Live do Cafezinho: bate papo com o cineasta cearense Wolney Oliveira

Casa da Moeda pode ter função central na reindustrialização do país

Por Miguel do Rosário

16 de janeiro de 2020 : 17h30

As notícias de uma suposta paralisação de trabalhadores da Casa da Moeda do Brasil (CMB), como diria Mark Twain acerca dos boatos sobre sua morte, foram ligeiramente exageradas.

O clima entre os trabalhadores é de muita insatisfação, mas não houve (ainda) greve ou paralisação. A categoria reúne-se, nesta quinta-feira, para discutir propostas oferecidas pela direção da Casa e decidir o que fazer.

Após algumas trocas de contato, estive ontem (quarta-feira 15 de janeiro de 2019) na sede do Sindicato dos Moedeiros, onde passei o dia conversando com diretores e funcionários da Casa. Também fiz uma imersão nos relatórios de gestão da instituição, que são públicos, e descobri muitas coisas interessantes, que partilho hoje com os internautas.

Não houve propriamente uma paralisação, mas sim um dia de fúria. Aconteceu na última sexta-feira, 10 de janeiro. É importante guardar a data porque ela pode vir a se constituir, eventualmente, numa data histórica do movimento da classe trabalhadora brasileira.

Os servidores da Casa, que vem observando, com enorme apreensão, as movimentações do governo Bolsonaro para esvaziar, privatizar ou simplesmente destruir a estatal, explodiram quando Fabio Rito, um dos diretores nomeados pelo governo Bolsonaro, deu entrevista à Globonews no meio de uma das áreas de produção, apresentando uma série de informações distorcidas sobre a instituição. Os servidores próximos, acompanhando a entrevista, começaram a trocar informações nos grupos de whatsapp.

Na hora do almoço, um dos funcionários, ao ver os diretores sentados numa mesa próxima, levantou-se e começou a bater palmas, ironicamente, parabenizando o diretor Fabio Rito pela entrevista em que preconizava a privatização da empresa. Outros funcionários, após uma rápida hesitação, também se ergueram. Ao cabo, quase todo o salão estava de pé, batendo palmas sarcasticamente para a diretoria da empresa.

Segundo informa o próprio site da Casa da Moeda, Rito e outros diretores recebem um salário de R$ 51 mil reais (o salário do presidente da CMB é de R$ 53 mil), muito acima do teto constitucional. Para 2020, o salário máximo das Forças Armadas, que é o de Almirante de Esquadra ou General do Exército, é de R$ 13,47 mil… O texto constitucional do serviço público no Brasil é de R$ 39 mil.

Já a maioria dos funcionários da Casa ganha de R$ 2 a 6 mil por mês, segundo o último Relatório de Gestão da empresa. Ao todo, são 2,1 mil funcionários, responsáveis pela produção de todo o dinheiro circulante no Brasil, de todos os passaportes, lacres de urnas eletrônicas, selos fiscais para controle de bebidas e cigarros, dentre outras coisas.  É uma estrutura bastante modesta para a magnitude dos serviços prestados ao país.

Voltando ao episódio da sexta-feira, Fabio Rito, encerrado o almoço, tomou a decisão de punir o primeiro funcionário que havia batido palmas, e mandou chamá-lo à direção. A notícia rapidamente se espalhou por todos os setores da Casa da Moeda e desatou a revolta. Afinal, todos haviam “batido palmas”. A punição do funcionário que havia se manifestado em primeiro lugar constituiria uma covardia insuportável, tanto da parte da direção como da parte dos trabalhadores, caso não reagissem.

Os servidores começaram a se encaminhar para o prédio da administração, onde permaneceram mobilizados até à noite. Os vídeos dos protestos viralizaram e ganharam o país todo.

Um dos refrões mais repetidos pelos trabalhadores foi: “Daqui, ninguém sai / CMB não é empresa do papai”.

Aqui é importante trazer a seguinte informação: segundo Ata do dia 11 de junho de 2019 do Comitê de Eligibilidade da Casa da Moeda, o senhor Fabio Rito Barbosa, após “detida análise da documentação recebida” referente à “formação acadêmica e experiência profissional”, foi reprovado “de forma unânime”. O Comitê informou que “não há comprovação de experiência do indicado em área abrangida pelas atividades da CMB”, e “não há comprovação da experiência mínima em área conexa ao cargo indicado”.

Aliás, é curioso comparar o pomposo currículo de Rito no Linkedin e em seu perfil autopreenchido no site da Casa da Moeda, e os modestíssimos documentos efetivamente apresentados por ele ao Comitê de Elegibilidade.

Problema similar passou também o novo presidente da Casa, o jovem Eduardo Sampaio, 39 anos, cuja única experiência profissional é ser o herdeiro da Sampaio Distribuidora de Aço, da qual foi diretor-presidente. Samapio enfrentou resistências na primeira reunião do Comitê de Elegibilidade, de 13 de maio de 2019,  pela ausência de experiência na área. Além disso, sua empresa estava em recuperação judicial, o que, segundo um dos artigos do Estatuto Social da CMB, seria motivo de vedação para sua contratação caso fosse indicado para diretor e não presidente.

Sampaio acabou aprovado na terceira reunião, em julho de 2019, quinze dias após a troca dos três membros do Comitê; na verdade foi aprovado por apenas dois membros, porque um estava de “férias”.

Este “currículo” é que teria inspirado o refrão dos funcionários no protesto de sexta-feira.

***

Uma das informações distorcidas sobre a Casa da Moeda é que ela estaria dando “prejuízo”. Esta é a narrativa que tem sido usada, insistentemente, pela nova direção, aliada do governo, como base do projeto de se esvaziar e privatizar a Casa.

Em entrevista ao Valor Investe, no início de janeiro, o novo presidente afirmou que a instituição iria, em 2019,  pelo terceiro ano consecutivo, fechar suas contas no vermelho. O déficit de 2019, segundo ele, deveria girar em torno de R$ 200 milhões, mais que o dobro do ano anterior.

“Se a Casa da Moeda continuar deficitária, ela será liquidada, e não privatizada. É o pior cenário para uma empresa centenária. Desde o meu primeiro dia disse aos servidores que o medo não pode ser do dono privado, mas que a fábrica não seja competitiva e caminhe para o processo de liquidação”, diz Sampaio na entrevista.

A narrativa do governo Bolsonaro é equivocada, injusta e manipuladora. É inacreditável que um presidente que vive falando em riscos da urna eletrônica, agora pretenda entregar o controle de seus lacres de segurança, produzidos pela Casa da Moeda, a empresas privadas.

