Coletiva de Rodrigo Maia (ao vivo) sobre medidas contra a crise

Bolsonaro e a Terceira Lei de Newton

Por Miguel do Rosário

26 de fevereiro de 2020 : 12h10

Uma notícia publicada ontem por Vera Magalhães, colunista no Estadão e nova âncora do programa Roda Viva, da TV Cultura, de que Bolsonaro divulgou um vídeo, em suas redes sociais, convocando para um ato no dia 15 de março “em todo Brasil”, produziu uma onda de protestos na oposição.

O vídeo divulgado por Bolsonaro é esse:

Em seguida, a mesma jornalista divulgou que o presidente divulgou um outro vídeo, ainda mais tosco:

A indignação, por parte de oposição, se dá porque as chamadas do ato são explicitamente autoritárias: não se trata de uma manifestação apenas em favor do presidente Bolsonaro, mas sobretudo contra o congresso nacional e o Supremo Tribunal Federal, vistos pelos apoiadores do presidente (com razão, eu diria), como freios aos poderes e vontades do Executivo.

Se fosse apenas um ato em favor do presidente, não haveria problema. Se fosse apenas um ato contra o congresso nacional, isso também faz parte do jogo. No entanto, o que provocou calafrios em analistas e políticos atentos aos movimentos de Jair Bolsonaro é uma conjugação um tanto perigosa de símbolos.

A propaganda do ato no dia 15 enfatiza o papel das Forças Armadas, num movimento de expurgo dos presidentes das duas Casas legislativas: Rodrigo Maia e David Alcolumbre.

Essa mistura de símbolos fez a oposição reagir com muita força, e já não mais apenas à esquerda. Abaixo, alguns tweets divulgados nas últimas 24 horas:

Isso para citar apenas alguns nomes.

O objetivo de Bolsonaro é evidente: emparedar e intimidar o congresso nacional, o judiciário e a imprensa, os únicos entraves a seu poder absoluto.

Mas a sua loucura tem método. Ao optar por uma estratégia de confronto permanente, ele controla a agenda política, pauta a própria oposição e alimenta um discurso preventivo para eventuais denúncias que houverem contra si, contra sua família e contra seu governo.

Qualquer denúncia, crítica ou análise negativa de sua administração passam a ser vistos como ação golpista contra um presidente “amado” por seus eleitores.

Bolsonaro inicia um movimento golpista para acusar de golpismo seus opositores.

O primeiro vídeo divulgado por Bolsonaro fala, sob uma trilha sonora heroica, que ele “está enfrentando a esquerda corrupta e sanguinária”, e que “ele sofre calúnias e mentiras por fazer o melhor para nós”. Em seguida, o vídeo diz que “ele é a nossa única esperança de dias melhores”.

Por fim, o texto convoca: “vamos mostrar que apoiamos Bolsonaro e rejeitamos os inimigos do Brasil”.

É, de fato, um texto perigoso. Hoje sabemos que, momentos antes do senador levar dois tiros no peito, de uma arma calibre 40, disparados por um dos policiais amotinados em Sobral, um dos principais apoiadores do motim, o deputado estadual André’Fernandes (PSL-CE), almoçava com o presidente Jair Bolsonaro.

Essas coisas não são coincidência.

O presidente Bolsonaro, até o momento, não fez uma mísera declaração de repúdio aos motins policiais no estado, nem expressou a menor solidariedade a um senador que sofreu tentativa de homicídio qualificado. O ministro da Justiça, Sergio Moro, também mantém um silêncio cúmplice. O envio de tropas federais ao estado não foi acompanhado da necessária decisão de reprimir e punir os policiais amotinados.

Se o presidente divulga um vídeo afirmando que luta contra uma “esquerda corrupta e sanguinária” e contra “os inimigos do Brasil”, se almoça com lideranças do motim das polícias, se não se posiciona claramente contra esses motins, a mensagem que se passa é que se pode atirar e matar parlamentares de esquerda!

Bolsonaro vive um momento de particular arrogância. Sua aprovação ganhou alguns pontos nos últimos meses, em virtude de uma tímida recuperação econômica, e agora ele acha que pode tudo.

