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PSB nega compromisso com PT/PDT e busca nome para a disputa presidencial

Por Redação

13 de fevereiro de 2021 : 11h25

Segunda maior bancada de oposição na Câmara dos Deputados com 30 parlamentares, o PSB busca um nome para disputar a presidência da República em 2022.

O presidente nacional da sigla, Carlos Siqueira, negou o compromisso de apoiar Ciro Gomes (PDT) e também afirmou que “nós não somos obrigados a errar juntos” apoiando o PT na disputa pelo Planalto.

“O PSB ainda não tem compromisso com nenhuma candidatura presidencial. Não há compromisso nem com o PT nem com qualquer outro partido”, disse a Veja.

O cacique socialista também disse que o PSB busca um “outsider” para enfrentar o presidente Jair Bolsonaro em 2022.

“Diante das condições atuais, uma candidatura para enfrentar o presidente terá de ser liderada por uma personalidade da sociedade que possa se filiar a um partido de oposição, podendo até ser o PSB”

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6 comentários

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Carlos Vasconcellos

14 de fevereiro de 2021 às 00h34

Está claro para todo mundo que levar o PT para o segundo turno é reeleger Bolsonaro. Mas o PSB trai a aliança nacional de centro-esquerda nacionalista para ouvir o canto da sereia do cartel dos bancos, que sem candidato viável, com apoio da Globo, namora Luciai Hulck, animador de auditório que nada sabe do Brasil.
Com a independência do Banco Central e elegendo o animador de auditório, os banqueiros assumem definitivamente o controle econômico e político do Brasil. Seria mais honesto eleger o dono do Itaú ou do Bradesco.

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Batista

13 de fevereiro de 2021 às 20h17

A malandragem na manipulação de informações utilizando o PT para dividir notícia negativa, muito utilizada pelo esquema de desinformação da classe dominante, agora também é cada vez mais utilizada pelos ditos ‘progressistas-trabalhistas’, com a diferença que a ‘midiazona golpista’ manipula a favor da classe dominante e o esquema de informação ‘progressista-trabalhista’ a favor do PSB e PDT.

No Cafezinho foram publicados trocentos posts exaltando a união progressista PSB/PDT, além de declarações, notas e pronunciamentos, do ‘progressista’ PSB, lacrando a impossibilidade de aliança com o PT, quando não ‘de guerra’, por uns e outros, como o pequeno Campos, do Recife.

Agora a turma e os partidos ‘progressistas’ que estavam na vibe de unirem-se a tal de ‘centro-direita’ (a direita golpista sem Bolsonaro), com o PSB/PDT pensando em firmar Narciro como candidato do centro, decidiram que a ideia deve ser levada em frente, porém com outro candidato que não Narciro, provavelmente o global Huck, e para tanto, coube ao PSB anunciar ao PDT que está à procura de candidato, ou seja, anunciar que Narciro subiu no telhado, desfazendo a dupla ‘progressista’ tão cantada em prosa e versos cá no ‘Cafezinho in Paris’, sempre destacando a não participação do PT e seu consequente ‘isolamento’.

Como então dar a horrível e desastrosa notícia?
Simples, misturar o PT à nota do PSB e tal como à adesão do PDT ao candidato do DEM a presidência do Senado, adicionar o PT à manchete para dividir o prejuízo.
E assim o PT acabou abraçado ao PDT como rejeitado pelo PSB, no Cafezinho.

É muita cara de pau, né não, Redação.

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Miramar

13 de fevereiro de 2021 às 18h32

Traído pelo DEM e PSDB? De onde você tirou essa “informação”?

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EdsonLuiz Pianca.

13 de fevereiro de 2021 às 14h45

Na excepcionalidade do atual momento brasileiro, com um ator excrescente vocacionando a visão de mundo da ultra-direita – da qual ele, o bolsonaro, não é parte importante – o que faz sentido neste nosso momento político é a construção de uma frente absolutamente ampla entre as forças políticas, fragmentos de força e atores avulsos em geral, adeptos de qualquer sabor ideológico, com atuação política democrática, excluídos por óbvio os auxiliares do diabo, para tentar evitar que o fascismo real, institucional e orgânico, arquitete e estabeleça seus ninhos e choque seus ovos fatais.

bolsonaro é apenas um miliciano, muito perigoso, e com algum treinamento para cumprir certas tarefas, treinamento que ele recebeu quando ainda era capitão do exército e a ultra-direita realmente estava mais bem estruturada e atuando interna ao poder, e mais forte (ou mais reativa) que hoje, durante os governos Médice, Geisel e Figueiredo.