Como é possível dizer que a Casa da Moeda do Brasil, diante de sua produção, que corresponde a todo o dinheiro físico circulante no país e quase 3 milhões de passaportes ao ano, é “deficitária”? Não faz sentido.

A ideia de privatizar a empresa que produz o dinheiro do Brasil é tão bizarra que até mesmo o então candidato Jair Bolsonaro, pouco antes do pleito de 2018, divulgou um vídeo em que denunciava isso e prometia a seus eleitores que seu governo jamais faria algo assim.

Ainda segundo o último Relatório de Gestão da Casa da Moeda, referente ao ano de 2018, e que foi publicado em abril de 2019, a situação não é tão dramática como tentam pintar a nova direção. Confira o gráfico abaixo.

Somando os anos de 2010 a 2016, o resultado líquido final da Casa da Moeda totalizou R$ 2,8 bilhões. Em 2017 e 2018, houve prejuízo, juntando os dois anos, de R$ 210 milhões, por causa da suspensão abrupta do serviço que mais dava lucros à Casa, o Sicobe, sobre o qual falaremos mais abaixo. A expectativa para 2019 era de um resultado líquido novamente positivo, de R$ 104,2 milhões.

Agora examinemos o resultado contábil até o 3º trimestre de 2019, já divulgado no site da CMB.

A receita líquida da CMB cresceu 14% em 2019. O lucro bruto operacional subiu 43%! As despesas com pessoal caíram 15%.

Entretanto, há um item, classificado como “outras despesas”, que totalizou R$ 186 milhões. Ora, esse item é relativo a uma DRU, uma “tungada” do governo federal. Não é despesa de pessoal, não é despesa de serviços, não é despesa de material.

R$ 186 milhões é quase o total gasto com mão-de-obra. Não faz sentido pensar na sustentabilidade financeira da CMB de olho num item desse tipo, que não deveria sequer constar como custo operacional da empresa, visto que não é um gasto constante.

Mesmo se considerarmos essa tungada do governo de R$ 186 milhões, o resultado líquido até o terceiro trimestre do ano corresponde a um déficit de R$ 92 milhões, o que é bem distante dos R$ 200 milhões mencionados por Sampaio, e apenas 5% superior ao déficit até o mesmo período de 2018.

***

A partir de 2009, a Casa da Moeda passou a vender um serviço chamado Sicobe, Sistema de Controle de Bebidas. Este serviço era um tipo de fiscalização de alto nível, com uso de nanotecnologia, que consistia numa tinta magnética invisível, contendo uma série de informações, na tampinha de todas as bebidas fabricadas no país (água mineral, refrigerantes, cervejas, etc). Quando foi implementada, o então secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, afirmou que teria sido responsável pelo aumento em 20% das receitas auferidas com a fabricação de bebidas.

Estabelecido ao final de 2008, por lei federal, o Sicobe permitia à Receita Federal acompanhar, em tempo real, a produção de bebidas no país por meio de equipamentos (contadores) que possibilitam o registro, a gravação e a transmissão das informações para a sua base de dados.

Segundo matéria de 2010, reproduzida no site da Associação Paulista de Estudos Tributários, o Sicobe correspondia a uma forma superior de fiscalização porque permitia o rastreamento individual de cada bebida produzida no país.

Em 2009, diz a reportagem, a Receita teria controlado a produção de 11 bilhões de litros de cerveja e de 13 bilhões de litros de refrigerantes – o que corresponde a um faturamento de R$ 30 bilhões – apenas nas 108 fábricas, de grande e médio portes, que já haviam instalado o Sicobe.

Nos anos seguintes, a arrecadação obtida junto à fabricação de bebidas só iria aumentar, e isso sem elevar a carga tributária de nenhuma empresa, apenas reduzindo evasão fiscal.

Até os empresários gostavam do Sicobe, porque, ao combater a sonegação com eficiência, ajudava os agentes sérios, que pagam impostos em dia, em sua luta diária contra a concorrência desleal de fabricantes semiclandestinos.

Trecho da mesma reportagem de 2010, já citada acima:

Para as associações que reúnem fabricantes de cerveja e bebidas do país, o Sicobe é uma forma eficiente de controlar a sonegação fiscal no setor.

“Apoiamos 100% o Sicobe. É mais rigoroso do que o sistema de medidor de vazão, que era usado pela Receita para controlar a produção de bebidas”, diz Enio Rodrigues, superintendente do Sindicerv (sindicato da indústria de cerveja). A Associação Brasileira de Bebidas também apoia o sistema.

Para a AmBev, primeira empresa a ter 100% das instalações controladas pelo Sicobe, o mercado sempre foi prejudicado pela sonegação. “A sonegação servia de diferencial competitivo. Como os tributos compõem um terço do preço, quem sonega vende mais barato. Está comprovado que o Sicobe intimidou a sonegação”, diz Alexandre Loures, diretor da empresa.

A Afrebras (associação de produtoras de refrigerante, que reúne 150 empresas) informa que 19 associados já instalaram o Sicobe entre 2009 e março e outros 28 foram intimados pelo fisco para instalar os equipamentos.

Um estudo da própria Casa da Moeda, obtido com exclusividade pelo Cafezinho, mostra que o “hiato tributário” criado com a suspensão do Sicobe, tomando como base o último ano em que ele ainda existia, foi de R$ 16 bilhões.

Com isso, o mesmo estudo estima que, em 2017 e 2018, os dois anos sem o controle do Sicobe, a evasão fiscal apenas no setor de bebidas poderia ter aumentado em R$ 33 bilhões!

Ou seja, o fim do Sicobe, que é um sistema de controle, e não de fiscalização, começou a trazer imensos prejuízos fiscais ao Estado brasileiro.

    

O modelo atual de fiscalização do setor de bebidas, após o fim do Sicobe, é a “autodeclaração” das empresas, o que evidentemente facilita a sonegação.

E por que o Sicobe foi suspenso se era tão bom?

Bem, em 2015, naquele ambiente sombrio de crise política, uma operação da Polícia Federal descobriu um esquema de corrupção entre um funcionário da Receita, Marcelo Fisch, e um executivo da SICPA, Charles Nelson Finkel. A Sicpa era empresa subcontratada pela Casa da Moeda para fazer parte dos serviços relacionados ao Sicobe.  Apenas estes dois, mais a esposa de Marcelo, Rosângela, foram condenados pela justiça. Apurou-se que o esquema havia movimentado US$ 15 milhões. É muito dinheiro, mas uma poeira na indústria de bebidas, que movimenta centenas de bilhões de reais no Brasil.