Entretanto, é importante lembrar aqui que a política também possui suas leis próprias, e não são muito diferentes daquelas que governam o restante do universo.

Um dos mais belos, profundos e fundamentais princípios da natureza está expresso na Terceira Lei de Newton.

É uma lei que aprendemos no colégio, e que hoje se tornou tão incorporada a nossos conhecimentos básicos que ficou associada a uma espécie de noção infantil, perdendo com isso sua força e sua profundidade.

A sua constrangedora simplicidade igualmente conspira para não lhe darmos a importância devida.

E, no entanto, os mais brilhantes físicos contemporâneos, ganhadores de prêmios Nobel, cientistas festejados por suas teorias ultrasofisticadas sobre os fundamentos da matéria, diretores de centros de pesquisa que movimentam dezenas de bilhões de dólares, todos até hoje reverenciam Isaac Newton e a elegante simplicidade de suas leis.

As descobertas de Albert Einstein sobre a relatividade corrigiram alguns desdobramentos das teorias newtonianas, mas o edifício do “Principia Mathematica” se manteve de pé. Os mais geniais professores de física quântica ainda baixam sutilmente a voz, num sinal involuntário de respeito, quando mencionam o nome de Isaac Newton!

E o que diz a Terceira Lei de Isaac Newton?

Ela diz que, para toda ação, há uma reação igual! Simples assim!

Abaixo, o texto original da III Lei de Newton, numa tradução livre minha de uma versão em inglês de 1846.

LEI III

Para cada ação, se oporá sempre uma reação igual: ou as ações mútuas de dois corpos um sobre o outro são sempre as mesmas, e dirigidas a sentidos contrários. 

O que puxa ou empurra o outro é da mesma maneira puxado e empurrado por esse outro. Se você pressiona uma pedra com seu dado, o seu dedo também é pressionado pela pedra. Se um cavalo puxa uma pedra atada a uma corda, o cavalo (se me permite dizê-lo) também será igualmente puxado de volta na direção da pedra: pois a corda tensionada, pela mesma tendência de relaxar a si mesma, tanto irá puxar o cavalo na direção da pedra, como a pedra na direção do cavalo, e irá obstruir o progresso de um assim como o avanço do outro. 

Se um corpo se choca contra outro, e por sua força altera o movimento do outro, este corpo também (por causa da igualdade da pressão mútua) irá sofrer uma alteração igual, em seu próprio movimento, na direção contrária. 

E o que tem isso a ver com Bolsonaro?

Ora, tudo!

Cada pressão que Bolsonaro exercer contra o Legislativo, o Judiciário, a imprensa, a democracia enfim, o Legislativo, o Judiciário, a imprensa, a democracia também exercerão contra Bolsonaro.

Muitos temem um eventual golpe militar e uma nova ditadura. Embore eu ache muito difícil isso acontecer, acho que isso constituiria a expressão máxima do que chamamos aqui de pressão contra a democracia. O resultado seria uma resposta, na mesma força, da própria democracia, com eventual prisão de todos aqueles envolvidos no golpe, além de alterações estruturais de todo o sistema, de maneira a evitar novas crises similares.

A reação crescente a que estamos assistindo, vindo de tantos lados, nada mais é do que a consequência das violências crescentes do presidente Jair Bolsonaro às instituições democráticas.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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14 comentários

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antonio carlos

01 de março de 2020 às 13h07

Mangabeira diz que Ciro perdeu eleição por arrogância ao recusar aliança com o PT e com Lula

Excelente artigo publicado no Brasil 247

Responder

    antonio carlos

    01 de março de 2020 às 13h10

    Para Mangabeira Unger, abrir mão do cacife eleitoral de Lula foi um gesto de arrogância mortal para a candidatura Ciro Gomes

    As duas entrevistas de Roberto Mangabeira Unger – ao Valor (clique aqui) e à Folha (clique aqui) – esclarecem de vez as razões objetivas que levaram ao racha das esquerdas e à eleição de Jair Bolsonaro.

