem dos nossos, teriam permanecido conosco; o fato de terem saído mostra que nenhum deles era dos nossos.”(1 João 2, 18-19 ).
São Pedro confirma o que S. João advertiu sobre o anticristo: “Assim como houve entre o povo falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos doutores que introduzirão disfarçadamente seitas perniciosas. Eles, renegando assim o Senhor que os resgatou, atrairão sobre si uma ruína repentina. Muitos os seguirão nas suas desordens e serão deste modo a causa de o caminho da verdade ser caluniado. Movidos por cobiça, eles vos hão de explorar por palavras cheias de astúcia. Há muito tempo a condenação os ameaça, e a sua ruína não dorme.” ( Pedro II 2, 1-3).
Usem o raciocínio lógico e entenderão tudo isso.
Paz e bem.
Sebastião Farias
Um brasileiro Nordestinamazônida

Responder

Robert

09 de janeiro de 2020 às 17h31

O fato concreto objetivo e inegável da realidade é que as manifestações de 2013 resultaram em uma enorme cagada para o Brasil, que se encontra muitíssimo pior hoje do que durante os governos petistas, em todos os aspectos nos quais se pretenda fazer análise séria.

Responder

    Wellington

    09 de janeiro de 2020 às 18h58

    Na criminalidade por exemplo…?

    Responder

      Robert

      10 de janeiro de 2020 às 06h35

      Sim, nós governos petistas os bandidos da PM matavam menos e com menos impunidade os pretos e pobres do Brasil. Também haviam menos milicianos, rachadores e espremedores de laranja fazendo parte do governo.

      Responder

Andressa

09 de janeiro de 2020 às 12h45

A Cia…Kkkk

Que eu me lembre os ultimos que se tornaram inimigos imaginarios de alguem foram os judeos (juntos a ciganos e mais alguns)…

E’ sò uma impressào minha ou essas tais de ideologias para sobreviver precisam sempre de um alvo imaginario contra o qual jogar a militancia gaduina e conseguir alcançar o poder para depois possivelmente nunca mais sair…?

Responder

Wellington

09 de janeiro de 2020 às 12h14

Mesmo tendo pouquissima gente de esquerda no Brasil quando nao havia internet veiculando informaçào politica mas sò a Globo (financiada pela esquerda com bilhoes de dinehiro publico desde sempre…) os resultados das eleiçoes foram sempre os mesmos por decadas.

O que continua assustando da esquerda brasileira è de como a ideologia pre embalada e socada no orifico posteriro os coloque acima de tudo como se a opiniào ideologica fosse a verdade absoluta.
A presunçao de superioridade e a arrogancia sào sem limites (que sào nada mais nada menos que ignorancia pura) e persiste como sempre a negaçào absoluta a existencia de opinioes diferentes…quem pensa melhor e tem que mandar sào eles, as outras pessoas possuem opiniào induzida…e ponto final.

Nào que as esquerdas fora do Brasil nào possuam esse ar ridiculo de superioridade auto proclamada mas a brasileria è da faixa evolutiva bem mais baixa chegando a beirar o estadio animal.

Responder

    Alan C

    09 de janeiro de 2020 às 18h06

    Não andressa.

    Responder

Sidnei Soares da Rosa

09 de janeiro de 2020 às 07h45

Caro Miguel, diariamente leio os sites “esquerdistas”, mas acho que depois de ter lido seu texto, acho que seria boa prática você continuar publicando seus gráficos de desemprenho da economia, são mais instrutivos. Então gostaria que você ou qualquer outro, ao invés de criticar políticas governamentais, passasse a dizer qual seria o melhor caminho a ser tomado. Por exemplo: Tanto Dilma quanto Lula foram presidentes de alta popularidade e com excelente avaliação, mas eles tinham como governar com o nosso Congresso? Pessoalmente acho que Dilma poderia ter forçado o Congresso com a colocação de Plebiscitos, assim como foi feito com relação ao uso de armas de fogo. Aonde estavam os nossos “famosos economistas” defendendo o fim da remuneração dos depósitos pelo Banco Central? Razão de toda a crise economica, pois criamos uma geração que está mais preocupada em ganhar dinheiro não trabalhando e deixar que papel faça o mesmo. Por fim, respeito sua opinião, e continuarei a ler o seu site.