A imprensa, de 2015 a 2019, publicou matérias com citações injuriosas à Casa da Moeda, especialmente a Globo, mas ao cabo se comprovou que nenhum servidor da CMB teve qualquer participação.  É divertido (mas também melancólico) ver a revolta dos servidores ou simpatizantes da Casa na seção de comentários da matéria publicada no G1 em maio de 2019:

E assim, a Sicobe foi suspensa abruptamente ao final de 2016, em meio a investigações não-concluídas da PF e reportagens pouco cuidadosas da imprensa.

A direção da Casa, ciente da importância do Sicobe para o sistema tributário nacional, iniciou imediatamente estudos para a volta do sistema, usando tecnologias ainda mais avançadas, de maneira que o sistema poderia ser aplicado não apenas ao setor de bebidas, mas a todas as mercadorias comercializadas no país. O projeto não foi para a frente, todavia, por falta de interesse do governo federal, já sob a administração Temer, porque interesses econômicos privados e obscuros, que hoje permanecem fortes, começaram a se mobilizar para que este controle não fosse feito mais pela Casa da Moeda do Brasil, e sim por empresa americana chamada Valid.

O deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ) está atento a essa movimentação escusa da Valid, e suspeita que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tem interesses pouco republicanos na entrega desse serviço aos americanos.

Como você pode verificar nos gráficos abaixo, que mostram a evolução de receita e lucro da Casa da Moeda nos últimos anos, a suspensão do Sicobe foi um golpe profundo nas finanças da entidade, que a atinge duramente em 2017, mas do qual ela começa a se recuperar já a partir de 2018.

Até 2016, os pagamentos da União à CMB pelo Sicobe elevavam a receita da rubrica Serviços para R$ 1,8 bilhão por ano. Com a suspensão do Sicobe, as receitas de Serviços caem 93% em 2017, na comparação com o ano anterior, para apenas R$ 130 milhões.

Com isso, a participação da rubrica Serviços, que correspondia a quase 80% da receita da CMB de 2016 para trás, cai para 12% a 14% a partir de 2017.

Ora, é muito óbvio que a CMB foi vilmente golpeada por interesses escusos!

Finalizando, expliquemos o título.

Os internautas que acompanham o blog sabem que estamos envolvidos num debate intenso sobre as possibilidades do Brasil se reindustrializar, desenvolver-se; enfim, voltar ao jogo.

Para isso, precisamos de política industrial. O próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, tem mencionado o termo “reindustrialização” quando tenta parecer otimista quanto ao futuro da economia brasileira. A Folha publicou, há alguns dias, um editorial favorável a implementação de políticas industriais. A última coluna de Fernando Haddad, apesar da ambiguidade com que tratou o tema, falou sobre indústria. Ciro fala disso o tempo inteiro.

Chegamos a um consenso, portanto, que uma política voltada à reindustrialização é uma questão central para o país se desenvolver, crescer e reduzir a pobreza.

Entretanto, as fórmulas tradicionais de política industrial, como o subsídio direto a determinadas empresas, visando criar “campeões nacionais”, ou a substituição de importações, já se tornaram obsoletas, embora tenham dado certo em países como Coreia do Sul, Japão e China.

O momento, todavia, é outro, e os economistas especializados no tema tem sugerido políticas industriais que priorizem o setor de maneira mais horizontal, através do fomento à inovação, à pesquisa, o investimento público em logística e… rastreabilidade. Para incentivar o surgimento de indústrias modernas, diversificadas, capazes de conquistar clientes no Brasil e no exterior, será preciso oferecer a elas um ambiente de negócios mais seguro, e neutralizar a concorrência clandestina. Além disso, o Estado brasileiro precisa ampliar sua receita sem elevar a carga tributária, que já é muito alta no Brasil. Propostas de impostos sobre grandes fortunas e heranças, embora muito bem vindas, geralmente não oferecem perspectivas reais de aumento da arrecadação; é uma questão de justiça tributária, mas não resolve o problema do subfinanciamento do Estado, sem contar que sua cobrança está cada vez mais difícil, em função da facilidade com que o dinheiro hoje pode se esconder. A intensificação do combate à sonegação, sobretudo através de um maior controle sobre a fabricação e comércio de mercadorias, isso sim, oferece perspectivas promissoras de um gigantesco aumento da arrecadação fiscal.

A última estimativa do Sindicato de Procuradores da Fazenda Nacional (Sinprofaz), divulgada em julho de 2019, informa que o uso de métodos mais avançados de controle fiscal poderia elevar arrecadação brasileira em 23%. O Sinprofaz estima a sonegação no país em R$ 627 bilhões em 2018, ou 27,6% do total arrecadado, contra um índice médio em países mais desenvolvidos de apenas 7,7%.

Com um mecanismo de rastreabilidade moderno, sob gestão da Casa da Moeda, que tem experiência, infraestrutura e mão-de-obra para isso, teríamos condições de conduzir políticas industriais mais eficientes, proteger o consumidor contra mercadorias clandestinas, e ainda elevar a arrecadação fiscal sem aumentar a carga tributária.

Ah, também poderíamos pagar melhores salários aos funcionários da Casa da Moeda, oferecendo-lhes todos os benefícios que merecem, dando um fim a esse suplício horrível a que estão sendo submetidos pelo governo Bolsonaro, que prometeu cortes tão brutais de sua renda líquida que o sindicato dos moedeiros teme pela saúde mental e física de seus associados.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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100 comentários

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Luiz

21 de janeiro de 2020 às 10h29

Se fosse “quem trabalha, recebe” , a noção de pessoa jurídica não existiria.Quer trabalhar, fique à vontade.

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Silas

18 de janeiro de 2020 às 21h04

Essa choradeira dos moedeiros me lembra a dos donos de cartórios, toda vez que o governo tenta aplicar a LEI que manda a titularidade dos ditos cujos ser estabelecida por concurso. É vagabundo disposto a qualquer coisa para não perder o privilégio altamente lucrativo de ganhar dinheiro explorando a insana burocracia brasileira. Tem que desburocratizar tudo, privatizar a CMB e fechar metade dos cartórios do país.

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    Wellington

    20 de janeiro de 2020 às 09h05

    O Brasil è um elefante obeso com diabete, um cadaver ambulante.