    Mangabeira confirma o relato de Fernando Haddad, de que foi oferecido a Ciro o papel posteriormente desempenhado pelo próprio Haddad, de ser o vice-presidente na chapa de Lula e assumir a candidatura quando Lula fosse impedido.

    Teria sido a fórmula ideal. Ciro seria imediatamente catapultado para a liderança e com sua retórica eficiente teria condições de vencer Bolsonaro no 2º turno.

    Ciro esbarrou mais uma vez em seu grande defeito político. É bom para as grandes estratégias e péssimo para as definições táticas, prisioneiro de um temperamento forte, com uma autossuficiência deletéria, não se enquadrando nos limites dos pactos partidários. Quando a estratégia é bem-sucedida, entra em alpha e considera que tem a força. E não consegue identificar os limites políticos para entrar na etapa seguinte.

    Sua visão era a de que o período Lula estava definitivamente encerrado e caberia a ele, Ciro, inaugurar o novo tempo, sem depender do lulismo. Como Mangabeira deixa claro, Ciro confundiu posições táticas com estratégicas.

    No plano estratégico, era mais que hora do lulismo ceder espaço a uma nova etapa, diluindo o protagonismo excessivo do PT, principal combustível do pacto político mídia-Judiciário, e trabalhando as novas classes que surgiam – e que Mangabeira corretamente identifica como o novo empreendedorismo.

    Ora, esse movimento era claro para o próprio Lula. Quando tentou a aproximação com Eduardo Campos, sabia a dificuldade para o PT superar a matriz original e abrir espaço para o novo temp.

    No plano tático, no entanto, abrir mão do cacife eleitoral de Lula foi um gesto de arrogância mortal. Não adiantou Haddad dizer que Ciro estava minimizando não apenas a influência de Lula, mas 70 anos de tradição trabalhista no Brasil. Como pretendia montar uma frente deixando de lado o principal ator político das oposições nas últimas décadas?

    Sua visão estratégica foi bem-sucedida. Desenvolveu o discurso mais eficiente de oposição à direita racional, de Geraldo Alckmin, e, depois, à direita insana de Jair Bolsonaro, um discurso denso, com propostas racionais e criativas, e uma retórica de guerra adequada para desmontar a agressividade vazia de Bolsonaro.

    Na frente tática, esboroou-se.

    Depois que perdeu as eleições, a ira posterior de Ciro contra o PT, foi apenas uma tentativa psicológica de enfrentar a ideia insuportável de que foi ele próprio que jogou fora a presidência por um gesto mal pensado.

    Nenhum de seus argumentos se sustenta:

    1. A alegação de que não queria comprometer seu projeto de país com o do PT.

    Como bem lembra Mangabeira, uma coisa é aliança tática, visando ganhar as eleições e impedir o mal maior. Outra coisa, o projeto de governo, que é atribuição exclusiva do presidente da República. Ele seria o líder inconteste do projeto.

    2. A alegação de que o PT não era aliado confiável.

    Como assim? Alianças se formam em torno de propostas, conceitos e campos de interesse. Havia um amplo campo de interesses comuns para consolidar alianças com os partidos de esquerda, incluindo o PT, assim como um amplo arco de partidos de oposição, de centro-direita, para contrabalançar. Um político habilidoso deitaria e rolaria em um quadro desses. Seria um quadro confuso apenas para políticos com dificuldades para dialogar.

    Responder

      antonio carlos

      01 de março de 2020 às 13h13

      Para Mangabeira Unger, abrir mão do cacife eleitoral de Lula foi um gesto de arrogância mortal para a candidatura Ciro Gomes

      As duas entrevistas de Roberto Mangabeira Unger – ao Valor (clique aqui) e à Folha (clique aqui) – esclarecem de vez as razões objetivas que levaram ao racha das esquerdas e à eleição de Jair Bolsonaro.

      Mangabeira confirma o relato de Fernando Haddad, de que foi oferecido a Ciro o papel posteriormente desempenhado pelo próprio Haddad, de ser o vice-presidente na chapa de Lula e assumir a candidatura quando Lula fosse impedido.