O governo bolsonaro é um ensaio da ultra-direita para avaliar suas possibilidades de retomada do poder, ambição alimentada desde sempre e a ela nunca renunciada. E certamente articulada com conecções internacionais. A Ultra-Esquerda não é internacionalista? Não há que se ter dúvidas, a ultra-direita é internacionalista também! As improvisações de ator político tão mal preparado como é bolsonaro, sem nenhuma cultura e desprovido de quaisquer qualidades políticas, além de desprovido de qualquer estrutura mínima para pensar a conquista e sustentação de poder, não se viabilizaria sem que por trás estivesse uma força política real, munida de todas as ferramentas complexas que a conquista de poder exige.

Pensamos muito a conjuntura olhando para os improvisos de bolsonaro e estamos colecionando um caminhão de derrotas. Temos que olhar na nossa economia os atores que realmente significam perigo, localizar os Mários Amatos de hoje. Temos que tentar enxergar os atores dentro das Forças Armadas, a formação que recebem e a correlação interna às FFAA, para saber ali o peso que têm soldados mais identificados com a Constituição atual e a possibilidade de resistência ao sempre esperado golpe de Estado, sempre a realidade política mais imediata em nosso país.

A próxima eleição para presidente, caso a conjuntura evolua para um quadro um pouco melhor nas contas, que permita mais folga a bolsonaro para conceder algum favor ao povo mais pobre, usando a premência desse povo, sempre por nós abandonado, para comprar por pouca coisa seu agradecimento (nós já vimos como o populismo de Lula e do PT fizeram isto e o quanto de sucesso tiveram e têm até hoje junto aos miseráveis) e, ao se reeleger, possibilitar definitivamente a viabilização da ultra-direita real, orgânica e partidária, que antes não significava ameaça por se mostrar incipiente.

Impedir essa possibilidade tem que ser o objetivo do Neto de Miguel Arraes, do filho de Cezar Maia, de Ciro Gomes e do PDT de Brizola, do Cidadania e de Roberto Freire, de novatos modernos e notáveis como Felipe Rigone, Tábata Amaral e outros, de Marina Silva, do PV, do Rede, de Flávio Dino, e de atores políticos avulsos como Luiza Helena Trajano, Lázaro Ramos, Caetano Veloso e tantos.

Caso a formação de uma frente bem ampla e democrática não encontre entendimento em torno de um nome com filiação a partido, que se busque um nome avulso, mas que se viabilize a vacina contra a peste do fascismo.

Vivemos tempos bem perigosos e dele só estamos avaliando a superfície. O perigo está muito maior, real, e ainda escondido em escaramuças.

Unidade total por desespero dada a ameça fascista! Unidade de todos pela democracia, por favor!

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Alexandre Neres

13 de fevereiro de 2021 às 14h38

O PSB está apenas se modernizando. Quem acompanha seus votos desde há muito sabe que o partido emite sinais claros aonde está indo. Depois de a maior parte apoiar Lira e grande parte apoiar a autonomia do Banco Central, provavelmente irá se coligar com Bolsonero ou então se aliar ao Partido Novo.

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James

13 de fevereiro de 2021 às 12h18

Não! Assim não é possível! Deve ter alguma coisa errada com essa notícia!
Custei a acreditar que o Ciro poderia ser traído, como surpreendentemente foi, pelo DEM e pelo PSDB na formação da sua praticamente certa frente salvadora de centro-direita.
E não quero crer que até o PSB, que lhe fez juras de amor eterno, desprezaria um aliado experiente e preparado como o Ciro, só para apoiar um outsider qualquer, como por exemplo, o Huck, ainda que este seja apoiado pela Globo.
Me lembro como se fosse ontem do próprio Miguel contabilizando o número de prefeitos e vereadores da grande coligação PSB/PDT e uma união sólida como essa não se desfaz assim, do dia para a noite, não é mesmo? kkkkk

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