    Responder

Luiz

18 de janeiro de 2020 às 19h13

Como tem dito a eminência parda do atual governo, um “calototezinho” aqui, outro ali, coisa pouca e patriótica em tempos de de “risco alto e baixo retorno”.

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Nelsonz

18 de janeiro de 2020 às 16h14

Ah, então o Sicobe foi criado pelo PT? Ah então os subsídios a indústria só deram certo nos tigres asiáticos? E a china? Hein? Tudo só pra criticar o PT e falar de …… Ciro!!!! Kkkk este cafezinho está ficando mais amargo e requentado! Kkkk Ciro o fujão parisiense o flaneur da democracia!!!! Kkkkk

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Anderson

17 de janeiro de 2020 às 22h39

Um grande detalhe de cada um menos informado ou mal intencionado eh que SIM, mesmo aqui onde a materia resume com qualidade e imparcialidade, aparece alguem pronto para polemizar. A Casa da Moeda eh uma otima empresa e merece respeito e todo apoio para continuar servindo o Brasil. Nao vale a pena ceder espaco para ruidos, a privatizacao de grandes empresas deveriam ser todas suspensas pela fundada incerteza de garantia de soberania nacional. Ah e claro. parabens ao blog, muito bom trabalho !

Responder

    Wellington

    18 de janeiro de 2020 às 21h40

    Assim como Alan Ceausescu e outros fasciatellos pão com banana gostariam você pode adiantar para os outros o que você quer que eles pensem e escrevam a próxima vez, e a gente obedece…o que acha ?

    Responder

      Arthur Fonzarelli

      18 de janeiro de 2020 às 21h42

      Concordo… afinal de contas a opinião de esquedista doutrinado é melhor que a de qualquer outro, nem sem porque deixam votar todo mundo, só esquedista deveria ter opinião e votar.

      Responder

Francisco

17 de janeiro de 2020 às 19h42

O Brasil anda mais estranho hoje do que estranho estava, ontem, anteontem…

Baixou um Goebbels ligeiro no planalto central e transformou, num zás-trás, o que na live de ontem era, para o capetão, considerado um achado, “Agora temos sim um secretário de Cultura de verdade, que atende o interesse da maioria da população brasileira, a população conservadora e cristã”, em um perdido secretário de Cultura descartado pelo embaixador de Israel.

Mas o que queria comentar mesmo, era que o Cafezinho anda mais estranho hoje do que estranho estava, ontem, anteontem, com o avanço da campanha e o lançamento do PDEMT no nordeste.

Essa estranha invasão de moedeiros, sei não, vai acabar monetizando o Cafezinho e fazendo tilintar corações e mentes por aqui, que a casa da moeda é nossa e ninguém tasca ou não, Redação?

Responder

Evandro Garcia

17 de janeiro de 2020 às 18h25

Enfim porcada… correios brasilienses a parte alguém já tinha visto um monopólio dar prejuízos….? Só no Brasil de Lula, Cunha e Paulo Freire !! Kkkkkkkkkkkkkkk

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Rafael de Souza

17 de janeiro de 2020 às 17h52

Essa é matéria mais isenta que eu já li. Bem explicada e que ressalta a importância dos serviços da CMB para o Brasil e como ela tem sofrido com o desmanche orquestrado pelo próprio governo. Paulo Guedes e sua trupe certamente possuem interesses no fechamento da CMB. Se o SICOBE passa para uma empresa privada como a Valid, ele tem como ganhar muito dinheiro com as ações e todas as informações privilegiadas que possui. Total conflito de interesses. É colocar o lobo para tomar obra das ovelhas. Quem perde é o Brasil.

Responder

Sara Sodré

17 de janeiro de 2020 às 11h13

Verdades ditas a respeito da Casa da Moeda! Uma empresa com mais de 320 anos de existência , não é agora, no governo Bolsonaro, que vai apresentar problemas que levam a sua privatização. É óbvio, que por trás de tudo isso, só tem interesses políticos. A Casa da Moeda está sendo vitimada covardemente nesse governo do Bolsonaro! Lembrando, que num passado não muito distante, o próprio Bolsonaro defendia a Casa da Moeda.
VIVA A CASA DA MOEDA!!!

Responder

Psolista Esquerda Caviar

17 de janeiro de 2020 às 11h08

Quando Miguel deixa de lado seu rancor com o PT acaba dando uma dentro.
Ótima matéria!

Responder

Marcos

17 de janeiro de 2020 às 10h41

https://folha.com/cawdrhv2, o endereço acima irá lhe explicar um pouco mais, sobre a direção da CMB

Responder

Célio Bezerra

17 de janeiro de 2020 às 10h22

Parabéns pela matéria,aposto que a essa altura outros veículos estão lendo a matéria e, acredito que a partir da atitude do jornalista Miguel do Rosário em embarcar no mundo de informações reais,não haverá espaços para outros jornalistas faltarem com a verdadeira verdade… Só se forem CANALHAS,CANALHAS E CANALHAS….
PARABÉNS MIGUEL DO ROSÁRIO….

Responder

Carlos Geraldo

17 de janeiro de 2020 às 09h54

Parabéns pelas informações. Isso mostra como o SICOBE maquiava os resultados da Casa da Moeda. Sem ele, conhecemos a realidade desse elefante branco.

Responder

    Wellington

    17 de janeiro de 2020 às 10h00

    Perfeito…o resto è papo !!

    Responder

    Edson

    17 de janeiro de 2020 às 21h33

    A Casa da Moeda nunca foi dependente de verbas federais e subsiste dos produtos monopolizados ou seja o que o governo gasta volta em serviços para o próprio governo.
    Não entendi a expressão pejorativa que você usou.
    Leia a matéria novamente , pode ser que assim você mude de idéia.

    Responder

      Alan Ceausescu

      18 de janeiro de 2020 às 08h24

      Sei…e Papai Noel paga os prejuizos e 50.000 R$ de salario dos dirigentes o dia 25 de Dezembro.

      Responder

Mônica Tavares

17 de janeiro de 2020 às 07h30

Parabéns!!! Até que fim alguém com senso, imparcial e inteligência resolveu pesquisar e mostrar a realidade! Só não vê quem não quer.
Obrigada!!!