Responder

Luiz Felipe

08 de janeiro de 2020 às 20h01

Mais uma vez um excelente texto de Miguel do Rosário!! 👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻👏🏻

Responder

Arthur

08 de janeiro de 2020 às 15h34

Globo.

Responder

Paulo Cesar Cabelo

08 de janeiro de 2020 às 12h12

Qual era taxa de desemprego em 2013 ?
Qual é a taxa hoje?
Estamos vendo manifestações?
Ou Miguel está errado ou o povo ama o desemprego.

Responder

    Wellington

    08 de janeiro de 2020 às 18h59

    Melhor que manifestar seria voce abrir uma empresa para dar trabalho a alguem e diminuir o desemprego, nao…? Ou vai ficar esperando os outros como sempre…?

    Responder

    Alan C

    08 de janeiro de 2020 às 22h11

    Paulo,

    Povo colocado na ignorância (projeto) + imprensa pró elite mandando os bolsominions acéfalos pra rua = manifestação dos patos com camisa da CBF.

    Responder

      Wellington

      09 de janeiro de 2020 às 11h47

      Jà achou um socio…Kkkkkk

      Responder

        Alan C

        09 de janeiro de 2020 às 18h08

        Jogou fora a camisa da CBF, camundongo?

        Responder

          Wellington

          09 de janeiro de 2020 às 19h18

          Sofreu demais vendo as manifestaçàoes nè…? Paciencia.

          Wellington

          09 de janeiro de 2020 às 19h47

          Os defensores da democracia “Governam” na base do mensalao, do peteolao de propinas bilionarias para financiar partidos e campanhas eleitorais e ainda se perguntam se foi bom ou ruim…Kkkkkkkkkkkkkkkkk

          Ah mas noi foi a esquerda verdadeira na qual eu votei…foi tudo uma brincadeirinha…Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          Faça me rir de graça pra là…

JOSE BUENO

08 de janeiro de 2020 às 10h45

Como qq cidadão que se supõe esclarecido continuo esperando um amplo debate das lideranças da oposição sobre a proposta de um programa alternativo e de organização da Resistência aos descalabros do governo empossado. Mas, não! Devo continuar aguardando. Tenho que suportar que não é este o foco de e jornalistas da oposição. O foco é uma discussão de interesse político partidário, baseada na negação do que há de mais óbvio na geopolítica atual, o que, mais uma vez, será confirmado quando o governo norte americano divulgar parte de seus documentos secretos. É só esperarmos 20 anos.

Responder

JOSE BUENO

08 de janeiro de 2020 às 10h42

Como qq cidadão que se supõe esclarecido continuo esperando um amplo debate das lideranças da oposição sobre a proposta de um programa alternativo e de organização da Resistência aos descalabros do governo empossado. Mas, não! Devo continuar aguardando. Tenho que suportar que não é este o foco de lideranças e jornalistas da oposição. O foco é uma discussão de interesse político partidário, baseada na negação do que há de mais óbvio na geopolítica atual, o que, mais uma vez, será confirmado quando o governo norte americano divulgar parte de seus documentos secretos. É só esperarmos 20 anos.

Responder

Marcus Vinicius Machado Padilha

08 de janeiro de 2020 às 09h40

Esqueceu de mencionar o vagabundo que jogou bomba no Porta dos Fundos e foi um dos “manifestantes” presos na balburdia de 2013 em que muita gente de esquerda serviu de idiota útil para desestabilizar um governo que, se tinha defeitos, também tinha muitas qualidades.
Quanto à crise, ela poderia ter sido muito menor, ou talvez até não tivesse acontecido, não fosse a aposta do quanto pior melhor do PSDB via o derrotado do Aécio, a destruição de empresas e reputações via Lavajato, e o atiçamento à polarização promovida pelos meios de comunicação (lembram das análises: “o nordeste é vermelho, o sul é azul”?).