      Teria sido a fórmula ideal. Ciro seria imediatamente catapultado para a liderança e com sua retórica eficiente teria condições de vencer Bolsonaro no 2º turno.

      Ciro esbarrou mais uma vez em seu grande defeito político. É bom para as grandes estratégias e péssimo para as definições táticas, prisioneiro de um temperamento forte, com uma autossuficiência deletéria, não se enquadrando nos limites dos pactos partidários. Quando a estratégia é bem-sucedida, entra em alpha e considera que tem a força. E não consegue identificar os limites políticos para entrar na etapa seguinte.

      Sua visão era a de que o período Lula estava definitivamente encerrado e caberia a ele, Ciro, inaugurar o novo tempo, sem depender do lulismo. Como Mangabeira deixa claro, Ciro confundiu posições táticas com estratégicas.

      No plano estratégico, era mais que hora do lulismo ceder espaço a uma nova etapa, diluindo o protagonismo excessivo do PT, principal combustível do pacto político mídia-Judiciário, e trabalhando as novas classes que surgiam – e que Mangabeira corretamente identifica como o novo empreendedorismo.

      Ora, esse movimento era claro para o próprio Lula. Quando tentou a aproximação com Eduardo Campos, sabia a dificuldade para o PT superar a matriz original e abrir espaço para o novo temp.

      No plano tático, no entanto, abrir mão do cacife eleitoral de Lula foi um gesto de arrogância mortal. Não adiantou Haddad dizer que Ciro estava minimizando não apenas a influência de Lula, mas 70 anos de tradição trabalhista no Brasil. Como pretendia montar uma frente deixando de lado o principal ator político das oposições nas últimas décadas?

      Sua visão estratégica foi bem-sucedida. Desenvolveu o discurso mais eficiente de oposição à direita racional, de Geraldo Alckmin, e, depois, à direita insana de Jair Bolsonaro, um discurso denso, com propostas racionais e criativas, e uma retórica de guerra adequada para desmontar a agressividade vazia de Bolsonaro.

      Na frente tática, esboroou-se.

      Depois que perdeu as eleições, a ira posterior de Ciro contra o PT, foi apenas uma tentativa psicológica de enfrentar a ideia insuportável de que foi ele próprio que jogou fora a presidência por um gesto mal pensado.

      Nenhum de seus argumentos se sustenta:

      1. A alegação de que não queria comprometer seu projeto de país com o do PT.

      Como bem lembra Mangabeira, uma coisa é aliança tática, visando ganhar as eleições e impedir o mal maior. Outra coisa, o projeto de governo, que é atribuição exclusiva do presidente da República. Ele seria o líder inconteste do projeto.

      2. A alegação de que o PT não era aliado confiável.

      Como assim? Alianças se formam em torno de propostas, conceitos e campos de interesse. Havia um amplo campo de interesses comuns para consolidar alianças com os partidos de esquerda, incluindo o PT, assim como um amplo arco de partidos de oposição, de centro-direita, para contrabalançar. Um político habilidoso deitaria e rolaria em um quadro desses. Seria um quadro confuso apenas para políticos com dificuldades para dialogar.

      3. As acusações de que foi esfaqueado pelas costas, com o acordo do PT com o PSB também não se sustentam.

      Queria o quê? Que depois de esnobado por Ciro Gomes, o PT abrisse mão de alianças estratégicas, para não melindrar o adversário? E porque foi possível uma aliança, conduzida por Lula, que interferiu nas eleições de Pernambuco e Minas Gerais? E por que estados como a Bahia e o Maranhão que, em circunstâncias normais estariam com Ciro, mantiveram-se fiéis ao candidato do PT? Por conta do prestígio político de Lula, que Ciro minimizou.

      Esses embates ajudaram a realçar a posição desprendida de Haddad que, em todos os momentos, colocou os interesses do país acima de seus interesses pessoais: quando apoiou a indicação de Ciro; e, depois, quando encarou o desafio de conduzir uma campanha presidencial perigosa.