Responder

Pedro

17 de janeiro de 2020 às 02h25

A casa da moeda do Brasil sempre foi responsável e segura, nunca deu prejuízo aos cofres públicos. Agora está lutando pelo Brasil. Essa matéria foi a melhor por mim acompanhanda, tá de parabéns. Com tanto tempo de existência porque só agora ou melhor no gov temer e do Bolsonaro tá dando errado. Alguma coisa ruim tão tentando fazer, vamos ficar de olho. Avante moedeiros estamos juntos nessa batalha contra ações injustas do governo.

Responder

Vilda

17 de janeiro de 2020 às 00h54

Até que enfim uma matéria completa e verdadeira sobre a situação pela qual passa a Casa da Moeda. Parabéns, que mais jornalistas sérios e interessados em divulgar a verdade se levantem. Obrigada por ajudar a defender a Casa da Moeda, que é do BRASIL. É nossa. Com muito orgulho.

Responder

Pedro Melo

17 de janeiro de 2020 às 00h26

Somente a mídia alternativa e independente é capaz de fornecer informação com conteúdo sério e verdadeiro.
Nos tiraram tanto, que nos tiraram até o medo
Resistência!

Responder

Frank Hoffmann

16 de janeiro de 2020 às 23h35

Excelente matéria esclarecendo a VERDADE com dados e fatos contra a narrativa de se querer desmontar e tentar acabar com um patrimônio nacional ! Meu pai Hoffmann foi do grupo que nacionalizou a impressão de cédulas no Brasil em 1969 ! Eu trabalho a 37 anos nesta empresa, estamos vendo que a tecnologia, engenharia, qualidade de produtos de segurança nacional, que são do patrimônio do maior parque integrado de valores no mundo inaugurado em 1984, ser desmontado e querem atingir os trabalhadores de alto nível, tirando direitos adquiridos penalizando por erros que não são nossos são de má administração, perda de faturamento causado pelo próprio governo que deveria estar voltando com os Selos de Bebidas e novos produtos de segurança dando maior recolhimento de impostos ao Brasil, encerrando esta perseguição a nossa empresa !

Responder

    Paulo

    16 de janeiro de 2020 às 23h44

    Frank Hoffmann, você não está sozinho nessa luta! Seu pleito ecoa por todo o serviço público brasileiro. Imagino bem por que estão passando, nesse Governo repleto de patifes…

    Responder

    Abdel Romenia

    17 de janeiro de 2020 às 07h19

    E há quem diz que o setor público não é fábrica de privilégios…

    Responder

      Justiceiro

      17 de janeiro de 2020 às 11h09

      Tipo FURNAS né camundongo?

      Bolsotrouxa não é contra privilégios, é contra privilégios fora da direita corrupta.

      Responder

        Abdel Romenia

        17 de janeiro de 2020 às 12h10

        Justiceiro,

        voce fàz a pergunta para mim, responde voce mesmo a sua pergunta e ainda insulta…è um problema mental ?

        Responder

          Justiceiro

          17 de janeiro de 2020 às 13h35

          Não, é um desvio moral ridículo de quem aceita privilégios pra classe que defende como gado e fica putinho com os dos outros, coisa de bolsotrouxa assim como vc, entendeu?

          Justiceiro

          17 de janeiro de 2020 às 14h06

          Veja que é o petista Alan C clonando meu nome…

          Justiceiro

          17 de janeiro de 2020 às 14h40

          Camundongo, o covarde dos mil nomes hahahahaha

          Só tem um bozotrouxa aqui neste fórum, até meu cachorro já sabe rs

          Andressa

          17 de janeiro de 2020 às 14h58

          Sim, o camundongo tem problema mental, faze pergunta e responde a si próprio e acha que ninguém repara.

          Abdel Romenia

          17 de janeiro de 2020 às 18h21

          Eu sei, quis fazer ele feliz por alguns minutos.

          Abdel Romenia

          18 de janeiro de 2020 às 18h30

          Vocè è louco completo ou ta me confundindo com outro alguem, nao sei nem o que è esse tal de furnas….gado è quem engravidou a prezada da sua…

          Justiceiro

          19 de janeiro de 2020 às 22h21

          sangrou e vc apareceu

Sandra

16 de janeiro de 2020 às 23h12

Ótima matéria fala a verdade que a mídia está tentando esconder! Parabéns!

Responder

José Barbosa

16 de janeiro de 2020 às 23h08

Inicialmente gostaria de cumprimento o jornalista pela riqueza de detalhes que agregou à matéria. Tive a honra de presidir a CMB por quase 3 anos e fui positivamente contaminado pelo “Espírito Moedeiro”. Na minha gestão iniciamos estudos visando desenvolver o SICOBE e, enquanto técnicos viajavam para o exterior na busca do aprofundamento do tema, fui exonerado e retornei ao Banco Central…se eu tivesse oportunidade de conversar com a Equipe Econômica, talvez pudesse esclarecer melhor e dissuadi-los do equívoco que estão cometendo…a CMB tem solução que passa longe da privatização ou extinção…

Responder

    Paulo

    16 de janeiro de 2020 às 23h40

    José Barbosa, com todo o respeito, você acredita na equipe econômica? Você, aparentemente, é um servidor público exemplar, com anos de bons serviços prestados à Nação brasileira, como é a regra, desconhecida dos brasileiros, em geral, e crente na vontade de melhorar o Estado e a burocracia estatal. Mas Porco Guedes veio a serviço, assim como Bolsonaro, um sujeito indigno de ter envergado a farda de Caxias…Um dissimulado.

    Responder

    Carlos Alberto

    17 de janeiro de 2020 às 10h21

    Sim , lembro me do Senhor quando presidente , estava começando na Casa !! O governo embalado pela ideia maníaca do Guedes , acha que vender tudo é a solução ! O Senhor bem sabe do poder e importançia do Sicob no controle de evasão fiscal ! O governo precisa ser convencido disso !! Ninguém melhor do que quem elaborou o Sicob !!

    Responder

    Washington Vieira

    17 de janeiro de 2020 às 10h38

    Bom dia, Sr. José Barbosa!
    Os moedeiros lembram com saudades da tua gestão.
    O Sr. poderia dizer essas coisas no twitter ou facebook para podermos compartilhar, por favor.
    Meu e-mail se quiser me mostrar seu perfil com dizendo o que disse aqui.
    Desde já, agradeço por ter dito isso aqui e pela oportunidade.

    Responder

Paulo Brito

16 de janeiro de 2020 às 22h31

Finalmente uma reportagem séria e verdadeira. Quem duvidar acesse o Portal da Transparência. Gostaria que a alta direção da CMB se pronunciasse a respeito das informações constantes nesta reportagem. Parabéns por ter procurado saber a realidade dos fatos.