Responder

Eli Braz

08 de janeiro de 2020 às 08h33

Concordo que as manifestações começaram com o MPL de forma legítima contra o aumento das passagens em São Paulo. O Não Vai ter Copa também foi da esquerda. O que veio depois foi a apropriação desses protestos por forças patrocinadas sabe Deus por quem. E os Black Block? Sumiram para nunca mais! Alguém jogou lenha naquela fogueira, a CIA? Os irmãos Kock? Eu não acho impossível.Depois surgiram Rebeldes on line, Vem Pra Rua, MBL, as Fake News.
Fico imaginando se não houvesse nada disso e a eleição tivesse sido tranquila com uma vitória com margem maior de Dilma sobre Aécio. Se não houvesse a crise política engendrada por Aécio e Cunha com apoio da mídia, a crise econômica talvez tivesse sido debelada mais rapidamente. Dilma talvez não fizesse sucessor mas o país não cairia nas mãos da extrema-direita.

Responder

Sebastião

08 de janeiro de 2020 às 08h06

O governo era Alckmin e a sina do PT em governar SP era grande, e quem não quer poder e GOVERNAR? Daí, como todos os partidos também fazem – se aproveitam de manifestações pra jogar suas bandeiras partidárias, e eles ajudaram nas manifestações, sobretudo contra Alckmin, mas acabou sendo prejudicado, porque a crise política começava nesse ano e tomava todo o Brasil. E as consequências foi o impeacheament de Dilma. E acho que nunca mais o Brasil terá paz, com quem quer que seja os próximos presidente, porque aumentou muito a polarização.

Responder

    Francisco

    08 de janeiro de 2020 às 12h16

    Resgatando fatos de então, o prefeito da cidade de São Paulo, Fernando Haddad, do PT, procurou o governador do estado, Geraldo Alckmin, do PSDB, para em conjunto reajustarem os preços do transportes, urbanos e metropolitanos, bem como defenderem conjuntamente as razões para os mesmos.

    Na ante-véspera do fatídico 13 de junho de 2013, o dia de bombas e cassetetes no atacado pra cima dos calouros de manifestação, convocados pela transmissão ao vivo da Globo, para os atos de protesto, Alckmin e Haddad encontravam-se em Paris, para juntos defenderem junto a OCDE, São Paulo como cidade sede da Exposição Universal de 2020, quando, em face da depredação ocorrida naquele dia, por black-blocs que compareceram ao 3º ato da manifestação, ambos manifestaram-se contra a violência e a destruição de bens, públicos e particulares, bem como, Alckmin chamou os manifestantes de ‘baderneiros’ e ‘vândalos’.

    São fatos, mas ora os fatos, né mesmo?
    Em tempo de Brasil medíocre, o que vale mesmo são os fake news, a ‘consistente e jornalística’ informação do ‘whatsapp’ amigo de fé e irmão camarada, as delações premiadas, as convicções e sobretudo, o infalível santo do ó do borogodó das oportunas fases lavajateiras, transmitidas pelo JN da Globo e repercutidas pela mídia adjacente, em geral, ampla e irrestritamente, talquei?

    Responder

Nelsonz

08 de janeiro de 2020 às 07h23

Parei de ler quando Ciro virou um dos mais legais. Ciro terminou como sobre foi, um arrivista. Discordo completamente da análise. Hj sabemos q fauzi estava nas manifestações. Foi uma manifestação da classe média de direita. O MP estava nela até o pescoço. Lembre q tinha uma pec pra tirar do MP o pode de polícia. Foi o Renan soterrar a PEC e a multidão sumiu das ruas. Tinha esquerda extrema PSOL e PSTU junto com extrema direita e muito mas muito dinheiro financiando. Depois os partidos se apropriaram das passeatas contra Dilma. Criticar Dilma nunca estando no governo e desonesto. Sabe lá o q estava em jogo e o q queriam q ela fizesse. Nso tenho dúvidas q lá nas jornadas já estava o monstro concretizado em Bolsonaro. Uma extrema direita classe média!

Responder

    Marcus Vinicius Machado Padilha

    08 de janeiro de 2020 às 09h42

    Perfeito!

    Responder

    jose carlos rodrigues arana

    08 de janeiro de 2020 às 10h28

    Sobre o cidadão foragido que jogou uma bomba na sede do Porta dos Fundos, bolsonarista, filiado ao PSL e que estava à frente das jornadas de junho, nenhuma palavra do Cafézinho.

    Responder

    BEATRIZ ALVES DOS SANTOS SILVA

    08 de janeiro de 2020 às 19h36

    Concordo com sua análise, mas em uma coisa, na minha opinião, Miguel do Rosário tem razão: o PT não podia ter deixado de agir em relação aos meios de comunicação e ao judiciário.