      Responder

Luiz

27 de fevereiro de 2020 às 01h14

Um recado para filósofos que não acreditam em estruturas sociais: a resposta da ingenuidade à própria exposição é a arrogância, reificada como classe social, até quando será sinônimo de liberdade? O mecanismo da inversão das quantidades sociais é a negação: eu não sou um ingênuo, eu odeio a corrupção e sou contra o paternalismo!

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Paulo

26 de fevereiro de 2020 às 15h04

Bolsonabo vai se defender – se já não o fez – dizendo que “apenas manifestou apoio a um movimento patriótico”, sem instigar ninguém contra as Instituições republicanas, embora o próprio movimento conclamado seja claramente anti-sistema. Crime de Responsabilidade tipificado, aparentemente, dependendo do que ele escreveu (não tenho o texto). Mas acho improvável que abram um processo agora. Ninguém tem coragem pra isso! Mas o que eu queria denunciar, realmente, é a sanha do Botafogo, do Alcoodeslumbre e de todo o Congresso Nacional: parem de achar, leitores à esquerda e à direita, pelos vícios reiterados das últimas décadas, que os parlamentares devam receber prêmios para fazerem o que fazem! Boa parte desse comportamento imoral desses senhores de terno e gravata é culpa da sociedade brasileira, por sua conivência – por ação e omissão – com essas distorções do sistema representativo nacional…O que seria um crime – parlamentar solicitar vantagens para votar a favor do Governo – virou fato corriqueiro na nossa vida pública. O Congresso Nacional é uma Casa de negócios…

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Miramar

26 de fevereiro de 2020 às 13h39

A ser confirmado, Bolsonaro cometeu crime grave de responsabilidade. O impeachment passa a ser, a partir de agora, uma possibilidade real.
As perguntas a partir de agora são : quando, onde, como é com quem?
OAB? Rodrigo Maia?Senador Randolfe? Como se comportariam as Forças Armadas? Que pensa Mourao?
Lembrando que um movimento pró -impeachment não significa impeachment imediato.
Que ninguém conte com o PT. O PT jamais participará de algo que não lhe dê benefícios eleitorais diretos.
Por fim, qual a razão da fixação da extrema direita pela letra K? Conhecimento restrito da linguagem?

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Tulipa

26 de fevereiro de 2020 às 13h32

“E o que diz a Terceira Lei de Isaac Newton?
Ela diz que, para toda ação, há uma reação igual! Simples assim!”

Para exemplificar:
Se Vc tenta esmagar alguem com uma escavadeira e esse alguem tà armado Vc leva um tiro ou dois.

Mais ou menos é issso, correto ?

Responder

Fonzie

26 de fevereiro de 2020 às 13h03

Essa tal de Vera é outra querendo dar o furo jornalistico…? Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

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    Evandro Garcia

    26 de fevereiro de 2020 às 13h23

    Nao faço a minima ideia de quem seja mas tà pronta par trabalhar na Folha, deve estar procurando um emprego per là….

    Responder

Sonia

26 de fevereiro de 2020 às 12h34

Que a esquerda brasileira seja corrupta até o miolo e sanguinária após os atentado ao candidato adversário nas eleições e o último episódio animalesco de Sobral é tudo menos que uma invenção.

Que tal congresso seja infestado de chantagistas que mais parecem com bandos de assaltantes também é tudo menos que invenção.

Responder

    antonio carlos

    01 de março de 2020 às 13h55

    Você é maluca ou desorientada??

    Você pode citar 50 políticos de Esquerda COMPROVADAMENTE CORRUPTOS??

    EU POSSO CITAR 500 políticos de Direita COMPROVADAMENTE CORRUPTOS!!!

    Responder

Wellington

26 de fevereiro de 2020 às 12h32

Essa Lei III tem mais a ver com uma escavadeira pressionando um grupo de manifestantes …kkkkkkkkkkkkkk

O resto é birra…kkkkkkkkkkkkkkkkk

Responder

Arthur Fonzarelli

26 de fevereiro de 2020 às 12h29

Olha o esperneio… kkkkkk kkkkkkk

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