Responder

Andressa

16 de janeiro de 2020 às 22h18

Matéria bem elementar repleta de factóides, de “poderia” de “talvez”…faltou só salvar o mundo do aquecimento global e tem tudo que é solução.

A solução ao analfabetismo das crianças, que é a única coisa útil quando vai sair ?

Responder

    Valdair

    16 de janeiro de 2020 às 23h40

    É inacreditável o pensamentos de alguns , mesmo quando alguém faz uma reportagem séria com todos os dados que são públicos e disponíves a qualquer cidadão ainda insistem em permanecer acreditando em mentiras .Não dá pra entender .Parabéns pela ótima matéria!

    Responder

      Andressa

      17 de janeiro de 2020 às 09h01

      Nao hà verdades e nem mentiras, somente opinioes diferentes.

      Responder

        Justiceiro

        17 de janeiro de 2020 às 11h11

        1+1 = qualquer número, não tem certo nem errado, são apenas opiniões diferentes.

        A era da pós-verdade dos bozotrouxas kk

        Responder

          Andressa

          17 de janeiro de 2020 às 11h20

          1+1 = 100 mi por ano de dividas…o resto è papo.

          Justiceiro

          17 de janeiro de 2020 às 11h26

          As dívidas que o povo (vc) paga, vc só é um trouxa enganado.

          simon

          17 de janeiro de 2020 às 13h12

          Nào que façam muita diferença do buraco negro sem fim deixado pela façào petista em 20 anos de imundicia mas è meio chato pagar as dividas de um monopolio aparelhado por 4 bandidos camuflados de politicos e alguns sindicalistas retardados…è coisa bem de terçeiro mundo.

          Andressa

          17 de janeiro de 2020 às 13h38

          Ah, mudou de nome? Ok, mudo tb…

          Que bom que antes de 2002 o brazil era a suíça né?

          E pela ótica da bozolândia continua sendo agora.

          Que coisa!

          simon

          17 de janeiro de 2020 às 14h03

          Negativo, o Brasil morreu do voto ideológico faz tempo… já era !!

          Justiceiro

          17 de janeiro de 2020 às 14h42

          “Çei…”

      Abdel Romenia

      18 de janeiro de 2020 às 18h33

      Que esquerdista ache estranho que possam existir opinioes diferentes entre pessoas nao è nada novidade.

      Responder

        Andressa

        20 de janeiro de 2020 às 08h47

        estranho é responder os próprios comentários ridículos com nomes diferentes só pra fazer volume no forum do Cafezinho.

        Responder

Livina

16 de janeiro de 2020 às 21h24

A única dúvida é como a maioria recebe de 2 a 6 mil se o menor salário sem os inúmeros benefícios é de 4,5 mil e a média salarial é 11 mil sem os salários da diretoria?

Responder

    Abdel Romenia

    16 de janeiro de 2020 às 21h31

    Adivinha…?

    E adivinhe também o porquê dos 50.000 R$/mês ao Diretor e o porquê os sindicalistas acordaram agora que ouviram a palavra privatização.

    Até nos monopólios (veja se os Correios) conseguem gerar prejuízos…

    Responder

      Andressa

      17 de janeiro de 2020 às 14h12

      Quando não havia internet tudo ficava escondido entre 4 paredes e 4 vermes fantasiados de políticos… internet foi uma benção para o Brasil

      Responder

        Wellington

        17 de janeiro de 2020 às 14h46

        Tipo verme que comenta com mil nomes, né?

        Responder

          Andressa

          17 de janeiro de 2020 às 20h06

          Sim, tipo o Poste com a mascara de Lula…Andrade è Lula, Lula è Andrade….vocè acreditou e votou nele, em 2022 serà a mascara da Gleisi….Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

          Abdel Romenia

          20 de janeiro de 2020 às 08h49

          Como diz a música da Rita Lee:

          Corre, corre corre…. uhuuuuu!!!
          Corre, corre corre…. uhuuuuu!!!
          Corre, corre corre…. uhuuuuu!!!

          Só corre! kkkk

Luis soares

16 de janeiro de 2020 às 21h22

Parabéns pela excelente matéria. Embasada, esclarecedora e extremamente verdadeira. Mostra a verdade sobre o sucateamento da Casa da Moeda do Brasil!

Responder

Aluizio Junior

16 de janeiro de 2020 às 21h15

Parabéns Miguel, ficou excelente a matéria!!!!

Responder

Andréa

16 de janeiro de 2020 às 21h07

Excelente matéria!!
Finalmente profissionais sérios , foram buscar a verdade para esclarecer o que realmente está acontecendo na Casa da Moeda, diferente de algumas matérias mentirosas que estão jogando na mídia para desacreditar a empresa.
Parabéns!!!

Responder

Luciana Campelo

16 de janeiro de 2020 às 20h53

Matéria séria, que vale a pena ser lida e compartilhada.
Informações que não saíam dos muros da Cmb e hj estão sendo levadas na íntegra aos cidadãos brasileiros.
Parabéns!!!

Responder

    Andressa

    17 de janeiro de 2020 às 08h01

    São fatos notórios há um bom tempo, tem várias matérias na internet sobre o assunto.

    Teve até mensalão na Casa da Moeda…quando as coisas estão nas mãos de Palocci, Lula e Mantega quer esperar o que…?

    Chega a dar dó o que fizeram com o Brasil nos últimos 20 anos, agora é tarde.

    Responder

Andréa

16 de janeiro de 2020 às 20h52

Excelente matéria!!
Estão de parabéns, apuraram e mostraram a verdade , desmascarando algumas notícias mentirosas que vem sendo publicadas em relação a Casa da Moeda .

Responder

Alfredo Antônio De Oliveira

16 de janeiro de 2020 às 20h43

Chega a ser surreal,o salário desse senhor,que hoje,dirige a casa da moeda.

Responder

    Sandro

    16 de janeiro de 2020 às 20h49

    É claro o aparelhamento.

    Responder

      Wellington

      16 de janeiro de 2020 às 22h27

      50.000 R$ ao mês para os chefes, o imposto sindical obrigatório aos sindicalistas, os votos dos funcionários para a turma do Peteólão e tudo vai que é uma beleza, até alguém falar de privatização.
      Se der prejuízos ninguém é responsabilizado e alguém paga a conta… até eu queria fazer parte dessa festinha de terceiro mundo

      Responder

George

16 de janeiro de 2020 às 20h42

Informações importantes, notícias verdadeiras que a grande mídia esconde. Qual o interesse?