    Responder

      Evandro Garcia

      09 de janeiro de 2020 às 11h53

      “…o PT não podia ter deixado de agir em relação aos meios de comunicação e ao judiciário.”

      Vai vendo os amantes da democracia…conte mais sobre isso, fiquei curioso…

      Responder

Antonio Morais

08 de janeiro de 2020 às 06h24

O que me irrita nesse tipo de análise, que acho correta, é que se o Ciro ou outro candidato de esquerda não fosse do PT tudo seria maravilhoso e ganharíamos as eleições. E as Fake news, a manipulação da Globo e a máquina da direita aceitaria a esquerda novamente no poder?

Responder

Ioiô de Iaiá

08 de janeiro de 2020 às 05h31

Sugiro que o Miguel leia mais sobre as chamadas guerras híbridas.
Se não foi parte de uma guerra híbrida, me explique uma coisa:
Com o aumento da miséria, destruição das leis trabalhistas, do emprego, da educação, da saúde, da cultura etc. cadê as manifestações?

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Francisco

08 de janeiro de 2020 às 02h52

Pulo o principal objetivo do texto, a tentativa, através de releitura e reposicionamento, ‘evolutivos’, das jornadas de junho de 2013, para mudar a história dos governos do PT e rasamente critica-lo ao abduzir que houve e mantém-se um golpe preparado e suportado por uma operação lavajateira jurídica-midiática, que contou e conta com amplo apoio externo, envolvendo da NSA a instituições da justiça americana, tal qual serve a exumação, a cada dois anos, de Celso Daniel, por interessados de mesma tática ‘política’, em terras de Piratininga, para achacarem o PT paulista e nacional, alternadamente, a cada eleição.

Fico com os fatos de junho de 2013:

1. “Mas a Globo não havia organizado nada daquilo”:
Até hoje não houve explicação sobre o objetivo da Globo (para que?) transmitir ao vivo, no Jornal Nacional e nos intervalos da novela, o 1º ato do movimento do MPL, em São Paulo, em 06/06/2013, realizado nos mesmos moldes e número de manifestantes de anos anteriores, sabendo-se que o veterano movimento horizontal há anos realizava esse protesto, sem jamais receber atenção da mídia, em especial da Globo, além do protocolar registro de arquivo, quanto mais ineditamente ser televisionado ao vivo, em pleno JN, em seu primeiro ato em São Paulo, e antes mesmo que ocorresse a sempre provável refrega com a tropa de choque, ao final.

2. “Havia, de fato, um elemento estranho naquelas manifestações”.
Até hoje espanta a sobrenatural coincidência, no tempo e no tema, da campanha institucional da FIAT, lançada em meados de maio/2013 e bombardeada incessantemente em toda mídia, até 22/06/2013, a “VEM PRA RUA”, que causou estranhamento desde o lançamento, por focar em pedestres tomando as ruas, ao invés de automóveis, tanto que não demorou mais que alguns dias, após 06/06/2013, para tornar-se o hino da manifestação iniciada pelo MPL e anabolizada e assumida pela Globo e pelos adestrados grupos de direita transferidos dos States para o Brasil.
Eram os tradicionais 1.500 manifestantes no 1º ato, em torno de inéditos 3.000 no 2º ato, 5.000 no 3º ato e 11.000 no 4º ato, no qual a extrema violência policial e a inexperiência de 80% dos calouros manifestantes, convocados pelas transmissões ao vivo da Globo, fizeram que acontecesse o cavalo de pau na mídia, que passou da noite, para o dia, chamar os antes vândalos, de honoráveis cidadãos protestando por seus direitos, certamente readequando o objetivo inicial, até hoje não revelado, mas sabido e pelo jeito antecipado pelo Imponderável ‘Choque’ de Souza.

