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Grupo do MP-RJ que investigava Carlos e Flávio é dissolvido

Por Redação

04 de março de 2021 : 11h56

O Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaec) que investigava os esquemas de corrupção envolvendo o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), foram dissolvidos pelo procurador geral da Justiça, Luciano Mattos.

Além das investigações que miravam os filhos mais velhos do presidente Jair Bolsonaro, o grupo também era responsável pela apuração sobre os responsáveis pelo assassinato da vereadora Marielle Franco (PSOL) e de seu motorista, Anderson Gomes.

No último dia 11, em reunião do Conselho Superior do MP-RJ, Mattos criticou o Gaec e afirmou que o grupo estavam “crescendo demais”.

“Os Grupos de Atuação Especializada executam um bom trabalho, mas estavam crescendo demais em acervo e atribuições. Temos sete destes grupos já estruturados e, neste ritmo, teríamos no futuro quase que um novo Ministério Público dentro do MP-RJ”

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3 comentários

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EdsonLuiz.

04 de março de 2021 às 18h09

É sacanagem ficar perseguindo perseguindo perseguindo perseguindo perseguindo como estão fazendo. (eu não estou bêbado não, heim gente! É que a perseguição do judiciário e do ministério público contra políticos bacanas como estes da foto aí em cima e outros, de vários partidos, é tão abusada, não é mesmo? Que escrever ‘perseguindo’ só uma vez não dá conta do tamanho do abuso. Pobres políticos! Certos setores do judiciário e do ministério público têm que ser dissolvidos mesmo, para pararem de perseguir esses pobres coitados. A perseguição, perseguição, perseguição, perseguição perseguição não para. E perseguem as famílias deles também. Isso tem que parar de acontecer no Brasil! E a perseguição às empresas que têm ligação com eles? Essas empresas ficam em dificuldades por causa dessa perseguição. Vocês não acham que isso tem que parar, que têm que libertar os punidos e devolver o que foi confiscado deles?)

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    EdsonLuiz.

    04 de março de 2021 às 18h21

    E depois de anular o judiciário e o ministério público, para pararem com a perseguição, perseguição, perseguição, perseguição, precisa também anular a imprensa, a Falha de São Paulo, a RedeLixo, a Rede Golpe, que denunciam, denunciam, denunciam, denunciam, denunciam, denunciam denunciam. Pobres políticos, pobres empreiteiros, pobres empresários. Isso tem que parar! Tem que anular, nem que seja no grito, o ministério público, o judiciário, a imprensa e quem mais se colocar no caminha deles, coitados!
    E ainda tem uns babacas, imbecis, analfabetos que se emprenham com as mentiras dessa imprensa.

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      Paulo

      04 de março de 2021 às 22h28

      E não é só isso, Edson. Você já notou como tiraram competividade da indústria brasileira, com esse lavajatismo hediondo, por persecutório e descarado (rsrs)? Empresas “gigantes nacionais”, que hoje enfrentam dificuldades…

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