Responder

Abdel Romenia

16 de janeiro de 2020 às 20h41

Outra empresa pública aparelhada pelo PT em conluio com os sindicatos que gera prejuízos aos brasileiros.

E se for privatizada vou achar fantástico !!

Responder

    Luciana

    16 de janeiro de 2020 às 20h58

    Informe-se mais,não sabe o q diz.

    Responder

      Abdel Romenia

      16 de janeiro de 2020 às 21h23

      Esses sindicalistas de empresas públicas que dormem por anos e de repente acordam quando se fala em privatização vou te contar viu…E que uma casa da moeda seja crucial para o desenvolvimento de um país não faz muito sentido.
      Talvez só por Ciro Gomes que se fosse presidente estaria hoje imprimindo dinheiro com a impressora em preto e branco. Kkkkk

      Após 20 anos de aparelhamento e assaltos o Estado brasileiro está podre de tanto mofo e precisa de uma boa e prolongada desinfestação e arejada.

      Responder

        Luciana

        17 de janeiro de 2020 às 11h16

        Informe-se mais,não sabe o q diz.

        Responder

          Abdel

          19 de janeiro de 2020 às 00h06

          Volta pra escola Louro.

          Justiceiro

          19 de janeiro de 2020 às 22h22

          abdelminharola

    Marcos Filho

    16 de janeiro de 2020 às 21h04

    Prezado André, pense conosco: se privatizada a Casa da Moeda (ou outro nome que venha a ter) continuará a desenvolver atividades necessárias ao governo brasileiro e, arrisco dizer, que tem sido feito muito esforço para colocar o controle da produção de bebidas e cigarros na mão da iniciativa privada. Mas a conta (mais o lucro) continuará sendo paga, e por você contribuinte!
    Não concorda que uma empresa do governo que hoje trabalha esclusivavente para o governo custa menos do que custará transferindo a terceiros esse encargo? Sem falar que atualmente a informação é o capital mais importante das corporações que estará entregue ao mercado privado.

    Responder

      Abdel Romenia

      17 de janeiro de 2020 às 07h35

      No Brasil não.

      Responder

        Justiceiro

        19 de janeiro de 2020 às 22h29

        só na tua cabeça sim

        Responder

    Denis

    16 de janeiro de 2020 às 21h19

    Parabéns pela matéria. Não há um trecho com inverdades. Trancreveu com fidelidade o que esta ocorrendo.
    O Brasil precisa acordar para o entreguismo dos bens da nação. Temos exemplos de privatizações anteriores de empresas vendidas a preço de banana que não resolveu problema nenhum do país . O Brasil foi erguido com militares e esta sendo destruído ironicamente por um militar.
    Acorda Brasil. A população vai morrer trabalhando com a reforma trabalhista que sob o argumento de não se sustentar e dois meses após a entrar em vigor as novas regras de aposentadoria metem a mão em mais de meio bilhão das reservas fa previdencia para pagar 13 salario inventado para o tao criticado pelo governo bolsa familia. Brigaram por cada real na previdencia e 2 meses depois meyem a mão na cara grande nas reservas da previdencia… acorda tira das regalias do governo..

    Responder

    Aline Silva

    17 de janeiro de 2020 às 01h00

    Aparelhada pelo PT?
    Empresa tem 325 anos, você só pode está de brincadeira,pense que tem muitos trabalhadores pais de família,que necessitam de seus trabalhos seja menos egoísta.

    Responder

      Andressa

      17 de janeiro de 2020 às 09h06

      Và ver os salarios e os beneficios desses trabalhadores e dos dirigentes…

      Se privatizar nao terà robot trabalhando mas continuarao sendo pais de familia (os mesmos de agora muito provavelmente).

      Mesmo assim duvido serà privatizada, pouco ou nada serà privatizado nesse governo.

      Responder

        Bahamaut

        17 de janeiro de 2020 às 10h42

        Queria que mostrasse os salários e os benefícios da CASA DA MOEDA, você fala como se conhecesse todos eles muito bem, mas não adianta usar o achismo e teorias da conspiração.
        vou te dar apenas alguns dados. .
        1 – Salario Base de Nível Médio da CMB vai de R$3.050,00 ate R$8731,00 (segundo a tabela salarial atualizada do PCCS de 2014), mas pode haver funcionários fora do padrões por não terem aderido ao PCCS.
        A tabela salarial é dividida em 4 classes de 10 níveis cada e a 5ª classe que é a Classe Final e você por ano só pode ganhar 2 níveis no máximo ou seja para chegar no topo levará no minimo 20 anos (todo funcionário passa por avaliação de desempenho e apenas os melhores ganham 2 níveis ).

        Responder

          Andressa

          17 de janeiro de 2020 às 10h57

          Caramba…fora beneficios e privilegios…?

Cíntia

16 de janeiro de 2020 às 20h31

Muito boa a reportagem! Mostra o papel crucial da CMB na economia brasileira.

Responder

Andre Jesus

16 de janeiro de 2020 às 20h30

Excelente matéria, até que enfim alguém publicou algo verídico, reportagem completa e esclarecedora.
Parabéns pelo seu trabalho

Responder

Robson Gomes da Silva

16 de janeiro de 2020 às 20h26

Excelente reportagem. Tudo devidamente comprovado com números do próprio portal da transparência. Fatos totalmente conexos cronologicamente. E só para contribuir. O novo sistema já foi inclusive testado em empresas reais. Toda a tecnologia é da própria empresa desenvolvida por seus técnicos altamente capacitados e se devidamente apoiados podem resolver qualquer problema que seja posto.

Responder

Rogerio Bezerra

16 de janeiro de 2020 às 20h26

Parabéns caro jornalista Miguel.
A sua matéria é de excelente tom e detalha exatamente a realidade vivida pela Casa da Moeda di Brasil.
Desde Temer, a CMB sofre com boicotes e ataques contundentes.
Mas agora os funcionários acordaram e se cansaram de tanto sofrimento…chegou a hora do basta!!! A CASA DA MOEDA é do Brasil e estamos dispostos e vigorosos para lutar por ela!!!
Quem tiver disposição que junte-se a nós! Estamos só começando, e só iremos parar quando a soberania monetária do Brasil estiver garantida por meio de nossa empresa!

Convidamos a imprensa e todo povo brasileiro que estiver disposto e crente na nossa iniciativa!