3. “Porque não conseguia entender o que estava acontecendo”.
O movimento foi curtíssimo de 06/06/2013 a 27/06/2013, com o epicentro de multidões, substancialmente de colegiais em footing pelo Brasil, após o 4º ato em 13/06/2013 até 20/06/2013, período que, em todas as cidades do país, os colegiais, em maioria, sentiram o gostinho do real prometido pela TV, antes de voltarem ao virtual, esvaziando a partir daí a pororoca cívica marchadeira, revolucionária para certa esquerda, restando nas ruas grupos organizados, principalmente no Rio de Janeiro, a fustigar o governo local.
Os 1º e 2º atos foram do MPL, no 3º ato o MPL perdeu o controle e o comando e após o 4º ato os conspiradores assumiam a regência das ruas, até o esvaziamento desejado do primeiro ato do golpe.
Em 17/03/2014, retomaram as atividades lançando a lavajateira para eleger Aécio, via Petrobrás.

4. “Uso aspas não por não considerá-lo um golpe [ou uma conspiração manipulada] mas porque ele tem vários sentidos e explicações”
“(…) Assim, um dirigente partidário [ou um jornalista] pouco honesto, ciente de que o militante engolirá facilmente uma narrativa que interessa ao partido, não hesitará em abusar da ingenuidade alheia.

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Andressa

08 de janeiro de 2020 às 00h22

É culpa dos juízes, dos estados unidos e da Palocci.

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Alan C

07 de janeiro de 2020 às 22h06

Os americanos tiveram participação das manifestações de 2013 e no golpe? SIM.

O governo Lula foi ruim? Houve momentos bons e momentos ruins. No geral eu diria que foi no minimo inconsequente.

O governo Dilma foi ruim? PÉSSIMO!

A oposição do “quanto pior, melhor” do esquecido aécio foi ruim? PÉSSIMA!!

Observação: Participei dessas manifestações e não concordo que a Globo foi alvo de críticas como algo grande. Houve criticas sim, mas de alguns manifestantes notadamente de esquerda.

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    Abdel Romenia

    08 de janeiro de 2020 às 00h23

    Foi bom ou ruim o governo do seu ídolo, não fique em cima do muro. …gostou do mensalão ou não ?

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      Alan C

      08 de janeiro de 2020 às 09h19

      Em cima do muro é um termo perfeito pra cagão que se esconde atrás de vários nomes, não é?

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        Wellington

        08 de janeiro de 2020 às 09h58

        Foi bom ou nao o mensalao a moda esquerdista tupiniquim…? Tò correndo de novo …? Deve ser culpa dos americanos…

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          Alan C

          08 de janeiro de 2020 às 22h14

          Ah, para de ceninha cara, tá ridículo, vc é o único bozominion multinomes do forum mas quer parecer que não kkk

          camundongo

          Alan C

          09 de janeiro de 2020 às 10h02

          kkkkkkkkamundongo

      Andressa

      08 de janeiro de 2020 às 10h34

      Kkkkk…claro, quando esquerdista està no poder vale tudo, ninguem ve nada, ninguem sabe de nada, tudo è uma amravilha e quando accordam nao tem nem olhos pra chorar mais…adoram um mensalao ou um petrolao…imundicia de quarto mundo.

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Paulo

07 de janeiro de 2020 às 21h48

A origem (súbita) e a efetividade (a disseminação da estratégia e o arrebatamento dos manifestantes, em curtíssimo tempo) dos “Black Blocs” é que me intriga, até hoje, nesses episódios. De resto, tudo dentro de um ciclo de ascensão e queda de Governos em um país em desenvolvimento. Não foi a CIA, possivelmente. É mais provável ter sido o Governo americano manipulando o ciclo das “commodities” – talvez a relativa incolumidade da economia brasileira (“marolinha”), diante da crise de 2008, de proporções mundiais, tenha assustado um certo “stablishment” político estadunidense…mas aí é teoria da conspiração, rsrsrs…

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Wellington

07 de janeiro de 2020 às 21h24

De novo os EUA…? Kkkkkk

É uma tara mental só pode !!!

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    Jcarlos

    08 de janeiro de 2020 às 07h36

    Claro que não foi a cia. A cia nunca deu golpe em lugar nenhum. Petróleo, base de Alcântara, Brics. O deep state nunca levaram isso em consideração. E os documentos reveladores da participação da cia em 64 são fake News espalhadas pelo PT.

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      Wellington

      08 de janeiro de 2020 às 10h00

      Kkkkk. esquizofrenia pura.

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    Gilmar Tranquilão

    08 de janeiro de 2020 às 09h57

    eita!!! a carcada do dia kkkkkkkkkkkkkkkkkk

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