NÃO A PRIVATIZAÇÃO DA CASA DA MOEDA DO BRASIL!!!

Responder

Ademilton Alves

16 de janeiro de 2020 às 20h21

Siriedade e narrativa verdadeira, parabéns, mostrou o que realmente esta acontecendo com esse grande empresa pública tricentenária.

Responder

Alan C

16 de janeiro de 2020 às 20h15

Achei estranho o final da matéria.

Citar que “O próprio ministro da Economia, Paulo Guedes, tem mencionado o termo “reindustrialização” quando tenta parecer otimista quanto ao futuro da economia brasileira”, mesmo usando aspas na palavra reindustrialização, leva o leitor menos atento a achar que isso poderia ser uma verdade, quando a verdade é que é uma mentira absoluta.

O posto ipiranga, tb conhecido como Paulo Guedes, se preocupa somente com o seu umbigo e com seus chefes do mercado financeiro.

Outra coisa, somente aqui, nesta matéria do Cafezinho, que eu li que imposto sobre grandes fortunas é tratado como solução, em nenhuma outra publicação eu li algo parecido, nem em editoriais do PIG, logo, de onde essa ideia inédita foi tirada??

Responder

Patrícia Bello

16 de janeiro de 2020 às 20h13

Finalmente, uma enxurrda de lucidez em meio a tantas notícias falsas, que tentam denegrir a imagem de uma empresaria tricentenária, bem como do seu quadro funcional.
UNIÃO E RESISTÊNCIA!
#casadamoedaresiste
#acasadamoedaedobrasil

Responder

Paulo

16 de janeiro de 2020 às 20h10

“A narrativa do governo Bolsonaro é equivocada, injusta e manipuladora”.

Tem sido assim desde que assumiu a presidência. É um mentiroso contumaz, cujos planos para o funcionalismo público, de um modo geral, são os de sonegar direitos e expectativas de direitos (a Reforma da Previdência foi crudelíssima, mas a informação passou ao largo da opinião pública – até foi utilizada como propaganda -; e a Reforma Administrativa vai completar o serviço). Essa tática de mentir ele utiliza desde a campanha, quando dizia que uma idade boa para aposentadoria seria “uns 58/59 anos”, para depois baixar 65 no lombo dos brasileiros, enquanto a França manteve a idade mínima em 62 anos. O clima no serviço público é de extrema apreensão, e, se não houver medidas de resistência severas, ele destruirá o serviço público para entregar ao controle dos queridinhos dele e de Porco Guedes, o que atende à sua estratégia de bloquear qualquer atitude independente e crítica que coloque em risco seus planos. É que está para vir!

Responder

    Paulo

    16 de janeiro de 2020 às 20h18

    Tendo a Polícia Federal, a Advocacia-Geral da União, a Receita Federal e o Ministério Público Federal (este na pessoa do procurador-geral da República) sob controle, além de poder indicar mais 2 Ministros do STF neste 1º Mandato, e mais 2 na hipótese de ser reeleito, Bolsonaro estará – dependendo do grau de sabujice dos indicados – com o controle de todos os órgãos de defesa do Estado Democrático de Direito, podendo instituri uma “ditadura branca” no país…

    Responder

      Abdel Romenia

      17 de janeiro de 2020 às 07h11

      Que empresas públicas, funcionários públicos e sindicatos estejam finalmente com bunda na mão é simplesmente FANTÁSTICO, foi eleito para isso… DESINFESTAÇÃO !!!

      Responder

    Wellington

    17 de janeiro de 2020 às 09h11

    Tà piscando…? Kkkkkkk

    Responder

Wellington

16 de janeiro de 2020 às 19h59

Bela tentativa de camuflagem mas nao è nada mais que outra empresa publica dando prejuizos aos brasileiros.

Os sindicatos (que sao aparelhadores de profissao), juntos a diretoria deixaram tudo correr na marola mais calma por anos ou até decadas sabendo da proteçào politica là em cima…se der prejuizo ou nao foda-se, ninguem responde por nada, os outros cobrem os prejuizos, a gente fica com o salario de 50.000 R$ , o sindicato com o imposto obrigatorio e o PT com os votos dos funcionarios.

Isso foi sò o basico aconteceu em todas as estatais por decadas…nao vale nem mais perder tempo com a Petrobras e Cia.

Destruiram o Brasil com o voto ideologico e a culpa è de quem chegou 20 anos depois, dos Estados Unidos e da CIA.

Mas tem uma soluçào facil, como as que todos tem aqui e fora…abram uma empresa e empreguem quem vai ficar sem trabalho e paguem o dobro do que ganhavam antes…bando de asnos !!

Responder

Jaqueline

16 de janeiro de 2020 às 19h53

Reportagem completa, lúcida e objetiva. Parabéns.

Responder

Eliane Silva

16 de janeiro de 2020 às 19h52

Uma reportagem com valiosas informações e com base em documentos oficiais e de transparência. É notório os interesses do capital estrangeiro e me espanta com isso a base do governo em se dedicar tanto para fazer esse projeto ambicioso retirando das mãos de uma das mais antigas estatais para entregar ao privado valorizando os interesses nada republicanos dessas empresas privadas como a Valid e outras que até mostram para que vieram, algumas já respondem processos por prestarem um péssimo e duvidoso serviço.
Obrigado pela riqueza de informações, mais, espero mesmo que o governo Brasileiro tenha o mínimo de decência para estudar a covardia que esta em andamento.

Responder

FABRICIO

16 de janeiro de 2020 às 19h51

Em uma era em que a fake News propagada por esse desgoverno entreguista e inimigo do trabalhador impera, vocês merecem aplausos pela matéria. Concisa, completa e verídica.

Responder

Angela

16 de janeiro de 2020 às 19h31

Enfim uma matéria que fala a VERDADE!
Parabéns pelo excelente trabalho jornalístico. Isso sim que é uma matéria séria.
Compartilhei milhões de vezes, se possível. 👏👏👏👏👏

Responder

Odylanor

16 de janeiro de 2020 às 18h34

Esse tipo de matéria com informações perfeitamente comprovaveis, dá base para uma visão abrangente completa o suficiente para entender o que está acontecendo com a casa da moeda é demais empresas estatais.

Percebe-se que depois de 322 anos dando lucro, mandando dividendos pra o governo, os últimos três anos deram prejuízos propositado ao sucateamento e entrega ao capital extranjeiro, esse orgulho que representa bem junto com a bandeira e território nacional, o tripé da soberania nacional.

Responder

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